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Investigada é suspeita de estelionato e associação criminosa

Foto: divulgação PCBA

Uma mulher de 30 anos foi presa na tarde desta segunda-feira (5) durante ação da Polícia Civil da Bahia, no município de Amélia Rodrigues. A prisão preventiva foi cumprida após trabalho de investigação e monitoramento, no âmbito de apuração que envolve crimes de estelionato e associação criminosa praticados contra aposentados.

As investigações apontam que a suspeita atuava aplicando golpes relacionados a empréstimos consignados, utilizando artifícios para induzir as vítimas a fornecer documentos e assinar papéis sem conhecimento do conteúdo. Em um dos casos apurados, um idoso de 74 anos foi abordado sob o pretexto de recebimento de benefícios sociais e, posteriormente, descobriu a contratação indevida de um empréstimo em seu nome.

Após tomar conhecimento de que a investigada havia deixado o município de Santo Amaro, as equipes policiais identificaram que ela passou a frequentar Amélia Rodrigues, onde mantinha vínculo pessoal. Com base nessas informações, as diligências foram intensificadas até a localização e captura da mulher, realizada em via pública, no bairro Campo Alegre.

Após a prisão, a investigada foi conduzida à delegacia local para adoção das medidas legais cabíveis e, posteriormente, encaminhada à carceragem em Santo Amaro, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem para identificação de outros possíveis envolvidos e vítimas.

Marcela Correia/Ascom PCBA


Os 11 mortos na colisão que ocorreu entre dois carros neste sábado (27), na BR-101, eram membros de duas famílias. O acidente foi registrado no km 953 da rodovia, no trecho de Mucuri, no extremo sul baiano. A área fica próxima à divisa da Bahia com o Espírito Santo.
Entre as vítimas, três eram naturais de Linhares (ES). Elas estavam em uma caminhonete S10 e seguiam na via sentido Teixeira de Freitas (BA).
As outras oito pessoas ocupavam o segundo veículo, uma minivan, e trafegavam na via sentido Vitória (ES). De acordo com a Prefeitura de Mucuri, elas moravam na cidade, no distrito de Itabatã.

Segundo informações, o grupo seguia com destino à praia Costa Dourada, no litoral sul do município, onde pretendia curtir o Réveillon.

Veja quem eram as vítimas baianas:

Flavia Oliveira Santos

Maria Alice, filha de Flávia. Ela foi socorrida, mas morreu no hospital.

Laura Santos Gomes

Aurora Santos Gomes, de oito meses

Felipe Pereira Gomes

Débora Santos Neves

Eunice Oliveira Santos, de 49 anos

Ivoneci Oliveira Santos

Saiba quem eram as vítimas capixabas:

Olivio Salezze, de 90 anos, marido de Irene

Irene Bermond Salezse, de 87 anos, esposa de Olivio

Augusto Salezze Netto, de 69 anos, filho de Olivio e Irene

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu após a minivan invadir a contramão. O acidente foi registrado por volta de 8h50, no km 953 da BR-101.
Com o impacto da batida entre os carros, os dois veículos pegaram fogo. Isso fez com que oito das 11 vítimas tivesse o corpo carbonizado.

Logo após o acidente, A PRF precisou fazer a interdição total da pista, mas a área foi liberada por volta de 13h40.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou 10 óbitos ainda no local. A 11ª vítima chegou a ser levada para um hospital no Espírito Santo, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

*g1
Foto: PRF


Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi detido na madrugada desta sexta-feira (26) no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai. A prisão ocorreu quando ele tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador.

A confirmação foi feita pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. De acordo com as informações preliminares, Silvinei deixou o Brasil sem autorização da Justiça após romper a tornozeleira eletrônica que utilizava em Santa Catarina. Com a constatação do rompimento do equipamento, autoridades brasileiras emitiram alertas nas fronteiras e acionaram a adidância policial no Paraguai.

Durante a tentativa de embarque, ele apresentou um passaporte paraguaio considerado original, porém incompatível com sua identidade. Ao deixar a área do aeroporto, foi abordado e preso pelas autoridades paraguaias.

Após a detenção, Silvinei Vasques foi identificado formalmente e colocado à disposição do Ministério Público do Paraguai. Ele deve passar por audiência de custódia ainda nesta sexta (26) e, posteriormente, ser entregue às autoridades brasileiras.

Em agosto deste ano, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), no Rio de Janeiro, condenou Silvinei por improbidade administrativa. Ele foi acusado de usar o cargo para fazer campanha para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Foi definida uma multa de R$ 546.631,92.

