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Política

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Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Nos últimos anos, o grupo dos BRICS tem considerado a inclusão de novos membros para expandir sua presença global. A recente decisão de avaliar novos países para ingresso no grupo trouxe à tona discussões importantes sobre o papel do Brasil nesse processo. O país tem exercido influência significativa nas negociações, especialmente em relação à exclusão de certas nações da lista de possíveis candidatos, como a Venezuela.

O BRICS, originalmente composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, viu a necessidade de revisitar seus critérios de adesão. Essa revisão deriva da busca por um equilíbrio político e econômico dentro do bloco. O Brasil, ao lado dos outros membros, tem utilizado a premissa do consenso para justificar suas posições nas deliberações sobre novos membros.

Como Funciona o Processo de Adesão ao BRICS?

O processo de adesão ao BRICS é majoritariamente político, com decisões sendo tomadas com base em negociações entre os países membros. Não há uma formalização estrita das regras, o que coloca a habilidade diplomática dos países à prova. Na prática, isso significa que qualquer objeção colocada por um membro pode levar à exclusão de um candidato potencial, dependendo da aceitação desse argumento por outros membros.

Cada país do BRICS percebe a inclusão de novos membros como uma oportunidade de fortalecer o bloco, mas também como uma questão estratégica. O Brasil, por exemplo, tem demonstrado cautela, especialmente em relação a países que possam introduzir desafios políticos adicionais ao grupo.

A Influência Política do Brasil nas Decisões do BRICS

O Brasil tem desempenhado um papel central nas discussões internas do BRICS. A exclusão da Venezuela da lista de possíveis membros é um exemplo de como o Brasil utiliza seu peso político dentro do grupo. Fontes internas indicam que os diplomatas brasileiros preferem manter um equilíbrio político, evitando desgastes nas relações tanto dentro quanto fora do bloco.

Ao utilizar o argumento de consenso, o Brasil busca criar um entendimento comum entre os membros atuais do BRICS. Essa abordagem, no entanto, também evidencia as tensões intrínsecas nas decisões do grupo, já que o consenso verdadeiro pode ser raro e as negociações são uma escolha tática mais do que um procedimento estabelecido.

Quais Países Estão na Atual Lista de Possíveis Membros do BRICS?

Além das discussões sobre a exclusão da Venezuela, a lista de países considerados para adesão ao BRICS inclui nações como Cuba, Bolívia, Belarus, Indonésia, Cazaquistão e outros. Cada candidato potencial traz consigo diferentes vantagens e desafios para o grupo, e as negociações continuam enquanto o BRICS busca identificar quais desses países contribuirão mais eficazmente para os objetivos do bloco.

O critério de seleção se baseia em fatores econômicos e políticos, e na capacidade do país candidato de contribuir positivamente para o crescimento e estabilidade do grupo. É esperado que, no decorrer das negociações, alguns países avancem mais rapidamente que outros devido a pontos estratégicos únicos que oferecem ao BRICS.

O cenário atual dos BRICS é dinâmico e reflexivo da complexidade das relações internacionais. A inclusão de novos membros é uma tarefa que envolve delicadas negociações políticas, sendo o papel do Brasil emblemático dessa complexidade. A diplomacia brasileira continuará a ser um elemento-chave nas futuras decisões, marcando o desenvolvimento do bloco no palco global.

Informações TBN


Fernando Dantas Torres, conhecido como Fernando Torres, nascido em 28 de dezembro de 1968, em Feira de Santana, Bahia, é um exemplo de figura pública que ascendeu gradualmente na política local e estadual, para concluir, em 2024, o mandato de vereador em queda. Oriundo do setor empresarial, com atuação na construção civil e no ramo de combustíveis, Torres iniciou sua trajetória política no ano 2000, quando foi eleito vereador de Feira de Santana pelo Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB). Seu primeiro mandato como vereador, de 2001 a 2004, serviu como trampolim para a sua inserção em cargos de maior visibilidade na política feirense e baiana, cuja trajetória conturbada é apresentada nesta reportagem do Jornal Grande Bahia.

Em 2006, Fernando Torres ampliou sua atuação ao conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia como deputado estadual pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). Durante seu mandato, de 2007 a 2010, atuou em comissões importantes e participou ativamente de debates que focavam em questões de desenvolvimento econômico e social no estado. No entanto, foi em 2010 que deu um salto na carreira política ao ser eleito deputado federal pela Bahia, desta vez representando o Partido Democratas (DEM).

