Pasta de infraestrutura renovou mais de 2 mil quilômetros de rodovias e executou R$ 5,5 bilhões na modernização de todos os modos de transporte
Tarcisio de Freitas Foto: Isac Nóbrega/PR
O governo federal informou, nesta quarta-feira (22), que fechará o ano de 2021 com 108 obras públicas entregues e mais de 2 mil quilômetros de rodovias renovadas. Os números fazem parte de um balanço apresentado nesta semana pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.
De acordo com os dados da pasta, o governo executou R$ 5,5 bilhões na modernização de todos os modos de transporte e contratou mais R$ 37,6 bilhões da iniciativa privada para investimentos, nos próximos anos, em ferrovias, aeroportos, rodovias, portos e hidrovias. Ao longo deste ano, 2.050 quilômetros de rodovias foram pavimentados, duplicados ou recuperados.
Além das obras rodoviárias, 22 aeroportos da Infraero foram arrematados em leilões e vão receber ao menos R$ 6,1 bilhões em investimentos privados. Na questão dos portos, o governo contou com a aprovação do BR do Mar. Já nas ferrovias, a pasta acredita que o novo marco regulatório, lançado em setembro, pode “ser uma revolução” para esse meio de transporte.
Voltando para o transporte rodoviário, o governo destacou obras importantes entregues neste ano como a Ponte do Abunã, na BR-364, uma reivindicação histórica da população de Rondônia e do Acre; a pavimentação de 72 quilômetros da BR-235, no Piauí; e a conclusão da duplicação de 168 quilômetros da BR-163/364, entre Cuiabá e Rondonópolis, ambas no Mato Grosso.
Já no Sudeste, o destaque foi para a inauguração da Avenida Portuária, facilitando o acesso rodoviário para caminhões entre Avenida Brasil e o Porto do Rio de Janeiro. Por fim, no Sul, a pasta destacou que a BR-116, no Rio Grande do Sul, atingiu a marca de 130 quilômetros renovados com a entrega de 11,4 quilômetros no meio do ano.
Em Itatim, pré-candidato ao governo encerrou a agenda de visitas a municípios da Bahia este ano
Fotos: Gilberto Jr
O pré-candidato a governador ACM Neto afirmou nesta quarta-feira (22), em Itatim, que o próximo chefe do Executivo estadual deve fazer concurso público para aumentar o efetivo de policiais e destacou que a carreira deve ser valorizada pelo governo. A visita à cidade foi a última da agenda Pela Bahia este ano. No total, Neto esteve em 70 municípios desde janeiro.
Na entrevista à imprensa da região, Neto ainda ressaltou a necessidade de um plano estratégico que leve em conta o potencial de cada região da Bahia. A visita a Itatim contou com a participação de lideranças locais e regionais.
Ao falar sobre o avanço da violência, o pré-candidato a governador afirmou que a questão foi tratada como problema secundário pelos governos petistas. Ele disse que os governadores do PT transferiram responsabilidade e que, se for eleito, pretende chamar para si o problema, sem procurar culpados ou desculpas. Neto voltou a se posicionar contra a legalização das drogas, que foi defendida pelo atual secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, e frisou a necessidade de valorização dos policiais e de maior uso da tecnologia para combater o crime.
“Existe hoje um problema sério no estado da Bahia que é um efetivo de policiais abaixo do necessário. Portanto, será fundamental que o próximo governador faça concurso público, contrate policiais e aumente o efetivo de policiais presentes na rua. Depois, será essencial valorizar a carreira. Hoje a gente conversa com os policiais militares e civis, e eles estão desestimulados. Essa carreira precisa ser valorizada, apoiada, incentivada, que é algo que eu pretendo fazer caso seja eleito governador”, afirmou.
“Quando eu visito municípios nessa caminhada pela Bahia, tenho tido a oportunidade de conversar e de ver de perto os problemas. A gente chega em muitos municípios e qual é a realidade? A gente encontra um policial por turno para cobrir a cidade toda, a sede e a zona rural. Muitos municípios com as delegacias fechadas. Muitos municípios sem viatura. Quando funciona alguma coisa é porque o prefeito ajuda a manter ali a estrutura da segurança pública, porque se o prefeito não ajudar, não tem”, continuou.
Interiorização da Saúde – Sobre a regulação, chamada por lideranças do interior de “fila da morte”, Neto disse que o sistema não tem funcionado. “Quando você se dirige à regulação do estado é uma dificuldade. Muitas vezes as pessoas esperam meses, quando não mais de ano, para conseguir o internamento, fazer uma consulta ou um exame. Essa realidade tem que ser mudada e só tem um caminho, que é interiorizar assistência à saúde, ampliando a quantidade de hospitais regionais, fazendo um trabalho em parceria com os municípios”, disse.
