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Pesquisa foi divulgada neste domingo

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos

A reprovação à gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação à pandemia de coronavírus diminuiu, segundo a pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (3). A parcela da população que vê o desempenho como ruim ou péssimo é de 46%, ante 54% visto em levantamento anterior.

As entrevistas foram realizadas nos dias 22 e 23 de março com 2 556 pessoas de 16 anos ou mais, em 181 municípios. A margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo. Os resultados foram publicados no site do jornal Folha de S. Paulo.

A avaliação ótima ou boa para a condução do presidente frente à crise sanitária passou de 22% em setembro do ano passado para 28% em março. Os que consideram a atuação regular passaram de 22% para 25%.

O Datafolha também pesquisou a reprovação do governo no geral, que também caiu de 53% para 46%.

Segundo o levantamento, a percepção do controle da pandemia no País tem crescido. São 72% que consideram que a crise está parcialmente controlada, e 15%, totalmente. A fatia dos que veem a situação fora de controle caiu de 20% para 12%.

*AE


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais, neste sábado (2), para ironizar o roubo do celular da prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho (PT), durante o evento de lançamento da chapa majoritária governista com a presença de Lula, em Salvador.

O parlamentar, filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), compartilhou uma publicação da notícia do furto com a seguinte legenda: “Não entendi a reclamação”.

Segundo Moema, ela teve o aparelho celular roubado na saída do evento. Após o ocorrido, ela registrou um boletim de ocorrência foi na Delegacia de Itapuã.

*Bahia.ba


Parlamentar registrou ocorrência em uma delegacia no Rio de Janeiro neste sábado

Deputado federal Luiz Lima Foto: Câmara dos Deputados/Paulo Sérgio

O deputado federal Luiz Lima (PL-RJ) registrou, neste sábado (2), um boletim de ocorrência contra o ex-BBB Giulliano Ciarelli que, segundo o parlamentar, teria feito ameaças a ele. Em suas redes sociais, Lima afirmou que o ex-participante do reality show teria até indicado que iria ao local de trabalho do deputado, no Rio de Janeiro.

– Então, registrei a ameaça e aguardo que o valente Giuliano venha à delegacia explicar suas declarações violentas e ameaças. Não podemos nos calar quando a nossa integridade física e a nossa liberdade estão seriamente ameaçadas – declarou Lima.

Em um vídeo publicado em sua conta no Instagram, Luiz Lima elencou uma série de postagens feitas pelo ex-BBB. Em uma delas, Giulliano compartilha a imagem da controversa representação da cabeça de Bolsonaro decapitada e diz que “cabeça de nazista foi feita para rolar”. Em meio ao caso, o perfil do ex-BBB foi excluído do Instagram.

Na postagem em que falou sobre o caso, Lima ainda ressaltou que é possível ter opiniões e gostos diferentes, mas que não deve ser por isso “que a violência deve ser legitimada”. O deputado fez questão de lembrar do caso em que o presidente Jair Bolsonaro, então candidato, foi vítima da facada executada por Adélio Bispo em 2018.

– Pessoal, temos sim opiniões e gostos diferentes. Mas não é por isso que a violência deve ser legitimada. O presidente Bolsonaro, enquanto candidato em 2018, foi vítima do ódio de um militante do PSOL que o esfaqueou e, até hoje, sofre as consequências da facada que quase lhe tirou a vida – completou.

Luiz Lima compartilhou ameaças feitas pelo ex-BBB Giulliano Ciarelli Foto: Reprodução/Twitter

Giuliano foi participante da 5ª edição do Big Brother Brasil (BBB 5), que foi ao ar entre janeiro e março de 2005. A edição daquele ano foi, curiosamente, a mesma que teve no elenco o ex-deputado federal Jean Wyllys, que acabou se tornando campeão do programa.

Informações Pleno News


A pesquisa realizada pela Futura Inteligência para o Banco Modal S/A e publicada nesta quarta-feira 30 mostra um cenário eleitoral mais próximo da realidade.

A pesquisa Modalmais/Futura realizou 499.803 tentativas de contato por telefone e registrou 29.833 ligações atendidas.

