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Incoerência: Randolfe Rodrigues surta e toma celular da mão de youtuber; VEJA VÍDEO

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), se envolveu em uma polêmica, na quinta-feira 2. Durante uma discussão com o youtuber Wilker Leão nos corredores do Parlamento, Rodrigues tomou o celular do homem, que perguntara a opinião do congressista sobre terrorismo e assédio.

Enquanto os dois disputavam a posse do aparelho, seguranças do Senado intervieram para afastar o influencer digital de Rodrigues, de forma que o celular do youtuber ficou com o senador. O parlamentar, na sequência, entregou o smartphone a uma assessora.

“Ele tomou meu celular, cara”, gritou o homem, enquanto Rodrigues era conduzido ao elevador por sua assessoria. “Você está doido? Devolve meu celular aí.” Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver o semblante de ironia do senador, enquanto mexe no celular do homem.

“Está tudo gravado, as câmeras estão gravando”, disse o homem, ao perceber que não teria o celular de volta naquele momento. “Ele danificou a cordinha do meu celular. O senhor está certinho, hein, senador. Vai sair com meu celular daqui? Cadê a Polícia Legislativa?”

https://twitter.com/LinaFerruccio/status/1621312793122115587?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1621312793122115587%7Ctwgr%5Ea17879db10d0ee43f287e6f89548698a71fe25a6%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F02%2Frandolfe-rodrigues-surta-e-toma-celular-da-mao-de-youtuber-veja-videor%2F

Revista Oeste


‘Vou esperar esse cidadão Campos Neto terminar o mandato dele para a gente fazer uma avaliação’, disse o petista

O presidente Lula, durante entrevista coletiva em que anunciou cinco ministros do seu governo, na sede do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília - 09/12/2022 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O presidente Lula voltou a atacar a autonomia do Banco Central (BC) e prometeu “mudanças”, quando acabar o mandato do atual presidente do BC, Roberto Campos Neto. O petista criticou ainda o atual patamar da taxa de juros. As falas foram proferidas na quinta-feira 2, em entrevista à Rede TV!.

“Vou esperar esse cidadão Campos Neto terminar o mandato dele para a gente fazer uma avaliação do que significou o Banco Central independente”, disse Lula. A gestão do presidente do BC termina em dezembro de 2024. A partir daí, o governo vai poder indicar um novo nome para o cargo.

A pessoa indicada por Lula será submetida à aprovação do Senado. “O que acontece é que a gente conversava”, disse Lula. “Esse país está dando certo? Esse país está crescendo? O povo está melhorando de vida? Não. Então, eu quero saber de que serviu a independência.”

Lula quer que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-AL), digam se “estão felizes com Campos”. “Eu acho que eles imaginavam que, com a autonomia do Banco Central, a economia voltaria a crescer, os juros baixariam e tudo ia ser maravilhoso”, disse.

Independência do Banco Central

Aprovada no governo Bolsonaro, a medida reduz ao máximo as chances de ingerência política nas decisões da instituição, como o governo pressionar para baixar — o mais comum —, aumentar a taxa Selic ou trocar imediatamente o presidente do BC, que passa a ter um mandato de quatro anos.

Livre de interferência política, a instituição monetária ganha mais credibilidade junto a investidores nacionais e estrangeiros, visto que há a sensação de maior segurança jurídica ao sistema financeiro e, consequentemente, à economia do país. Com isso, o risco-país tende a cair. O risco-país indica o nível de estabilidade econômica e é usado por investidores na hora de decidir em qual nação aplicar dinheiro.

Informações Revista Oeste


Grupo de Pacheco fica com todos os cargos de comando no Senado

O resultado reforça o domínio da cúpula atual e a articulação do senador Davi Alcolumbre (União-AP), padrinho do presidente do Senado e principal cabo eleitoral da eleição

O grupo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ficou com todos os cargos de direção da Casa, em eleição realizada nesta quinta-feira, 2.

O resultado reforça o domínio da cúpula atual e a articulação do senador Davi Alcolumbre(União-AP), padrinho do presidente do Senado e principal cabo eleitoral da eleição. Alcolumbre é criticado por adversários e colegas do próprio partido por concentrar poderes e até criar um “governo paralelo” em seu gabinete, dizendo quem fica com cargos, quem assume as comissões e quem leva as verbas do governo federal.


