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Primeira-dama teria ido comprar gravata para o presidente Lula

Foto: Reprodução / TV Globo

A primeira-dama Janja Lula da Silva foi vista nesta sexta-feira (2) entrando em uma loja de alto luxo em Lisboa, Portugal, para onde viajou junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para uma série de agendas.

Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, do jornal “Folha de S. Paulo”, Janja escolheu a butique Zegna, uma grife masculina em uma das regiões mais caras da capital portuguesa.

A assessoria da primeira-dama disse que houve um imprevisto e ela precisou ir comprar uma gravata para o presidente Lula (PT). Segundo a assessoria,  a loja era a mais próxima. A equipe dela não informou qual teria sido o imprevisto.

Críticas

A ida a uma loja de luxo após a polêmica em relação ao comércio eletrônico de grifes asiáticas fez com que opositores criticassem Janja nas redes sociais. A deputada Carla Zambelli (PL-SP) chamou a primeira-dama de “vergonha nacional” ou “internacional”.

“Não foi só o selo que Janja perdeu! Perdeu também a noção e o respeito total pelo dinheiro suado do povo brasileiro, se é que um dia já teve”.

O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) também criticou Janja. “Enquanto Haddad quer criar imposto para o mais pobre, Janja faz compras em lojas de luxo na Europa. E ainda tem quem diga que Lula é o pai dos pobres”, escreveu ele no Twitter.

https://twitter.com/Metropoles/status/1649451659515363336?s=20

Informações Bahia.ba


General Gonçalves Dias foi visto em gravação no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro - Reprodução/CNN Brasil
General Gonçalves Dias foi visto em gravação no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro Imagem: Reprodução/CNN Brasil

O ministro Alexandre de Moraes levantou o sigilo das imagens da invasão ao Palácio do Planalto, em 8 de janeiro, em poder do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Segundo Moraes, as filmagens devem ser entregues ao STF em até 48 horas.

O que aconteceu?

Moraes tomou três decisões: além de cobrar as imagens, ordenou que o GSI entregue uma cópia da sindicância aberta pelo órgão para apurar o caso, e que a Polícia Federal interrogue todos os agentes do GSI que estavam no Planalto no dia do ato.

O ministro já havia cobrado, ontem, que o GSI identificasse os agentes que aparecem nas imagens divulgadas nesta semana, pela CNN. Em resposta, o órgão havia afirmado que apura o caso em uma sindicância, prevista para durar até 31 de maio.

O chefe interino do GSI, Ricardo Capelli, afirmou que a pasta estava “acelerando” a identificação desses agentes, mas Moraes considerou a medida insuficiente.

O GSI vinha negando a liberação das imagens com base na Lei de Acesso à Informação. Moraes afirmou, no entanto, que a justificativa do órgão não se aplica às imagens da invasão à Praça dos Três Poderes. 

A presente hipótese não caracteriza qualquer excepcionalidade às necessárias publicidade e transparência, não sendo possível, com base na Lei de Acesso à Informação, a manutenção da vedação de divulgação de todas – ABSOLUTAMENTE TODAS – as imagens verificadas na ocasião do nefasto e criminoso atentado à Democracia e ao Estado de Direito, ocorrido em 08/01/2023″.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF

Ex-ministro negou responsabilidade

O general Gonçalves Dias, ex-chefe do GSI, depôs hoje à PF sobre sua participação no episódio. Dias saiu do cargo nessa semana após a revelação de que ele esteve no Planalto no dia da invasão. Foi a primeira queda no ministério de Lula.

À PF, Dias negou ter responsabilidade sobre os atos golpistas e afirmou que não se omitiu no episódio, segundo a CNN Brasil.

Em entrevistas após a revelação das imagens, Dias afirmou que tentava tirar manifestantesdo terceiro e do quarto andar do Planalto. Segundo ele, o objetivo seria levar essas pessoas ao segundo andar, para que elas fossem presas.

Informações UOL


Para o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), criação do colegiado será um ‘tiro no pé’ dos bolsonaristas. Ex-integrantes da CPI da Covid que são aliados de Lula podem compor comissão.

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo no Congresso — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo no Congresso — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil 

O vice-líder do governo no Congresso, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou nesta quinta-feira (20) que, se a CPI mista sobre os atos golpistas de 8 de janeiro for criada, os aliados de Lula vão tentar ter a maioria dentro do colegiado e indicar o relator da comissão. 

