Chefe do Executivo se referiu à dona do Magazine Luiza como “empresária socialista”

Jair Bolsonaro e Luiza Trajano
Jair Bolsonaro e Luiza Trajano Fotos: PR / Allan Santos e EFE / Sebastião Moreira

Na manhã desta segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse a apoiadores que uma “empresária socialista” perdeu R$ 30 bilhões após manifestar apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar de não citar nomes, o comentário se refere a Luiza Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, que perdeu metade de seu valor na Bolsa de Valores (B3) entre 2020 e novembro de 2021.

– Você não vê empresário socialista. Tem uma mulher aí que é socialista. Não fala o nome, não. Essa mulher é socialista e perdeu R$ 30 bilhões agora, quando anunciou amor pelo “nove dedos” – declarou o chefe do Executivo.

Conforme levantamento feito pela Economatica, empresa que analisa dados sobre fundos de investimentos financeiros, os papéis do Magazine Luiza reduziram de R$ 26 para R$ 11,15 entre 2020 e 2021, e o valor de mercado da companhia foi de R$ 159.681.253 para R$ 71.376.727. No total, a redução soma R$ 88 bilhões e corresponde a 55,3%.

A empresa atribui a retração à desaceleração nas vendas em razão da diminuição do poder de consumo dos brasileiros, somada ao aumento dos juros e da inflação.

Muito já foi especulado sobre a possibilidade de Luiza Trajano compor a chapa do ex-presidente Lula como vice nas próximas eleições em 2022, algo que a empresária já negou. Segundo ela, não há intenção de sua parte de concorrer à vaga no Planalto nem a qualquer outro cargo político.

Para aliados de Lula, ter Trajano como vice poderia atrair apoio do empresariado. Quando Luiza saiu na revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2021, o ex-presidente escreveu o texto sobre ela no periódico:

– Em um mundo corporativo ainda dominado por homens, Luiza Trajano conseguiu transformar o Magazine Luiza em um gigante do varejo – declarou.

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Proposta define o dia 13 de março como feriado nacional em homenagem à Irmã Dulce, canonizada pelo Igreja Católica em 2019

Senado aprova projeto de lei que cria novo feriado nacional no Brasil Foto: Pixabay

Se depender do Senado Federal, o Brasil deve ganhar um novo feriado nacional. Isto porque, na semana passada, a Comissão de Educação da Casa aprovou um Projeto de Lei que cria um novo feriado em homenagem à Irmã Dulce, canonizada pelo Igreja Católica em 2019.

De autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o PL 4.028/2019 foi aprovado pela comissão em caráter terminativo e, caso nenhum senador apresente alguma recurso, será enviado para análise na Câmara dos Deputados.

A proposta institui o dia 13 de março como feriado nacional “para homenagear ‘Santa Dulce dos Pobres’, primeira santa brasileira”. A data marca o dia em que Irmã Dulce morreu. 

Em seu projeto de lei, o senador aponta que o feriado irá “homenagear a vida de uma baiana, de uma brasileira, de uma santa que se dedicou a cuidar dos pobres, acolhendo todos com muito amor e dedicação na esperança de vê-los bem de saúde e vivendo com mais dignidade”.

CANONIZAÇÃO
Irmã Dulce foi canonizada pelo papa Francisco no dia 13 de outubro de 2019. Ela se tornou, assim, a primeira santa nascida no Brasil. A Igreja Católica reconhece dois feitos atribuídos a ela como milagres. Irmã Dulce também se tornou símbolo de assistências aos pobres.

Informações Pleno News


Foto: Adriano Machado/ Reuters

No principal cenário de uma pesquisa do Instituto Paraná, feita entre 16 e 19 de novembro, Lula lidera com 34,9% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro (29,2%), Moro (10,7%) e Ciro (6,1%). João Doria tem 3,1%, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, do DEM, 1,2%, e o senadores Simone Tebet, do MDB, 0,6%, Alessandro Vieira, do Cidadania, 0,4%, e Rodrigo Pacheco, do PSD, 0,4%. Nesta situação, 9,9% dizem que não votarão em nenhum, em branco ou nulo. Outros 3,5% não souberam ou não quiseram responder. A informação é do blog “Maquiavel“, da “Veja”.

