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Evaristo Sá/AFP

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou sobre os custos estimados em R$ 1,3 milhão revelados pelo Estadão para que autoridades brasileiras participassem do Fórum de Lisboa, promovido pelo Instituto de Ensino e Desenvolvimento em Pesquisa (IDP), do qual ele é sócio.

Segundo informações do Estadão, apenas em diárias, órgãos dos Três Poderes desembolsaram R$ 1,2 milhão para custear a participação de pelo menos 78 pessoas, incluindo servidores, políticos, seguranças, ministros de Estado e membros do Poder Judiciário. Os dados consultados pela reportagem estão atualizados até 26 de junho, com possíveis aumentos ainda não refletidos nas ordens bancárias.

Durante o encerramento do evento, Gilmar Mendes abordou a questão dos custos: “Eu não sei avaliar essa questão de valores porque teria que se fazer vis a vis a viagens que são realizadas também no Brasil”, afirmou. Ele ponderou que a imprensa frequentemente reporta eventos no Brasil que também geram custos semelhantes, como passagens e hospedagem, e questionou se o valor gasto seria excessivo ou não.

Brincando sobre a situação dos custos ao erário, Gilmar Mendes destacou: “Até agora a gente não conseguiu inventar essa possibilidade da gente viajar de graça. Se o Estadão conseguir ensinar como os correspondentes se deslocam de maneira mais barata. Certamente não vêm a nado.”

O ministro comparou os custos de viagens, mencionando que uma ida de Brasília a São Paulo pode custar mais do que uma viagem de Brasília a Lisboa, destacando a complexidade e os custos envolvidos em deslocamentos internacionais.

Gilmar Mendes também enfrentou críticas em relação ao evento, conhecido no mundo jurídico como “Gilmarpalooza”, devido aos eventos paralelos e à falta de transparência. O Estadão revelou que sócios e diretores de empresas com ações no STF participam como palestrantes do evento deste ano, levantando questões sobre potenciais conflitos de interesse.

Além disso, o happy hour do evento, realizado pelo banco BTG Pactual, que responde a ações na Corte, gerou controvérsia ao reunir ministros e parlamentares, evidenciando a interação entre setores públicos e privados durante o evento.

Informações TBN


A professora Ana Carolina Toschi, 47, nunca tinha ouvido falar em experiência de quase morte (EQM) quando viveu uma situação extracorpórea em 2006, no parto da filha caçula. Em vez de medo e insegurança, Ana Carolina relata momentos de um sentimento indescritível —e a sensação de certeza de que, mesmo sem saber como, não era sua hora. A VivaBem, ela conta como aquele dia foi um “divisor de águas” em sua vida.

“Não era minha hora”

“Em 8 de março de 2006, foi o parto da minha filha caçula. Tomei a anestesia raquidiana para a cesárea, tocou o telefone do médico, e ele saiu da sala.

Comecei a me sentir mal e, como já tinha passado por outros partos, sabia que o anestesista deveria estar ali. Comecei a conversar com a enfermeira, que estava no meu lado esquerdo, e falei que estava passando muito mal.

Tentava explicar e ela fez que não entendeu o que eu estava falando. Tentava continuar falando, ela começou a chorar e disse: ‘Mãe, abre o olho, mãezinha’. Nisso, pensei: ‘Nossa, que estranho, estou de olho aberto e falando com ela’. Me senti um pouco mais para trás, como se meu rosto tivesse se deslocado para dentro. Conseguia ver a ‘parte de dentro’ dos olhos.

Ouvi apitar o monitor, olhei para trás e vi uma linha. Quando vi essa linha, já imaginei o que estava acontecendo. Saí do corpo e fiquei em paralelo, de pé, ao lado do monitor, vendo o que estava acontecendo. Foi muito rápido.”

Em seguida, já me vi em outro lugar deitada em uma cama. A grade da cama era branca, diferente do hospital, e vi tudo muito branco. Uma luz forte branca. Essa foi a parte mais emocionante de estar lá, não tinha vontade de sair dali, porque é uma sensação maravilhosa que no corpo a gente não consegue ter.

É uma coisa indescritível mesmo. A gente se desliga do corpo, porque a gente não tem mais o sentimento. Mas isso eu só fui entender depois. No fundo, várias pessoas estavam vestidas de branco —não sei dizer quantas, acho que umas 30. Como era muita luz branca, só via as cabecinhas. Elas pareciam que estavam reunidas, não estavam de frente para mim.