Veja:

https://tv.uol/19UrN

*Terra Brasil Notícias


Partido queria condenar o senador após a publicação de um vídeo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O vice-procurador-geral Eleitoral Paulo Gustavo Gonet Branco defendeu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negue um pedido do PT para condenar o senador Flávio Bolsonaro e o vereador de Cascavel Rômulo Quintino a pagar multa de R$ 25 mil em razão de ‘divulgação de mensagem inverídica contra a imagem e honra’ do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Braço-direito de Augusto Aras na esfera eleitoral, Gonet Branco reconheceu que os vídeos compartilhados por Flávio e Quintino consistiam em ‘fake news’, mas defendeu a não imposição de sanções aos bolsonaristas por ‘falta de demonstração de elemento eleitoral apto para estabelecer a propaganda negativa punível’.

– Não há pedido expresso de não voto. Não há referência a eleições. Há, sem dúvida, relação com disputas ideológicas que há muito estremam os personagens dos autos; não está evidenciado, todavia, o conteúdo eleitoral relevante para o bem jurídico tutelado pela norma de Direito Eleitoral – sustentou o vice-pge no parecer assinado no dia 22.

As publicações questionadas pelo PT foram retiradas por ar por serem enquadradas como desinformação. Os posts continham um vídeo de Lula que havia sido editado, com supressão de parte da fala do petista.

Além da imposição de multa, o partido do ex-presidente Lula pedia que o caso fosse encaminhado para o Ministério Público, para apuração de ‘possível abuso de poder, uso indevido dos meios de comunicação’.

Em seu parecer, Gonet Branco afirmou que a comparação da gravação integral do discurso original de Lula com aquele constante das postagens ‘revela a subtração de passagem crucial para o sentido da fala vídeo do pré-candidato’ petista. O vice-pge destacou que tal situação consiste em desinformação, indicando ainda que o compartilhamento da gravação editada abre margem para a discussão de responsabilização dos responsáveis pela divulgação.

No entanto, para Gonet Branco, tal avaliação não era ‘desnecessária’ no caso em questão, uma vez que, segundo ele, ‘o contexto eleitoral não está caracterizado’. O vice-pge disse que ‘produzir ou reproduzir fake news não será sempre necessariamente assunto da competência da Justiça Eleitoral’ a menos que esteja ‘presente ou o conteúdo eleitoral ou o ataque à integridade do processo eleitoral’.

“Decerto que a postagem isolada, voltada a gerar impressão falsa sobre um político conhecido e que teria ficado no ar por tempo não declinado pelo representante, não constitui, à falta de gravidade institucional, conduta que afeta a integridade do processo eleitoral. Isso parece ser mais evidente num contexto em que o político vitimado pela trucagem, se sentir que a aleivosia lhe pode ser prejudicial, dispõe de tempo e de recursos para desmentido público, restabelecendo a verdade dos fatos e expondo táticas repulsivas empregadas por adversários do mundo político”, registrou trecho do parecer.

O vice-pge alegou ainda que a falta de indicação, pelo PT, do instante em que a postagem questionada foi feita e do período em que esteve acessível ‘impede que se possa aferir a potencialidade danosa do fato’.

Além disso, argumentou que a apuração da distância cronológica era importante porque a postagem teria acontecido em janeiro deste ano, ‘a meses consideráveis do pleito’.

*AE


Pedido deve ser apresentado ainda nesta sexta-feira

Sergio Moro
Ex-ministro da Justiça, Sergio Moro Foto: Agência Senado/Jane de Araújo

O secretário-geral do União Brasil, ACM Neto, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), responderam ao ex-ministro Sérgio Moro (União). Eles disseram que vão pedir a desfiliação dele do partido caso não desista de ser candidato a presidente.

– Se ele for se filiar para ser candidato a Presidente, vamos pedir a impugnação da filiação dele agora – afirmou Caiado ao Estadão.

ACM Neto declarou que será apresentado ainda nesta sexta-feira (1º) o pedido de desfiliação do ex-ministro.

– Vamos apresentar, ainda hoje, um requerimento de impugnação da filiação dele. Será assinado pelos 8 membros com direito a voto no partido, o que corresponde a 49% do colegiado. A filiação, uma vez impugnada, requer 60% para ter validade – disse.

As declarações acontecem menos de uma hora depois de Moro anunciar que não “desistiu de nada” e que não será candidato a deputado federal.

– Eu não desisti de nada, muito pelo contrário, muito menos do meu sonho de mudar o Brasil – declarou o ex-juiz da Lava Jato.