Na Câmara dos Deputados, durante o mandato de 2011 a 2015, Fernando Torres se destacou por integrar comissões estratégicas, como a de Minas e Energia e a de Desenvolvimento Econômico, além de comissões especiais voltadas para a análise de proposições relacionadas a direitos trabalhistas e infraestrutura. Sua atuação foi pautada pela busca de recursos e melhorias para o estado da Bahia, especialmente no que se refere ao desenvolvimento urbano e à infraestrutura básica de municípios carentes. Contudo, seu tempo na Câmara Federal foi marcado por uma postura política pragmática, que lhe rendeu tanto apoio quanto críticas dentro e fora de seu partido.

No âmbito político, Torres seguiu trajetória ascendente e transitou por diferentes partidos, como o Partido Social Democrático (PSD), ao qual se filiou em 2014. Em 2015, reassumiu o mandato de deputado federal como suplente, e em 2017, após a renúncia de Moema Gramacho, se efetivou no cargo. No mesmo ano, foi convidado pelo governador Rui Costa (PT) para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (SEDUR). À frente da pasta, Torres teve a missão de comandar projetos que visavam à melhoria da infraestrutura urbana, saneamento e mobilidade nas regiões mais carentes do estado. No entanto, marcada pela ineficiência, sua gestão foi breve e logo retornou à Câmara dos Deputados para concluir o mandato até o final de 2018.

Em 2020, com a experiência acumulada e uma base eleitoral consolidada, Fernando Torres retornou ao cenário político municipal e foi eleito vereador de Feira de Santana pelo PSD, com 3.179 votos. Além de ocupar a vaga na Câmara Municipal, assumiu a presidência do legislativo, onde adotou um estilo de gestão centralizador e linguagem vulgar contra o gestor municipal, prefeito Colbert Martins Filho (MDB), além de outros membros da política e da comunidade. Sua liderança gerou conflitos com outros vereadores, além de tensões com a imprensa local, que o acusou de falta de transparência em algumas ações administrativas. Em meio a um ambiente político cada vez mais polarizado e desgastante, sua gestão à frente da Câmara culminou em uma série de atritos internos, que mancharam sua popularidade entre seus pares e eleitores.

Contudo, a trajetória de Fernando Torres sofreu um golpe definitivo em 2024, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela cassação de todos os votos do PSD em Feira de Santana nas eleições de 2020. A decisão foi motivada pela constatação de fraude à cota de gênero, um mecanismo destinado a garantir a participação feminina nas candidaturas eleitorais. Segundo a investigação, o partido registrou candidaturas fictícias de mulheres para cumprir a cota exigida por lei. Como consequência, Fernando Torres perdeu seu mandato de vereador, e sua vaga foi redistribuída ao Partido Liberal (PL), sendo assumida por Ismael Bastos.

Embora seja improvável que a perda de mandato se concretize de imediato após a decisão da última quinta-feira (17/10/2024), devido à possibilidade de recursos judiciais que podem adiar o desfecho, o julgamento do TSE marca o encerramento de um capítulo turbulento na trajetória do político feirense. Conhecido por declarações polêmicas, ele admitiu em plenário da Câmara Municipal de Feira de Santana ter sido usuário de drogas e chegou a desafiar um colega e um advogado para resolver divergências por meio de confronto físico.

A cassação marcou uma queda abrupta na carreira política de Torres, que havia optado por não concorrer à reeleição em 2024, sinalizando uma possível pausa na vida pública. Ao longo de sua trajetória, Fernando Torres foi filiado a diversas legendas, transitando por siglas como PTdoB, PRTB, DEM e PSD, o que reflete seu perfil pragmático e sua capacidade de adaptação ao cenário político. Mesmo com o revés político, ele continua sendo uma figura influente na cidade de Feira de Santana, tanto pelo seu histórico de mandatos quanto por sua atuação no setor empresarial.

Na vida pessoal, Fernando Torres é casado com Alessandra Carneiro Roriz Torres e tem três filhos: Fernando Henrique, Fernando Segundo e Fernando Rodrigo. Seus negócios no ramo da construção civil e combustíveis permanecem como parte central de suas atividades fora do cenário político.