Informações TBN


‘Pela lei, sou italiano’, diz Bolsonaro em evento na Flórida, VEJA VÍDEO

Ex-presidente brasileiro foi questionado por uma repórter do Corriere della Sera durante um evento na Flórida (EUA) na última terça-feira (31)

Na última terça-feira (31), Jair Bolsonaro (foto) foi questionado por uma repórter do jornal italiano Corriere della Sera se pretendia obter cidadania na Itália.

O ex-presidente brasileiro, que está em Orlando (EUA) desde o fim do ano passado, participou de um evento conservador na Flórida, durante o qual posou para fotos com fãs.


“Meu nome é Bolsonaro, meus avós eram de Pádua”, disse Bolsonaro à repórter, em português. Momentos depois, ela a questionou diretamente sobre a cidadania.

“Pela lei do país de vocês, sou italiano. Com pouquíssima burocracia, eu teria plena cidadania”, declarou o ex-presidente.

Dois filhos de Bolsonaro, Flávio e Eduardo, deram entrada na solicitação de cidadania italiana em meados de 2020, segundo o Ministério das Relações Exteriores do país europeu.

Informações TBN


Depois de mais de 4 horas na PF, Marcos do Val conclui depoimento sobre suposto plano de golpe

Senador estava no prédio da corporação desde 16h30 desta quinta-feira (2); oitiva foi determinada por Alexandre de Moraes

O senador Marcos do Val (Podemos-ES)prestou depoimento nesta quinta-feira (2) sobre um suposto plano de golpe de Estado que envolvia gravar conversas com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O senador chegou ao local às 16h30, em um carro oficial do Senado.

A determinação de ouvi-lo partiu do próprio Moraes. O magistrado deu cinco dias para a Polícia Federal colher o depoimento — que acabou sendo feito no mesmo dia.

Marcos do Val afirmou a jornalistas nesta quinta-feira que o pedido para tentar gravar uma conversa com Moraes partiu do ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), em uma reunião em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estava presente. Em transmissão pelas redes sociais, o parlamentar chegou a falar em “coação” por parte do ex-presidente na tentativa de aliciá-lo como “infiltrado” para tentar derrubar Moraes.

Posteriormente, do Val minimizou a participação de Bolsonaro na suposta tentativa de golpe de Estado, mas disse que o ex-presidente não tentou impedir o plano. Ele também recuou da possibilidade de renunciar ao mandato de senador.

Do Val disse ter documentos que provariam a prevaricação de agentes públicos na invasão e depredação do Palácio do Planalto, do Congresso e da sede do STF em 8 de janeiro, em Brasília, por extremistas que não aceitavam o resultado da eleição presidencial. O senador apresentou uma proposta de abertura de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar os episódios. Segundo ele, as provas só poderiam ser reveladas na investigação.

R7


PT presidirá a CCJ no primeiro ano legislativo na Câmara dos Deputados

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O deputado federal Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato, quer um assento na comissão mais importante da Câmara para fazer oposição ao PT. Segundo a coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles, o problema é que o Podemos, partido ao qual Dallagnol está filiado, negocia para ser base do governo Lula.

De acordo com a publicação, Dallagnol pedirá ao partido para assumir uma das cadeiras na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O PT presidirá a CCJ no primeiro ano legislativo — um acordo firmado com Arthur Lira e o PL, a sigla de Bolsonaro.

A coluna diz ainda que o pleito só poderá ser atendido se o Podemos desistir de ser base do governo Lula. O partido negocia uma secretaria no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O presidente do diretório de São Paulo, Thiago Milhim, deve ser o indicado da sigla para a pasta.

Milhim é homem de confiança de Renata Abreu, a presidente do Podemos, e um dos nomes mais fortes do partido no cenário nacional.

Informações Bahia.ba


URGENTE: Marcos do Val recua e diz que Bolsonaro não o coagiu para golpe de Estado

Durante entrevista coletiva concedida em seu gabinete, o senador Marcos do Val recuou em sua fala e afirmou na manhã desta quinta-feira (02) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não tentou coagi-lo a dar um golpe de Estado.