Pensei: ‘Não é para eu estar aqui’. Sabia, ninguém veio falar comigo. A gente ouve histórias de que quando morre alguém vem buscar, você encontra Jesus Cristo… Cada religião diz uma coisa. E lá, na hora, estava me sentindo em paz. Mas o pensamento que veio na minha cabeça era de que não era a minha hora.

Ainda lá, ouvi o som da bebê chorando. De repente, senti uma puxada pelas costas, como se caísse em um túnel, e encaixei de novo no meu corpo. Ouvi o anestesista voltando, entrando na sala, e alguém explicou para ele o que aconteceu.

Uma outra enfermeira, que estava do lado direito, perguntou: ‘O que eu faço?’. Ele respondeu: ‘aplica 5 mg de efedrina (medicamento usado em momentos de queda abrupta da pressão)’.

Senti algo quente vindo do pé para a cabeça, como se minha circulação estivesse voltando. Ouvi o pediatra perguntando para o obstetra se podia levar a bebê para perto de mim e ele respondeu que ainda não. O obstetra terminou de costurar, tirou os lençóis, jogou em cima de mim e saiu da sala. Fiquei sozinha, olhando para o relógio.

Passou uns 40 minutos, uma das enfermeiras me viu e perguntou o que ainda estava fazendo ali. Só confirmei tudo isso o que aconteceu, que não tinha sido alguma coisa da minha cabeça. Quando voltei para o quarto, tinha uma moça lá, dividindo o quarto comigo. O parto dela foi logo em seguida do meu, a gente ainda não tinha se visto.

Ela me contou que ouviu os médicos conversando e falando que no parto anterior uma mãe tinha morrido e voltado.”

Depois que ela falou, eu disse: ‘Você está falando o que acabou de acontecer comigo, é a minha história’. Isso confirmou tudo, não estava viajando. Alguns anos depois, que comecei a contar essa história, uma pessoa me falou que isso que eu passei se chama experiência de quase morte. E me deu um livro sobre o assunto.

E aí fui ler e vi que tinha bastante a ver. Depois, conversei com uma pessoa que estudava sobre o assunto e ela falou que [a minha experiência] tem ‘todos os passos’ de uma EQM. Essa experiência foi meio que um divisor de águas para mim. Uma vez, contando para uma amiga, ela me questionou o que mudou na minha vida depois da EQM.

Sou uma pessoa mais sensível em percepções, na empatia com as pessoas. Já ouvi algumas pessoas falarem que, quando estão perto de mim, sentem uma paz. Hoje sou professora, mas penso em, quando me aposentar, daqui a uns anos, vou me especializar em alguma coisa terapêutica ou nessa área que possa trazer um pouco de espiritualidade para as pessoas.”

Estudo

Embora a interpretação desses relatos e a própria existência de EQMs sejam subjetivas, nos últimos anos, pesquisadores têm se debruçado em entender o que se passa na mente humana em situação de risco iminente de morte.

Em 2023, um estudo conduzido pela neurocientista Jimo Borjigin, na Universidade de Michigan, indicou que, em um grupo de pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca, pelo menos de 20% a 25% relataram ter visto uma luz. Isso pode indicar que certas áreas do cérebro, responsáveis pela percepção sensorial, estavam ativadas.

Em outra observação, quatro pacientes em coma tiveram o ventilador mecânico desligado em decorrência de diferentes doenças. Borjigin notou que dois deles tiveram uma alta na atividade cerebral. A falta de oxigênio no sangue (hipoxia) seria a responsável por esse “pico”.

O que é EQM

No Brasil, Beatriz Ferrara Carunchio, pesquisadora de pós-doutorado pelo Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituito de Psicologia da USP, tem se dedicado a estudar o tema.

Segundo um artigo publicado por ela na revista Rever, da PUC-SP, as EQMs podem ser definidas como “experiências subjetivas muito intensas que ocorrem a pacientes em morte clínica ou muito próximos deste estado”.

