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Relação conta com parlamentares filiados a partidos como Republicanos, PSDB, Podemos e Patriota

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/André Borges 

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decidiu aumentar a lista de deputados e senadores convidados para integrar a comitiva de sua viagem à China. Antes da agenda ser adiada, a relação contava com 27 parlamentares. No momento atual, o número subiu para 39 convocados.

O embarque de Lula com seus congressistas está previsto para a manhã da próxima terça-feira (11). A reunião entre o petista e o presidente chinês, Xi Jinping, acontecerá na sexta (14), em Pequim, capital do país asiático.

CONFIRA A LISTA DE CONVIDADOS: 

SENADORES 
– Rodrigo Pacheco – (PSD-MG);

– Renan Calheiros – (MDB-AL);

– Vanderlan Cardoso – (PSD-GO);

– Eliziane Gama – (PSD-MA);

– Jaques Wagner – (PT-BA);

– Randolfe Rodrigues – (REDE-AP);

– Augusta Brito – (PT-CE);

– Jussara Lima – (PSD-PI).

DEPUTADOS 
– Arthur Lira – (PP-AL);

– Fausto Pinato – (PP-SP);

– Carlos Zarattini – (PT-SP);

– Vander Loubet – (PT-MS);

– Luiz Fernando Faria – (PSD-MG);

– Gutemberg Reis – (MDB-RJ);

– Zeca Dirceu – (PT-PR);

– Daniel Almeida – (PCdoB-BA);

– Eduardo da Fonte – (PP-PE);

– Júlio César – (PSD-PI);

– Paulo Alexandre Barbosa – (PSDB-SP);

– Isnaldo Bulhões Jr. – (MDB-AL);

– José Guimarães – (PT-CE);

– Alex Manente – (Cidadania-SP);

– André Figueiredo – (PDT-CE);

– Fábio Macedo – (Podemos-MA);

– Fred Costa – (Patriota-MG);

– Jandira Feghali – (PCdoB-RJ);

– Luís Tibé – (Avante-MG);

– Túlio Gadêlha – (Rede-PE);

– Lula da Fonte – (PP-PE);

– Iza Arruda – (MDB-PE);

– Cleber Verde – (Republicanos-MA);

– Antonio José Albuquerque – (PP-CE);

– Pedro Campos – (PSB-PE);

– Tabata Amaral – (PSB-SP);

– Renildo Calheiros – (PCdoB-PE);

– André Janones – (Avante/MG);

– Heitor Schuch – (PSB-RS);

– Neto Carletto – (PP-BA);

– Maria Arraes – (Solidariedade-PE).

Informações Pleno News


O presidente do PL na Bahia, João Roma, comentou que o governo Jerônimo Rodrigues (PT), após três meses de gestão ainda não mostrou a que veio. “Sinceramente, não vi nada. Espero que o governador volte da China com novos ares e com notícias boas para o povo baiano, pois o que temos é somente aumento de violência e de impostos”, disse Roma, na noite desta terça-feira (4), em entrevista à Rádio Ilha FM, de Paulo Afonso.

O dirigente partidário reiterou que, ainda no final da gestão do ex-governador Rui Costa (PT), houve aumento de impostos. “Foi mais 1% de ICMS para a Bahia ficar menos competitiva e gerar menos empregos”, lamentou Roma, ao explicar que esse aumento de impostos prejudica principalmente quem mais precisa, pois ele se reflete em toda a cadeia produtiva.

O ex-ministro da Cidadania criticou ainda o aumento de invasões de terras produtivas na Bahia, já com o advento do novo governo Lula, o que tem gerado insegurança jurídica, aumentado a violência no campo e também afastado investimentos. “O PT investe na agenda ideológica, no conflito. Somos a favor da reforma agrária, mas contra a invasão de terras produtivas”, disse Roma, ao também recordar que, na Bahia, o Incra possui mais terras para fins de reforma agrária que famílias para serem beneficiadas.

