Presidente afirmou que a viagem é uma manifestação de respeito pelo fato de ter sido convidado no ano passado

Bolsonaro esteve com Vladmir Putin em 2019 Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa sexta-feira (11) que a viagem que fará à Rússia na próxima semana terá uma pauta diversificada e que o Brasil não tem problemas de conflitos com o país dirigido por Vladimir Putin. Em conversa com a CNN Brasil, o chefe do Executivo afirmou que a agenda também é uma manifestação de respeito.

– A nossa ida à Rússia também é por respeito, uma vez que fui convidado por Vladimir Putin ainda no ano passado. Nossa política externa sempre foi pela paz e respeito à soberania de outros países. O Brasil não tem problemas na América do Sul e sempre optou pelas vias pacíficas na solução de conflitos externos – declarou.

De acordo com o líder, a viagem é motivada por três pontos: “convite, comércio e paz”. Bolsonaro também detalhou que a agenda será “eclética” e que os interesses que serão tratados com os russos vão abranger as áreas de energia, comércio e agronegócio, e defesa.

– Teremos uma agenda bem eclética. Vamos tratar de interesses dos dois países: na área de energia, comércio, agronegócio (fertilizantes) e defesa. Estará comigo, entre outros ministros, o ministro [da Defesa] Braga Netto – destacou.

O presidente Jair Bolsonaro viajará na próxima segunda-feira (14), no início da noite. Já a visita ao presidente Vladimir Putin esta marcada para a manhã do dia 16. O encontro contará apenas com a presença dos dois chefes de estado e dos tradutores. Em seguida, os dois líderes farão um pronunciamento de até 15 minutos cada um.

Também na quarta-feira está marcado um almoço que será oferecido ao presidente brasileiro na sede do governo russo, o Kremlin de Moscou. Após o evento, Jair Bolsonaro terá uma reunião com o presidente da Câmara baixa do parlamento. Em seguida, participará de um evento com empresários locais.

Informações Pleno News


Foto: Rafael Marques

O atual Secretário Municipal de Agricultura Pablo Roberto, sai em defesa a José Ronaldo, seu também colega de partido, após as declarações do Deputado Federal Paulo Azi (União Brasil).

Para Azi, a chapa de oposição ao atual grupo que governa a Bahia a quase vinte anos, deve ser ACM Neto, Marcelo Nilo (PDB) e Felix Mendonça Junior (PDT), na chapa majoritária.

Contudo, para Pablo Roberto, José Ronaldo está entre os nomes que mais tem capital político na Bahia. “Além de ter sido quatro vezes o prefeito da segunda maior cidade da Bahia, é o líder político mais forte e conhecido entre os nomes que buscam compor a chapa vitoriosa de ACM Neto”, enfatiza o Secretário.

Embora esteja em defesa do nome de José Ronaldo, Pablo Roberto reconhece a representatividade e importância dos nomes lembrados por Azi, principalmente pelo modelo de gestão visto em Salvador, onde ACM Neto governou para o bem da população e transformou a cidade para melhor.

O Secretário acredita que há espaço para respeitar e honrar as lideranças políticas que compõem o governo, pois sabem fazer gestão e também sabem fazer política. Para ele, não deve haver briga entre os grandes nomes da Bahia para compor a chapa. “Devem se unir e construir os melhores caminhos, mas não tenho dúvidas de que José Ronaldo é o mais conhecido e quem mais agrega do ponto de vista eleitoral para a chapa majoritária.”, finaliza Pablo Roberto.


Julgamento foi interrompido e deve ser retomado na próxima semana

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quinta-feira (10) se mantém os limites impostos pela legislação à propaganda eleitoral paga em jornais, seja em versão impressa ou nas páginas das publicações na internet.

O primeiro a votar foi Luiz Fux, relator do caso e atual presidente do Supremo. O ministro fez uma defesa do jornalismo profissional e se manifestou a favor da retirada das restrições aos jornais.

A legislação eleitoral atual impõe uma restrição de quantidade e de tamanho à propaganda paga de candidatos nos jornais impressos, que só podem ser publicadas até a antevéspera do pleito. Também não é permitida propaganda eleitoral paga em sites de pessoas jurídicas, como é o caso dos jornais.

É permitido somente o impulsionamento de conteúdos identificados em redes sociais e blogs ou em sites do próprio candidato ou do partido.