Geralmente, após esse tipo de experiência, o paciente passa por intensas mudanças, não apenas no âmbito da espiritualidade e religiosidade, mas em diferentes setores de sua vida, tais como nos relacionamentos afetivos e interpessoais, na carreira, em aspectos psicossociais (incluindo crenças, visão de mundo, planos, metas e a própria identidade).”

Carunchio explica que as “experiências são, geralmente, muito curtas, embora o paciente possa ter sua percepção de tempo alterada”. Um minuto de morte clínica, quando a reanimação ainda é possível, ou cinco minutos desacordado podem parecer várias horas para alguém nesta situação.

Características de uma EQM

Beatriz Carunchio também reuniu características que são frequentemente relatadas por pessoas que dizem que passaram por uma EQM. Entre outras vivências, algumas das mais comuns, são:

Dificuldade de transformar a lembrança em relato;

Consciência de estar morto (conseguir observar o corpo “de cima” ou ouvir um profissional de saúde atestar o óbito);

Sentimentos de paz e serenidade;

Sensação de “flutuar” e ver o próprio corpo;

Experiência de atravessar um túnel, com ou sem uma luz no final;

Visitas a supostos outros planos, usualmente descritos como lugares bonitos;

Retorno ao corpo por livre escolha ou não.Continua após a publicidade

*Ana Carolina afirma que não foi registrada parada cardiorrespiratória ou qualquer intercorrência em prontuário após a cirurgia em que teria sofrido a EQM e fala em negligência da unidade de saúde. Conforme relatado, ainda existem poucos estudos sobre o que acontece no momento imediato antes da morte e não é possível negar ou comprovar esse tipo de experiência. Dificilmente um relato de EQM poderá ser comprovado.

Informações UOL


Foto: Reprodução.

O Partido da Causa Operária (PCO) gerou controvérsia nesta semana ao publicar no Twitter uma mensagem elogiando o Hamas, chamando o grupo de “os maiores heróis do século XXI”. A declaração provocou uma onda de reações nas redes sociais, com muitos usuários criticando a posição do partido. Veja:

Em outra postagem, o PCO anunciou que irá distribuir 100 mil panfletos nas ruas em defesa do Hamas. A iniciativa tem como objetivo, segundo o partido, esclarecer sua posição e mobilizar apoio para a causa que defende. Veja:

Repercussão da Postagem

A mensagem original no Twitter gerou intenso debate online. Críticos apontaram que o Hamas é amplamente reconhecido internacionalmente como uma organização terrorista, acusada de cometer inúmeros ataques violentos. A posição do PCO foi recebida com indignação por muitos, que consideram inaceitável o apoio a um grupo com esse histórico.

O PCO detalhou que a distribuição dos panfletos ocorrerá em várias cidades do país, com o objetivo de defender sua posição e argumentar que o Hamas é um movimento de resistência legítima. A campanha de panfletagem será acompanhada por eventos e discursos em locais públicos.

O Hamas, uma organização islâmica palestina, é designado como grupo terrorista por muitos países, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e Israel. O grupo é acusado de realizar ataques contra civis e militares, além de usar táticas como lançamentos de foguetes e atentados suicidas.

Informações TBN


Rosangela Policarpo, a "Rainha do Pudim", e seu pudim de balde
Rosangela Policarpo, a “Rainha do Pudim”, e seu pudim de balde Imagem: Divulgação

Depois do pudim de 8,5 kg, que já havia desbancado o de 3 kg e ambos terem viralizado nas redes sociais, Rosangela Policarpo, a “Rainha do Pudim”, se autodesafiou a provar que era possível fazer um pudim de balde, sem que ele desmoronasse.

A receita com 20 ovos, quase 2 quilos de leite condensado e outros 7 litros de leite integral não só deu certo como manteve as características da sobremesa que ela comercializa em versões menores, mesmo tendo 20 cm de altura.

Moradora de Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista, Rosangela conta que gosta de se pôr à prova e checar até onde vão suas criações, principalmente quando outras pessoas não botam fé que ela vá conseguir ou alegam não haver condições de preparar alguma receita.

Vi tentativas de se fazer o pudim em um balde em alguns vídeos, mas sempre saía tudo quebrado, feio. E muita gente comentava que nunca daria certo, que era impossível. Aí já viu, né? Era o que eu precisava para encarar esse desafio. Corri até a loja e comprei o maior balde que encontrei, desses para colocar gelo e cerveja, mesmo. Escolhi o de 4,5 litros”, relata.

