Partido diz que a gestão de Bolsonaro ‘age deliberadamente para invisibilizar’ ocorrências relacionadas à violência de gênero e à letalidade policial

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Agência Brasil/José Cruz

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o novo Plano Nacional de Segurança Pública do governo federal, que ‘abandona’ indicadores de feminicídio e mortes causadas por policiais. A mudança foi formalizada em decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no mês passado.

O partido diz que a gestão de Bolsonaro ‘age deliberadamente para invisibilizar’ ocorrências relacionadas à violência de gênero e à letalidade policial.

“Tratam-se de dois grandes problemas de segurança pública no Brasil que recaem sobre grupos vulneráveis – as mulheres e a juventude negra periférica – e que têm se agravado atualmente”, diz um trecho da ação.

O pedido é para que a mudança seja declarada inconstitucional por violar os direitos fundamentais à vida e à segurança pública e ao princípio da dignidade da pessoa humana. A nova política de Segurança Pública estabelecida pelo governo federal tem metas previstas até 2030.

O PSB lembra na ação que, sem uma classificação particular, os feminicídios e as mortes causadas por violência policial vão sofrer um apagão de dados, o que dificulta a definição de políticas públicas para proteger os grupos vulneráveis.

-Não há alegação de custo ao erário [como no Censo do IBGE], é simplesmente uma decisão de retroceder e ocultar as informações sem motivo nenhum para isso. São esses dados que permitem a formulação e o acompanhamento de políticas sociais específicas e efetivas no combate aos preconceitos de gênero e raça, garantindo o exercício dos direitos à vida, à segurança pública e à igualdade – afirmou o advogado Rafael Carneiro, que representa o PSB na ação.

Dados do Anuário de Segurança Pública apontam que, no ano passado, pelo menos 1,3 mil mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, o que corresponde a um assassinato a cada seis horas e meia.

A pesquisa aponta que os índices de violência policial também vêm escalando: ações das Forças de Segurança deixaram 6,4 mil vítimas fatais em 2020, um aumento acumulado de 190% desde 2013.

*AE


Apresentadora pediu para que os apoiadores do presidente deixem de segui-la nas redes

Presidente Jair Bolsonaro e apresentadora Xuxa Meneghel Foto: Colagem Pleno News

O presidente Jair Bolsonaro rebateu Xuxa Meneghel, nesta terça-feira (12), após a apresentadora pedir para que os apoiadores do chefe do Executivo parassem de segui-la. Bolsonaro, por sua vez, foi na contramão da declaração da “Rainha dos Baixinhos”, e pediu que quem a apoia o siga, em prol da união do país.

– Se você apoia Xuxa, peço que nos siga. Seria uma satisfação apontar fatos omitidos para que possamos sempre melhorar e unir nosso país – escreveu Bolsonaro em seu perfil oficial do Twitter.

No sábado (10), a apresentadora havia tecido críticas à gestão Bolsonaro e culpado o presidente pelo avanço da pandemia no país. Na ocasião, Xuxa afirmou que quem descumpre as medidas sanitárias é “genocida”.

– Eu lhe respondo porque estamos em uma pandemia, porque a lei serve para todos, porque assim protegemos as pessoas, porque já morreram 600 mil pessoas, porque precisamos seguir o que os cientistas, médicos e a Organização Mundial da Saúde pede e exige a todos no mundo porque… quem não faz isso, não segue as regras mundiais, é genocida – assinalou.

Ela orientou as pessoas que apoiam o presidente e queiram argumentar contra as medidas sanitárias deixem de acompanha-la nas redes sociais. Aos que concordam, por outro lado, ela pediu que “assinem o impeachment agora”.

Informações Pleno News


Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Nesta segunda-feira (11), o vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse não descartar a possibilidade de prorrogar os trabalhos do colegiado. A data de encerramento da comissão está marcada para o dia 19 de outubro.

Em entrevista à CNN Brasil, Randolfe disse que o prazo de entrega do relatório é até o dia 5 de novembro.

– Nenhuma hipótese está descartada. Nós temos um prazo legal para entrega do relatório que vai até 5 de novembro. Nós precisamos, antes da entrega do relatório, pelo menos dar uma semana ao relator para os ajustes finais – apontou.

