Diálogos extraídos de celular do empresário expõem relações com autoridades e articulações em torno do Banco Master

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Daniel Vorcaro era o dono do Banco Master, instituição financeira que foi liquidada judicialmente pelo Banco Central | Foto: Reprodução/YouTube/@JornaldaRecord

Enquanto descreveu como “ótima” uma reunião com o presidente Lula, Daniel Vorcaro reservou a Jair Bolsonaro os adjetivos “beócio” e “idiota” em conversas com a influenciadora Martha Graeff, sua namorada. 

Desde a última quarta-feira, 4, data da prisão de Vorcaro e outros envolvidos nas fraudes do Banco Master, a imprensa tem revelado mensagens que registram encontros do banqueiro com autoridades políticas e até uma tentativa de negociação para suprimir reportagens que pudessem descredibilizar sua imagem.

Encontro com Lula

Polícia Federal (PF) encontrou parte dessas conversas no celular de Vorcaro. Em uma delas, o dono do Banco Master classificou como “ótima” uma reunião com Lula e ministros do governo no Palácio do Planalto. O diálogo ocorreu em dezembro de 2024 e envolveu troca de mensagens entre o banqueiro e Graeff, que na época mantinha um relacionamento com ele.

Os registros também indicam outros contatos de Vorcaro com autoridades. Em conversa com a influenciadora, o empresário relatou que participou de um jantar com Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, logo depois da eleição do parlamentar para o cargo, em 26 de fevereiro de 2025.

Em outra troca de mensagens, datada de abril de 2025, Vorcaro mencionou encontros com alguém identificado como “Alexandre Moraes”. Segundo o portal Metrópoles, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esteve pelo menos duas vezes na residência do banqueiro em Brasília.

As mensagens extraídas pela PF também revelam interlocução entre Vorcaro e o ex-governador de São Paulo João Doria. Em um dos diálogos, Doria demonstrou preocupação com a situação do banqueiro e aconselhou Vorcaro a reagir a informações que circulavam sobre ele e o Master.

“Estou preocupado com você”, afirmou Doria. “Tenho escutado coisas que vão precisar de reação sua. Sempre com equilíbrio e ponderação. Mas jamais com o silêncio.”

Mensagens revelam ofensas a Bolsonaro e proximidade com Ciro Nogueira

Enquanto se manifestou de forma elogiosa sobre o encontro com o presidente petista e manteve contato com autoridades de Brasília, Vorcaro reagiu, em diálogo com Graeff datado de julho de 2024, a uma publicação de Jair Bolsonaro nas redes sociais.

Na ocasião, o ex-presidente havia compartilhado uma reportagem do jornal O Globo. A matéria relatava que gerentes da Caixa Econômica Federal perderam o emprego depois de barrar uma operação no valor de R$ 500 milhões. A transação envolvia a compra de títulos do Master.

Vorcaro respondeu à postagem com ofensas diretas a Bolsonaro. “Idiota”, escreveu na mensagem enviada à influenciadora. “Cara é um beócio. Alguém falou que era coisa do PT ele postou.”

Além disso, conversas indicam proximidade entre Vorcaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Em diálogos registrados em 2024, o banqueiro descreve o parlamentar como “um dos meus grandes amigos de vida”.

Ele também comemora a apresentação de uma emenda que, segundo ele, favorecia instituições financeiras de médio porte, entre elas o próprio Master.

Investigação registra conversas em que Vorcaro discute pagamentos e retirada de reportagens

Outro conjunto de mensagens analisado na investigação indica que Vorcaro manteve conversas com o jornalista Diego Escosteguy a respeito de pagamentos ligados ao site O Bastidor e de uma possível negociação para retirar do ar reportagens críticas publicadas pelo Diário do Centro do Mundo.

O material integra o relatório da apuração e indica que Escosteguy, responsável pelo portal, recebia valores do banqueiro destinados à divulgação de conteúdos na plataforma.

De acordo com a PF, capturas de tela das conversas registram o momento em que o jornalista envia seus dados bancários ao empresário e discute depósitos. Planilhas mencionadas no relatório também fazem referência a um repasse de R$ 2 milhões vinculado ao nome de Escosteguy.

Informações Revista Oeste


O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, lidera a corrida eleitoral pelo governo da Bahia em 2026, de acordo com a pesquisa realizada pela Séculus Análise e Pesquisa, encomendada pelo Bahia Notícias. Neto aparece com 48,28% das intenções voto, frente a 31,15% do atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Esse é o primeiro levantamento da Séculus neste ano sobre a disputa estadual. Ao todo, a pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos.

José Carlos Aleluia (Novo) aparece com 0,65% das intenções de voto, seguido de Ronaldo Mansul (PSol), com 0,52%. Não souberam ou não opinaram 9,93% dos eleitores, enquanto 9,47% indicaram votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.