Pudim de balde, criado por Rosangela Policarpo, a "Rainha do Pudim"
Pudim de balde, criado por Rosangela Policarpo, a “Rainha do Pudim”  Imagem: Divulgação

Pudins do sucesso

Rosangela quintuplicou as medidas que está acostumada a seguir para suas sobremesas de 1 kg, mas até o marido Samuel, sócio na empreitada digital, chegou a duvidar que daria certo. Além da altura jamais testada, o balde de bebidas é feito de aço inox, enquanto as formas convencionais são de alumínio – e o primeiro não é tão bom condutor térmico quanto o segundo.

A única diferença no processo, segundo a confeiteira, é que ela usou toda a clara dos ovos, algo que não costuma fazer nos pudins de 1 kg ou menos (confira o processo da receita do pudim de 3 kg, na sequência).

“Prefiro usar mais gema, para que o resultado seja bem cremoso, que derreta na boca. Mas para os pudins mais altos, as claras ajudam a deixar mais firme, estruturado”, diz.Continua após a publicidade

“Depois, teve gente que falou que usei amido, gelatina, mas não tem nada de diferente. Para dar certo, precisa ser a receita do pudim-raiz, só com ovos, leite e leite condensado”, afirma.

No seu dia a dia, Rosangela recorre ao forno industrial, que foi usado para assar o superpudim. Ela afirma, porém, que é possível repetir em um modelo convencional, considerando a necessidade de mais tempo para cocção. “Assei em 2h20, mas deve demorar até umas 4 horas em forno comum”, calcula.

A refrigeração é uma das partes mais importantes do processo desta sobremesa, essencial para que a massa fique firme. A versão de balde da “Rainha do Pudim” ficou mais de 12 horas na geladeira – e a confeiteira estava com receio de não ser suficiente.

Um truque que ela usa para desenformar de maneira mais fácil e aquecer o fundo da forma com maçarico. Isso faz com que a calda amoleça, fazendo com que o pudim “escorregue”.

Desafio atrás de desafio

Lançado há menos de uma semana, o vídeo em que mostra o momento que Rosangela desenforma o pudim de balde já bateu 2,5 milhões de views no Instagram e 1,3 milhão no Tik Tok. Apesar de altos, os números ainda estão aquém das produções anteriores – o pudim de 8 kg tem 8,8 milhões de visualizações nas duas redes.Continua após a publicidade

Com 275 mil seguidores no Instagram, 150 mil no TikTok e 122 mil no Facebook, a confeiteira está se acostumando com suas criações se transformando em virais. O primeiro “feito” foi o pudim de 3 kg.

“Não imaginava que iria viralizar tanto. Resolvi fazer porque os clientes brincavam se não tinha pudins maiores do que os de 1 kg que costumo vender. Aí resolvi procurar uma forma maior e tentar. Deu certo de primeira e estourou no Tik Tok com 9 milhões de visualizações”, relata.

Rosangela ficou se perguntando qual seria o próximo desafio, algo que ninguém tivesse conseguido cumprir – e que pudesse viralizar, é claro!

Tinha visto um perfil fazendo um pudim de 6 kg, dizendo ser o maior do Brasil. Mas parecia tão pequeno. Me desafiei a fazer um maior que aquele, que fosse bonito, sem rachar”, comenta.

Mais uma vez, optou pela maior forma que encontrou disponível. A ideia inicial era fazer um prato de 7 kg, provando que não quebraria e ainda ficaria lisinho. “Esse era o meu desafio, mas a forma era tão grande que a receita que fiz não foi suficiente para preenchê-la. Corri fazer mais uma receita e, no fim, ficou com 8,5 kg”, relata.Continua após a publicidade

A ideia de usar um balde foi reforçada por outro vídeo que ela produziu e viralizou, no qual mostrava um pudim de 1,5 kg, mas preparado em forma com 10 cm de altura.

É claro que ela está planejando um novo desafio para superar, mas prefere não dar spoiler.

Receita da sogra e renda extra

Rosangela começou a preparar e vender pudins há cerca de 8 anos, quando seu primogênito Miguel, então com 2 aninhos, recebeu o diagnóstico de autismo. Foi a maneira que encontrou para reforçar a renda familiar e ajudar com os custos dos tratamentos, sem precisar recorrer a um emprego formal que lhe impediria de ficar perto do filho o tempo todo.

