Ex-ministro da Justiça disse que a PF voltará a ser valorizada

Ex-ministro da Justiça, Sergio Moro Foto: Estadão Conteúdo/Ernesto Rodrigues

Após a Polícia Federal (PF) afirmar em nota que o pré-candidato do Podemos à Presidência, Sergio Moro, mentiu durante uma entrevista à Jovem, o ex-ministro da Justiça se manifestou. Em suas redes sociais, ele disse ter respeito pela corporação e por todos os seus integrantes e afirmou a PF voltará a ser valorizada.

Nesta segunda-feira (14), durante participação no programa Pânico, da Jovem Pan, Moro afirmou que a PF não estava atuando mais para combater a corrupção no Brasil e que isso seria um resultado de nomeações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Após o episódio, a corporação divulgou a nota dizendo que “Moro mente quando diz que ‘hoje não tem ninguém no Brasil sendo investigado e preso por grande corrupção’” e lembrou que já foram efetuadas “mais de mil prisões, apenas por crimes de corrupção, nos últimos três anos”. Além disso, ressaltou que o “papel da corporação não é produzir espetáculos”, mas sim “conduzir investigações, desconectadas de interesses político-partidários”.

Moro, no entanto, compartilhou uma reportagem do Estadão e publicada pelo jornal Correio Braziliense no início deste mês apontando que “prisões da PF por corrupção têm menor patamar em 14 anos”. De acordo com o texto, “foram 143 prisões entre janeiro e setembro, uma redução de 44% em comparação ao mesmo período de 2020”.

O ex-ministro então disseque a corporação pode contar com ele para “continuar sendo uma das instituições mais respeitadas no combate ao crime”.

– Eu respeito muito a PF, os delegados, agentes, escrivães, peritos, papiloscopistas e servidores. Este momento vai passar. Vocês vão voltar a ser valorizados. Contem comigo para continuar sendo uma das instituições mais respeitadas no combate ao crime – destacou.

Informações Pleno News


“Apesar de todas as restrições no ano passado, o aumento das trocas comerciais chegou a 80%”, disse o presidente russo

Vladimir Putin, presidente da Rússia Foto: EFE/EPA/SERGEY GUNEEV/KREMLIN POOL/SPUTNIK 

Nesta quarta-feira (16), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, destacou o significativo crescimento do intercâmbio comercial com o Brasil, ao receber o presidente Jair Bolsonaro para reunião no Kremlin.

– Apesar de todas as restrições no ano passado, o aumento das trocas comerciais chegou a 80% – garantiu Putin.

O líder russo saudou o chefe de governo brasileiro com um aperto de mãos. Ele afirmou que se alegra em ver Bolsonaro e lembrou que se trata da primeira vez que o líder do Brasil vai até a república soviética.

Além do encontro entre os chefes de governo e da presença de grande comitiva brasileira, também se reuniram os ministros das Relações Exteriores e da Defesa do Brasil e da Rússia.

*EFE


Rui decidiu ser candidato a senador e 'obrigou' aliados a se adaptarem; Otto tentará governo

O encontro, nesta terça-feira (15), entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Rui Costa e o senador Jaques Wagner ainda não foi encerrado (lembre aqui), porém os caminhos para a chapa majoritária do grupo parecem ter sido resolvidos de maneira unilateral ao longo dos últimos dias. Rui definiu que seria candidato ao Senado e obrigou os aliados a se adaptarem para não ruir o tripé formado entre PT, PSD e PP na Bahia. Com a decisão do governador, o senador Otto Alencar (PSD), que seria candidato à reeleição, seria deslocado para a candidatura ao Palácio de Ondina.

De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, coube apenas a Rui a decisão de ser candidato ao Senado, sem sequer ouvir aliados. A situação gerou desconforto e houve um esforço para encontrar um denominador comum entre Wagner e Otto, que são aliados desde 2010 – o segundo mandato do petista teve o social-democrata como vice. Após um diálogo demorado, Wagner indicou que abriria espaço para que Otto fosse então candidato ao governo – ainda que o desejo inicial do senador fosse permanecer no cargo.

O arranjo contemplaria apenas PT e PSD, restando a vaga de vice para uma definição até o começo de abril, prazo final para desincompatibilizações. O Progressistas, de João Leão, herdaria um mandato tampão de 9 meses e, conforme avaliação de lideranças da esquerda, perderia a preferência por continuar na chapa. Esse entrave deve ser solucionado apenas ao longo das próximas semanas. 

Caso confirmada a rearrumação do grupo político para a eleição de 2022, Wagner permaneceria como senador, assumiria parte da articulação política na campanha de Lula na Bahia e tentaria fazer as conexões entre o projeto de eleger Otto e o programa petista nacional. Até aqui, toda a estratégia do PT e da própria esquerda baiana foi reforçar a junção entre Wagner e Lula, tal qual aconteceu em 2006 e resultou na “onda vermelha”, que derrotou o carlismo na Bahia.

Informações Bahia Notícias


Grupo terá 11 integrantes e será presidido pelo ministro do Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco Foto: Agência Senado/Roque de Sá

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), criou na última sexta-feira (11) uma comissão de juristas para atualizar a Lei do Impeachment, que é de 1950. O grupo terá 11 integrantes e será presidido pelo ministro do Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Lewandowski presidiu a sessão de julgamento no Senado que determinou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

– Os problemas da lei já foram apontados em diversas ocasiões pela doutrina e jurisprudência como fonte de instabilidade institucional, demandando assim sua completa revisão – justificou Pacheco no ato que instituiu a comissão.