Tais restrições tiveram, entre as justificativas, impedir o favorecimento de candidatos com maior poder econômico, com maior capacidade de pagar pelos espaços. Elas existem desde os anos 1990 e foram atualizadas pela última vez em 2009.

No Supremo, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) alegou que as mudanças no panorama midiático tornaram as restrições anacrônicas, pois as mensagens de candidatos hoje circulam livremente em aplicativos de mensagens e outros meios, até mesmo no dia da eleição.

“A propaganda tem outros caminhos, daí que a medida proibitiva não realiza sua vontade de inibir abuso de poder econômico”, disse o advogado Andre Cyrino, em nome da ANJ. Para ele, a única utilidade atual das restrições seria estrangular financeiramente os jornais, que já registram faturamento em queda nos últimos anos.

O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, defendeu a manutenção das restrições. “Esse regramento das eleições é antigo, é clássico, é consolidado. E é uma escolha do legislador”, disse ele. “É absolutamente legítimo que o legislador defina, limite e regre onde e como podem ir os gastos públicos em campanhas eleitorais”.

Votos

Fux acolheu a argumentação da ANJ e considerou que as mudanças tecnológicas tornaram obsoletas as restrições impostas a veículos jornalísticos que, a seu ver, não podem ser discriminados em relação a outros meios de comunicação.

O ministro também considerou que a preocupação com o abuso do poder econômico ficou bastante reduzida após mudanças como o fim do financiamento de campanha por empresas e também a obrigatoriedade de divulgação dos valores pagos pelos anúncios.

“De uma lado, há a existência de novos e variados meios de transmissão de informação pela internet, no próprio dia das eleições, o que tornou absolutamente inadequadas essas limitações quantitativas, espaciais e temporais aos anúncios de jornais. Por outro lado, essas limitações se tornaram também desnecessárias”, disse Fux.

Ao votar em seguida, os ministros André Mendonça e Nunes Marques divergiram, colocando-se contrários à retirada das restrições. “Os legisladores possuem particular expertise em matérias relacionadas aos custos e à natureza das campanhas eleitorais, então, ordinariamente, devemos deferência à decisão da legislatura nessas matérias”, disse Mendonça.

Após o voto de Nunes Marques o julgamento foi interrompido e deve ser retomado na próxima semana.

Informações Bahia.ba


Deputado federal afirmou que apoiadores de Bolsonaro serão perseguidos com vitória de Lula

Deputado federal Eduardo Bolsonaro participou de live com outros parlamentares Foto: Câmara dos Deputados/Nilson Bastian

O deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou, nesta quinta-feira (10), acreditar que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro serão perseguidos caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja eleito nas próximas eleições. Para o parlamentar “esse ano aí é Jair ou já era, ou então pode fazer suas malas”. A declaração foi feita em conversa com aliados no Twitter Spaces.

– Algumas pessoas falam para mim: ‘Eu queria ver só uma semana sem Bolsonaro, com Haddad presidente, Lula presidente’. Eu falo que eu não quero nem ver. Eu sei o tanto de perseguição que a gente vai sofrer, de regulação de mídia e tudo. Então, esse ano aí [2022] é Jair ou já era. Ou então pode fazer suas malas – disse Eduardo Bolsonaro, logo após afirmar seu pai é o “único capaz de levar adiante suas bandeiras”.

Em outro momento da conversa, o deputado afirmou que Bolsonaro terá maior dedicação à campanha deste ano, tentando também eleger aliados em cargos executivos e legislativos pelo Brasil.

– Certamente o presidente vai entrar mais de cabeça nessa eleição, para senador, governador e deputado federal – afirmou.

A conversa também teve participação de Gil Diniz, deputado estadual do PL em São Paulo, e Paulo Chuchu, vereador de São Bernardo do Campo pelo PRTB, e foi mediada pelo jornalista Eduardo Matysiak.

Informações Pleno News


Iniciativa foi motivada pelas demissões de Bruna Torlay e Adrilles Jorge

A decisão da Jovem Pan de demitir os comentaristas Adrilles Jorge e Bruna Torlay não repercutiu bem nas redes sociais. Nesta quinta-feira (10), usuários do Twitter, inconformados, promoveram um boicote à empresa e levantaram a #BoicoteJovemPan. A tag chegou a ser o assunto mais comentado da rede social.