Informações Pessoais:

Carreira Política:

Filiações Partidárias:

Atuação Legislativa:

Controvérsias:

Fonte: Jornal Grande Bahia


Indígena foi salvo após missionários invocarem padre Allamano

Foto: Reprodução/Vatican News

O papa Francisco proclamou, neste domingo (20), durante a Missa na Praça de São Pedro, a canonização do italiano José Allamano por um milagre que teria ocorrido na Amazônia brasileira. Ele é fundador da congregação dos Missionários da Consolata. 

Segundo a organização Consolata América, o milagre que levou à canonização ocorreu em 1996, no estado de Roraima, ocasião em que um indígena yanomami foi atacado por uma onça na floresta e teve um grave ferimento na cabeça.

O indígena foi atendido inicialmente por missionários da Consolata e então levado ao hospital de Boa Vista para ser operado. Na ocasião, um grupo de missionários teria invocado o padre José Allamano pela recuperação do rapaz, o que se realizou, e ele então retornou à comunidade indígena.

Informações Bahia.ba


Desentendimento começou quando o jornalista pressionou a vice de Joe Biden sobre programas de imigração do país

Kamala Harris troca farpas com apresentador da Fox News em primeira entrevista à emissora
Kamala Harris troca farpas com apresentador da Fox News em primeira entrevista à emissora | Foto: Reprodução/YouTube

A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata democrata à Presidência, Kamala Harris, participou de uma entrevista na Fox News, na última quarta-feira, 16, e acabou batendo boca com o apresentador Bret Baier. O desentendimento começou quando o jornalista pressionou a vice de Joe Biden sobre programas de imigração do país.

Ao abordar essas questões, Baier pressionou Harris sobre crimes cometidos por imigrantes irregulares depois da flexibilização das políticas de imigração de Biden. Harris qualificou os incidentes como “casos trágicos” e lamentou as perdas. 

No entanto, a candidata redirecionou o foco para criticar seu opositor, Donald Trump, por não apoiar uma legislação de segurança fronteiriça.

Assista ao vídeo da entrevista de Kamala à Fox News:

Kamala Harris diz à Fox News o que fará

Ainda durante a entrevista, Harris destacou sua intenção de trazer uma abordagem política diferente da atual, caso seja eleita. 

“Deixe-me ser muito clara: minha Presidência não será uma continuação da Presidência de Joe Biden, e, como todo novo presidente que assume o cargo, trarei minhas experiências de vida, minhas experiências profissionais e ideias novas e frescas.”

Discussão sobre imigração e segurança fronteiriça

Harris ressaltou sua oposição à descriminalização de travessias ilegais. Ela também respondeu a críticas do sindicato dos oficiais da Patrulha da Fronteira, reconhecendo suas preocupações. 

“Eles estão frustrados, e eu entendo; eles querem apoio, e é isso que o projeto de lei de segurança nas fronteiras teria feito”, destacou Kamala.

Estratégia de diálogo com republicanos

Depois do último debate contra Donald Trump, rumores surgiram nas redes sociais onde internautas afirmaram que Kamala Harris usava fones de ouvido com disfarçados de brincos para receber instruções | Foto: Jonathan Drake/Reuters
Kamala Harris se encontrou com mais de 100 republicanos que apoiam sua candidatura na Pensilvânia | Foto: Jonathan Drake/Reuters

Kamala procurou, por meio da entrevista da Fox, buscar diálogo com o público republicano, que é maioria na audiência do canal. A campanha de Harris acredita que ela pode conquistar republicanos em dúvida quanto aos posicionamentos de Trump.

Em um evento na Pensilvânia, Harris se encontrou com mais de cem republicanos que apoiam sua candidatura. Ela criticou Trump, afirmando que ele não merece o apoio desse grupo.

Apesar de Trump ser o favorito entre os republicanos, Harris espera conquistar uma parcela significativa desses eleitores, o que pode ser decisivo em uma eleição com margens estreitas.