Depois de ter se filiado ao Podemos em novembro do ano passado para ser candidato ao Palácio do Planalto, Moro trocou a legenda pelo União Brasil na quinta-feira (31). O novo partido é resultado da fusão do DEM com o PSL.

A filiação de Moro foi negociada com a ala oriunda do PSL, como o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, e o deputado Júnior Bozzella, que administra a sigla em São Paulo.

No entanto, a ala do partido que veio do DEM só aceitou a filiação de Moro com a condição de que ele deixasse de ser presidenciável. A avaliação é que ter o ex-ministro como candidato ao Planalto atrapalharia a eleição para governadores, senadores e deputados.

Caiado, em Goiás, e o secretário-geral do União, ACM Neto, na Bahia, são pré-candidatos a governadores e querem deixar o palanque presidencial aberto. Eles temem que a vinculação com Moro prejudique suas futuras candidaturas.

Na Bahia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem muita força. Além disso, Neto tem uma aliança fechada com o PDT, de Ciro Gomes, presidenciável crítico de Moro. Já em Goiás é um Estado ruralista onde o bolsonarismo é muito presente.

*AE


O prefeito de Casa Nova, Wilker do Posto (PSB), está sendo acusado pelo Sindicato dos Servidores Municipais de fraude previdenciária. A entidade apresentou uma queixa crime contra ele no Ministério Público Federal (MPF), após identificar a inserção de dados considerados “falsos” no sistema da Previdência Social.

Segundo o sindicato, o prefeito Wilker do Posto tem recolhido valor inferior ao INSS, causando prejuízos aos servidores e à própria Previdência Social. A entidade alega que o município informa à Previdência o salário dos seus servidores abaixo da realidade, diminuindo, assim, a contribuição previdenciária da Prefeitura.

Vários exemplos são citados na queixa crime. Em um deles, o servidor Ananias dos Anjos Barros Santos, professor desde 1987, teve seu salário informado à Previdência Social, entre fevereiro e dezembro de 2020, com valores que variam entre R$ 5,00 e R$ 66,00. Nesse mesmo período, o valor do salário de Ananias Barros variou entre R$ 4.166,29 e R$ 4.604,94.

CONTRIBUIÇÕES

O sindicato dos servidores de Casa Nova também denuncia o não recolhimento das contribuições previdenciárias de muitos servidores. No caso de Ananias Barros, por exemplo, a entidade afirma que não constam contribuições recolhidas ao INSS referente ao ano de 2021.

O caso de Ananias Barros não é isolado. A queixa crime apresenta vários nomes de servidores de Casa Nova com o mesmo problema. Entre eles há, inclusive, quem ainda não conseguiu a aposentadoria em virtude do desencontro de informações, entre o valor recebido (salário) e o informado à Previdência Social.

A queixa crime contra o prefeito de Casa Nova, Wilker do Posto, foi protocolada no Ministério Público Federal (MPF) em dezembro do ano passado.

MULTAS

O Ministério da Fazenda, através da Receita Federal, tem aplicado multas por infração dessa natureza ao município de Casa Nova. Duas delas, por exemplo, ultrapassam o valor de R$ 50 milhões. De acordo com o auto de infração, as multas previdenciárias foram decorrentes de “falsidade de declaração”.

Segundo apurado, a sonegação previdenciária ocorreu, inicialmente, entre abril de 2017 e junho de 2018. No banco de dados da Receita Federal constam informações de recolhimento a menor da prefeitura de Casa Nova, nos anos de 2020 e 2021. A denúncia é do sindicato dos servidores municipais.

O prefeito de Casa Nova, Wilker do Posto, não foi localizado para comentar a denúncia e as multas aplicadas ao município pela Receita Federal.


Partido disse que seus integrantes foram surpreendidos com a decisão e que o ex-juiz não comunicou que iria deixar a sigla

Sergio Moro ao lado da deputada Renata Abreu Foto: Saulo Rolim/Sérgio Lima/Danilo Martins/Podemos

Na noite desta quinta-feira (31), o Podemos lançou uma nota oficial para falar da saída de Sergio Moro do partido e disse que os integrantes da sigla souberam do fato por meio da imprensa. No documento, assinado por Renata Abreu, presidente nacional do partido, o Podemos afirmou que Moro não comunicou ninguém da legenda sobre sua decisão.