Em entrevista à revista Veja publicada hoje, Do Val disse que foi chamado para uma reunião no Palácio da Alvorada na qual foi discutida a possibilidade de um golpe de Estado. 

O plano era, de acordo com ele: flagrar Alexandre de Moraes falando algo comprometedor e usar a gravação como argumento para prender o ministro do STF, anular as eleições, impedir a posse de Lula e manter o ex-presidente no poder.

Marcos do Val disse ainda que o plano foi relatado ao próprio Alexandre de Moraes por ele.

Na coletiva desta manhã, porém, Do Val atribuiu o plano a uma articulação do ex-deputado federal Daniel Silveira. 

De acordo com senador, Silveira teria sido o responsável por convencê-lo e a Bolsonaro a embarcar no que chamou de uma “ação esdruxula”.

“Não houve, eu acho que saiu na imprensa aí que o presidente me coagiu”, afirmou o parlamentar. “O que ficou muito claro para mim era o Daniel tentando achar uma forma de não ser preso de novo […] Ficou muito claro que ele estava num movimento de manipular e ter o presidente comprando a ideia dele se um senador aceitasse a missão”.

Daniel Silveira foi preso na manhã de hoje (02) logo após perder o mandato de deputado federal.

Do Val também afirmou que Bolsonaro não impediu Silveira de seguir à frente com o plano. “Ele [Bolsonaro] também não impediu o Daniel. Mas ficou claro que é o Daniel desesperado. O Daniel estava querendo manter o contato dele, querendo ser o chefe de gabinete do Magno Malta, e ele queria ficar no Congresso, para manter o network”, disse.

Gazeta Brasil


Presidente da Empresa Brasileira de Comunicação do Governo Lula insiste em tratar impeachment de Dilma como ”golpe”

O presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Hélio Doyle, afirmou na quarta-feira  1º, que se depender dele, os veículos de comunicação da empresa pública, como Agência Brasil e TV Brasil, continuarão chamando o impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, de “golpe”.

A declaração foi dada em entrevista à Folha de S. Paulo. “Se depender de mim, vai continuar falando que foi golpe. Gostem ou não gostem. Agora, a linha editorial da empresa, a gente tem que discutir melhor. Estou falando de caráter pessoal. Nós teremos que discutir melhor com a diretoria. Para mim, foi golpe.”

O site oficial do Palácio do Planalto já usou a palavra golpe para se referir ao impeachmentem 13 de janeiro, quando foi anunciada a nova diretoria da EBC. Num dos trechos, afirmava que o Conselho Curador da empresa teria sido“cassado após o golpe de 2016”.

Dilma teve o mandato cassado em agosto de 2016, depois de um processo regular de abertura de impeachment, o qual seguiu os trâmites legais no Congresso Nacional. Até mesmo o Judiciário analisou pedidos de anulação, que foram negados.

Apesar disso, para o presidente da EBC, a cassação “foi golpe”. “Não é só o tanque na rua, foram desenvolvidas novas formas de golpe, em que se usa instrumentos jurídicos e parlamentares para afastar um governante eleito legitimamente”, disse, na entrevista à Folha.

Revista Oeste


1º.fev.2023 - Rogério Marinho, candidato derrotado à presidência do Senado apoiado por Bolsonaro - FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
1º.fev.2023 – Rogério Marinho, candidato derrotado à presidência do Senado apoiado por Bolsonaro Imagem: FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Apesar da derrota de Rogério Marinho (PL-RN) na disputa para a presidência do Senado, parlamentares que o apoiavam viram no placar de 32 votos um fortalecimento da oposição ao governo Lula.

Para esses senadores, o grupo ganha corpo e deve bater de frente em questões, como barrar uma possível permanência de Davi Alcolumbre (União-AP) no comando da principal comissão do Senado.

Alcolumbre foi um dos principais articuladores da reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que teve 49 votos. Segundo fontes, um dos acordos para garantir a recondução de Pacheco envolveu a permanência de Alcolumbre na CCJ, e bolsonaristas já sinalizam descontentamento.