Ele também foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão na ação que julgou tentativa de golpe de Estado.

*Pleno.News
Foto: Carolina Antunes/PR


Ele é investigado por atear fogo na casa da ex-companheira

Foto: divulgação PCBA

A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial (DT/ Anguera) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Feira de Santana), realizou mais uma fase da Operação Anguera em Paz, na manhã desta terça-feira (23). Durante a ação, um homem, de 31 anos, foi preso.

Ele é investigado pela tentativa de homicídio no contexto de violência doméstica, contra a ex-companheira. O fato ocorreu na noite de 7 de dezembro, no bairro da Usina, em Anguera. Na ocasião, o suspeito ateou fogo na residência da vítima, danificando móveis e eletrodomésticos.

Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos nos bairros da Usina e Piedade, com êxito na localização de aparelhos celulares, porções de maconha e outros objetos, que serão periciados e darão subsídios a investigações relacionadas aos crimes de tráfico de drogas e homicídios no município.

Os materiais apreendidos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). Já o homem foi conduzido à unidade policial, onde permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.

Com informações da PCBA


Operação apreende cerca de 50 quilos de cocaína, fuzis e equipamentos do tráfico em Arembepe. O suspeito foi capturado em Campinas

Foto: divulgação PCBA

Uma ação integrada entre a Polícia Civil da Bahia, o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) e a Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SI/SSP-BA) resultou na desarticulação de um depósito de drogas e armas no estado e na prisão de uma liderança criminosa na cidade de Campinas, em São Paulo. A operação contou com a atuação da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS), da Coordenação de Operações e Inteligência do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

As investigações identificaram um imóvel localizado em Arembepe, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), utilizado como depósito estratégico para armazenamento de entorpecentes e armamentos destinados à distribuição em bairros da capital baiana. O local foi vinculado a um investigado, apontado como liderança criminosa com atuação em Salvador.

O suspeito já havia sido preso anteriormente, no dia 12 deste mês, durante ação integrada das forças de segurança, ocasião em que foi encontrado em posse de grande quantia em dinheiro, sem comprovação de origem lícita, além de estar a bordo de um veículo de luxo blindado. Apesar da existência de mandado de prisão em aberto, a custódia foi revogada após audiência judicial, momento em que ele deixou o estado da Bahia.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão no imóvel, realizado na segunda-feira (22), as equipes localizaram compartimentos ocultos em móveis, onde estavam armazenados aproximadamente 50 quilos de cocaína, além de balança, embalagens a vácuo, peças de prensa hidráulica, insumos químicos e três fuzis calibres 5.56. Também foram apreendidos documentos e registros que reforçam a ligação direta do material ilícito ao suspeito.

Com base nas provas reunidas, foi representada e decretada a prisão preventiva. Após rápida troca de informações entre as forças de segurança da Bahia e com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/Bahia), FICCO/SP, Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP/PMSP) e o Centro de Inteligência da Polícia Militar paulista (CIPM/PMSP), o suspeito foi localizado e preso em Campinas, quando se preparava para deixar a cidade. Ele permanece à disposição da Justiça, enquanto as investigações seguem para identificar outros envolvidos.

Com informações da assessoria de Comunicação da PCBA.


O suspeito é apontado como um dos líderes do tráfico de drogas na região de Marechal Rondon

Foto ilustrativa: Ascom-PCBA

Mais um mandado de prisão relacionado ao triplo homicídio de operários de internet foi cumprido nesta terça-feira (23), na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O suspeito, apontado como uma das lideranças de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas no bairro de Marechal Rondon, apresentou-se na unidade policial especializada.

Com essa prisão, cinco envolvidos nos crimes contra os trabalhadores foram alcançados pela Polícia Civil da Bahia, por meio da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS). Na madrugada desta terça-feira e na noite de segunda-feira (22), outros dois participantes da ação criminosa tiveram os mandados cumpridos na sede do DHPP.

Durante a Operação Signum Fractum, deflagrada no domingo (21) em Marechal Rondon e em outros dois bairros de Salvador, dois acusados foram localizados. Um deles foi encontrado no bairro de São Marcos, onde teve o mandado de prisão cumprido. Já Caíque Nunes dos Santos, conhecido como “Badalo”, entrou em confronto com equipes da Polícia Civil, foi atingido, socorrido, mas não resistiu. Ele é apontado como um dos executores do crime.

