Presidente apontou “gastos mal feitos’ nas gestões anteriores

Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta quarta-feira (9) os governos petistas e, sem citar nomes, chamou os gestores anteriores de “canalhas”. Ele também se exaltou ao comentar um projeto com custo de quase R$ 50 milhões da Funai (Fundação Nacional do Índio) para a criação de uma criptomoeda para populações indígenas.

Em visita à Barragem de Oiticica, no município de Jucurutu, no Rio Grande do Norte, Bolsonaro afirmou que o custo total das obras de transposição do rio São Francisco foi de cerca de R$ 15 bilhões e que, com os recursos desviados e mal utilizados da Petrobras, do BNDES e da Caixa Econômica, seria possível fazer 100 transposições.

– E tem gente que sente saudade desses canalhas? Todo mundo sofre em consequência desses canalhas. Não estou alfinetando nem criticando ninguém. Estou mostrando números – afirmou.

O presidente voltou a dizer que o governo está há três anos sem corrupção e lembrou do projeto suspendido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) que previa o investimento de quase R$ 50 milhões para criar uma criptomoeda voltada para as populações indígenas.

– Os gastos eram mal feitos. Nos surpreendemos com um projeto de R$ 50 milhões na Funai para ensinar índio a mexer com bitcoin. Ah, vá para a p*** que p****! – indignou-se.

Após a fala, o presidente afirmou: “Falo palavrão, mas eu não roubo”.

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Comentaristas de Os Pingos nos Is fizeram uma análise da iniciativa

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Na última semana, os integrantes do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, denunciaram uma iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de “esconder” a cor vermelha na campanha para as eleições deste ano. O programa mostrou exemplos dessa medida, adotada na pré-campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.

Para Guilherme Fiuza, no entanto, Lula é um “ladrão que deveria estar preso”.

– O Lula sempre acreditou na mentira. O Lula acha que a mentira tem perna longa […] Hoje estamos vendo aí esses que tentam transformar o Lula em uma opção democrática. Ele é um ladrão que tinha que estar preso […] Na hora de governar, ele jogou tudo fora, inclusive o vermelho, fez o “Lulinha paz e amor”, carta de compromisso com a macroeconomia do governo anterior e, assim, começou a governar […] Depois isso, acabou no maior assalto da história – apontou.

Augusto Nunes também comentou e disse que a cor não é importante.

– A cor pouco importa, porque a cabeça do Lula não muda […] O PT vai morrer junto com o seu dono – destacou.

Já José Maria Trindade apontou que o PT vem mudando desde 2018.

– A tentativa do PT é exatamente confundir. Desde 2018, vem abandonando a predominância da cor vermelha […] A estrelinha também está sendo abandonada. Estão tentando mudar a cor, mas não mudam o conteúdo – ressaltou.

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O ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho (DEM) acredita que o mês de fevereiro será decisivo para as pretensões políticas dele em 2022. Com longa experiência na vida pública, acumulando ainda mandatos de vereador, deputado estadual e federal, o administrador de empresas de 70 anos trabalha para ter um espaço na chapa do pré-candidato do DEM ao governo da Bahia, ACM Neto. Como topa disputar o Senado ou a vice, Zé Ronaldo não enxerga no deputado federal Marcelo Nilo (PSB), que está de malas prontas para deixar a base do governador Rui Costa (PT) e virar oposicionista, um adversário, como diz nessa entrevista concedida à Rede Boa de Rádio e ao site Toda Bahia. No bate-papo, o ex-prefeito admite que ainda sonha em ver o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), voltando às origens e analisa o peso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições estaduais. Confira!

Toda Bahia – O senhor está em franca campanha, digamos assim, para ser indicado à chapa de ACM Neto. Tem alguma referência pelo Senado ou a vice? 
José Ronaldo – Pretendo estar na chapa e estou trabalhando com esse objetivo. Há pouco mais de um ano estou viajando com ACM Neto pela Bahia, participando ativamente dessas agendas. Tenho comparecido no escritório do partido em Salvador toda segunda e terça, contribuindo também com esse projeto mudança para a Bahia. Pretendo participar como candidato a senador ou a vice. Pleiteio qualquer uma das duas funções, como é de conhecimento de todos.

TD – Quando o senhor acha que o martelo será batido? 
JR – Esse mês de fevereiro é altamente rico para o aprofundamento dessas conversas, que precisam ser concluídas até o final de março. Temos o prazo das filiações partidárias, em 2 de abril,  mas não podemos deixar essas coisas para a prorrogação do segundo tempo, caso seja necessária alguma alteração de partido. Espero que agora em fevereiro ou março possamos concluir essas conversas e assumir publicamente o objetivo. Neto está conduzindo esse processo com muita competência e coragem, trabalhando de domingo a domingo com o objetivo de multiplicar os apoios na chapa liderada por ele.