Acho que é um desgaste muito grande para começar uma nova gestão [manter Alcolumbre na presidência da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça)]. Não tenho nada contra o Alcolumbre, mas o fato é que a CCJ não funcionou.
Senador Carlos Portinho (PL-RJ)

Já para os governistas, o placar de votos para Marinho —maior do que o número de senadores no bloco de partidos que sustentaram sua candidatura (PP, PL e Republicanos com 23 senadores)— é apenas “circunstancial”.

Na disputa, Marinho representava a força política do ex-governo de Jair Bolsonaro (PL), enquanto Pacheco teve o amplo apoio do atual Executivo petista.

“O bloco tinha 23 senadores e agora com mais nove senadores, somando 32 que tivemos em votos nessa eleição, obviamente que isso nos fortalece, embora tenhamos perdido para um governo que tem instrumentos. Não ganhamos, mas mostramos que somos 32”, afirmou ao UOL Portinho, ex-líder do governo Bolsonaro no Senado.

“A oposição mostrou força, foi um placar expressivo”, afirmou o senador Sergio Moro (União-PR).

O candidato derrotado Rogério Marinho (PL-RN) disse ao UOL que fará uma oposição “vigilante” e “propositiva”.

“Ficou muito clara qual é a forma como queremos atuar aqui no Parlamento, em defesa das prerrogativas do Congresso Nacional, mas também na defesa de um legado econômico que não pertence apenas ao governo Bolsonaro ou ao governo do presidente Temer. Estamos preocupados com as ameaças feitas pelo presidente eleito”, afirmou Marinho, sem detalhar a o que se referia.

O placar também deu à oposição o vislumbre de um poder de CPI. Isso porque, para pedir a abertura de um colegiado desse tipo, é necessário o apoio de ao menos 27 senadores antes da decisão final do presidente da Casa.

“Sempre que houver um fato que justifique a instalação de uma CPI, nosso papel é se debruçar sobre ela. Mas isso vai acontecer de acordo com as circunstâncias. Não vou me antecipar, mas já dissemos publicamente que, sobre os fatos de 8 de janeiro, somos favoráveis a uma ampla investigação”, disse Marinho.

Governo não vê ameaça

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o placar de Marinho não significa que haverá 32 votos da oposição no Senado aos projetos prioritários para o governo Lula.

Segundo ele, há disposição de a oposição aprovar as propostas de interesse do país. Padilha relatou a jornalistas que, ainda antes da votação, disse a Marinho que o governo quer diálogo com ele e com a oposição e que não haverá perseguição a opositores.

O ministro afirmou que o governo não interferiu na votação no Senado. Ele rebateu a informação de que parlamentares ganharam cargos para votar em Rodrigo Pacheco.

Padilha disse que os eleitores do presidente do Senado reeleito já haviam indicado cargos na administração —portanto, esse argumento não teria sentido. Ao mesmo tempo, o ministro disse que a ideia é manter uma boa relação com o Congresso.

O ministro disse que a “máquina de conflitos” que existia no Palácio do Planalto durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) “foi desligada”.

Para o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), os votos de Marinho “são circunstâncias que serão resolvidas”.

A reportagem do UOL perguntou se o comando da CCJ, prometido a Alcolumbre, era uma dessas circunstâncias. Randolfe respondeu: “Circunstâncias que serão resolvidas” e riu, encerrando a entrevista.

Informações UOL


Foto: Adriano Machado/Reuters

O ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi preso na manhã desta quinta-feira (2) em Petrópolis, no Rio de Janeiro.A GloboNews apurou que a prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em razão do descumprimento de medidas cautelares também definidas pelo tribunal – como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de usar redes sociais.

Fontes da Polícia Federal afirmam que havia “muito dinheiro na casa” do ex-parlamentar no momento da detenção.

Daniel Silveira se candidatou ao Senado pelo Rio de Janeiro, em outubro, e recebeu 1,5 milhão de votos, mas não se elegeu.

Com isso, ficou sem mandato e perdeu o foro privilegiado nesta quarta (1º), quando os novos parlamentares tomaram posse.

*G1

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