Com Eduardo Leite no lugar de Doria, a situação é a seguinte: Lula (35,1%), Bolsonaro (29,8%), Ciro (6,1%), Leite (1,6%), Mandetta (1,4%), Tebet (0,5%), Vieira (0,4%) e Pacheco (0,3%). Entre os entrevistados, 10,2% disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum e 3,4% afirmaram que não sabem em quem irão votar ou não responderam.

Já nas simulações de segundo turno, Lula venceria tanto Bolsonaro (42,5% a 35,6%) quanto Moro (40,7% a 29,8%).

A pesquisa ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios.

Informações Política Livre


Ministro fará jantar com membros da Frente Parlamentar Evangélica

André Mendonça
André Mendonça Foto: Isac Nóbrega/PR

O pastor André Mendonça, ex-advogado geral da União (AGU) e indicado por Bolsonaro para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), irá se reunir com integrantes da Frente Parlamentar Evangélica em um jantar, em Brasília, nesta segunda-feira (22).

Desde julho aguardando para ser sabatinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Mendonça convidou os parlamentares com a intenção de garantir votos quando sua indicação for pautada. As informações são do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.

A expectativa de aliados de Mendonça é de que o presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, irá marcar a sabatina do ex-AGU para a semana que vem, quando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, convocou um “esforço concentrado” para analisar indicações de autoridades entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro.

Nesta segunda-feira (22), uma matéria chegou a ser publicada pelo UOL afirmando que Pacheco estaria cogitando a possibilidade de realizar a sabatina de Mendonça diretamente no plenário do Senado, para driblar Alcolumbre. No entanto, a informação foi negada pelo presidente do Senado.

– Na verdade, eu não estou considerando essa hipótese [levar a indicação direto ao plenário] nesse momento porque, como foi designado o esforço concentrado, houve a solicitação aos presidentes de comissão que possam fazer sabatinas. Vamos confiar que as comissões realizarão essas sabatinas – destacou Pacheco.

Informações Pleno News


Informação foi confirmada nesta segunda-feira pelo embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli

Presidente da Argentina, Alberto Fernández Foto: EFE/Juan Mabromata

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, viajará a Brasília para participar presencialmente da cúpula do Mercosul, em dezembro. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (22) pelo embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, durante entrevista à rádio Télam.

Fernández terá seu primeiro encontro com o presidente Jair Bolsonaro em solo brasileiro desde que assumiu o governo argentino, no final de 2019. Em outubro, os dois líderes trocaram aperto de mãos rapidamente durante a reunião do G-20, mas não chegaram a aprofundar conversa.

O secretário de Assuntos Estratégicos argentino, Gustavo Béliz, se encontrará, em 1º de dezembro, com Flávio Rocha, que tem cargo homólogo em Brasília. O ministro da Agricultura da Argentina, Julián Dominguez, também cumprirá agenda com a ministra Tereza Cristina, conforme disse Scioli.

O encontro acontecerá em um contexto de tensões diplomáticas entre as duas maiores economias da América do Sul. Desde a eleição de Fernández, Bolsonaro já criticou diversas vezes a gestão da nação vizinha, que, segundo ele, é governada pela “esquerdalha”. O brasileiro se considerava aliado do ex-presidente Mauricio Macri, de tendência liberal, que não conseguiu ser reeleito.

Em junho deste ano, Fernández provocou polêmica no Brasil ao afirmar que “os brasileiros saíram da selva, mas nós, os argentinos, chegamos de barco. E eram barcos que vieram da Europa”. Posteriormente, ele pediu desculpas pelos comentários.

– Não quis ofender ninguém, de qualquer forma, a quem se sentiu ofendido ou invisibilizado, desde já minhas desculpas – disse ele, na ocasião.

