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Lula também defendeu a revisão do contrato de participação do governo federal nas ações da Eletrobras

O presidente Lula propôs rever a venda da Eletrobras, que, segundo o petista, foi algo “errático” e de “lesa-pátria”. Ele defendeu a revisão do contrato de participação do Executivo nas ações da empresa, para que haja mais representantes da União no conselho diretor da companhia.

“Foi feita quase que uma bandidagem para que o governo não volte a adquirir maioria na Eletrobras”, afirmou Lula, durante café da manhã com blogueiros de esquerda, na terça-feira 7. “Possivelmente, o advogado-geral da União vai à Justiça para que a gente possa rever esse contrato leonino contra o governo.”

Lula considerou “irracional” e “maquiavélico” o fato de o governo ter “apenas” 40% das ações, mas só poder participar da direção da empresa como se tivesse 10%. “Nós não podemos aceitar”, disse. “Se amanhã tiver interesse de comprar as ações, as nossas valem três vezes mais do que o valor normal para outro candidato.”

Os ataques de Lula à venda da Eletrobras são antigas e se intensificaram durante a campanha eleitoral. Mas, desta vez, o presidente revelou que o governo deverá se mexer para mudar a dinâmica de sua participação na empresa.

A Eletrobras foi capitalizada em junho de 2022 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, por pouco mais de R$ 30 bilhões. Na época, estabeleceu-se o preço de R$ 42 por ação.

Informações Revista Oeste


Presidente concedeu entrevista coletiva a veículos independentes e influenciadores digitais nesta terça-feira (07/02)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil quer discutir a paz na Ucrânia, e não uma eventual participação no esforço de guerra contra o país.

A afirmação ocorreu em entrevista coletiva a 40 veículos independentes e influenciadores digitais nesta terça-feira (07/02). À pergunta de Opera Mundisobre como reagiria caso Joe Biden demandasse uma participação do Brasil num eventual esforço de guerra contra a Ucrânia, Lula respondeu que não espera que o presidente norte-americano faça essa sugestão na viagem presidencial do brasileiro ao país.

“Não acredito que o presidente Biden venha me convidar pra participar do esforço de guerra pela Ucrânia, porque o Brasil não participará. Eu, na última viagem do chanceler alemão (ao Brasil), ele (Olaf Scholz) queria que nós vendêssemos para a Alemanha a munição que o Brasil tem”, disse. O pedido referia-se a munições para os canhões de tanques Leopard, que fazem parte do arsenal do Exército brasileiro e que são fabricados pela Alemanha.

Veja pergunta de Opera Mundi durante coletiva:

“Depois ele me disse que essas munições seriam entregues à Ucrânia. Eu disse para ele que o Brasil não iria vender as munições porque se um russo for morto por uma munição que saiu do Brasil, o Brasil estará participando da guerra, e eu não quero o Brasil participe da guerra porque nós precisamos de alguém querendo construir a paz neste mundo”, afirmou.

Lula disse ainda que sugeriu ao presidente francês Emmanuel Macron a criação de uma espécie de “G20 da paz”. “Hoje não temos ninguém discutindo paz. Ninguém. Os Estados Unidos não discutem a paz. A Europa toda está envolvida na guerra, direta ou indiretamente. Então, quem pode negociar a paz? Os países que não estão envolvidos na guerra”, afirmou Lula.

Entre os países que poderiam compor o grupo, Lula citou, além do Brasil, China, Índia, México e Indonésia.

“Se o Biden me pedir isso (para o Brasil ajudar a Ucrânia na guerra), vou dizer a ele isso que estou dizendo para você: o Brasil não participará de ataque contra ninguém. O Brasil é um país que não tem contencioso e nós não precisamos de contencioso”, disse o presidente. “Nós temos muitos problemas internos para resolver, temos a fome para resolver e eu acho que nós precisamos tratar disso antes de tratar de qualquer coisa relacionada com a Ucrânia”.

Ricardo Stuckert
Em entrevista no Palácio do Planalto, Lula disse que Brasil reatará suas relações com Cuba e Venezuela ‘com a maior tranquilidade’

Bloqueio a Cuba e Venezuela

Lula também afirmou que espera tratar do bloqueio a Cuba e Venezuela com Biden. Segundo ele, em todos encontros que teve com o presidente George Bush, nos seus primeiros mandatos na Presidência da República, nos anos 2000, Cuba foi um tema de conversa.