O prazo para concluir os trabalhos é de 180 dias a contar de sua instalação – que ainda não tem data definida. Promulgada sob a vigência da Constituição Federal de 1946, a lei não foi inteiramente recepcionada pela Constituição de 1988. Segundo Pacheco, esse é o principal argumento para a necessidade de uma revisão.

A Lei do Impeachment estabelece quais são os chamados crimes de responsabilidade, justificativa para o impedimento de um presidente da República.

Dois presidentes do Brasil já foram afastados do cargo após sofrerem processo de impeachment com base no texto: Fernando Collor (que renunciou após virar alvo da lei) e Dilma Rousseff.

*AE


O ex-prefeito de Feira de Santana, e candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), participou de uma missa ao lado do pré-candidato a deputado federal, Zé Chico.

Os dois estiveram na Mangabeira para acompanhar uma missa em homenagem a São Brás.

“Participei nesse sábado da missa em homenagem a São Brás, ao lado dos amigos da Mangabeira e do pré-candidato a deputado federal Zé Chico”, disse Ronaldo em suas redes sociais.



Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Já circula nas redes sociais do PT um santinho da chapa Lula-Alckmin para a disputa da Presidência neste ano, segundo a colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo.

De acordo com a publicação, na montagem com o rosto dos dois aparece a inscrição “Frente Ampla Contra Bolsonaro”.

Lula e Alckmin já se encontraram diversas vezes reservadamente para tratar da possível chapa, sendo a última delas na sexta-feira (11), na casa do ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), um dos principais articuladores da chapa e pré-candidato ao Governo de São Paulo. No encontro, estabeleceu-se que o anúncio oficial da aliança será feito em março.

*Bahia.ba


URGENTE: Segundo Anonymous, em novo depoimento Adélio Bispo abre jogo sobre facada em Bolsonaro e diz que PT o contratou em 2018

O grupo hacker Anonymous afirmou que teve acesso a um depoimento do responsável pelo atentado a faca contra o presidente Jair Bolsonaro, Adélio Bispo. Conforme a página, Adélio afirmou que foi contratado pela campanha de Haddad no PT.

A busca por um responsável sobre quem seria o mandante do crime sempre foi uma das maiores cobranças de Bolsonaro com a Polícia Federal. Recentemente, o caso foi reativado por não possuir explicações suficientes.

https://twitter.com/AnonNovidades/status/1492645761946902532?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1492645761946902532%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=safari-reader%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2022%2F02%2Furgente-segundo-anonymous-em-novo-depoimento-adelio-bispo-abre-jogo-sobre-facada-em-bolsonaro-e-diz-que-pt-o-contratou-em-2018%2F

As informações foram publicadas inicialmente em revistas de esquerda, como a Fórum e a Brasil 247. Aflitos, os veículos de esquerda já criam teorias para tentar desqualificar o que supostamente pode ter sido dito por Bispo nesse novo depoimento.

Informações Terra Brasil Noticias


Acompanhado do que ex-prefeito de Feira de Santana e pré-candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo de Carvalho (DEM), o pré-candidato a deputado federal, Zé Chico, esteve na cidade de Santanópolis neste domingo. Juntos, os candidatos participaram da missa de posse do novo pároco da cidade


Manifestação do ministro foi publicada neste sábado

Ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federa Foto: STF/SCO/Rosinei Coutinho

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, negou uma ação que pedia que ele se declarasse suspeito em uma notícia-crime envolvendo o presidente. Em resposta ao senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor da petição, Mendonça disse que não reconhece “a presença, no caso concreto, de quaisquer de suas hipóteses legais”. As informações são do Estadão.

A manifestação do ministro foi publicada neste sábado (12). Ele disse que o pedido de suspeição deveria ser feito pelo presidente do STF, Luiz Fux.

Mendonça encaminhou a solicitação do senador à Procuradoria-Geral da República (PGR).

O ministro foi sorteado como relator do caso no dia 16 de setembro. No dia seguinte Randolfe pediu que Mendonça se declarasse impedido para analisar o episódio. O senador alegou “estreita relação” entre Mendonça e o presidente Jair Bolsonaro.

Randolfe pediu ao Supremo que analisasse possíveis crimes de prevaricação e advocacia administrativa supostamente cometidos por Bolsonaro. O caso envolve a escolha de Larissa Peixoto para a presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Informações Pleno News


Expectativa é que o ex-ministro seja um dos candidatos mais votados

Ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles Foto: PR/Carolina Antunes

O ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, filiou-se ao Partido Liberal (PL), de Valdemar Costa Neto. Salles deve concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados por São Paulo. As informações são do Estadão.

Segundo a Direção Nacional do PL, a expectativa é de que Salles seja um dos candidatos mais votados nas eleições deste ano.

O ex-ministro acompanha uma onda de pessoas próximas ao presidente que vêm anunciando filiação ao partido, como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP); o secretário especial de Cultura, Mário Frias; a secretária de Gestão de Educação e Trabalho na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro; e o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

Informações Pleno News