Paraná Pesquisas: Geraldo Alckmin lidera pesquisa eleitoral em SP. Em um cenário sem ele e Haddad, Marcio França aparece em primeiro| Foto: CLP/Divulgação; Governo do Estado de São PauloOuça este conteúdo
Novo levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta quarta-feira (22), mostra Geraldo Alckmin (sem partido) na dianteira da corrida eleitoral pelo governo de São Paulo, com 30,2% das intenções de voto. O petista Fernando Haddad aparece em segundo, com 16%.
Em um segundo cenário apresentado pelo instituto, sem a presença do ex-tucano e do petista Fernando Haddad – ambos estão sendo sondados para disputar os cargos de vice-presidente e senador, respectivamente –, Marcio França (PSB) aparece em primeiro, com 24,3% da preferência dos entrevistados. Guilherme Boulos (Psol) está em segundo lugar, com 18,6%.
Na disputa da única vaga de senador pelo estado de São Paulo, o levantamento do Paraná Pesquisas mostra o apresentador José Luiz Datena na frente, com 25,7% das intenções de voto. Veja a seguir os números do levantamento para a disputa ao Palácio Bandeirantes e à cadeira no Senado.
Pesquisa eleitoral para governador em São Paulo
Cenário com Alckmin e Haddad
Geraldo Alckmin (sem partido): 30,2%
Fernando Haddad (PT): 16%
Guilherme Boulos (PSOL): 12,5%
Tarcísio de Freitas (sem partido): 6,3%
Rodrigo Garcia (PSDB): 5,4%
Arthur do Val (Patriota): 4,6%
Vinicius Poit (Novo): 0,8%
Brancos/nulos/nenhum: 18,3%
Não sabe/não respondeu: 6%
Cenário sem Alckmin e Haddad
Marcio França (PSB): 24,3%
Guilherme Boulos (PSOL): 18,6%
Rodrigo Garcia (PSDB): 7,9%
Tarcísio de Freitas (sem partido): 6,7%
Arthur do Val (Patriota): 5,2%
Vinicius Poit (Novo): 1%
Brancos/nulos/nenhum: 27,2%
Não sabe/não respondeu: 9,1%
Potencial eleitoral
O Paraná Pesquisas também perguntou aos entrevistados em quem votaria e em quem não votaria de jeito nenhum. Alckmin tem o apoio mais consolidado, com 13,8% dos entrevistados afirmando que votariam nele para o governo do estado de São Paulo. Por outro lado, Haddad tem a maior rejeição: 52% dizem que não votariam nele. O pré-candidato mais desconhecido dos eleitores paulistas é Rodrigo Garcia, a aposta do atual governador, João Doria, que é pré-candidato à Presidência da República e não deve concorrer à reeleição. Confira abaixo os dados da pesquisa:Potencial eleitoral comparativo. Fonte: Paraná Pesquisas/Dezembro de 2021
Pesquisa eleitoral para senador em São Paulo
O apresentador José Luiz Datena (sem partido) está liderando a corrida para a única vaga de senador por São Paulo, tendo sido citado por 25,7% dos eleitores paulistas entrevistados neste levantamento do PR Pesquisas. O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) aparece em segundo, com 19,8% das intenções de voto. Veja a seguir todos os números da pesquisa.
José Luiz Datena (sem partido): 25,7%
Sergio Moro (Podemos): 19,8%
Fernando Haddad (PT): 17,7%
Janaina Paschoal (PSL): 7,7%
Paulo Skaf (MDB): 7,4%
José Aníbal (PSDB): 0,8%
Brancos/nulos/nenhum: 14,5%
Não sabe/não respondeu: 6,5%
Metodologia da pesquisa
O Paraná Pesquisas ouviu 1818 eleitores no estado de São Paulo entre os dias 13 e 17 de dezembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro estimada é de 2,5 pontos percentuais, para ou mais ou para menos. Foram auditadas simultaneamente 20% das entrevistas.
Pesquisa consultou eleitores maiores de 16 anos em 88 municípios do estado
Ex-presidente Lula Foto: Instituto Lula/Ricardo Stuckert
O Instituto Paraná divulgou nesta quarta-feira (22) os resultados de uma pesquisa que revela que 41% dos eleitores de São Paulo não votariam no PT sob “nenhuma condição”. A pesquisa entrevistou 1.818 eleitores com 16 anos ou mais, em 88 municípios do estado, entre os dias 13 a 17 de dezembro.
O partido de Lula foi o que registou, de longe, a maior taxa de rejeição, com uma diferença de 29,8 pontos percentuais em relação ao PSDB, partido com a segunda maior rejeição.