“Eu não posso antecipar quais serão os temas da conversa”, disse Lula, sobre o encontro com Biden. Em seguida, ele completou: “todas as vezes que eu conversei com o Bush, todas as vezes que eu conversei com o (Barack) Obama, Cuba sempre esteve na pauta. Até porque eu não consigo entender por que eles mantêm um bloqueio a Cuba durante tantos anos, tantas décadas”.

O presidente também falou sobre Venezuela, também submetida a políticas de bloqueio pelos Estados Unidos. “Imagino que a Venezuela também estará na pauta, porque nós vamos discutir o fortalecimento da América do Sul, e o Brasil tem muitas responsabilidades aqui na América do Sul. Nós temos 16 mil quilômetros e meio de fronteiras secas com os países da América do Sul. O Brasil tem o interesse de que a América do Sul esteja em paz. A América do Sul precisa se desenvolver e crescer economicamente”, disse.

Sobre a viagem aos Estados Unidos, Lula disse esperar tratar também de outros temas. “Também temos interesses na questão do clima, discutir as relações comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos, transferência de conhecimento em ciência e tecnologia entre Brasil e Estados Unidos, discutir a China… ou seja, eu espero que seja uma pauta o mais ampla possível, sem abdicar dos nossos problemas sobre a nossa querida América do Sul, o nosso Mercosul, a nossa América Latina”, afirmou a Opera Mundi.

Durante a coletiva, Lula também tratou das relações entre o Brasil, Venezuela e Cuba, prejudicadas depois do impeachment da presidentaeDilma Rousseff, em 2016. “O Brasil vai reatar suas relações com a Venezuela com a maior tranquilidade. Com Cuba nós vamos manter as relações que nós sempre tivemos. E será assim com qualquer outro país”, disse ainda o mandatário. “Nós vamos ter um embaixador do Brasil na Venezuela. Logo nós vamos ter um embaixador em Cuba, e Cuba vai trazer o seu embaixador ao Brasil, e tudo voltará à normalidade”.

Lula lembrou também a importância desses países no comércio exterior brasileiro. “Cuba sempre foi boa pagadora”, disse, e só deixou de honrar com os pagamentos dos empréstimos brasileiros ao país durante os anos Bolsonaro, que não queria conversa como os cubanos, segundo ele. 

“Não queriam conversar, aí não tinha nem que fosse cobrar”, afirmou.

A entrevista nesta manhã, ocorrida no Palácio do Planalto, durante um café da manhã, durou aproximadamente uma hora e meia. Opera Mundipublicará, em seu canal no Youtube, a íntegra da conversa em que o presidente respondeu a questões sobre o papel dos militares no país, a tentativa de golpe de 8 de janeiro, taxa de juros e relação com o Banco Central, a privatização da Eletrobrás e o papel do governo no fomento à imprensa independente.

Veja coletiva na íntegra:

Informações Opera Mundi


Grupo de Rodrigo Pacheco ficou com todos os cargos de direção da Casa e obtém total poder

Davi Alcolumbre Foto: EFE/Joédson Alves

O União Brasil ficou com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e provavelmente indicará Davi Alcolumbre (União-AP) para permanecer à frente da comissão por mais um ano.

Na formação das comissões temáticas da Casa, o partido recebeu a CCJ em revezamento com as demais siglas que fazem parte do bloco, como MDB, Podemos, PDT, PSDB e Rede.

As indicações para estas comissões temáticas devem ser finalizadas até o fim desta semana.

GRUPO DE PACHECO FICA COM TODOS OS CARGOS DE COMANDO NO SENADO
O grupo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ficou com todos os cargos de direção da Casa, em eleição realizada na última quinta-feira (2), e isolou o bloco do senador Rogério Marinho (PL-RN), derrotado na disputa para a Presidência do Senado. O resultado reforça o domínio da cúpula atual e a articulação do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), padrinho do presidente do Senado e principal cabo eleitoral da eleição.