Antes contrários à criação de uma CPI para investigar os ataques golpistas às sedes dos Três Poderes em Brasília, governistas agora dizem ser favoráveis à instalação do colegiado. 

A mudança de postura ocorreu depois que aliados do governo perceberam que não conseguiriam evitar a instalação da CPI mista, proposta por parlamentares de oposição a Lula. Sobretudo, após a divulgação de imagens da invasão ao Palácio do Planalto que resultou na demissão do general Gonçalves Dias do cargo de ministro do Gabinete de Segurança Institucional. 

Em entrevista nesta quinta-feira, Lindbergh disse acreditar que a criação da CPI mista será “um tiro no pé” dos bolsonaristas. 

“Há uma maioria do governo. A presidência vai ser do bloco governista. Relator também. Essa história de que autor do pedido vira presidente ou relator isso não existe. Isso é quando há acordo”, afirmou o deputado. 

“Estou convencido de que essa CPI vai ser um tiro no pé dos bolsonaristas. Uma coisa eles não vão conseguir mudar com falsas narrativas. Nessa CPI, vamos atrás dos financiadores [dos atos golpistas]. Primeiro nome que queremos chamar é Anderson Torres [ex-ministro da Justiça da gestão Bolsonaro]”, completou o petista. 

Lindbergh disse também que o governo “não aceitará” que o autor do pedido de CPI, o deputado bolsonarista André Fernandes (PL-CE), que é investigado por suposta participação nos atos golpistas, seja o relator ou o presidente da CPI mista. 

“Esse André Fernandes… Estamos estudando medidas para ele não participar da CPI. Ele é investigado pelo STF”, afirmou o parlamentar. 

Sobre nomes que podem ser indicados para compor a CPI mista pelo lado do governo, Lindbergh citou os senadores Renan Calheiros(MDB-AL), Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Humberto Costa (PT-PE). 

Todos esses senadores integraram a CPI da Covid do Senado, que apontou a suposta prática de crimes do ex-presidente Jair Bolsonaro e ministros do governo passado. 

O presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já prometeu que irá ler o requerimento de instalação da CPMI na sessão do Congresso da próxima quarta-feira (26), se houver apoio suficiente – são necessárias 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado. 

Até agora, segundo o líder da Oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ), há 194 assinaturas de deputados e 37 de senadores.

Informações G1


Parlamentares acionam a PGR para pedir a prisão de Gonçalves Dias

foto : reprodução 

O ex-ministro-chefe do GSI pediu demissão após um vídeo mostrá-lo no Palácio do Planalto durante a invasão dos atos de 8 de janeiro

Mais de 30 parlamentares da oposição apresentaram à PGR um pedido de investigação contra o ex-ministro-chefe do GSI Gonçalves Dias.

O general da reserva pediu demissão do Gabinete de Segurança Institucional após imagens das câmeras de segurança mostrá-lo no Palácio do Planalto durante a invasão dos atos de 8 de janeiro.

No pedido, os parlamentares requerem a apreensão do passaporte e a prisão preventiva do ex-ministro.

Assinam o requerimento:

Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)
Deputada federal Carla Zambelli (PL-SP)
Deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
Deputado federal Coronel Meira (PL-PE)
Deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ)
Deputada federal Caroline de Toni (PL-SC)
Deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
Deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES)
Deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES)
Deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS)
Deputado federal Delegado Caveira (PL-PA)
Deputado federal Delegado Éder Mauro (PL-PA)
Deputado federal Zé Trovão (PL-SC)
Deputado federal Lucas Redecker (PSDB-RS)
Deputado federal Capitão Alden (PL-BA)
Deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Deputado federal Daniel Freitas (PL-SC)
Deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS)
Deputado federal Dr. Jaziel (PL-CE)
Deputado federal Bibo Nunes (PL-RS)
Deputado federal José Medeiros (PL-MT)
Deputado federal Mario Frias (PL-SP)
Deputado federal André Fernandes (PL-CE)
Deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO)
Deputado federal Junio Amaral (PL-MG)
Deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Deputado federal Delegado Palumbo (MDB-SP)
Deputado estadual Leandro de Jesus (PL-BA)
Deputado federal Delegado Fábio Costa (PP-AL)
Deputada federal Bia Kicis (PL-DF)
Deputado federal Sargento Fahur (PSD-PR)
Deputado federal Maurício Marcon (Podemos-RS)
Deputada federal Daniela Reinehr (PL-SC)
Senador Magno Malta (PL-ES)
Senador Cleitinho (Republicanos-MG)

Informações TBN


Imagens mostraram movimentação do agora ex-ministro-chefe do Gabiente de Segurança Institucional durante invasão de golpistas em 8 de janeiro. ‘Ou mentiram para ele ou ele mentiu para a gente’, diz um ministro.