TD – O senhor falou aí em prazo para troca de partido. Está confirmada a sua saída do DEM, que é o mesmo partido de ACM Neto, para facilitar as negociações visando sua participação na chapa majoritária?
JR – É uma coisa que está se discutindo. Poderá ocorrer? Poderá. Mas não em cima de pau e pedra. Mas é uma possibilidade. Sobre partidos, essa questão prefiro não divulgar com quem estou conversando porque são conversas reservadas. Tenho que respeitar o meu próprio partido e os demais que fazem parte da base de ACM Neto, bem como seus dirigentes. Como nunca enganei ninguém na minha vida, e todos os compromissos que fiz eu cumpri, não quero alterar essa relação de respeito que tenho no meu partido e nos demais da aliança. Esse processo também tem a participação de Neto, que é de grande importância, e eu preciso respeitar isso para apoiar que possamos somar em busca da vitória.

“Para eu participar da chapa, tenho que trabalhar, buscar somar e conquistar apoios, a confiança dos partidos políticos aliados e isso eu estou fazendo de forma incansável.”

TD – Muita gente dá como certa a candidatura do deputado federal Marcelo Nilo, hoje no PSB, ao Senado na chapa de ACM Neto. O próprio Nilo, que historicamente sempre foi aliado do PT na Bahia e adversário do carlismo, admite a possibilidade. É mais um concorrente para o senhor? 
JR – Tenho boa relação com Marcelo Nilo, e só Neto pode dizer se ele está vindo participar da política ao lado do nosso grupo. Se vier, será bem recebido, tratado com respeito, educação e com tudo que se espera do mundo da política. Conheço Marcelo Nilo desde criança. Nascemos na mesma região, ele em Antas e eu em Paripiranga. Nos conhecemos há mais de 50 anos. Então, ele será bem-vindo. Essa questão de ser candidato ao Senado ou não é, como eu disse antes, um processo liderado por ACM Neto. Ele está fazendo isso com muita competência, conversando e ouvindo os partidos da base. Ele que está liderando esse processo.

TD – Em 2018, quando todos esperavam que ACM Neto fosse candidato a governador, ele preferiu concluir o segundo mandato na prefeitura da capital. Coube ao senhor a tarefa de ser o candidato do DEM e enfrentar Rui Costa (PT). Neto tem uma dívida de gratidão com Zé Ronaldo, que pode ser paga agora, com um lugar na chapa? 
JR – Por causa disso não. Nosso objetivo é fazer parte da chapa, mas não por causa disso. Tenho uma relação muito próxima com Neto. Somos hoje amigos com letras maiúsculas. A relação pessoal e política e muito boa. Há confiança mútua entre nós. Para eu participar da chapa, tenho que trabalhar, buscar somar e conquistar apoios, a confiança dos partidos políticos aliados e isso eu estou fazendo de forma incansável. Conversando de domingo a domingo, participando de reuniões, de viagens, buscando esses apoios.

“Evidentemente que se João não for candidato e retorne para sua casa de origem para ser candidato, ele ou a esposa, à Câmara Federal, com certeza ele será bem recebido.”

TD – O senhor acredita na possibilidade do ministro da Cidadania, João Roma, não ser candidato a governador, mesmo que fora do partido dele, o Republicanos, hoje aliado de ACM Neto? Acha que Roma e Neto podem fazer as pazes e, de repente, haver um lugar para o ministro na concorrida chapa do ex-prefeito?
JR – Olha, eu sempre tive uma boa relação com João. Ele ser candidato é um direito dele. Eu acho, porém, que uma candidatura de João, nesse momento, com todo respeito que tenho, merece uma reflexão melhor dele. Mas se ele deseja ser candidato e esse desejo dele é irreversível, ai só ele pode dizer. A gente às vezes vê palavras numa entrevista que deixa a gente até com esperança. Evidentemente que se João não for candidato e retorne para sua casa de origem para ser candidato, ele ou a esposa, à Câmara Federal, com certeza ele será bem recebido, e não tenho dúvidas disso. Quanto a ser candidato a governador, aí ele estará numa chapa de oposição a nós, lamentavelmente, e estaremos em lados opostos. Não é o que eu desejo, mas se for isso vamos levar adiante, mas sonhando ainda com a possibilidade de que ele possa retornar para a sua casa, ao convívio dos amigos tradicionais com quem ele militou e sempre esteve ao lado na Bahia.