A pesquisa da Séculus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-09740/2026 e possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

*Correio
Foto: Marina Silva/Correio


Após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) manter a quebra do sigilo bancário de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão aprovada pela CPMI do INSS.

Além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a decisão também atinge a lobista Roberta Luchsinger, que ingressou com um mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.

Roberta é investigada pela Operação Sem Desconto. A Polícia Federal (PF) apontou que ela teve envolvimento com os negócios ilícitos de Antônio Carlos Camilo Antunes, que ficou conhecido como Careca do INSS, com uso de empresas de fachada e tentativa de ocultação de provas.

– Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação – escreveu Dino.

A decisão agora será analisada pelo plenário do STF.

*Pleno.News
Foto: Rosinei Coutinho/STF


De acordo com a ministra, afirmação é feita por quem não conhece a realidade do país

Simone Tebet, ministra do Planejamento Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu nesta terça-feira (3), o fim da escala 6×1, a principal bandeira eleitoral do governo no Congresso, na sessão solene de abertura da 2ª Conferência Nacional do Trabalho (CNT), em São Paulo.

– Dizer que um país como este não suporta e vai quebrar com o fim da escala 6×1 é não conhecer a realidade do Brasil – disse a ministra.

E completou.

– Dizer que o Brasil não suporta o fim da escala 6×1 é desobedecer a Constituição Federal. A Constituição diz que todos são iguais perante a lei e diz quais são os direitos sociais afirmou.

Tebet também defendeu o fim da escala sem redução de remuneração, argumentando que a medida é possível e justa. Ela acrescentou que, apesar de o Brasil ser um país muito rico, grande parte da população ainda vive em condições de pobreza.

Com foco nas “mulheres trabalhadoras” em seu discurso, Tebet salientou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu a promessa de campanha ao garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres. Segundo ela, se mulheres e homens têm a mesma produtividade no trabalho, devem receber o mesmo salário.

Tebet é considerada pré-candidata ao Senado por São Paulo. Nos bastidores, também cogitam o seu nome ao governo estadual.

Também compareceram ao evento o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Márcio França (Empreendedorismo) e Luiz Marinho (Trabalho).

*AE


Maria Claudia Bucchianeri, que já atuou para Lula e Arthur Lira, e Tracy Reinaldet, especialista em direito penal eleitoral, são os escolhidos

Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro participou de evento do BTG | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A formação do núcleo jurídico da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi concluída, trazendo nomes experientes para compor a equipe. Maria Claudia Bucchianeri, ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai liderar a estratégia eleitoral. Ela já atuou em processos de destaque, incluindo a defesa de Lula (PT) e de Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara dos Deputados.

O advogado Tracy Reinaldet, especializado em direito penal eleitoral e com atuação conhecida em Curitiba, ficará responsável pela coordenação das demandas jurídicas. Entre suas atribuições estão centralizar o atendimento à imprensa e orientar os diretórios estaduais do partido com recomendações legais.

Durante reunião recente com deputados e senadores do PL, Flávio Bolsonaro ressaltou que a nova campanha será planejada de forma profissional, evitando o improviso observado na eleição de 2018, quando Jair Bolsonaro (PL) foi eleito presidente do Brasil.

Trajetória dos principais nomes do núcleo jurídico

Maria Claudia Bucchianeri, ao lado dos advogados Fernando Neisser e Luiz Fernando Pereira, buscou na Justiça Eleitoral garantir a elegibilidade de Lula em 2018. Naquele ano, Lula estava preso depois da condenação na Lava Jato e não conseguiu reverter a inelegibilidade, levando Fernando Haddad (PT) a se tornar o candidato do partido. O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações apenas em 2021.

Apesar do histórico de defesa do petista, Bucchianeri foi indicada por Bolsonaro para o TSE, com apoio de Arthur Lira, aliado do então presidente. Ela exerceu o cargo de ministra substituta entre 2021 e 2023, mas não assumiu a vaga principal por causa da escolha de Floriano de Azevedo Marques, indicada por Alexandre de Moraes, presidente do TSE à época.

Atuação de Tracy Reinaldet e estratégias da campanha

Tracy Reinaldet ganhou notoriedade por sua atuação em acordos de delação premiada na Lava Jato, como nos casos de Alberto Youssef e Antonio Palocci. Ele mantém relação próxima com Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná e possível adversário de Flávio Bolsonaro, caso o PSD entre na disputa presidencial.

No anúncio da equipe, Reinaldet declarou aos parlamentares do PL que a prioridade é “ter agilidade e responder rapidamente aos ataques dos adversários”. O grupo já iniciou ações em defesa de Flávio, incluindo pedido antecipado de provas na Justiça Eleitoral para embasar uma possível ação contra Lula por causa do desfile da Acadêmicos de Niteói.