Informações Revista Oeste


Pesquisa PoderData mostra que 46% dos eleitores dizem estar insatisfeitos com a gestão petista; taxa oscilou 3 p.p. para cima em 2 meses

Levantamento indica que, hoje, o governo Lula e o desempenho pessoal do petista estão com avaliações piores do que no início do mandato; na imagem, o presidente durante evento no Planalto em julho

Foi de 43% para 46% a taxa de eleitores que declaram desaprovar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O percentual oscilou 3 pontos percentuais para cima desde o final de julho e, agora, é o mesmo do grupo que diz aprovar a gestão petista. Os dados são de pesquisa PoderData realizada de 12 a 14 de outubro de 2024.

O gráfico a seguir mostra a curva longa, desde o início do mandato, em janeiro de 2023. Na largada, com 1 mês no Palácio do Planalto, a curva de aprovação estava 13 pontos acima da de desaprovação. Agora, não há diferença.

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A pesquisa cujos dados são relatados neste texto foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 12 a 14 de outubro de 2024, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 181 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

RECORTES DEMOGRÁFICOS

Poder360 estratifica os dados por demografia (sexo, idade, escolaridade e renda). Eis os destaques:

NORDESTINOS FIÉIS A LULA

A região é a única em que mais de 50% da população declara aprovar a gestão petista. No Sudeste, 46% se dizem satisfeitos e 44% insatisfeitos com o governo. Nas demais regiões, a taxa de desaprovação à administração de Lula supera a de aprovação.

CATÓLICOS E EVANGÉLICOS

Os fiéis das duas religiões com mais seguidores no país se mantêm em posições antagônicas quanto à avaliação do governo: 55% dos católicos dizem aprovar a gestão de Lula, enquanto 60% dos evangélicos declaram desaprovar.

É importante notar nos 2 gráficos acima que a aprovação e desaprovação ao governo Lula entre evangélicos têm se mantido relativamente estáveis depois de quase 22 meses de governo. Já no caso de católicos, a situação mudou um pouco: a administração petista começou em janeiro de 2023 com aprovação de 62%, taxa que agora recuou para 55%.

TRABALHO PESSOAL DE LULA

O percentual dos que consideram o trabalho pessoal de Lula “ótimo/bom” oscilou 1 ponto para baixo em 2 meses. Eram 31% ao final de julho. Agora, são 30%. A taxa dos que consideram “ruim/péssimo” não mudou no período: 31%.

Já a taxa daqueles que consideram o trabalho do petista “regular” subiu 21 pontos percentuais desde a posse e 13 pontos percentuais desde o início de 2024. Indica cautela ao petista, pois é considerado um pit stop antes de os eleitores migrarem para uma avaliação mais firme, seja positiva ou negativa.

ESTRATIFICAÇÃO

Poder360 estratifica os dados por demografia (sexo, idade, escolaridade e renda). Eis os resultados:

POR QUE ISSO IMPORTA

Porque os resultados desta rodada do PoderDataindicam que foi modesto o efeito do esforço intensivo de marketing de Lula em função das eleições municipais. O presidente se engajou menos do que o PT desejaria, mas foi a comícios e carreatas. 

Em julho, quando foi realizada a última pesquisa, Lula havia tido uma melhora tímida nas suas taxas de aprovação. Agora, a desaprovação avançou 3 p.p. e as taxas de avaliação pessoal do presidente se mantiveram sem oscilações significativas, retomando tendências desfavoráveis ao petista que vinham sendo registradas anteriormente.

Em suma, o que importa é a curva completa que a pesquisa mostra desde janeiro de 2023. A rigor, hoje, o governo Lula e o desempenho pessoal do petistas estão com avaliações piores do que no início do mandato.

Lula foi eleito em 2022 com 50,90% dos votos no 2º turno contra Bolsonaro. De lá pra cá, fala para um mesmo público e não consegue ampliar sua base de apoio, que dá sinais de afastamento.

METODOLOGIA  

A pesquisa PoderData foi realizada de 12 a 14 de outubro de 2024. Foram entrevistadas 2.500 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 181 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

Para facilitar a leitura, os resultados da pesquisa foram arredondados. Por causa desse processo, é possível que o somatório de algum dos resultados seja diferente de 100. Diferenças entre as frequências totais e os percentuais em tabelas de cruzamento de variáveis podem aptaarecer por conta de ocorrências de não resposta. Este estudo foi realizado com recursos próprios do PoderData, empresa de pesquisas que faz parte do grupo de mídia Poder360 Jornalismo.