TD – ACM Neto tem liderado as pesquisas e ponta a ponta. Mas o nome do senador Jaques Wagner (PT) cresce quando é associado ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em sua opinião, qual será o peso de Lula na eleição para governador? 
JR – Acho que o povo não tem esse negócio não. O voto de governador é um e o de presidente é outro. A escolha é independente. Eles estão sonhando com a história que aconteceu em 2006 (primeira eleição de Wagner para governador, derrotando Paulo Souto, do DEM), mas o raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Tenho certeza que o cidadão está colocando ACM Neto disparado na frente e vai escolher o seu candidato a presidente do coração. Uma coisa não está vinculada à outra. Como eleitor, quero votar num candidato que tenha projetos, ideias e propostas, que diga o que fez ao longo da vida. ACM Neto tem o discurso que transformou Salvador em oito anos numa das melhores capitais do Brasil. Foi oito anos o melhor prefeito do país. Para se eleger governador, tem que ter projeto, e não se atrelar a outra pessoa, com todo respeito. Isso é até triste.

Informações Toda Bahia


O ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima  - Evaristo Sa/AFP
O ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima  Imagem: Evaristo Sa/AFP

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-ministro e ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB-BA) a cumprir pena em liberdade condicional no caso do bunker com R$ 51 milhões.

Além da progressão de regime, o ministro também liberou a dedução de 681 dias da sentença de 13 anos e quatro meses imposta no processo. Geddel cumpre pena desde julho de 2017, quando foi decretada sua prisão provisória. Em setembro, ele recebeu autorização para migrar para o semiaberto. Agora, na liberdade condicional, vai poder trabalhar e voltar para casa.

Em sua decisão, Fachin reconheceu que, pelas critérios definidos em lei, Geddel está habilitado para pedir a liberdade condicional desde dezembro do ano passado.

Ao analisar o requerimento da defesa, o ministro do STF concluiu que os elementos apresentados sugerem ‘senso de autodisciplina e responsabilidade’ e mencionou que o ex-deputado tem inclusive proposta de trabalho, reunindo ‘condições para garantir a própria subsistência’.

“Em síntese, ao que tudo indica, a execução prosseguirá seu curso sem ocorrências que desabonem o Requerente”, escreveu.

Os advogados do ex-ministro pediram o abatimento da pena por participação em cursos de capacitação profissional no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e no Centro de Observação Penal, em Salvador; ‘dedicação à leitura e elaboração de resenhas’; e pela aprovação no Nacional do Ensino Médio (Nem) de 2017.

“Portanto, viável o resgate do tempo dedicado a essas atividades”, concluiu Fachin.

Informações UOL


Foto: PR/Marcos Corrêa

Em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre o breve encontro – de cerca de 10 minutos – com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

A reunião, que ocorreu nesta segunda-feira (7), foi para que os ministros entregassem ao presidente o convite para a posse deles no comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Fachin vai presidir o tribunal até agosto deste ano, quando será substituído por Moraes, que comandará a Corte eleitoral durante as eleições.

A cerimônia ocorrerá após o término do mandato do atual presidente do Tribunal, Luís Roberto Barroso, e está marcada para o próximo dia 22 de fevereiro, em formato virtual.

Bolsonaro disse que a missão estava cumprida e que procura conversar com todos.

– Missão cumprida. Converso com todo mundo e busco soluções. E todos nós queremos uma coisa só: transparência e segurança [nas eleições] – disse o presidente.

*Pleno.News


Parlamentar relatou que o veículo em que estava foi atingido por diversos disparos

O deputado estadual André Fernandes (PL) relatou, por meio de suas redes sociais, que foi vítima de um atentado a tiros, na noite de segunda-feira (7), na cidade cearense de Solonópole, que fica a 230 quilômetros da capital Fortaleza. Após o fato, o parlamentar registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Iguatu, também no Ceará.

De acordo com André, uma moto seguiu o automóvel em que ele e seu assessor estavam e disparou entre seis e sete tiros, que atingiram a carenagem, vidros e um dos pneus. De acordo com o deputado, pelo fato de o veículo ser blindado, ninguém foi atingido pelos disparos.

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– Uma motocicleta nos acompanhou e efetuou aproximadamente sete disparos no meu veículo. Um dos tiros atingiu o pneu, mas andamos vários quilômetros mesmo com o pneu furado. Foi uma fuga intensa! Meu carro é blindado. Graças a Deus ninguém se feriu! – afirmou.

No boletim registrado na noite de segunda-feira, Fernandes também relatou que, por ser político de destaque no estado, o fato de ele receber ameaças já se tornou comum. De acordo com o parlamentar, outros boletins de ocorrência a respeito de intimidações sofridas por ele anteriormente já foram registrados.

Pelas redes sociais, André disse que sua família está com medo e também aproveitou para protestar contra o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), que, segundo o deputado, continua negando seu direito de ter seguranças, mesmo diante de frequentes ameaças.

– Minha família está com medo! O governador continua negando o meu direito de ter seguranças, mesmo com as inúmeras ameaças que venho recebendo. A quem interessa a minha morte? – completou.