O vice-presidente da CPI também falou sobre os próximos depoimentos no Senado, entre eles o do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o do o médico pneumologista Carlos Carvalho. Além disso, a comissão pretende ouvir ainda representantes das vítimas da Covid-19.

– Em princípio nós acreditamos que é possível ser feito isso entre a segunda-feira da próxima semana e quinta-feira. Amanhã, nós teremos uma reunião do campo majoritário da CPI para pacificarmos essa programação – afirmou.

*Pleno.News


Ministro considera que muitas empresas irão participar do processo de privatização dos Correios

Fábio Faria: ‘Expectativa é votar PL dos Correios até novembro’ Foto: Agência Brasil

Além de comemorar ter colocado o leilão do 5G de pé, o ministro das Comunicações Fábio Faria (PSD-RN) tem outra missão antes de avaliar sair candidato nas eleições de 2022 ao Senado pelo PP, que é a ‘desestatização’ dos Correios. No momento, segundo o ministro, “tem muitos entrantes interessados”.

– Tenho certeza que tendo essa aprovação do PL, muitas irão participar. Porque é estratégico do ponto de vista de América Latina – apontou.

O cronograma que o ministro trabalha atualmente é que seja votado em novembro no Senado.

Segundo ele, as pautas mais relevantes serão votadas este ano.

– Todo ano eleitoral é sempre mais difícil de aprovar os projetos Por isso minha corrida para o 5G. Outro grande projeto é dos Correios, que é a última janela – defendeu Faria no programa Veja On Air exibido nesta segunda-feira.

Isso porque, nas contas do ministro, a empresa corre o risco de “zerar” a receita com encomendas nos próximos anos diante da concorrência com grandes varejistas. No serviço postal, diz ele, a parte de encomendas é o “filé”. O “osso” é entregar cartas e boletos à população.

– Mas essa receita de encomendas tem perda de 20% a cada ano para os grandes varejistas. Essas empresas estão desenvolvendo serviço próprio de logística. Mercado Livre, por exemplo, hoje entrega só 10% para os Correios – destacou.

Outro problema na comparação com o serviço privado, apontou, é que “quando os Correios saem de greve, não volta [o serviço]”.

– Daqui três anos, pode ser que essa conta esteja zerada e que não tenha mais player interessado. Por isso digo que a janela está se fechando – apontou.

*AE


Foto: Agência Senado/Pedro França

Sempre polêmico, o senador Romário concedeu uma entrevista ao jornalista Rica Perrone e falou sobre o atual momento do Brasil. Na conversa, Romário disse que gosta de Jair Bolsonaro, que o presidente é um cara “muito sério” e que “tem coragem” e ainda afirmou: “Antes do Bolsonaro, o nosso país ‘tava uma me* do ca***”. Mas apontou que o presidente cometeu alguns erros na pandemia.

As declaração foram dadas por Romário a Rica Perrone no programa Cara a Tapa, publicado no YouTube neste domingo (10).

Eu acho que o Bolsonaro é um presidente que fez e tem feito coisas positivas para o nosso país. Erra em alguns momentos, principalmente nesses últimos dois anos de pandemia. Deixou de ter algumas ações e, na minha opinião, poderia não ter falado. Tomou algumas decisões que poderia não ter tomado. Mas eu particularmente convivi quatro anos com Bolsonaro […] E Bolsonaro é um cara muito sério; um cara que tem coragem, que não tem medo de se posicionar. Isso ele trouxe para a presidência. Antes do Bolsonaro, o nosso país ‘tava uma me* do ca**** – explicou.

Romário, no entanto, disse considerar muito chato falar de político no Brasil atualmente.

– […] Infelizmente, no Brasil hoje, falar de política está chato. Sabe por quê? Eu acabei de falar aqui que gosto do Bolsonaro. Eu acabei de falar que eu gosto do Bolsonaro, eu gosto de pessoas com personalidade. A esquerda vai me dar porrada. E eu acabei de falar que ele errou em algumas colocações, em algumas decisões, nesses momentos mais difíceis que o país viveu ao longo desses anos. E a direita vai me dar porrada – destacou.

Informações: Pleno.News


Denúncia é da jornalista espanhola Cristina Segui

jornalista espanhola Cristina Segui
Cristina Segui é especializada na política iber0-americana Foto: Reprodução

A jornalista espanhola Cristina Segui, especializada em política ibero-americana, denunciou que o narcotráfico teria patrocinado partidos de esquerda na Europa e na América Latina, durante entrevista ao jornal da Record.