Maria Claudia Bucchianeri e o escritório de Marcelo Ávila de Bessa, que há mais de 20 anos assessora o PL, assinam o pedido. O escritório também será responsável por questões jurídicas relacionadas ao partido durante a campanha.

Decisões recentes e desafios jurídicos

Reinaldet obteve decisões favoráveis em ações recentes envolvendo danos morais. Em uma delas, a Justiça determinou a retirada de postagens que vinculavam Flávio Bolsonaro ao caso Banco Master, conteúdo que o senador classifica como falso. Em outro processo, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal autorizou, por ora, a manutenção de publicações em que o PT foi chamado de “Partido dos Traficantes” até o julgamento final do recurso.

Informações Revista Oeste


Sondagem indica que apenas 26% dos entrevistados consideram a atual gestão federal como ótima ou boa.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A nova rodada de pesquisas do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (3) mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é reprovado por mais da metade dos brasileiros. 

De acordo com o levantamento, 51% dos brasileiros desaprovam o trabalho do governo Lula, enquanto outros 44% disseram aprovar a gestão petista. Outros 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A pesquisa ainda mediu a avaliação do governo. Segundo a sondagem, a gestão petista é considerada ruim ou péssima por 46% dos entrevistados, contra 26% que a avaliam como ótima ou boa. Outros 27% acham regular e 1% não soube ou não respondeu. 

O instituto entrevistou 2.000 pessoas em todo o território nacional, entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR09353/2026.

Informações Bahia.ba


Inscrito na OAB, senador passa a integrar formalmente a estratégia do ex-presidente na ação de suposta tentativa de golpe

O senador Flávio e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/Redes sociais
O senador Flávio e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/Redes sociais

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) incluiu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na equipe de defesa que o representa no Supremo Tribunal Federal (STF). A formalização ocorreu por meio de documento protocolado pelo advogado Paulo Amador, responsável pela condução do caso.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo que apura uma suposta tentativa de golpe. A ação penal tramita na Suprema Corte e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Flávio: reforço para contestar condenação

Flávio é formado em direito e possui inscrição regular na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), conforme consulta ao cadastro nacional da entidade. Antes de ser incluído oficialmente como advogado na ação, o senador já tinha autorização para realizar visitas permanentes ao pai, nos mesmos moldes concedidos aos demais integrantes da defesa.

No início do ano, Bolsonaro também incorporou à equipe o ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida. A ampliação do time jurídico ocorre em meio ao cumprimento da pena imposta pela Corte.

Além da atuação na defesa, Flávio é apontado como pré-candidato ao Palácio do Planalto por decisão do próprio Bolsonaro, movimento que reforça seu protagonismo no grupo político do ex-presidente.

Procurado, o senador confirmou, por meio de nota, que passa a integrar formalmente a defesa do pai no processo em curso no STF.

Informações Revista Oeste


Filho de Lula da Silva explicou que ida ao país europeu com o Careca do INSS ocorreu para visitar uma fábrica de Cannabis medicinal

Lulinha, filho do presidente Lula da Silva, e Careca do INSS: repasses suspeitos | Foto: Reprodução/X
Lulinha, filho do presidente Lula da Silva, e Careca do INSS: repasses suspeitos | Foto: Reprodução/X

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, relatou a pessoas próximas que o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, pagou suas despesas de voo e hotel em uma viagem a Portugal. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

Lulinha explicou que a ida ao país europeu com Antunes, que está preso por suspeita de corrupção ligada a fraudes bilionárias no sistema previdenciário, ocorreu com o objetivo de visitar uma fábrica envolvida no cultivo de Cannabis para uso medicinal. Ele negou, porém, ter firmado qualquer parceria ou recebido outros pagamentos do lobista.

O nome do filho do presidente foi associado formalmente ao de Antunes a partir do depoimento de um ex-funcionário do lobista à Polícia Federal, que indicou suposta sociedade e pagamentos de R$ 300 mil mensais ao empresário.

Investigação da Polícia Federal e quebra de sigilo

Polícia Federal | Foto: Senado Federal
Polícia Federal | Foto: Senado Federal

Mensagens obtidas pela investigação mostram quando Antunes trata de pagamentos de R$ 300 mil destinados ao “filho do rapaz”, mas sem especificar a identidade. A Polícia Federal apura se o termo faz referência a Lulinha. Além disso, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS determinou a quebra do sigilo bancário de Lulinha por causa da ligação com Antunes, que segue preso por supostos repasses milionários a ex-dirigentes do órgão.