“O caminho que resolve essa situação de conflito é buscar solução administrativa. Não cabe ao agente político, como vemos agora no governo Lula, instigar o revanchismo”, comentou Roma. Ao ser questionado sobre as alterações no Auxílio Brasil, que voltou a ser chamado de Bolsa Família, o presidente do PL na Bahia comparou: “O PT quer deixar o cidadão dependente do estado, e nós queremos emancipar esse cidadão”.

Criador do Auxílio Brasil durante o governo Bolsonaro, Roma lembrou que foram adicionadas cláusulas que incentivavam os beneficiários a buscar trabalho. “O cidadão que conseguisse um emprego de carteira assinada, não perdia o benefício; pelo contrário, recebia mais R$ 200. Esses cláusulas de incentivo à emancipação foram tiradas pelo PT e agora eles anunciam como novidade o pagamento de R$ 600, o que já era feito pelo governo Bolsonaro”, disse Roma à Rádio Ilha, de Paulo Afonso.


O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) está de volta às articulações políticas e deve ter encontros para debater a condução política do União Brasil na Bahia. Informações obtidas pelo Bahia Notícias apontaram que deputados federais e estaduais devem realizar encontros com Neto e que as reuniões devem ser convocadas em breve. 

A ideia de Neto é realizar reuniões com as bancadas de federais e de estaduais, de forma separada, para debater ações políticas do grupo. Os encontros têm sido planejados por Neto para o mês de abril e seria uma forma de “ficar a par” dos temas das bancadas e dialogar com os correligionários com mandato. 

Recentemente, o ex-prefeito de Salvador retomou os diálogos políticos (veja mais aqui). Aliados próximos de Neto indicaram ao Bahia Notícias que, além do atendimento dos políticos no escritório em Salvador, que começou em março, o grupo ainda estuda o atendimento de aliados do interior da Bahia, retomando as viagens. 

O ex-prefeito tem ficado mais “ausente” desde a derrota na disputa com Jerônimo Rodrigues (PT), no segundo turno. Um dos principais movimentos de Neto apontado por correligionários seria o de assumir a presidência da Fundação Índigo, instituição ligada ao União Brasil.

Informações Bahia Notícias


O presidente do PSOL, Juliano Medeiros; o presidente do Chile, Gabriel Boric; e o presidente da Colômbia, Gustvo Petró: esquerda sul-americana se reúne no fim de semana para formar rede - Reprodução
O presidente do PSOL, Juliano Medeiros; o presidente do Chile, Gabriel Boric; e o presidente da Colômbia, Gustvo Petró: esquerda sul-americana se reúne no fim de semana para formar rede Imagem: Reprodução

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) e outros partidos de esquerda sul-americanos vão fundar a Rede Futuro no próximo fim de semana. A ideia é que o grupo seja um novo fórum de discussões para os progressistas.

O que vai acontecer

Batizado de “Construir Futuro”, o encontro que dará origem à Rede Futuro acontecerá de sexta (7) a domingo (9), em Santiago, no Chile. A diretoria do grupo e as diretrizes gerais de funcionamento serão definidas no evento.

O Brasil terá quatro participantes. Além de Juliano Medeiros, presidente do PSOL, os deputados federais Ana Pimentel (PT-MG), Célia Xakriabá (PSOL-MG) e Guilherme Boulos (PSOL-SP) representarão o país no evento.

Crise climática, feminismo e direitos humanos serão alguns dos temas prioritários da nova rede. Assuntos como crise migratória, economia popular e integração regional também devem estar na pauta.

Na prática, a rede será contraponto ao Foro de São Paulo. Fundado em 1990, o foro é uma organização que reúne 123 partidos de esquerda de 27 países da América Latina e Caribe —incluindo governos autoritários, como o da Nicarágua. Isso motivou as lideranças a criarem a nova rede.