Após meses de divergências, os dois países finalmente fecharam um acordo para redução em 10% da chamada Tarifa Externa Comum (TEC) em vários produtos no âmbito do Mercosul. O governo brasileiro, contudo, defendia corte de 20%.

*AE


Foto: YouTube/Foco do Brasil

Nesta segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro apareceu com um convidado no famoso “cercadinho” do Palácio da Alvorada: o jogador de vôlei Maurício Souza. Logo na chegada, o presidente fez uma brincadeira com o atleta.
– Vou ensinar ele a jogar vôlei porque ele está meio devagar – disse.

Maurício cumprimentou apoiadores do presidente e tirou fotos. Ambos ficaram por cerca de 30 minutos na entrada do Palácio conversando com populares.

O chefe do Executivo federal não comentou se faria uma reunião com o jogador. A agenda de Bolsonaro não tem compromisso oficial marcado com o atleta. Em agosto, Bolsonaro também recebeu Maurício na residência oficial da Presidência.

O atleta já cogita ingressar na carreira política. No início do mês, ele disse que nunca se imaginou na política, mas diversos “partidos conservadores” desejam que ele se candidate.

*Pleno.News


Moro ultrapassa Ciro nas intenções de voto e vira maior rival de Lula e Bolsonaro
Foto: Divulgação

No principal cenário de uma pesquisa do Instituto Paraná, feita entre 16 e 19 de novembro, Lula lidera com 34,9% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro (29,2%), Moro (10,7%) e Ciro (6,1%). João Doria tem 3,1%, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, do DEM, 1,2%, e o senadores Simone Tebet, do MDB, 0,6%, Alessandro Vieira, do Cidadania, 0,4%, e Rodrigo Pacheco, do PSD, 0,4%. Nesta situação, 9,9% dizem que não votarão em nenhum, em branco ou nulo. Outros 3,5% não souberam ou não quiseram responder. A informação é do blog “Maquiavel“, da “Veja”.

Com Eduardo Leite no lugar de Doria, a situação é a seguinte: Lula (35,1%), Bolsonaro (29,8%), Ciro (6,1%), Leite (1,6%), Mandetta (1,4%), Tebet (0,5%), Vieira (0,4%) e Pacheco (0,3%). Entre os entrevistados, 10,2% disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum e 3,4% afirmaram que não sabem em quem irão votar ou não responderam.

Já nas simulações de segundo turno, Lula venceria tanto Bolsonaro (42,5% a 35,6%) quanto Moro (40,7% a 29,8%).

A pesquisa ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios.

*Política Livre


Presidente da Câmara afirmou que sua vida e a do presidente Jair Bolsonaro são diferentes

Presidente da Câmara, Arthur Lira Foto: Agência Brasil/Fabio Pozzebom

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que uma possível reeleição dele para um novo mandato na Casa não depende da vitória do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A resposta foi dada em uma entrevista concedida por ele ao jornal Folha de São Paulo, quando foi questionado sobre como está se preparando caso Bolsonaro não seja reeleito.

– A vida do presidente Bolsonaro é uma. A minha vida é outra – diz.

Perguntado se realmente seria candidato à reeleição para comando da Câmara, Lira preferiu uma resposta mais evasiva, se limitando a dizer que é candidato à reeleição em seu estado nas próximas eleições para deputado federal e apontando que a disputa para o cargo de presidente da Casa são “os deputados é que vão resolver”.

Já sobre a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a execução das emendas de relator, o parlamentar disse que a decisão “não é normal” e defendeu que sejam estabelecidos limites e coibidos os excessos na atuação do Judiciário.

– De 1988 a 2019, ninguém sabia o que o relator-geral fazia e ninguém questionava. Com a alteração da lei que a gente fez para que ficasse marcado no Orçamento todas as emendas de relator, era para ter transparência para o Congresso, senadores e deputados. Se isso foi mal compreendido e precisa ser aprimorado, que se faça por legislação – completou.