O general Gonçalves Dias havia dito a colegas, em janeiro, que a câmera que o gravou durante invasão ao Palácio do Planalto não estava funcionando. A divulgação das cenas levou à queda dele do posto de ministro-chefe da Casa Civil de Lula (PT). 

Após a tentativa de golpe de 8 de janeiro, foi determinado ao GSI que fossem reunidas as 160 horas de gravação para que a cúpula do governo pudesse assistir as imagens do Palácio do Planalto. Quando terminaram de assistir, o chefe de gabinete de Lula, Marcola, questionou onde estavam as imagens da câmera em frente à sala presidencial, que não constavam no resumo apresentado pelo GSI. 

Marcola e Rui Costa, ministro da Casa Civil, ouviram de Dias que aquela câmera não estava funcionando, não estava operacional- por isso, não teria filmado. 

“Ou mentiram para ele ou ele mentiu para gente”, resume um ministro ouvido pelo blog, que “tende” a achar que mentiram para o ex-ministro.

Foi a partir daí que General Dias ganhou uma sobrevida de 100 dias- e só foi exonerado ontem, após a revelação das imagens da câmera que ele havia dito à cúpula do Planalto que estava quebrada. 

Lula se mostrou indignado. A avaliação é de que as imagens foram, na verdade, escondidas dele, já que foi perguntado de maneira explícita a ele, Dias, a respeito dessas imagens em frente à sala do presidente. “E o argumento foi de que a câmera estava desativada”, conta um assessor presidencial.  

Apesar de gozar de confiança de Lula, ministros são uníssonos em dizer que a manutenção de Dias após o 8/1 foi um erro. E lembram um episódio de 2012, durante um motim de PMs na Bahia em que Dias, então responsável pelo comando de segurança da região, foi flagrado em vídeo confraternizado com os grevistas- o que enfureceu a então presidente Dilma Rousseff e expôs o então governador Jaques Wagner. 

Com a saída de Dias selada, começou-se a busca pelo sucessor. O nome de Capelli foi apresentado por Dino e defendido por Costa- que classificaram a permanência dele no GDF como exitosa. Mas Capelli vai apenas fazer uma transição- quando Lula voltar de viagem, a ideia é apresentar um novo modelo de GSI- de preferência, com um civil no comando. O ministro da Casa Civil vinha pressionando Dias a fazer uma maior renovação do GSI após o 8/1, mas pouca coisa foi modificada. 

Inclusive, ontem, partiu de Costa a iniciativa de dizer a Lula que, além de Dias, precisava sair o número 2 do general- que havia assessorado o ex-comandante do Exército Villas Boas. Ele foi o comandante que, às vésperas do julgamento de Lula no STF, em 2018, fez uma postagem nas redes sociais que foi interpretada como pressão sob ministros da corte.

Informações G1


Parlamentar faz parte da Frente Parlamentar da Agropecuária

Líder MST Lula
O presidente Lula junto com José Pedro Stédile, líder do MST | Foto: Foto: Reprodução/Flickr 

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) cobrou que o Palácio do Planalto explique por qual motivo José Pedro Stédile, líder do MST, fez parte da comitiva do presidente Lula que visitou a China. O parlamentar apresentou um Requerimento de Informação na quarta-feira 19.

“A participação do líder do MST em uma viagem oficial do presidente [Lula] pode prejudicar a reputação do Brasil no cenário internacional, uma vez que pode ser interpretada como uma demonstração de desrespeito à legalidade e aos direitos fundamentais”, disse Nogueira. “Isso pode gerar críticas e retaliações por parte de outros países, afetando negativamente a imagem do Brasil e suas relações diplomáticas.”

O líder do MST, João Pedro Stédile, durante uma aula na especialização | Foto: Reprodução/YouTube

Nogueira faz parte da diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária. A bancada representa o mais proeminente setor econômico do Brasil.