Pudim de 8kg, criado por Rosangela Policarpo, a "Rainha do Pudim"
Pudim de 8kg, criado por Rosangela Policarpo, a “Rainha do Pudim”  Imagem: Divulgação

A receita que ela aprendeu com a sogra sempre foi muito elogiada em todos os encontros familiares e com amigos e, com o incentivo dessas pessoas, ela resolveu arriscar. Atualmente, Rosangela produz de 50 a 60 pudins por semana. O quilo tem sido vendido a R$ 65.

No menu de sabores há mais de 20 sabores e, também, a versão famosa de 3 kg, ao preço de R$ 165. Quem quiser encomendar o de balde também tem essa opção, com custo previsto de R$ 350. “Dia dos Pais está chegando é um presente legal: ganha um pudim e, também, um balde para bebidas”, divulga.

A comercialização dos doces responde pela maior parte do seu faturamento, que é reforçado com a venda do curso em que ensina todas suas receitas e segredinhos.

“Quando criei as aulas, pensei em ajudar outras mulheres que precisam fazer renda, sem ter que deixar os filhos ainda bebês em creches”, diz Rosângela, que também é mãe das gêmeas Elena e Eloísa, de quase 3 anos.

Informações UOL


Imagem: Stanislaw Mikulski/Shutterstock

A Nvidia superou a Microsoft e se tornou a empresa listada em bolsa de valores mais valiosa do mundo. A fabricante de chips e semicondutores encerrou o dia com um valor de mercado de US$ 3,335 trilhões (equivalente a R$ 18 trilhões). Até então, a Microsoft, a empresa mais valiosa dos EUA, fechou a sessão de negócios com valor de mercado de US$ 3,317 trilhões (R$ 17,9 trilhões). Em terceiro lugar, ficou a Apple, avaliada em US$ 3,286 trilhões (R$ 17,8 trilhões).

Logo da Nvidia — Foto: REUTERS/Mike Blake

Logo da Nvidia — Foto: REUTERS/Mike Blake

A ascensão das ações da Nvidia tem sido impulsionada desde o ano passado, com o crescente avanço da inteligência artificial (IA) generativa em todo o mundo. Apenas no primeiro trimestre deste ano, a empresa registrou um lucro líquido de US$ 14,9 bilhões (cerca de R$ 78,5 bilhões), um aumento de 628% em comparação ao mesmo período de 2023.

A Nvidia é especializada na fabricação de chips e semicondutores usados para treinar modelos de inteligência artificial, como o do ChatGPT, que exigem alta capacidade computacional. Segundo analistas da XP informaram ao G1, a empresa se tornou uma fornecedora de referência dos equipamentos necessários para operar novas tecnologias, atraindo grandes clientes como Google, Microsoft, Amazon, Meta (Facebook) e Tesla, entre outros.

Informações TBN


Wikimedia Commons

Decidir para onde viajar pode ser um desafio. Além de avaliar custos com passagens, alimentação e estadia, bem como os requisitos para ingresso no país, algumas mulheres precisam verificar se são sequer permitidas a entrar no destino escolhido.

No século XXI, parece inacreditável que o gênero possa restringir o acesso a certos lugares, mas ainda existem locais onde essa discriminação é aceita por motivos culturais ou religiosos. Segundo informações do Mega Curioso, muitos desses destinos são até mesmo Patrimônios Mundiais da UNESCO.