Segundo o estudo, o PL, partido de Bolsonaro, é o terceiro mais rejeitado do estado, com 10,2% dos entrevistados afirmando que não votariam em candidatos desta legenda sob nenhuma condição. No entanto, a porcentagem é quatro vezes menor que a rejeição do PT.
VEJA O RANKING TOTAL DE REJEIÇÃO: Não sabe/ não opinou: 14,2% Não deixaria de votar em nenhum(a) candidato(a) por conta do partido: 13,3% Não votaria em nenhum: 3,1% PT: 41,0% PSDB: 11,2% PL: 10,2% PSOL: 8,7% UNIÃO BRASIL (PSL+DEM): 5,7% PODE: 4,2% PSD: 3,5% NOVO: 3,1% PATRIOTA: 3,1% PSB: 1,5% Outros partidos citados: 1,0%
Ex-presidente esteve na Primeira Igreja Batista de Dallas
Donald Trump na PIB de Dallas Foto: Reprodução/YouTube/First Baptist Dallas
No último domingo (19), o ex-presidente dos EUA Donald Trump participou de um culto da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas. Ele teve a oportunidade de deixar uma breve palavra e avaliou a atual situação do país.
– Há muitas nuvens pairando sobre nosso país agora, nuvens escuras, mas voltaremos maiores, melhores e mais fortes do que nunca – declarou.
O republicano falou sobre assuntos como inflação, fronteira com o México, preço do gás e a retirada dos EUA do Afeganistão. Ele também citou a Bíblia e destacou a influência da fé cristã no país.
– Um anjo do Senhor apareceu aos pastores humildes e proclamou o motivo da nossa alegria de Natal. “Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” – falou Trump, citando Lucas 2:11.
Ele acrescentou que os EUA precisam de um Salvador.
– Nosso país precisa de um salvador agora, e nosso país tem um Salvador. E esse não sou eu — é alguém muito maior do que eu, muito maior. A vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo mudaram o mundo para sempre. É impossível pensar na vida do nosso próprio país sem a influência de Seu exemplo e de Seus ensinamentos. […] Temos que lembrar que Jesus Cristo é a Fonte final da nossa força e da nossa esperança.https://www.youtube.com/embed/8QyDt8FhrMM
O deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) cobrou, em discurso na Alba, a conclusão de projetos importantes para o desenvolvimento de Feira de Santana.
Entre os projetos estão a conclusão das obras do Centro de Convenções, que já se arrastam há anos, a ampliação do Aeroporto João Durval Carneiro, além das obras de saneamento Lagoa Grande, entre outras.
O novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, poderá revogar o trecho do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que prevê a liberação de R$ 4,9 bilhões do “fundão eleitoral” nas eleições de 2022. A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional na noite desta terça-feira (21). O partido Novo entrou com um pedido de urgência para a análise da revogação do Fundão no STF. Nesta terça-feira (21), porém, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, considerou que “a análise dos autos revela que o caso não se enquadra na hipótese excepcional do regimento interno do Supremo”.
Com a decisão de Fux, o processo será encaminhado para André Mendonça, relator da ação, na volta das atividades do Judiciário. O pedido do Novo argumenta que o dispositivo criado no Congresso para a elevação da verba do fundão, inicialmente prevista em R$ 2,1 bilhões, seria inconstitucional e invadiria a competência do presidente da República.
A situação do Aeroporto João Durval Carneiro foi debatida, nesta tarde, durante live do deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) e o vice-prefeito de Feira de Santana, Fernando de Fabinho. Na conversa, Fabinho revelou que vem tentando uma agenda com o governador do Estado para tratar do assunto.
“Tenho certeza que o governador não conhece a situação do Aeroporto de Feira de Santana. Buscamos uma audiência com o governador e ele até abriu a agenda entre os dias 13 e 16 de dezembro. Mas por conta das fortes chuvas que caíram no sul e extremo sul da Bahia não foi possível”, revelou o vice-prefeito.
Fernando de Fabinho ressaltou a posição estratégica de Feira de Santana, não se justificando a falta de investimentos no Aeroporto João Durval Carneiro. “Temos um PIB que é o 60º do país, com geração de todo tipo de investimento, seja comercial, industrial e serviço”, disse.
O deputado estadual Carlos Geilson também reforçou a necessidade de novos investimentos no Aeroporto João Durval Carneiro, a exemplo da desapropriação de áreas no entorno do local.
“A área do aeroporto precisa ser ampliada. Esse ano, especialmente, nos últimos meses, tenho cobrado esse investimento do Governo do Estado. Feira de Santana merece e precisa de aeroporto a altura de sua pujança e importância na Bahia”, cobrou Geilson.