Alcolumbre é criticado por adversários e colegas do próprio partido por concentrar poderes e até criar um “governo paralelo” em seu gabinete, dizendo quem fica com cargos, quem assume as comissões e quem leva as verbas do governo federal.

Informações Pleno News


Inicialmente, conteúdo editado foi divulgado à TV Globo. A íntegra não foi disponibilizada

As imagens internas foram divulgadas pela TV Globo em 15 de janeiro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu impor sigilo sobre a íntegra das imagens das manifestações registradas pelo sistema de câmeras do Palácio do Planalto. A Presidência alegou riscos para a segurança das instalações do prédio para negar o conteúdo na íntegra, sem cortes.

O conteúdo foi solicitado pelo jornal Folha de S.Paulovia Lei de Acesso à Informação. Ao negar acesso às imagens, o Gabinete de Segurança Institucional(GSI), comandado pelo general Gonçalves Dias, afirmou não ser “razoável” divulgar informações que exponham métodos, equipamentos, procedimentos operacionais e recursos humanos da segurança presidencial.

“Dessa forma, o presente pedido de informação não pode ser atendido, haja vista que as imagens do sistema de videomonitoramento do Palácio do Planalto são de acesso restrito, considerando que sua divulgação indiscriminada traz prejuízos e vulnerabilidades para a atividade de segurança das instalações presidenciais”, justificou o GSI.

O gabinete ainda acrescentou que as imagens solicitadas já estão sendo utilizadas no âmbito de processo investigatório para a elucidação dos eventos do dia 8 de janeiro. Cópias dos vídeos foram encaminhadas para o Exército e para a Polícia Federal, que apuram o episódio.

Inicialmente, os trechos das imagens das manifestações editados foram divulgados em 15 de janeiro apenas pelo programa Fantástico, da TV Globo. Na sequência, todos os veículos de imprensa que requisitaram oficialmente os vídeos e tiveram acesso ao mesmo conteúdo.

Informações Revista Oeste


Bolsonaro diz que pretende voltar ao Brasil “nas próximas semanas” 

Ex-presidente deu a declaração em entrevista ao ativista de direita americana Charlie Kirk

Jair Bolsonaro (PL; foto) afirmou que pretende voltar ao Brasil “nas próximas semanas” e que continuará na política como oposição ao governo Lula.

O ex-presidente deu a declaração em entrevista na sexta-feira (3) ao podcast The Charlie Kirk Show, apresentado pelo Charlie Kirk.

“A minha intenção de vir para cá é ficar afastado do início do governo que assumiu agora. Eu sabia que seria bastante conturbado e eu não queria ser acusado de colaborar com uma forma desastrada de começar aquele governo”, afirmou Bolsonaro.

Sobre permanecer na política, ele disse que “tem que continuar” por causa da “ausência de lideranças de direita no Brasil”.

“Vejo[-me] na obrigação de coordenar essas novas lideranças que têm surgido para que o Brasil não mergulhe de vez no socialismo ou no comunismo”, acrescentou.

O Antagonista


Petista afirmou que o BNDES nunca deu dinheiro para países “amigos” de seus governos

Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/ André Coelho

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou, nesta segunda-feira (6), que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nunca deu dinheiro para países amigos de seus governos, e sim financiou operações de empresas brasileiras nesses países. Ele ainda culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por Cuba e Venezuela não pagarem suas dívidas com o país.

Lula fez as afirmações durante a posse do novo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

– E vamos ser francos, os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente Bolsonaro decidiu cortar relações internacionais – afirmou.

E reiterou:

– O fato é que essas operações deram lucro, além de gerar emprego no Brasil. Os países que não pagaram foi porque o governo anterior cortou relações e parou de cobrar para ficar nos acusando. No nosso governo eu tenho certeza que pagarão, porque são países amigos do Brasil – disse.

Segundo Lula, a versão de que o Banco financiou e perdeu dinheiro no passado com países afinados ideologicamente com o PT é mais uma das “mentiras” contadas sobre a instituição nos últimos anos. Na lista, ele acrescentou a propalada “caixa-preta” das operações e o privilégio a grandes empresas, as chamadas “campeãs nacionais”.