A comunicadora conta ter voltado as suas atenções para o tema depois que o ex-chefe da Inteligência de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, Hugo Carvajal, conhecido como El Pollo, foi preso na Espanha, no início de setembro. Ele estava foragido desde 2019.

Segundo a Cristina, o Centro Nacional de Inteligência da Espanha sabia onde ele estava escondido e teria acobertado sua fuga. O órgão seria administrado por partidos socialistas, financiados pelo narcotráfico da América Latina. Na fuga, El Pollo também teria recebido ajuda de políticos e de personalidades lulistas, do PT.

A comunicadora conta que, assim como no caso de Carvajal, regimes políticos da esquerda de outros países estão ligados ao crime organizado, unidos pelo Foro de São Paulo.

– Neste momento, o Foro de São Paulo tem uma estrutura criminal. O Foro de São Paulo e todos os que estão ao seu redor e que se opõem às ideias de liberdade e prosperidade das pessoas vivem da criminalidade, do tráfico de armas, do tráfico humano, do tráfico de drogas – denunciou.

Para receber e repassar dinheiro do narcotrafico a regimes comunistas foi criado um centro de estudos políticos e sociais em Valência, na Espanha, diz a jornalista. De acordo com ela, os ex-presidentes brasileiros Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT) também teriam sido beneficiados por esse dinheiro.

– Eu creio que, caindo o Foro de São Paulo, caem os regimes criminais na Espanha, na Europa e, claro, na América Ibérica – diz a jornalista.

NOTA DE LULA
Em nota, a assessoria do ex-presidente Lula se defendeu das acusações.

– O ex-presidente Lula foi investigado, teve todos os seus sigilos quebrados, e nenhuma irregularidade foi encontrada. Venceu na justiça todas as falsas acusações feitas contra ele. Lula não tem nenhuma condenação e tem plenos direitos políticos – afirmou.

Ainda de acordo com a assessoria do petista, a acusação carece de provas, não possui “nenhuma base” e foi feita por uma “agente política de outro país com vinculação à extrema direita”.

Informações Pleno News


Foto: Reprodução / Youtube

Em uma publicação feita em sua conta no Twitter, o pastor Silas Malafaia deu novos detalhes a respeito do vídeo que ele deve publicar nesta segunda-feira (11), em seu canal no YouTube, contendo denúncias contra dois ministros do governo federal. De acordo com o líder religioso, a questão é relacionada à indicação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF).

– A questão que vou apresentar sobre ministros de Bolsonaro que perderam a condição moral de serem ministros. Não tem nada a ver com corrupção, mas sim, com a questão política que envolve a indicação para o STF – escreveu.

Além do texto, Malafaia publicou um vídeo breve no Twitter, já na manhã desta segunda, em que destacou que os ministros que estariam contra a indicação do ex-advogado-geral da União ao posto de ministro do Supremo Tribunal Federal possuiriam gabinetes dentro do Palácio do Planalto.

– Ministros de Bolsonaro, políticos cujo gabinete está no palácio do governo, contra a indicação de André Mendonça para o STF, jantando com gente inescrupulosa, que quer atingir o presidente. Eu não posso acreditar em um negócio desse não – completou.

*Pleno.News


A intenção do parlamentar do Amapá seria de que o próprio Bolsonaro retire o nome de André Mendonça

Presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy

O que parece estar bem claro atualmente, tem ficado ainda mais cristalino nos últimos dias: o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre(DEM-AP), não deve mesmo pautar a sabatina de André Mendonça, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro à vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal (STF).

Essa teria sido a indicação dada por Alcolumbre a fontes com quem conversou, que incluem senadores e ministros de tribunais superiores. O fato teria sido deixado claro por Alcolumbre até ao líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), com quem o presidente da CCJ jantou na última semana. A informação foi divulgada pelo colunista Igor Gadelha, do site Metrópoles.

Aliados de Alcolumbre teriam dito que o senador não tem a pretensão de marcar a sabatina do ex-AGU sequer para rejeitar o nome de Mendonça. A intenção do parlamentar do Amapá é de que o próprio presidente Jair Bolsonaro retire o nome de André Mendonça e faça outra indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O nome de Mendonça está parado no Senado há quase três meses. Ele foi indicado para a vaga do ex-ministro Marco Aurélio Mello em 13 de julho. Desde 19 de agosto, a indicação está na CCJ da Casa, onde sequer teve relator designado por Alcolumbre.