Informações Pleno News


Neste sábado (20), o ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), participou da votação da mesa diretora que irá gerir a Santa Casa de Saúde de Feira de Santana, mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara pelo próximo triênio.

“Desejo muito sucesso ao provedor eleito, doutor Rodrigo Matos e toda mesa diretora”, afirmou José Ronaldo nas redes sociais.


Por Renato Rodrigues Gomes

Foto reprodução
Foto reprodução

Dia a dia, sobretudo no período posterior ao emblemático sete de setembro, o presidente Bolsonaro vem sendo cobrado para que resgate a Constituição e o Estado de Direito. Aquela, por estar sendo estuprada reiteradamente pelos que têm o dever constitucional de respeitá-la; a restauração do Estado de Direito, porque, de fato, vivemos num Estado de não Direito e distópico.

Regra geral, estamos degustando há quase três anos o que seja viver numa juristocracia totalitária e constitucionalmente monstruosa, na qual, para os amigos e parceiros “progressistas” da toga, tudo pode. Mas, para os que ousam pensar diferente, abundam perseguições infindáveis. Ataques impunes à honra de conservadores via imprensa marrom e redes sociais, bem como imposições de censuras, multas, proibições inominadas, cadeia e – se forem escondidinhas – também umas “porradinhas”, são alguns exemplos “democráticos”.

Naturalmente, surge a pergunta que não cala e está na boca de milhões de patriotas: por que o presidente Jair Bolsonaro permite que a bandalheira institucionalizada corra frouxa e o país deslanche rumo ao socialismo, se ele mesmo, antes do dia 07/09/21, tinha feito afirmações contundentes, expondo várias das pilantragens ocorridas e em curso, sempre sob o verniz do pseudodireito?

A título de lembranças, o presidente disse que sabe onde está o câncer do país e que, com a população consciente, a gente vence essa guerra. Ressaltou diversas vezes que nossa bandeira jamais será vermelha e que, se precisar, dá a vida por nossas liberdades. Falou que, se Deus quiser, extinguiremos em breve o comunismo do Brasil. Afirmou que editaria um decreto para resgate do art. 5.°, da Constituição, e que ninguém ousaria questioná-lo.

Escancarou as vísceras do sistema eleitoral. Frisou que estamos em guerra e que a Pátria está sendo atacada internamente. Desqualificou ministros do STF por atitudes político-partidárias e decisões inconstitucionais tomadas, todas “fora das quatro linhas da Constituição”. Disse que estávamos chegando no “ponto de inflexão”. E foi enfático ao dizer que só sai do cargo morto ou com a vitória; nunca por canetadas. Mais recentemente, agora em novembro, constatou a existência de muitas injustiças, registrando que irão acabar logo.

Há pelo menos três modos de responder à questão.

O primeiro, classifico como pura racionalização por parte dos que defendem a aparente omissão: se não sabemos solucionar o caso, construímos uma argumentação que se encaixe em nosso conhecimento limitado, ao qual estamos (in)conscientemente apegados. Ou seja, adaptamos os fatos e as circunstâncias à teoria que temos na cabeça. Ajustarmos a teoria aos fatos, ou criarmos uma nova, são coisas impensáveis. Cognitivamente mais confortável, mais simples e mais conveniente admitirmos como o “novo normal” o dragão jurídico que tem sido despudoradamente concretizado pelo sistema de justiça.

Assim, pela racionalização, nenhuma surpresa: muitos defendem o presidente cegamente, a todo custo, dizendo que ele nada pode(ria) fazer. Caso contrário, sofreria impeachment, pois cometeria “crime de responsabilidade”, praticaria “golpe de Estado”, ou algo congênere.

Compreensível: se estão entranhados no inconsciente coletivo dogmas como o “STF tem a última palavra sempre” e “ordem judicial não se discute, devendo ser sempre cumprida”, a forma como as decisões são fundamentadas passou a ser irrelevante. Inocência, portanto, nos estarrecermos com o conteúdo das decisões: se ministros dizem o que seja o Direito, fazendo o vermelho virar verde e vice-versa, e se já o disseram, a fundamentação torna-se intrinsecamente validada; mera petição de princípio ou argumentação circular.