– Esse banco (BNDES) foi vítima de difamação no último processo eleitoral. Vivemos em um momento em que as narrativas valem mais do que as verdades. O BNDES nunca deu dinheiro para país amigo do governo – declarou.

E completou:

– O BNDES financiou serviços de engenharia de empresas brasileiras em nada menos do que 15 países da América Latina e do Caribe.

*Com informações da AE


Marcos do Val diz que plano de Silveira era ‘esdrúxulo’ e nega que tenha gravado Moraes: ‘Jamais faria isso’
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Em entrevista exclusiva ao ‘Linha de Frente’, da Jovem Pan News, senador deu detalhes da reunião com ex-deputado e o ex-presidente Jair Bolsonaro ocorrida em dezembro em que foi discutida a possibilidade de grampear o ministro do STF

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) disse não ter formalizado uma denúncia contra o ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) por considerar “esdrúxula” a proposta apresentada para para contestar o resultado das eleições de 2022. Em entrevista exclusiva ao programa Linha de Frente, da Jovem Pan News, o senador negou que tenha gravado o encontro intermediado por Silveira e com participação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em dezembro do ano passado, e disse que “jamais” gravaria qualquer conversa com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “[Você estava sendo ameaçado?] De forma alguma. Estava sendo bombardeado. Estava sendo bombardeado, atingindo a minha família e tive esse burnout. Jamais gravaria alguém”, afirmou Do Val. Para ele, ficou claro que Moraes também avaliou o plano como “absurdo” e, por isso, não formalizou a denúncia. “Ele achou absurdo. Como alguém pode pensar em um negócio desse? Ele não pediu nada, nem que gravasse Daniel, nem Bolsonaro”, completou.

No entanto, Marcos do Val reconheceu que durante a primeira live com as denúncias contra Silveira e Bolsonaro, ele vivia um episódio semelhante à síndrome de burnout, que é caracterizada como um distúrbio de exaustão extrema, e suas declarações foram uma “explosão emocional”. ” Foi tudo um desabafo. A pressão dos ataques me abalaram, a pressão de traidor, traidor. Achei que deveria deixar as coisas claras, não ter nada meio contado”, declarou, reconhecendo, no entanto, que foi “infeliz” na live. “Quando eu gravei e disse que ia renunciar estava quase decidido a renunciar, não estou aguentando. Sabia que era um assunto que ia dar uma certa polêmica. Fui infeliz, podia ter falado como agora, deveria ter sido algo natural”, acrescentou.

À Jovem Pan, Do Val também negou que tinha como objetivo atingir o ex-presidente Jair Bolsonaro ou o ministro Alexandre de Moraes com as denúncias. Ele reafirmou que estava sendo “muito pressionado” por seus eleições para votar no senador Rogério Marinho (PL) para a presidência do Senado Federal e que foi chamado de traíra por abraçar e parabenizar Rodrigo Pacheco (PSD) pela reeleição, o que teria sido o estopim e leva às denúncias. “Meu pai de 82 anos começou a me ligar desesperado, minha mãe. Chegou aos meus familiares. Quando a minha filha me liga, a minha filha é o meu sonho e nunca passou por situações de ver o pai sendo atacado, ela ficou abalada, chorosa. Ali foi como se fosse um tiro de sniper na cabeça”, conclui.

Marcos do Val é agora investigado por falso testemunho. Em despacho assinado na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o senador deu ao menos quatro versões sobre os fatos divulgados, com visões antagônicas, o que justifica a investigação. “Ouvido sobre os fatos, o senador Marcos do Val apresentou, à Polícia Federal, uma quarta versão dos fatos por ele divulgados, todas entre si antagônicas, de modo que se verifica a pertinência e necessidade de diligências para o seu completo esclarecimento, bem como para a apuração dos crimes de falso testemunho (art. 342 do Código Penal), denunciação caluniosa (art. 339 do Código Penal) e coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal)”, diz o documento.

Informações TBN


Foto: Reprodução

O ex-presidente da Câmara Municipal e vice-presidente da Mesa Diretiva da Casa, vereador Fernando Torres, defende o afastamento da atual presidente do legislativo feirense, vereadora Eremita Mota.