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Ex-prefeito de Salvador participou das comemorações dos 188 anos de emancipação política do município

Foto: Arysa Souza

Em mais uma edição do movimento “Pela Bahia”, o ex-prefeito ACM Neto disse neste domingo (10), em Mundo Novo, que é “preciso tirar o governo da capital e levar para o interior, agregando as regiões, porque os governantes precisam estar junto dos problemas”.

Ao lado do prefeito de Mundo Novo, Dr. Adriano, do PSB, partido que integra a base do governo estadual, ACM Neto visitou algumas obras, conversou com lideranças políticas de toda a região e participou das comemorações dos 188 anos de emancipação política da cidade.

“Desde janeiro estou percorrendo a Bahia para sentir os sonhos e as expectativas de cada cidadão. O que nós queremos é uma Bahia que seja forte, que cresça, que lidere e dê bons exemplos. A Bahia precisa ser líder em educação, geração de emprego, tecnologia, atração de investimentos, e não em violência ou educação de péssima qualidade”, afirmou Neto.

Ainda em Mundo Novo, ACM Neto falou da criação do União Brasil, partido que nasce da fusão do Democratas com o PSL “Além de ser o maior partido do Brasil, o União Brasil sinaliza para a necessidade de reduzir o número de siglas. Ter 40 partidos é uma vergonha para o Brasil porque enfraquece a democracia, enfraquece a força das ideias”. Pouco antes de deixar Mundo Novo, ACM Neto afirmou que, ainda este mês, outras três cidades da região serão visitadas: Morro do Chapéu, Piritiba e Miguel Calmon.

*Apoio a ACM Neto *– Eleito pela base do governador Rui Costa, o prefeito Dr. Adriano anunciou neste domingo “apoio incondicional” à pré-candidatura do prefeito ACM Neto. “É uma honra caminhar ao lado de ACM Neto, uma liderança nacional. Essa parceria é tudo o que não tivemos nos últimos cinco anos de gestão. Tivemos o abandono, o descaso, o desprezo. O governador Rui Costa teve 86% dos votos em nossa cidade, mas não fez nada por pura e simples perseguição a mim, mas isso é passado. Não faço política olhando pelo retrovisor, olhando para o passado. Vou olhar sempre para o futuro, e o futuro da Bahia é ACM Neto”.


Foto: Reprodução/Band

O apresentador José Luiz Datena (PSL), considerado pré-candidato nas eleições de 2022, disse neste sábado (9) que o presidente Jair Bolsonaro deve ser julgado nas urnas sobre se cometeu ou não crimes contra o Brasil. A declaração foi dada durante o programa Brasil Urgente, da TV Band, enquanto ele comentava acusações contra o presidente.
– Bolsonaro será julgado na urna, que é onde tem que ser julgado pelo cidadão brasileiro quem comete crimes contra o país – disse.

O apresentador afirmou ainda que, a exemplo de Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também será julgado nas urnas após decisão Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a segunda instância, que possibilitou sua saída da prisão.

– Duvido que Lula será julgado de novo. Ele nunca mais será preso, pode ter certeza absoluta disso – afirmou.

Datena também disse que Lula foi “mal julgado” pelo ex-ministro e juiz Sergio Moro, e o criticou pelo fato de ter decidido trabalhar a favor da Odebrecht, empresa que foi um dos principais alvos de decisões dele enquanto era o juiz dos casos da Operação Lava Jato.

– Logo depois ele foi para o governo Bolsonaro. Parece que limpou o trilho para o Bolsonaro ganhar, mandou o Lula para a cadeia, traiu o Bolsonaro e depois foi trabalhar para uma empresa americana que defende a Odebrecht, que ele ajudou a colocar o dono na cadeira. Dá para entender o Moro? – completou.

Datena se filiou recentemente ao PSL e foi alçado a pré-candidato nas eleições de 2022. Porém, a fusão entre PSL e DEM pode mudar a situação do apresentador dentro do cenário eleitoral. Em entrevista ao UOL na última semana, Datena disse que “acharia muito legal ser vice” de Ciro Gomes.

*Pleno.News