A Venezuela ficou de fora. Governada há 11 anos por Nicolás Maduro e afastada de vários fóruns regionais, ainda não há consenso interno sobre como tratar a situação no país.

Em princípio, a rede ficará restrita à América do Sul. A aliança é fruto de dois anos de diálogo entre várias lideranças regionais.

Os partidos Convergência Social (de Gabriel Boric, atual presidente do Chile), Colombia Humana (de Gustavo Petró, atual presidente da Colômbia) e Frente de Todos (da Argentina) são alguns dos grupos que estiveram envolvidos nas tratativas.

O que dizem os envolvidos

Cada espaço tem sua história e sua razão de ser. Organizações como o Foro de São Paulo e o Grupo de Puebla foram importantes para que a esquerda elaborasse na década de 1990 estratégias eleitorais vitoriosas no Brasil, Argentina e outros países. A proposta da rede é trazer novas ideias e, se os outros as acolherem, será ótimo.”
Juliano Medeiros, presidente do PSOLnone

Devemos avançar com responsabilidade nas mudanças estruturais sem deixar ninguém para trás. Crescer economicamente, converter o que para muitos são bens de consumo em direitos sociais, independentemente do tamanho da carteira, e garantir uma vida tranquila e segura”
Gabriel Boric, presidente do Chile, no discurso de posse, em 2021. O ministro de Desenvolvimento Social de Boric participará do evento de fundação da rede none

Quando foi preciso fugir o quanto antes do carvão e do petróleo, inventaram uma guerra e outra e outra. Eles invadiram a Ucrânia, mas também o Iraque, a Líbia e a Síria. Eles invadiram em nome do petróleo e do gás”
Gustavo Petro, presidente da Colômbia, na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2022. O partido dele esteve envolvido nas tratativas sobre a rede.

Informações UOL


Lula põe fim à honraria Princesa Isabel por ela ser ‘mulher branca’

Foto: Domínio Público 

Ordem do Mérito Princesa Isabel tinha sido instituída pelo governo Bolsonaro no fim do ano passado

O ministro dos Direitos Humanos de Lula, Silvio Almeida, revogou a “Ordem de Mérito Princesa Isabel”, na segunda-feira 3. A honraria foi criada durante o governo Bolsonaro, em dezembro do ano passado. Isabel assinou a Lei Áurea.

Recentemente, o movimento negro interpelou o protagonismo da monarca na libertação de escravos. Segundo os militantes de esquerda, a lei não promoveu inclusão socioeconômica de negros e indígenas. Eles supostamente não tinham direito a terra nem documentos, e trabalhavam sem remuneração adequada.

No lugar, Almeida estabeleceu o Prêmio Luiz Gama, que será entregue às pessoas — físicas e jurídicas — cujos trabalhos ou ações “mereçam destaque, especial nas áreas de promoção e de defesa dos direitos humanos no país”. A honraria será entregue bienalmente, em anos pares, segundo o decreto publicado no Diário Oficial da União. A própria pasta do governo Lula concederá o prêmio, que substituiu a Ordem da Princesa Isabel.

Em 2018, Gama foi considerado Patrono da Abolição da Escravidão pelo ex-presidente Michel Temer. Além de abolicionista, Luiz Gama trabalhou como jornalista e escritor. Ele morreu em 24 de agosto de 1882.

Informações TBN


Lula tenta dar canetada para mexer no Ensino Médio e no Enem, mas quebra a cara e esbarra no Congresso; ENTENDA

Foto: Agência Senado

O Ministério da Educação (MEC) deve suspender uma portaria que dava prazos para alterações no ensino médio do País. Com isso, fica adiada a adaptação do Enem. O motivo: o presidente Lula (PT) descobriu que uma canetada não seria o suficiente. O Congresso precisaria apreciar e opinar sobre uma eventual mudança, assim como foi para aplicar o Novo Ensino Médio.