  1. Comunidade Monástica do Monte Athos (Grécia) Desde 1988, o Monte Athos é um Patrimônio Mundial da UNESCO e abriga uma comunidade de 20 monastérios ortodoxos orientais. Por mais de mil anos, peregrinos e monges cristãos ortodoxos têm se reunido nessa “Montanha Sagrada”, na península norte da Grécia, que proíbe a entrada de mulheres e animais fêmeas, exceto gatas, desde 1046. A tradição local justifica que a presença feminina poderia comprometer o celibato dos monges e que o local é dedicado à Virgem Maria, não sendo permitida a visita de outras mulheres.
  2. Monte Omine (Japão) Mulheres são barradas no Monte Omine há mais de mil anos. Elas lutam pelo fim dessa proibição, que está ligada à menstruação e à crença de que distrairiam os peregrinos homens. Também um Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2004, o Monte Omine é um local sagrado com templos xintoístas e budistas na ilha de Honshu, visitado até pela família imperial japonesa.
  3. Herbertstrasse, Hamburgo (Alemanha) Em Hamburgo, a Herbertstrasse é uma rua onde apenas trabalhadoras do sexo feminino podem entrar. Iniciada em 1933 com o poder nazista, essa regra visava isolar atividades consideradas imorais pelos padrões da época.
  4. Parque Nacional Band-e-Amir (Afeganistão) O Parque Nacional Band-e-Amir é como o Grand Canyon do Oriente Médio e busca reconhecimento da UNESCO. No entanto, desde o retorno do Talibã ao poder em 2021, mulheres foram proibidas de visitar este parque afegão.
  5. Ilha de Okinoshima (Japão) A Ilha de Okinoshima é um Patrimônio Mundial da UNESCO que proíbe a entrada de mulheres apesar de abrigar santuários dedicados às deusas do mar. A justificativa é a segurança, dada a periculosidade do local.

Informações TBN


com Frei Jorge Rocha

Tema: Incluso e incluído


(Foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União-MA), “tem o direito de provar sua inocência”. Juscelino Filho foi indiciado pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de envolvimento em um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Lula enfatizou que o indiciamento não implica automaticamente em culpa, mas sim que alguém o acusou e a acusação foi aceita. 

“Eu acho que o fato do cara ser indiciado não significa que o cara cometeu um erro. Significa que alguém está acusando, e que a acusação foi aceita. Agora, eu preciso que as pessoas provem que são inocentes e ele tem o direito de provar que é inocente. Eu não conversei com ele ainda, eu vou conversar hoje [quinta-feira, 13] e vou tomar uma decisão sobre esse assunto”, afirmou Lula.

As declarações foram feitas em Genebra, na Suíça, onde Lula participaria do lançamento da Coalizão para Justiça Social da Organização Internacional do Trabalho. Posteriormente, ele seguiria para a região de Puglia, na Itália, para a reunião do G7.

Juscelino é suspeito de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e envolvimento em organização criminosa. O relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF) é o ministro Flávio Dino, ex-colega de Juscelino no governo de Lula.

O documento será encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o procurador-geral decida se haverá denúncia, arquivamento ou novas diligências pela PF.

Em nota divulgada na quarta-feira (12), Juscelino reiterou sua inocência e classificou a ação contra ele como “política e previsível”.

“É importante lembrar que o indiciamento não implica em culpa. A Justiça é a única instância competente para julgar, e confio plenamente na imparcialidade do Poder Judiciário. Minha inocência será comprovada ao final desse processo, e espero que o amplo direito de defesa e a presunção de inocência sejam respeitados”, diz o ministro no comunicado.

Informações TBN


Tia de Almog Meir Jan, de 21 anos, disse que após receber uma ligação do Exército informando sobre o resgate, dirigiu até a casa do irmão para dar a notícia, mas o entrou morto.

Almog Meir Jan, um dos reféns resgatados pelo Exército de Israel em Gaza, abraça familiar. — Foto: Exército de Israel via REUTERS

Almog Meir Jan, um dos reféns resgatados pelo Exército de Israel em Gaza, abraça familiar. — Foto: Exército de Israel via REUTERS 

O pai de um dos quatro reféns resgatados pelo Exército de Israel na Faixa de Gaza neste sábado (8) morreu horas antes de poder receber o filho em casa. Almog Meir Jan, de 21 anos, estava sob poder do Hamas há 8 meses. 

Segundo o jornal “Times of Israel“, a tia de Almog, Dina Jan, disse que após receber uma ligação do Exército informando sobre o resgate, dirigiu até a casa do irmão Yossi Jan para dar a notícia, mas o entrou morto. 

“Dirigi como um louca, bati, ‘Yossi, Yossi, Yossi’ e nada. Não obtive resposta. A porta da casa dele estava aberta e eu o vi dormindo na sala. Gritei ‘Yossi’ para ele e ele não me respondeu. Eu vi a cor da pele dele, toquei nele, mas ele estava morto”, disse Dina à emissora pública Kan. 