Líder do MST em viagem com Lula

Stédile integrou a comitiva presidencial que visitou a China entre 11 e 17 de abril. Líder do MST, ele confirmou que o movimento promoveria invasões no Brasil em abril e outros meses, fala realizada enquanto viajava pelo país asiático, junto com o grupo encabeçado por Lula.

Informações Revista Oeste


Daniela Carneiro acionou o Tribunal Superior Eleitoral para poder se desfiliar do partido e migrar para o Republicanos

Foto: Ministério do Turismo

O União Brasil está pressionando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a substituir a titular do Turismo, Daniela Carneiro (RJ), por outro nome da legenda após ela acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para poder se desfiliar do partido e migrar para o Republicanos.O partido tem três pastas na Esplanada dos Ministérios.

A crise interna no partido ocorre no momento em que o Palácio do Planalto precisa reunir apoio no Congresso para aprovar com celeridade o projeto do novo arcabouço fiscal enviado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

Principal interlocutor do Governo Federal com o União Brasil, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), ex-presidente do Senado, disse em conversa com jornalistas em Londres nesta quarta-feira, 19, que a sigla vai “conversar” novamente com o governo, e em seguida afirmou que “não é hora de CPI”.

“É o governo que deve tomar essa decisão e ele vai conversar novamente com o União Brasil”, disse Alcolumbre durante um coquetel na Embaixada do Brasil organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

Ao se posicionar contra a CPI dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro, Alcolumbre mostrou alinhamento com a estratégia governista no Congresso, mas sinalizou que a adesão do União Brasil está condicionada a uma repactuação dos espaços do partido no governo.

Informações Bahia.ba


GSI negou pedido de acesso aos vídeos via LAI e colocou sigilo de cinco anos, diz Ana Flor

GSI negou pedido de acesso aos vídeos via LAI e colocou sigilo de cinco anos, diz Ana Flor 

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) colocou sigilo de 5 anos sobre os vídeos dos ataques golpistas ao Palácio do Planalto em 8 de janeiro. 

Inicialmente, o GSI até divulgou alguns vídeos do circuito interno, como o que mostra a destruição de obras de arte. Mas, depois que chegaram pedidos para todo o material, via Lei de Acesso à Informação, o GSI declarou o sigilo. 

Só que vídeos divulgados nesta quarta-feira (19) pela CNN Brasil mostram a presença do chefe do GSI, Gonçalves Dias, dentro do Planalto no dia dos atos. 

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1 

As imagens mostram Gonçalves Dias e funcionários do GSI circulando entre os invasores no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. Um dos funcionários do GSI conversa com invasores e os cumprimenta. Outro funcionário do órgão entrega água mineral para os vândalos.

Informações G1


Imagens exclusivas da emissora CNN mostram mais detalhes sobre os atos de 8 de janeiro. Entre as pessoas flagradas, surge o general da reserva e ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula (PT), Marco Edson Gonçalves Dias.

Outros membros do GSI aparecem facilitando as invasões e oferecendo até água para os manifestantes dentro das sedes dos Três Poderes.

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Informações TBN


Para o parlamentar, não há elementos para a prisão preventiva do ex-ministro

Foto: Alan Santos/PR

Preso há três meses, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, tentou se suicidar, alegou o deputado federal Eduardo Bolsonaro, em um apelo pela soltura do aliado. Para o parlamentar, não há elementos para a prisão preventiva do ex-ministro.

“Não há qualquer motivo para a prisão. Anderson Torres já tem um quadro depressivo. Falam que já emagreceu mais de 12 quilos. Alguns chegam a suscitar que ele tenha procurado se suicidar”, diz Eduardo Bolsonaro.

“Por que uma pessoa que retornou ao Brasil está presa? A prisão preventiva se enquadra apenas quando existe risco de fuga, que não foi o caso. Anderson Torres, inclusive, retornou ao país. Ele não está atrapalhando as investigações nem pondo sob risco a ordem econômica ou a ordem pública”, pondera.

De acordo com informações da coluna de Paulo Capelli, do portal Metrópoles, nos últimos dias, aliados do ex-presidente passaram a monitorar o estado emocional de Torres. Há o temor de que, sem perspectiva de soltura, ele faça uma delação contra Bolsonaro.

Informações Bahia.ba

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