Segundo fontes próximas ao filho do presidente consultadas pelo Estadão, Lulinha teria conhecido Antunes por meio da empresária Roberta Luchsinger, investigada por também receber pagamentos do lobista. Eles relataram que a viagem ocorreu no fim de 2024, em voo de primeira classe e com hospedagem paga por Antunes. À época, receberam o convite para conhecer uma fábrica de Cannabis medicinal, mas sem fechar negócio.

Ainda de acordo com interlocutores, Lulinha afirma não ter envolvimento no esquema do INSS nem conhecimento prévio das ações de Antunes, reforçando que nunca recebeu valores do lobista. Ele declarou que a relação surgiu unicamente por meio de Roberta Luchsinger, ex-candidata do PT a deputada estadual e conhecida por atuar em Brasília na representação de interesses de empresas perante órgãos federais.

Atuação de Antunes e detalhes da viagem de Lulinha

Antunes, além de atuar no setor de benefícios do INSS, é proprietário da World Cannabis, empresa de Cannabis medicinal sediada em Brasília. Em registros do Ministério da Saúde, tanto ele quanto Roberta figuravam como representantes de empresas distintas. O lobista buscava informações sobre regulamentação da Cannabis na Anvisa e, segundo Lulinha, encontros para tratar do tema ocorriam na residência de Roberta, no Lago Sul, em Brasília.

Lulinha relatou que discutiu temas técnicos sobre cultivo indoor e sugeriu soluções tecnológicas, mas negou qualquer vínculo comercial. Segundo ele, participava de reuniões sociais e familiares, sem envolvimento nos negócios do Careca do INSS. “Nunca recebi qualquer valor dele e isso pode ser comprovado em meus extratos bancários”, explicou.

No início de novembro de 2024, ambos viajaram juntos, de primeira classe, para Lisboa, partindo do Aeroporto de Guarulhos. A existência da viagem foi revelada pelo site Metrópoles e confirmada por depoimentos à Polícia Federal. Apesar disso, ainda não há documentos que esclareçam oficialmente quem pagou as despesas.

Informações Revista Oeste


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, publicou na manhã desta sexta-feira (27), uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e afirmou que os dois farão “história juntos”. Flávio está em São Paulo, onde se reúne com Tarcísio e outros aliados.

Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas Foto: Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, publicou na manhã desta sexta-feira (27), uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e afirmou que os dois farão “história juntos”. Flávio está em São Paulo, onde se reúne com Tarcísio e outros aliados.

– Vamos fazer história juntos, construindo o “Projeto Brasil” para recolocar o país no caminho da prosperidade. Meu amigo Tarcísio, vamos estar juntos não apenas em São Paulo, mas devolvendo a esperança a todos os brasileiros – escreveu Flávio, nas redes sociais.

Na imagem, os dois aparecem lado a lado, com um aperto de mãos.

O senador ainda citou áreas de possível cooperação, como a transição energética e a biotecnologia.

– É necessário resgatar a capacidade de estabelecer consenso em torno de uma visão de futuro, refletir sobre nossas experiências de sucesso, aproveitar nossas vocações como a segurança alimentar, a transição energética, a economia do conhecimento e biotecnologia Garantir a ordem e promover o progresso! – escreveu.

Flávio tem se concentrado na construção de seus palanques estaduais e tem dito que caberá a Tarcísio escolher um nome para a eleição ao Senado por São Paulo.

*AE
Foto: Reprodução/Instagram


Ministro Mendonça autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal do filho de Lula com base em relatórios que indicam menções e deslocamentos considerados atípicos

Careca do INSS citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais, diz testemunha
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Reprodução/YouTube/Metrópoles

Investigações da Polícia Federal alcançaram Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, depois de seu nome surgir em conversas e documentos ligados a possíveis irregularidades. O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro André Mendonça, autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com informações divulgadas pela CNN, a apuração teve início no fim do ano anterior. Na ocasião, a Polícia Federal comunicou ao STF sobre diligências feitas depois de encontrar menções a Lulinha em celulares, mensagens, depoimentos e outros documentos.

Envolvimento de intermediários entre Lulinha e o “Careca do INSS” e aprofundamento das investigações

O nome de Lulinha apareceu em um diálogo entre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS“, e Roberta Luchsinger, empresária apontada como possível intermediária entre Antunes e o filho do presidente. Embora o relatório da PF não aponte provas de sociedade entre Lulinha e Antunes, os investigadores decidiram aprofundar as apurações.

A corporação também destacou o depoimento do empresário Edson Claro, que teria citado Lulinha como potencial parceiro do “Careca do INSS”. Outro fator que chamou atenção foi a identificação de passagens aéreas adquiridas com o mesmo localizador para Lulinha e Luchsinger, sugerindo compras feitas ao mesmo tempo.

Informações Revista Oeste