Dina Jan afirmou que Yossi era muito ligado ao filho, e ficou “grudado à televisão” durante os oito meses de sequestro em busca de qualquer informação. 

“Meu irmão morreu de tristeza e não conseguiu ver o filho retornar. Na noite anterior ao retorno de Almog, o coração do meu irmão parou.”

Forças de segurança israelenses libertaram quatro reféns que estavam na Faixa de Gaza 

A operação para resgatar os sequestrados foi “complexa e difícil”, segundo o porta-voz do Exército israelense, Daniel Haagari. Os quatro reféns, de acordo com Israel, estavam em dois cativeiros separados no centro de Nuseirat, um campo de refugiados palestinos no centro da Faixa de Gaza. 

Além de Almog Meir Jan, os outros três resgatados no sábado foram Noa Argamani, de 26 anos; Andrey Kozlov, de 27 anos; e Shlomi Ziv, de 40 anos. 

Após o resgate, as brigadas Al-Qassam, braço armado do Hamas, disseram que outros sequestrados foram mortos durante a incursão israelense para libertar os quatro reféns. Um soldado israelense também foi morto durante a operação. 

No mesmo local onde o resgate foi feito, em Nuseirat, 247 palestinos também morreram durante incursões feitas pelo Exército israelense, segundo o Hamas. 

Ainda há cerca de 130 pessoas, entre os sequestrados pelo Hamas na invasão a Israel em 7 de outubro, sob poder do grupo. 

O governo de Israel não havia comentado a afirmação do Hamas de que outros reféns foram mortos até a última atualização desta reportagem. 

O campo de refugiados de Nuseirat, onde o resgate foi feito, é uma das regiões mais populosas da Faixa de Gaza, e abriga famílias de palestinos que foram retiradas de territórios após a criação do Estado de Israel, em 1948. 

O vice-chefe da Jihad Islâmica palestina, Mohammad Al-Hindi, afirmou que a operação de Israel deste sábado não afetará as negociações para um acordo de cessar-fogo que estão em andamento entre o governo israelense e o Hamas.

Informações G1


Moxy NYC Downtown
Moxy NYC Downtown Imagem: Reprodução/Instagram

Que muita gente adora curtir uma boa balada quando viaja não é novidade. Mas nem sempre é preciso sair pela cidade atrás da melhor delas: os chamados “party hotels” (algo como “hotéis festeiros”) são cada vez mais comuns.

Muitos dos grandes resorts all inclusive do Caribe sempre tiveram seus próprios clubs e boates, assim como os grandes navios.

Os hotéis de Las Vegas, que apesar de não terem “tudo incluído” operam de maneira bem semelhante e, hoje, todos eles têm sua própria boate. Dos mais de 40 milhões de visitantes anuais de Las Vegas, quase 60% paga para assistir pelo menos a um show ou apresentação de DJs famosos (segundo o LVCVA, o escritório de turismo e convenções do destino).

Cada vez mais hoteleiros e investidores poderosos estão lançando novos conceitos de vida noturna aliados à hospitalidade — inclusive em hotéis menores, mais urbanos e exclusivos.

Ian Schrager, que no passado transformou o lendário Studio 54 em ícone da vida noturna, é um dos nomes por trás do sucesso dos hotéis Edition, uma das marcas de luxo “descolado” da Marriott International. A propriedade da marca na Times Square, por exemplo, possui um híbrido de boate e cabaré, o Paradise Club, que demandou altos investimentos e faz bastante sucesso.

Paradise Club
Paradise Club Imagem: Reprodução/Instagram

Assim como ele, cada vez mais empresários do setor estão entendendo que unir um design sedutor e serviço de qualidade com diferentes formas de entretenimento podem ser o pulo do gato para o sucesso de um hotel.

Algumas marcas hoteleiras, aliás, já nasceram com essa pegada. É o caso dos W Hotels, outra marca de lifestyle descolado da Marriott – e que, aliás, esse ano abrirá em São Paulo sua primeira propriedade no Brasil.

A maioria dos hotéis W tem sua própria balada em casa, do elegante W Santiago, no Chile, ao peculiar W Mexico City. E elas costumam reunir com frequência não apenas turistas hospedados ou não ali como também muitos moradores das cidades nas quais estão presentes.