Torlay foi dispensada da Jovem Pan na segunda-feira (7). De acordo com ela, a demissão não era esperada, já que o clima nos bastidores da emissora era agradável e a rotina de trabalho era “muito legal”.

Já Adrilles foi demitido nesta quarta-feira (9), após ser acusado de fazer um gesto nazista durante um programa da Jovem Pan. O gesto foi feito pelo comentarista durante um debate no programa Opinião sobre o caso do podcaster Monark, que defendeu a existência de um partido nazista no Brasil.

Adrilles disse que o partido comunista teria matado mais pessoas que o nazismo e, ao encerrar, levantou a mão direita para se despedir. O gesto foi associado ao “Sieg Heil”, uma saudação nazista utilizada na Alemanha de Adolf Hitler.

Diante das demissões, a Jovem Pan passou a ser criticada e acusada de “esquerdar”.

Informações Pleno News


Foto: Divulgação

O deputado estadual Angelo Almeida (PSB), visitou alguns municípios do interior da Bahia na última semana. Cumprindo agenda, o deputado acompanhou visitas do governador,.

Na quinta-feira (3), o deputado Angelo Almeida acompanhou agenda do governador da Bahia em Pindaí, onde Rui Costa deu ordem de serviço para a construção de uma nova escola com 12 salas, biblioteca, laboratórios, auditório, refeitório, quadra coberta, campo society e pista de atletismo para sediar o Colégio Estadual Petronilio da Silva Prado. Também autorizou licitação para pavimentação do entroncamento da BR-122 até o distrito de Guirapá e para construção do Sistema Simplificado de Abastecimento de Água na localidade de Planalto, que fica a 18 quilômetros da sede da cidade.

Em Sebastião Laranjeiras, também na quinta, Angelo esteve com o governador no anúncio da construção de uma nova unidade que irá sediar o já existente Colégio Estadual Dom Pedro I, com 10 salas de aula, auditório, refeitório, biblioteca, campo society com pista de atletismo e quadra poliesportiva coberta com arquibancada. Rui ainda autorizou convênios com a prefeitura para construção de es- colas nos distritos de Mandiroba, Barreiras e Piranhas, para reforma do Mercado Municipal, além de pavimentação de ruas da cidade. Na ocasião, também foi feita entregue de uma estação retransmissora digital da TVE e TV Educa Bahia e anunciada a construção de dois Sistemas de Abastecimento de Água. Para a saúde, o governador anunciou aquisição de novos equipamentos para o Hospital Municipal Walter Leão e para o Centro de Especialidades Médicas.

Domingo (6) de trabalho no município de Caém. Junto com o secretário geral do PSB Bahia, Rodrigo Hita, representando a presidente estadual do partido e deputada federal, Lídice da Mata, e o dirigente estadual, Fábio Lima, Angelo Almeida esteve no município do Caém. Eles foram recebidos pelo prefeito Arnaldinho Oliveira para participarem do Congresso Municipal do nosso partido, presidido por João Oliveira, que assumiu o diretório e executiva municipal da sigla, com mandato de 3 anos. “O PSB segue trabalhando pelo fortalecimen- to das nossas lutas por uma sociedade mais justa”, assinala o deputado.


Para o ministro do STF, é “preciso regulamentar inclusive quanto ao conteúdo e comportamentos”

Ministro Luís Roberto Barroso, do STF Foto: STF/Carlos Moura

Nesta quarta-feira (9), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou de uma live promovida pelo canal Jota, no YouTube, e falou sobre a regulamentação das redes sociais. Para o ministro, que também é o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é preciso “regular a internet”.

– Quando tudo começou, o discurso padrão era de que a internet deveria ser aberta e não regulada. Mas, hoje em dia, já se desenvolveu o consenso de que não pode ser assim, e que se precisa regular a internet e as mídias sociais. Em diferentes aspectos, é preciso regulamentar inclusive quanto ao conteúdo e comportamentos – apontou.

Para ele, as redes sociais precisam de algum tipo de controle para evitar “milícias digitais”.

– É preciso controlar comportamentos inautênticos, de perfis falsos, que milícias digitais criam volume de circulação de conteúdos mentirosos que querem disseminar, impactam fortemente nas campanhas eleitorais, como muitos imaginam ter se passado no Brasil – ressaltou.

O ministro também mostrou preocupação com a estratégia da “mentira”.

– A mentira virou uma estratégia de destruição de reputações, em que o mundo parece ter sido tomado pelo mal em alguns espaço – afirmou.