As investigações e buscas continuam, com o objetivo de localizar e prender todos os envolvidos. A população pode colaborar repassando informações ao Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública (SSP), pelo telefone 181. Não é necessário se identificar.

Com informações da assessoria de comunicação da PCBA


Os deputados federais Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) foram alvos de uma operação da Polícia Federal que apura o desvio de recursos públicos provenientes das cotas parlamentares, na manhã desta sexta-feira (19).

Por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de maneira articulada para desviar e ocultar verbas públicas. A ação é um desdobramento de uma operação deflagrada em dezembro de 2024 e investiga os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

*Metro1
Foto: Lula Marques/Agência Brasil


Ele já era investigado por reiteradas práticas criminosas contra a ex-companheira

Foto: ilustrativa PCBA

Um homem, de 34 anos, investigado por descumprimento de medida protetiva, foi preso na tarde desta terça-feira (16), no bairro Santa Cruz, em Cruz das Almas, por equipes da Delegacia Territorial (DT) da cidade. Ele já era investigado pelo mesmo crime, após registros de boletins de ocorrência ao longo deste ano.

Em 2014, o suspeito já havia sido preso por roubo qualificado naquele município. Cinco anos depois, passou a ameaçar, injuriar e agredir a ex-companheira, motivando a representação pela medida protetiva.

No ano corrente, o homem voltou a praticar violência doméstica contra a mesma vítima, sendo deferida pela Justiça uma nova medida protetiva de urgência. O Poder Judiciário também determinou que o investigado mantivesse distância mínima de 100 metros da ex-companheira e o proibiu de manter contato com ela por qualquer meio de comunicação.

No início deste mês, houve o descumprimento das determinações impostas, quando o suspeito enviou mensagens, proferiu novas ameaças e compareceu à residência da vítima.

Com o cumprimento do mandado de prisão preventiva, o homem foi submetido aos exames de praxe e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.

Guilherme Santos/Ascom PCBA


Mais da metade considera ambiente “muito agressivo”

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).

O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.

A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.

Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.

Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.

Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.

Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.

O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.

“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.

As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.

Receio de se posicionar

A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.

Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.

“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.

Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.

“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.

Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.

Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.

“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.

Afirmação

Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.

Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.

“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.

Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:

“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.

“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.

O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.

Amadurecimento

Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.

O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos.

“Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso”, diz a autora. “Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo”, completa.

Com informações da Agência Brasil


Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, no município de Irará/BA, visando apreender documentos, mídias e objetos que possam confirmar a prática delitiva

Foto: divulgação ASCOMPF

A Polícia Federal, em conjunto com a Coordenação-Geral de Inteligência do Ministério da Previdência Social, deflagrou na manhã desta quarta-feira (10/12), a Operação TDI, que visa desarticular associação criminosa que atuava na obtenção fraudulenta de benefícios assistenciais a idosos, mediante a utilização de documentos falsos perante o INSS, no interior da Bahia.

As investigações tiveram início há cerca de quatro meses, quando se identificou um grupo de pessoas fictícias que eram titulares de benefícios assistenciais a pessoas idosas, sendo que algumas delas estavam recebendo o benefício irregularmente há mais de 15 anos.

Após levantamento de informações por parte da Polícia Federal e do Núcleo de Inteligência do Ministério da Previdência Social, verificou-se que os documentos de identidade utilizados para obtenção dos benefícios eram falsos, pois não existiam nos registros do Instituto de Identificação do Estado da Bahia. Além disso, identificou-se que os beneficiários possuíam diversas identidades falsas, a fim de obterem mais de um benefício fraudulento.

Duas pessoas foram identificadas como responsáveis pelo grupo criminoso, sendo que eles se cadastraram como procuradores desses beneficiários falsos, podendo assim receber os valores nas instituições bancárias sem a presença dos titulares do benefício. Também foi possível verificar que as procurações foram cadastradas perante o INSS mediante a apresentação de atestados médicos falsos, que indicavam que o beneficiário não teria condições de comparecer no INSS ou na agência bancária.

Policiais federais estão dando cumprimento a dois mandados de busca e apreensão, no município de Irará/BA, visando apreender documentos, mídias e objetos que possam confirmar a prática delitiva, bem como patrimônio decorrente das fraudes cometidas. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado e associação criminosa, cujas penas, somadas, pode chegar a 10 anos de reclusão.

O prejuízo apurado com os pagamentos feitos para os benefícios investigados é de quase R$ 2 milhões, sendo que a ação da Polícia Federal e do Ministério da Previdência evitou um pagamento indevido de cerca de R$ 1,3 milhão.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia

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