W Mexico City
W Mexico City Imagem: Divulgação

Rainhas da noite

A tendência não está tomando apenas marcas de luxo da hotelaria. Um bom exemplo está justamente em uma marca sempre focada em hotéis mais econômicos: a Moxy Hotels. Com propriedades que geralmente se assemelham a albergues descolados, os hotéis da marca sempre têm seus próprios (e agitados!) clubs e boates.

O Magic Hour do Moxy Times Square e o The Fleur Room do Moxy Chelsea são ótimos exemplos. Essas baladas, bem nova-iorquinas, têm seguranças controlando a entrada dos clientes com cordas e extensas filas, como nos filmes. Já o Moxy NYC East Village criou o rooftop Little Sister, de vibe mais intimista, como uma grande festa em casa.

Moxy NYC East Village
Moxy NYC East Village Imagem: Reprodução/Instagram

A empresa americana Lightstone, a investidora por trás dos hotéis Moxy de Nova York, planeja abrir outras propriedades da marca também em Los Angeles e Miami – todas nesse mesmo estilo, com seus próprios locais de balada e diversão noturna.

Nova York, aliás, é terreno fértil para hotéis focados na vida noturna. O Equinox Hotel Hudson Yards é um bom exemplo: ali diversão sempre foi parte fundamental da experiência hoteleira e Electric Lemon oferece festas com vista para o rio Hudson.

Já o The James New York tem no Seville música ao vivo e entretenimento noturno constante. O WXYZ do Aloft Manhattan Downtown é uma versão discoteca do bar presente em outros hotéis da marca, com direito a shows ao vivo e DJ. E o Standard High Line New York, no badalado Meatpacking District, tem na cobertura a boate Le Bain, que recebe DJs famosos – com o plus de oferecer uma tremenda vista para Manhattan enquanto os clientes se divertem.

Londres também é outra cidade famosa por suas baladas instaladas em hotéis, dos bairros mais sisudos aos mais descolados. O Twenty Two, em Mayfair, tem entre os frequentadores de seu badalado club cheio de veludo no décor figurões celebridades como Katy Perry e Idris Elba.

O The Standard, em Kings Cross, aposta em coquetéis sofisticados e fartura de espaços para manter o clima de festa sempre vivo, seja no lobby, no Decimo ou no Sweeties. Até o The Goring, o hotel queridinho de alguns membros da família real no bairro de Belgravia, é palco constante de altas festas com DJs e música ao vivo, sobretudo no verão.

Moxy NYC Downtown
Moxy NYC Downtown Imagem: Reprodução/Instagram

Investimentos milionários e champanhe a rodo

É claro que as reservas dos quartos e suítes continuam sendo o grande responsável pelas finanças saudáveis dos hotéis. Mas lucros obtidos com alimentos, bebidas e entretenimento podem ser extremamente significativos na rentabilidade geral da propriedade.

Além disso, todas as experiências oferecidas por um hotel abertas também a não-hóspedes dão maior visibilidade geral a ele e acabam direta ou indiretamente ajudando a manter altas suas taxas de ocupação ao longo do ano, em um círculo vicioso extremamente saudável. Investir em vida noturna é cada vez mais visto na hotelaria como um bom caminho para o sucesso.

Por outro lado, os grandes empresários da vida noturna internacional também querem cada vez mais se associar à indústria da hospitalidade e pegar uma bela fatia desse mercado. O Grupo Hakkasan, por exemplo, tem baladas instaladas em diferentes hotéis e destinos e chegou a investir mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 525 milhões) em apenas um de seus nightclubs.

Jimmy'z
Jimmy’z Imagem: Reprodução/Instagram

Até hotéis bastante tradicionais e de aura mais glamurosa estão investindo nesse segmento. Caso, por exemplo, do grupo SBM, do refinado Hôtel de Paris Monte Carlo, no principado de Mônaco – com direito a restaurante estrelado comandado por Alain Ducasse e décor inspirado na Belle Époque.

Sua Jimmy’z é uma das baladas mais rentáveis da hotelaria internacional – e o maior revendedor do champagne Dom Pérignon de toda a Europa. O nightclub à beira-mar chega a cobrar 2.500 euros (cerca de R$ 14,2 mil) por uma reserva de mesa e 800 euros (cerca de R$ 4574) por uma garrafa de champanhe, provando que a festa não pode mesmo parar.

Informações UOL

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