Ou seja, as escolas públicas e privadas vão continuar a oferecer o currículo flexível, com os chamados itinerários formativos (percursos de estudo) escolhidos pelos alunos, uma das principais tônicas da reforma. Além dessa mudança na grade de disciplinas, era prevista uma adaptação do Enem 2024 a esse novo ensino médio.

Em entrevista recente ao Diário do Nordeste, do sistema Verdes Mares, o ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta segunda-feira (3), que vai suspender as mudanças no Enem.

“Não é só simplesmente chegar e revogar. É preciso discutir. É isso que precisamos fazer. Espero que nesses 90 dias da portaria, a gente possa ter uma decisão e deveremos suspender qualquer mudança no Enem em relação a 2024 por conta dessa questão do novo ensino médio”, disse.

Há duas semanas, Lula disse nas redes sociais que o ensino médio não ia “ficar do jeito que está”. Um novo texto para substituir o da portaria, que era de julho de 2021, estaria sendo elaborado nesta semana pelo MEC.

Informações TBN


Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE - Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE. Foto: Antônio Augusto/TSE
Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE Imagem: Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE. Foto: Antônio Augusto/TSE

Mesmo com a aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski, anunciada para o próximo dia 11, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mantém a tendência de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro em processos sobre supostas ilegalidades cometidas nas eleições do ano passado.

No tribunal, o voto de Lewandowski é contabilizado como favorável à condenação de Bolsonaro, o que facilitaria a formação de maioria contra o ex-presidente. Embora a tramitação das 16 ações contra Bolsonaro seja célere, não haverá tempo suficiente para iniciar o julgamento antes do dia 11.

Kássio Nunes Marques, que tem tomado decisões no STF (Supremo Tribunal Federal) favoráveis a Bolsonaro, deverá assumir o lugar de Lewandowski. Ainda assim, há chance de ser mantida a maioria pela condenação.

Nos bastidores, a expectativa é que Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Benedito Gonçalves votem contra Bolsonaro. Nunes Marques e Raul Araújo estariam no time oposto. A dúvida paira sobre os outros dois integrantes do TSE, Sérgio Banhos e Carlos Horbach, representantes da advocacia.

Em maio, o segundo mandato de Banhos se encerra no tribunal, abrindo o caminho para Luiz Inácio Lula da Silva indicar um novo ministro para a corte. Pela tradição, ao fim do segundo mandato, o representante da advocacia dá lugar a um dos ministros substitutos da mesma origem – atualmente, Maria Claudia Bucchianeri e André Ramos Tavares.

Também em maio, termina o primeiro mandato de Horbach no TSE. A tradição recomenda que ele seja reconduzido ao cargo.

Nos dois casos, Lula pode romper com a tradição e nomear outros representantes da advocacia, ignorando os ministros substitutos. Segundo fontes do TSE e do STF, o presidente tem interesse em colocar na corte eleitoral um ministro com perfil mais próximo do governo.

As duas vagas da advocacia são preenchidas da seguinte forma: os ministros do TSE mandam para o STF uma lista com nomes de advogados que consideram capacitados para assumir a vaga. O Supremo reduz a lista a três nomes e encaminha para o presidente da República, que escolhe uma das opções.

Ou seja, antes de chegar às mãos de Lula, a lista de advogados precisa ser elaborada, no TSE e no STF, com candidatos de perfis considerados interessantes para o presidente. Até maio, portanto, o diálogo entre representantes de Lula e ministros das cortes deve ser intensificado.

Informações UOL


Coordenador nacional do MST faz ‘turnê’ pela Europa
Foto: Reprodução

 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, está fazendo uma ‘turnê’ pela Europa para falar sobre temas do movimento. A jornada se encerrará na próxima sexta-feira (07).

João Paulo Rodrigues já passou por Inglaterra, Espanha, França e Suíça. Ele chegou em Berlim, capital da Alemanha, no domingo (02).

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o coordenador do MST tem se reunido com lideranças políticas de esquerda na Europa e discutido temas como: “cooperação internacional, propostas para um novo modelo agrícola baseado na reforma agrária, agroindustrialização e mudanças climáticas”.