Em contato com o Protagonista nesta segunda-feira (6), Fernando Torres afirmou que, “diante de tantos desmandos da atual presidente, em tão pouco tempo de mandato – cerca de 2 meses – é necessária uma intervenção urgente”.

O vereador afirmou ao Protagonista que vai solicitar, primeiro na Câmara, a formação de uma comissão para discutir a possibilidade de afastamento da presidente. “Temos dois caminhos: dentro da Câmara, ou acionar o Ministério Público. Não quero adiantar as justificativas, mas garanto que são muitas. Principalmente em relação ao Regimento Interno, desrespeitado por ela o tempo todo”, salienta Fernando.

“É caso de interdição, já. Mas é bom informar que existe todo um rito a ser seguido dentro da Câmara. Precisa de 14 assinaturas de vereadores para abrir um processo de afastamento. Nesse momento já temos 13 votos. A Câmara é soberana para afastar a presidente”, destaca Fernando.

*O Protagonista FSA


Colunista afirmou que o ministro do STF usou expressão racista

É a segunda vez que Moraes é criticado pelo <i>New York Times</i> | Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

Depois de chamar de “Operação Tabajara” uma suposta tentativa de grampo em seu gabinete, denunciada pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto realizada pela mídia tradicional.

Em um artigo publicado no portal UOL, na sexta-feira 3, a colunista Truduá Dorrico afirmou que o juiz do STF “ofendeu povos ancestrais”.

“As expressões ‘Operação Tabajara’ e ‘Tentativas Tabajara’ empregadas para caracterizar o suposto plano antidemocrático arquitetado por Daniel Silveira e Jair Bolsonaro são racistas, porque associam o nome do povo tabajara, sociedade anterior à colonização europeia, à ideia pejorativa de falsa, ridícula e menor”, escreveu Truduá, ao pregar “respeito” aos povos indígenas.

Adiante, a colunista tenta explicar as raízes do que classificou como “racismo recreativo anti-indígenas”. “Na cultura televisiva, o programa Casseta e Planeta,transmitido na Rede Globo, entre 1992 e 2010, de autoria de Beto Silva, Claudio Manoel, Helio de la Peña, Hubert Aranha, Marcelo Madureira, e ,ainda, Bussunda, Reinaldo Figueiredo e Maria Paula, forjou no imaginário a associação racista ao tratar os temas políticos e cotidianos como sendo ‘tabajara’, no sentido de ‘falso’ e ‘ridículo’”, observou Truduá.

Por fim, Truduá convida Moraes a uma “aproximação real dos povos indígenas, do povo tabajara e demais nações existentes no Brasil, que têm participado de sucessivas operações pela democracia, como a luta contra o marco temporal”.

Informações Revista Oeste


De sentença de prisão a cobranças por dívidas e IPTU atrasado, são 22 processos ativos contra os chefes das pastas

Foto: Marcelo Camargo

Em 2018, o ex-secretário de Saúde do Maranhão Ricardo Murad moveu uma ação contra Flávio Dino, então governador do Maranhão, e três secretários estaduais, por dano ao erário público e violação à Lei de Licitações (Lei 14.133 de 2021). Murad alegou que os recursos de um contrato da Secretaria de Saúde, que seriam destinados a obras do Hospital de Alta Complexidade Doutor Carlos Macieira, foram realocados para a construção de outra unidade, o Hospital do Servidor, no mesmo local. Disse ainda que houve alteração do projeto inicialmente licitado e que isso seria irregular.

O deputado estadual Júlio Arcoverde (PP) abriu uma ação, em 2021, contra o então governador do Piauí, Wellingon Dias (atual ministro do Desenvolvimento Social), acusando-o de praticar nepotismo. O parlamentar afirmou que o então secretário da Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles (eleito governador do Piauí em 2022), indicou o sogro, Francisco da Costa Araújo Filho, para ser coordenador geral regional do programa Pro-Piauí, na região de Picos. Wellington Dias é citado no processo por ser o governador na época. A ação judicial ainda não foi finalizada e está em grau de recurso, mas Dias e Fonteles já obtiveram uma sentença favorável em primeira instância.

Informações Revista Oeste

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