O Ministro se disse “honrado” pelo reconhecimento de seu trabalho
Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Fellipe Sampaio/STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi eleito brasileiro do ano de 2021 pela revista IstoÉ. Ao anunciar a decisão, o periódico classificou o magistrado como “destemido, corajoso e resoluto”, além de “um dos principais ministros” da Suprema Corte e “um dos maiores especialistas em Direito Constitucional do país”. Na avaliação da Istoé, o destaque de Moraes este ano foi pela sua “incansável defesa da democracia”.
Em entrevista à revista, Moraes se disse “honrado” pelo reconhecimento de seu trabalho e comentou a sua atuação nos acontecimentos políticos deste ano. O magistrado foi o responsável por dar ordem de prisão a apoiadores do presidente Jair Bolsonaro investigados no inquérito das milícias digitais. Ele disse que há pessoas que “confundem liberdade de expressão com liberdade de agressão” e negou a existência de censura prévia no país.
– Eles podem expressar o que bem entenderem. Ninguém tolheu a liberdade deles. Tanto que não houve censura prévia. Eles ameaçaram, atentaram e ofenderam. Se você é corajoso o suficiente para usar a sua expressão, além da liberdade para atacar as instituições, deve ter coragem também de assumir as suas responsabilidades. Mas quem abusa com discursos de ódio, preconceituosos, discursos que atentem contra a democracia, a legislação prevê que isso é crime e essas pessoas devem ser responsabilizadas penalmente.
Moraes também comentou os atos do 7 de setembro, dizendo que foram “ofensivos” e não devem se repetir.
– Foram atos ofensivos não só contra a pessoa deste ministro, mas principalmente contra o Supremo. No dia seguinte, o presidente se retratou. Atos assim não devem se repetir em um Estado Democrático de Direito – assinalou.
Ele afirmou a Carta à Nação do presidente Bolsonaro representou um “recuo” e evidenciou que o líder do Planalto percebeu que “extrapolou”. Ele negou que Corte tenha responsabilidade nos embates que ocorreram entre o Executivo e o Judiciário.
– Por parte do Supremo, em momento algum houve ameaças ou tentativas de ruptura em relação ao Executivo. O STF simplesmente cumpriu a Constituição durante todo esse período, com mais ênfase ainda durante a pandemia. Por isso, eu trataria aquilo como um episódio em que o presidente da República percebeu que havia extrapolado e recuou. Aquela retratação foi importantíssima para o equilíbrio do país – assinalou.
Moraes avaliou ainda que um dos atos “mais importantes para a defesa da democracia” foi a instauração do inquérito dos atos antidemocráticos.
– Este inquérito permitiu que iniciássemos as investigações e no momento em que as agressões passaram a se ampliar. Quando as estruturas criminosas começaram a atuar mais livremente, já tínhamos uma investigação sólida, com dados importantes que permitiram não só os pedidos de prisão por parte da PGR, mas também da PF, e outras medidas importantes como bloqueios de dinheiro e o fim da monetização de determinadas redes sociais. Isso, sem dúvida, se não eliminou de vez, ao menos estancou uma grande parte dessa atividade criminosa.
Além do ministro, a IstoÉ elegeu outros dez brasileiros que, na visão deles, se sobressaíram nas áreas da política à cultura, do meio ambiente à diversidade, do esporte à ciência. Os nomes serão anunciados nos próximos dias.
Para o secretário especial de Cultura, a medida gera “segregação”
Secretário especial de Cultura, Mario Frias Foto: MTur/Roberto Castro
O secretário especial de Cultura, Mario Frias, criticou nesta segunda-feira (20) o passaporte da vacina após sua esposa e sua filha caçula terem sido impedidas de se hospedar em um hotel no Rio de Janeiro, neste final de semana. Para Frias, a medida gera “segregação”.
Na noite do último sábado (18), o secretário estava viajando a trabalho quando recebeu a notícia de que sua esposa, Juliana Camatti, e sua filha caçula, Laura, haviam sido impedidas de permanecer no local. Frias disse em entrevista à Joven Pan que é favorável à vacinação, mas defendeu o direito de escolha.
– Deixo bem claro que não sou contra vacina. Acho, inclusive, que a campanha de vacinação é um sucesso e não me oponho a quem quer se vacinar. O que eu discuto desde o princípio é o meu direito de escolher se quero me vacinar ou não. Vou repetir: não sou contra a vacina, mas, na minha opinião pessoal, passaporte vacinal gera segregação. Infelizmente, experimentei isso esses dias – disse o secretário.
Frias afirmou ainda que o hotel não é responsável pelo ocorrido, pois “essa responsabilidade foi transferida para os governadores e prefeitos. Não é uma crítica pessoal ao hotel”.
No dia em que sua família foi barrada, Frias disse que iria “processar todos os responsáveis por esse ato” e prometeu: “Não irão tomar minha liberdade e da minha família sem que eu lute por ela”.