O ex-ministro da Justiça iria disputar a Presidência pela sigla, mas deixou o Podemos nesta quinta e já se filiou ao União Brasil. A expectativa é de que ele dispute uma vaga na Câmara dos Deputados.

Ao comentar o episódio, o partido disse que passou “mais de um ano de conversas até a filiação de Sergio Moro e o lançamento de sua pré-candidatura à presidência da República pelo Podemos, sempre respeitando seu momento de vida profissional e pessoal”.

A sigla disse que “jamais mediu esforços para garantir ao presidenciável uma pré-campanha robusta”, mas lembrou que “não tem a grandeza financeira daqueles que detém os maiores fundos partidários”.

“Para a surpresa de todos, tanto a Executiva Nacional quanto os parlamentares souberam via imprensa da nova filiação de Moro, sem sequer uma comunicação interna do ex-presidenciável”, disse o Podemos.

Por fim, o partido disse que seguirá focado “para apresentar aos brasileiros e brasileiras uma alternativa que olhe nos olhos sem titubear”.

Leia a íntegra da nota do Podemos:

Foi mais de um ano de conversas até a filiação de Sergio Moro e o lançamento de sua pré-candidatura à presidência da República pelo Podemos, sempre respeitando seu momento de vida profissional e pessoal e trabalhando para oferecer ao Brasil uma esperança contra a polarização dos extremos.

O Podemos jamais mediu esforços para garantir ao presidenciável uma pré-campanha robusta, a começar por um grande evento de filiação e por toda retaguarda necessária para deslocamentos em segurança pelo pais, com total garantia de recursos para sua futura campanha eleitoral.

O Podemos não tem a grandeza financeira daqueles que detém os maiores fundos partidários, como é sabido por todos. Mas tem a dimensão daqueles que sonham grande, com a convicção de que o projeto de um Brasil justo para todos vale mais do que o dinheiro.

Para a surpresa de todos, tanto a Executiva Nacional quanto os parlamentares souberam via imprensa da nova filiação de Moro, sem sequer uma comunicação interna do ex-presidenciável.

Seguiremos focados para apresentar aos brasileiros e brasileiras uma alternativa que olhe nos olhos sem titubear. E que, com firmeza de propósitos, nunca desista de sonhar. Porque, sim, juntos podemos mudar o Brasil!

Brasília, 31 de março de 2022 

Executiva Nacional do Podemos 

RENATA ABREU Presidente Nacional 

Informações Pleno News


Partido gastou R$ 200 mil com lançamento da pré-candidatura à Presidência e ainda pagou salário de R$ 22 mil ao ex-juiz por quatro meses

Ex-ministro da Justiça, Sergio Moro Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Nesta quinta-feira (31), o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, abandonou o Podemos e se filiou ao União Brasil para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. De acordo com o colunista Guilherme Amado, o ex-juiz custou ao Podemos ao menos R$ 288 mil.

Segundo o veículo, o partido gastou R$ 200 mil em um evento para lançar a pré-candidatura de Moro à Presidência em novembro do ano passado. Além disso, o Podemos ainda pagou uma salário mensal ao ex-juiz durante o tempo em que ficou no partido.

Sergio Moro recebeu R$ 22 mil durante quatro meses. Ou seja, dezembro de 2021, janeiro, fevereiro e agora março.

O colunista ainda lembrou que os gastos podem ser maiores, já que não foram contabilizados itens como segurança e transporte.

Informações Pleno News


Presidente Jair Bolsonaro e general Braga Netto
Foto: Alan Santos/PR

Nesta quinta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro da Defesa, Walter Braga Netto. O general passará a ocupar o cargo de assessor especial do gabinete pessoal do presidente da República.

O militar é o maior cotado para ser vice-presidente de Bolsonaro na chapa eleitoral deste ano. A mudança de posto, na prática, dá mais tempo a Braga Netto para permanecer no governo antes que tenha de deixá-lo para concorrer como vice.

A legislação determina que ordenadores de despesas não podem se candidatar a postos públicos. A saída deve ser feita até seis meses antes das eleições.

No caso de outros servidores públicos, no entanto, o afastamento pode ocorrer até três meses antes do pleito.

A exoneração de Braga Netto foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira. Caberá ao general Paulo Sérgio Nogueira assumir o posto de ministro da Defesa.

*Pleno.News

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