Informações Pleno News


Chefe da Casa Civil chamou de “elogio” os ataques da presidente do PT

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira Foto: Agência Câmara/Cleia Viana/PR/Clauber Cleber Caetano

A presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, afirmou durante entrevista à jornalista Andreia Sadi que o ministro Ciro Nogueira, da Casa Civil, “não tem credibilidade” e está “sempre correndo atrás de um governo”. A conversa irá ao ar no programa Em Foco, da GloboNews, às 23h30 desta quarta-feira (9).

– Ciro Nogueira não tem credibilidade; tá sempre de plantão correndo atrás de um governo. O presidente que ganhar, ele vai atrás. Não tenha dúvidas. E vai fazer críticas ao anterior. É da natureza da sua postura. É só acompanhar sua história – disse a petista, em trecho divulgado pelo jornal O Globo.

Nogueira rebateu as declarações da deputada federal com ironias. Segundo ele, o ataque de Gleisi é um “elogio”.

– Pior seria se ela me elogiasse e dissesse que eu tenho. Credibilidade, para ela, tem Cuba, tem o Maduro, a Dilma, o Zé Dirceu, o Vaccari, o Delúbio – alfinetou pelas redes sociais.

O ministro ainda aproveitou para reforçar que acredita na derrota do PT nestas eleições.

– É da “credibilidade” do PT que o Brasil não aguenta mais e [é], por isso, que eles [os petistas] não vão voltar – concluiu Nogueira.

Informações Pleno News


Presidente apontou “gastos mal feitos’ nas gestões anteriores

Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta quarta-feira (9) os governos petistas e, sem citar nomes, chamou os gestores anteriores de “canalhas”. Ele também se exaltou ao comentar um projeto com custo de quase R$ 50 milhões da Funai (Fundação Nacional do Índio) para a criação de uma criptomoeda para populações indígenas.

Em visita à Barragem de Oiticica, no município de Jucurutu, no Rio Grande do Norte, Bolsonaro afirmou que o custo total das obras de transposição do rio São Francisco foi de cerca de R$ 15 bilhões e que, com os recursos desviados e mal utilizados da Petrobras, do BNDES e da Caixa Econômica, seria possível fazer 100 transposições.

– E tem gente que sente saudade desses canalhas? Todo mundo sofre em consequência desses canalhas. Não estou alfinetando nem criticando ninguém. Estou mostrando números – afirmou.

O presidente voltou a dizer que o governo está há três anos sem corrupção e lembrou do projeto suspendido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) que previa o investimento de quase R$ 50 milhões para criar uma criptomoeda voltada para as populações indígenas.

– Os gastos eram mal feitos. Nos surpreendemos com um projeto de R$ 50 milhões na Funai para ensinar índio a mexer com bitcoin. Ah, vá para a p*** que p****! – indignou-se.

Após a fala, o presidente afirmou: “Falo palavrão, mas eu não roubo”.

Informações Pleno News


Comentaristas de Os Pingos nos Is fizeram uma análise da iniciativa

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Na última semana, os integrantes do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, denunciaram uma iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de “esconder” a cor vermelha na campanha para as eleições deste ano. O programa mostrou exemplos dessa medida, adotada na pré-campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.

Para Guilherme Fiuza, no entanto, Lula é um “ladrão que deveria estar preso”.

– O Lula sempre acreditou na mentira. O Lula acha que a mentira tem perna longa […] Hoje estamos vendo aí esses que tentam transformar o Lula em uma opção democrática. Ele é um ladrão que tinha que estar preso […] Na hora de governar, ele jogou tudo fora, inclusive o vermelho, fez o “Lulinha paz e amor”, carta de compromisso com a macroeconomia do governo anterior e, assim, começou a governar […] Depois isso, acabou no maior assalto da história – apontou.

Augusto Nunes também comentou e disse que a cor não é importante.

– A cor pouco importa, porque a cabeça do Lula não muda […] O PT vai morrer junto com o seu dono – destacou.

Já José Maria Trindade apontou que o PT vem mudando desde 2018.

– A tentativa do PT é exatamente confundir. Desde 2018, vem abandonando a predominância da cor vermelha […] A estrelinha também está sendo abandonada. Estão tentando mudar a cor, mas não mudam o conteúdo – ressaltou.

Informações Pleno News