Informações Poder 360


Daron Acemoglu é autor do livro Por que as Nações Fracassam

Daron Acemoglu, que já criticou Lula, foi laureado com o Nobel de Economia | Foto: UNESCO/Reprodução
Daron Acemoglu, que já criticou Lula, foi laureado com o Nobel de Economia | Foto: UNESCO/Reprodução

O economista turco Daron Acemoglu, coautor do best-seller Por que as Nações Fracassam e recém-laureado com o Prêmio Nobel em Economia, nesta segunda-feira, 14, disse estar desapontado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele acredita que o petista nada fez para impedir o domínio da China sobre os Brics.

“É evidente que estamos trilhando um caminho que coloca o Brics sob a influência da China, enquanto o mundo em desenvolvimento necessita de uma voz independente”, disse Acemoglu, em entrevista à revista Veja.

A princípio, ele apoiou os programas sociais do governo petista. “Um exemplo notável é o Brasil nos primeiros mandatos do presidente Lula, que implementou programas sociais como o Bolsa Família e investiu fortemente em educação”, mas destaca que “a abordagem não deve se limitar apenas a transferências diretas de renda”.

Para ele, o Brasil deve superar a necessidade de programas sociais através da geração de emprego. “Isso envolve a criação de oportunidades para pessoas de diferentes níveis de habilidade e a prevenção do poder excessivo de tecnologias e corporações no mercado de trabalho.”

Laureado com o Nobel é contra a conduta de Lula nos Brics

No entanto, o economista demonstrou “profunda decepção” pela postura do Brasil de Lula diante dos Brics. “Fui um grande apoiador do presidente Lula, mas agora estou extremamente desapontado”, disse Acemoglu.

O turco denuncia uma subserviência dos demais países do bloco diante da China. “É evidente que estamos trilhando um caminho que coloca o Brics sob a influência da China, enquanto o mundo em desenvolvimento necessita de uma voz independente”, observou. “Essa situação é lamentável.”

Para ele, o Brasil e outras economias emergentes têm um papel crucial contra a supremacia chinesa e norte-americana. “Nações como Brasil, Turquia, Indonésia, Índia e Bangladesh precisam ter uma voz independente quando se trata de direcionar o rumo da tecnologia, inteligência artificial e os impactos do comércio global”, disse.

O economista considera que os países dos Brics se tornaram “meros clientes” dos chineses e russos. “Acredito firmemente que o mundo precisa transcender a bipolaridade atual e, nesse contexto, o Brics deveria ser menos submisso aos interesses de China e Rússia”, concluiu.

Informações Revista Oeste


Uma decisão do órgão solicita o pagamento de quase R$ 3 milhões para ressarcir diárias na Lava Jato

Deltan Dallagnol, ex procurador da Lava Jato | Foto: Wikimedia Commons

Um relatório pericial solicitado pela Justiça Federal contesta a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de obrigar o ex-procurador Deltan Dallagnol a devolver R$ 2,8 milhões. O montante refere-se a despesas da Operação Lava Jato com diárias e passagens, consideradas excessivas pelo órgão, que mencionou uma “indústria de pagamento” para procuradores específicos.

A análise comparou o sistema de diárias adotado pela força-tarefa de Curitiba com a proposta alternativa do ministro Bruno Dantas, relator no TCU. Ele sugeriu a transferência temporária, ou remoção, dos procuradores para o Paraná. O laudo apontou que o cálculo do TCU ignorou despesas adicionais do modelo de remoção, como mudanças dos procuradores e gratificações para substitutos.

As falhas que prejudicaram Deltan

“Em face do exposto, é possível concluir que o débito imposto não foi devidamente calculado”, afirma o documento. O relatório destaca que a remoção temporária seria aplicável apenas aos Procuradores da República, mas proibida por lei para Procuradores Regionais. A equipe da Lava Jato incluía dois Procuradores da República e cinco procuradores regionais, além de Deltan, o coordenador.

Custos de remoção e decisão judicial

De acordo com a perícia, os custos de remoção e substituição superariam R$ 3 milhões, considerando apenas a transferência dos Procuradores da República. Estes podem legalmente solicitar remoção. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, ordenou a perícia, anulando a decisão do TCU após solicitação da defesa de Deltan.