Gazeta Brasil 


Para enrolar CPMI do 8 de janeiro, Pacheco marca outra viagem em abril

Foto: Wallace Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo 

presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), está com a agenda cheia em abril. O número de compromissos pode, inclusive, atrapalhar a realização da primeira sessão do Congresso Nacional — em que será lida a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro. Em 20 de abril, o senador mineiro vai palestrar em um evento do Lide, grupo de empresários fundado pelo ex-governador João Dória.

A “Lide Conference Brazil” vai acontecer em Londres, na Inglaterra. Assim como os outros convidados, Pacheco deve falar sobre o seguinte tema: as oportunidades do Brasil no Reino Unido e União Europeia. Inicialmente, leitura da CPMI aconteceria entre 11 e 14 de abril.

Mas, o senador mineiro está na comitiva que vai à China em 11 de abril com o presidente Lula. O que deixou a leitura da CPMI para a segunda quinzena do mês. Com a viagem à Inglaterra, no entanto, não é possível saber quando Pacheco vai instaurar o requerimento.

Não é de hoje que o presidente da Casa tenta adiar a instalação da comissão. A primeira data sugerida por Pacheco só foi divulgada quase um mês após o requerimento da CPMI ser protocolado. Enquanto Pacheco não instala a comissão, o governo do presidente Lula tenta minar a CPMI — por exemplo, represando a liberação de emendas parlamentares.

Os parlamentares da oposição, que apoiam a CPMI, pretendem entrar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra Pacheco, caso ele não instale a comissão na data prevista inicialmente: entre 11 e 14 de abril.

Revista Oeste 


Grave: Senador afirma que Lula já tinha minuta de intervenção pronta 3 dias antes de vandalismo no 8 de janeiro

Foto: Ricardo Stuckert

O senador Marcos do Val (PODEMOS) declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha conhecimento sobre os atos de 8 de janeiro e havia preparado o pedido de intervenção federal dois dias antes dos prédios públicos serem depredados por manifestantes. Durante participação no programa Tá Na Roda, da Jovem Pan News, neste domingo, 2,  o parlamentar cita um documento que teve acesso, guardado em um cofre no Senado Federal, que demonstra uma possível responsabilidade do governo federal nos atos de depredação no dia 8 de janeiro em Brasília. Do Val afirma que Lula sabia sobre os protestos desde 2 de janeiro.

“O relatório é tão detalhista que dá o número da placa dos ônibus, o nome de quem estava dentro dos ônibus, o nome das pessoas que já estavam sendo investigadas e que iriam entrar para destruir e quebrar, quem tinha dado treinamento, onde os ônibus pararam, quem foi para hotel e quem foi para o acampamento, quem se juntou ao núcleo que já estava planejamento a invasão. Em nenhum dia o relatório diz que a manifestação será pacífica. Pelo contrário, todos os dias informa que o grau de periculosidade”, exemplifica. O senador continua afirmando que na sexta-feira, 6 de janeiro, dois dias antes dos atos, Lula recebeu a minuta da intervenção federal.

Do Val ainda afirma definiu o trabalho do ministro da Justiça, Flávio Dino, na contenção dos atos como incompetente. Ele não foi o único a criticar a postura de Dino. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) protocolou um requerimento na Procuradoria Geral da República (PGR) contra o ministro por crime de responsabilidade e ato de improbidade administrativa no episódio de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas. No documento, o parlamentar alega que o ministro do governo Lula “deixou de apresentar providências para impedir os ataques, uma vez que foi informado com antecedência sobre o ato realizado por cidadãos insatisfeitos com o resultado das eleições”. “Os ofícios comprovam que o ministro mentiu e, por isso, peço que o Procurador Geral da República apresente denúncia ao Supremo Tribunal Federal”, diz o deputado no requerimento.

Jovem Pan

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