A segunda resposta para a pergunta, digo ser pautada pela intolerância, pela impaciência e pelo fígado. Emocionalmente indignados (e com parcela de razão), muitos atribuem ao presidente a pecha de “covarde”, ou induzem que esteja “rendido” ao mecanismo. O juízo de valor sobre o caráter, frente às “evidências”, sobrepõe-se à confiança em sua pessoa.

Também compreensível: diante de flagrantes atentados contra as liberdades básicas e a Constituição, e em sendo o presidente da República chefe de Estado e autoridade suprema das Forças Armadas, que assumira o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição (art.78), bem como de defender a Pátria, garantir a funcionalidade dos Poderes e a lei e a ordem (art.142), mostra-se constitucionalmente injustificável a aparente complacência presidencial e militar com os gravíssimos descalabros normativos, institucionais e – por consequência – sociais crônicos.

Se o próprio presidente não cansa de dizer que a liberdade vale mais do que a própria vida, teoricamente, como não se revoltar ao ver ou experimentar incessantes agressões às liberdades individuais e incontáveis usurpações de competência, com efeitos socioeconômicos potencialmente trágicos para o Brasil, sem haver qualquer reação do chefe da nação, então legitimamente avalizado por milhões do povo ao longo de 2021 e, em especial, no dia 07/09/21?

Por fim, a terceira resposta possível: o presidente nada fez até agora, por presumidamente estar seguindo uma estratégia militar.

Para pensar assim, três premissas precisam ser consideradas absolutamente verdadeiras: i) o presidente é inteligente, leal e tem palavra, vê tudo o que vemos, e sabe o que fazer para vencermos o Deep State tupiniquim; ii) as Forças Armadas são incooptáveis, veem o que vemos, apoiam o presidente e sabem quando agir; iii) estamos numa estado de guerra não convencional, onde os inimigos atuam na ofensiva, valendo-se de abusos no exercício do poder judicial, legislativo e da mídia, impondo o medo, corrompendo mentes, desequilibrando emoções e afetando a racionalidade das pessoas de bem. Guerra na qual, jogando na defensiva, o chefe de Estado e as Forças Armadas ainda não usaram as armas que têm, mas, inevitavelmente, terão que fazê-lo. Caso contrário, tchau, tchau para a tríade “Deus, Pátria e Família”.

O que efetivamente importa: por pior que esteja o contexto, ele é passageiro, como tudo na vida, e o seu encerramento não está condicionado a vontades arbitrárias e anticrísticas de reles mortais. Independentemente de como respondamos à questão de ouro, aproveitemos ao máximo a oportunidade para refletirmos sobre o sentido que damos à vida e o que fazemos por essas bandas. Quem sabe nos tornamos seres melhores?

Ah, em tempo: por ser adepto da Regra de Ouro, por ora, fico com a terceira resposta, sem qualquer apego. Finalizo com uma breve transcrição, para reflexão.

“A agressão é ilusória: ela oculta inerentemente a fraqueza. Agressores não conseguem controlar suas emoções. Eles não conseguem esperar pelo momento certo, não podem tentar diferentes abordagens, não conseguem parar para pensar como pegar seus inimigos de surpresa. Nessa primeira onda de agressão, eles parecem fortes, mas quanto mais tempo dura seu ataque, mais claras se tornam sua fraqueza e sua insegurança subjacentes. É fácil ceder à impaciência e fazer o primeiro movimento, mas existe mais força no recuo, deixando que a outra pessoa faça o jogo. Essa força interior quase sempre prevalecerá sobre a agressão exterior. O tempo está a seu lado. Torne seus contra-ataques rápidos e repentinos. (…) Deixe que as coisas aconteçam, economizando um tempo e uma energia valiosos para aqueles breves momentos em que você explode no contra-ataque.” Robert Greene. 33 Estratégias de Guerra. p.147.

Informações Jornal da Cidade