Informações Revista Oeste


Créditos: Divulgação/Netflix

A costa oeste da Flórida está em alerta máximo com a aproximação do Furacão Milton, previsto para atingir a região nesta quinta-feira (10/10). Com ventos devastadores e risco de enchentes, o fenômeno gerou preocupação entre os moradores locais e celebridades que possuem propriedades na área, como a cantora brasileira Anitta. Através de suas redes sociais, Anitta compartilhou o momento com seus seguidores de forma bem-humorada, mas a ameaça é real.

Em seu Instagram, a artista comentou o evento com um story, no qual se registrou pensativa e escreveu: “Esta sou eu percebendo que tenho quatro casas diferentes, mas me encontro na de Miami bem quando o furacão chega”, completando a frase com emojis irônicos de palmas.

Reprodução/Instagram

O Furacão Milton, classificado como categoria 5, representa a força máxima de um furacão, com ventos que podem alcançar impressionantes 256 km/h. A formação do furacão foi impulsionada pelas águas do Golfo do México, que atingiram temperaturas recordes em 2024. A costa oeste da Flórida deve sentir os impactos mais significativos, enquanto outras áreas do sul do estado esperam impactos menos severos.

Qual o Impacto do Furacão Milton na Flórida?

Embora a ameaça pareça assustadora, as previsões meteorológicas indicam que o sul da Flórida terá condições climáticas menos intensas em comparação com o restante da costa oeste. De acordo com KC Sherman, meteorologista da CBS News Miami, a região deve enfrentar ventos entre 30 a 50 km/h e chuvas intensas, com um índice pluviométrico de até 7 centímetros por hora. Há também um risco moderado de enchentes.

No entanto, no centro do estado, o cenário é diferente. O Furacão Milton pode se tornar uma das tempestades mais devastadoras já registradas na área, com potencial de causar danos significativos devido à força dos ventos e chuvas torrenciais. As autoridades locais estão em alerta e tomando medidas para minimizar os impactos nas regiões mais vulneráveis.

Como Estão se Preparando as Celebridades?

Além de Anitta, outras figuras conhecidas têm se preparado para o que pode ser um dos furacões mais severos da temporada. Celebridades, como as funkeiras MC Loma e Mirella Santos, optaram por se abrigar em locais mais seguros ou antecipar o retorno ao Brasil. Da mesma forma, a família de Leo Santana decidiu encurtar suas férias e deixar a Flórida antes da chegada do furacão.

Com o furacão se aproximando rapidamente, as autoridades recomendam que os residentes na rota do Furacão Milton tomem precauções imediatas. Isso inclui estocar suprimentos essenciais, reforçar as estruturas das suas casas e, se necessário, evacuar para áreas mais seguras. Dependendo da força com que o furacão atingir a terra, os danos podem variar de moderados a graves, especialmente nas regiões mais afetadas ao longo da costa oeste.

Informações TBN


Foto: Milena Brandão/iBahia

O candidato José Ronaldo (UB) venceu as eleições municipais neste domingo (06) com 50,32% dos votos válidos, um total de 165.970 votos. Eleito, Ronaldo comandará o município pelos próximos 4 anos.

Derrotado por Ronaldo, o candidato Zé Neto (PT) ficou em segundo lugar com 154.147 votos (46,73%). Já Carlos Medeiros (Novo) obteve 9.717 votos (2,95%).

Este será o quinto mandato de José Ronaldo, que se elegeu pela primeira vez em 2000, desde então, ganhou mais três eleições, 2004, 2012 e 2016. Aos 73 anos, ele irá gerir o município ao lado do vice-prefeito eleito, Pablo Roberto.


Foto: Miro Nascimento

O candidato a prefeito de Feira de Santana pelo União Brasil, José Ronaldo, votou no Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães no início da manhã deste domingo (06). Ao lado do candidato a vice-prefeito, Pablo Roberto, Ronaldo afirmou que a decisão sobre o pleito seria do povo. Além de Pablo, outros apoiadores também o acompanharam.

O candidato aproveitou a oportunidade e agradeceu a Deus e aos eleitores das comunidades em que visitou durante a campanha.

“Agradeço a Deus e às comunidades por onde passei. Agora, é o povo que decide, ele é soberano”, destacou Ronaldo.

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