Presidente da República cumprirá agenda na cidade de Caicó, Rio Grande do Norte, nesta semana

Presidente Jair Bolsonaro estará no Nordeste Foto: Marcos Corrêa/PR

Um homem chamado Bismarck Victor Diniz, morador da cidade de Caicó, no Rio Grande do Norte (RN), recebeu a visita da Polícia Federal (PF) na manhã desta segunda-feira (7), após sugerir, nas redes sociais, o envenenamento do presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro cumprirá agenda na cidade entre terça (8) e quarta-feira (9). Ele acompanhará a chegada das águas do rio São Francisco no leito do rio Piranhas-Açu, no município de Jardim de Piranhas.

Em uma publicação neste domingo (6), Bismarck sugeriu que envenenassem a comida que o presidente consumirá durante sua estadia no RN.

– Quem será que vai fazer o serviço de colocar veneno? Faz falta alguma. É até um serviço de bem pra sociedade – escreveu o homem.

Após a denúncia de um internauta que é advogado, duas viaturas da Polícia Federal se dirigiram até a casa do autor da publicação, no bairro João XXIII, zona oeste da cidade. Após ele prestar esclarecimentos, os policiais foram embora.

De acordo com o advogado de defesa, os agentes foram cordiais e foram averiguar a veracidade das informações.

– Ele [Bismarck] disse que foi motivado por essa onda de ódio nas redes sociais, sem nenhuma pretensão de agredir ou atentar contra a vida do presidente. Foi um ato impensado, infeliz, e pelo qual ele está arrependido – disse o advogado Navde Rafael.

Ainda de acordo com o advogado, Bismark também teve a conta derrubada nas redes sociais. Ele se encontra em local seguro, por supostamente estar sofrendo ameaças após a postagem.

– Tememos pela integridade dele, que está bem abalado – declarou o advogado.

Informações Pleno News


A violência na Bahia tem feito novas vítimas todos os dias, principalmente em cidades do interior do estado. Em Feira de Santana, por exemplo, somente nos sete primeiros dias do mês de fevereiro, 8 pessoas foram mortas, entre elas uma criança de apenas 2 anos e cinco meses.

Kethellen Mayana Bispo França é a mais nova vítima. Ela morreu com um tiro na cabeça, neste final de semana. A criança estava chegando em casa com a mãe, no bairro Aviário, quando foi baleada. O disparo foi feito por homens que atiraram de forma aleatória pela rua.

O deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) lamentou a morte da criança, alertando para a falta de segurança na Bahia. “Quero me solidarizar com a família de Kethellen Mayana Bispo França, mais uma vítima dessa violência brutal a que estamos submetidos” lamentou.

Geilson aproveitou para criticar o modelo de segurança do Governo do Estado, considerado defasado e ineficiente. “A violência na Bahia está desenfreada, embora o governo insista dizer que reduziu a criminalidade. Isso não condiz com o que a gente ler nos noticiários policiais. O governo perdeu a mão no combate a criminalidade. Precisamos mudar e acreditamos que a Bahia tem jeito e viveremos novos tempos”, disse o deputado.

Veja o vídeo:


Um dos projetos cria um fundo de estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) informou que esteve reunido, nesta sexta-feira (4), com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e que ficou acertado que dois projetos que estão sob sua relatoria serão votados no Plenário no próximo dia 15: o PL 1.472/2021 e o PLP 11/2020, que buscam controlar o preço dos combustíveis. Os senadores Carlos Fávaro (PSD-MT) e Alexandre Silveira (PSD-MG) também participaram da reunião, por telefone.

O PL 1472/2021, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em dezembro do ano passado. O projeto cria um fundo de estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil, ao estabelecer uma nova política de preços internos de venda a distribuidores e empresas comercializadoras de derivados petrolíferos produzidos no país.

Já o PLP 11/2020 foi aprovado na Câmara dos Deputados, em outubro do ano passado, e estabelece um valor fixo para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, tornando o imposto invariável nos casos de flutuação de preço ou mudanças do câmbio.

Com informações da Agência Senado. 


Encontro consta na agenda oficial do chefe do Executivo

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

Nesta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro irá se reunir com os ministros Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Edson Fachin, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A previsão é de que o encontro aconteça por volta das 11h30.

O encontro consta na agenda oficial do chefe do Executivo.

Os ministros deverão entregar a Bolsonaro o convite para a cerimônia de posse do TSE, que ocorrerá no próximo dia 28, de acordo com o Conexão Política. Na data, Fachin e Moraes assumirão a presidência e a vice-presidência do tribunal, respectivamente.

Na Corte, Fachin substituirá ministro Luís Roberto Barroso. E Moraes deve substituir Fachin no TSE durante a campanha eleitoral.

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