Uma mulher de 51 anos, portadora de diabetes, hipertensão e doença renal crônica, é a quarta pessoa residente em Feira de Santana a vir a óbito em decorrência de coronavírus. Ela faleceu em um hospital de Salvador, onde se encontrava internada desde março.
A mulher foi regulada de Feira de Santana para uma unidade de saúde da capital por problemas de saúde não relacionados com a Covid-19. De acordo com diagnóstico médico datado do dia 9 de março, ela sofria de “insuficiência cardíaca descompensada”.
Segundo informações obtidas pela Vigilância Epidemiológica Municipal, a mulher começou a apresentar sintomas da Covid-19 dia 23 de abril quando já se encontrava internada na capital. E somente no dia 28, quase dois meses depois do internamento dela, saiu resultado do exame com diagnóstico positivo. Configura-se que o local de infecção para coronavírus foi Salvador mas o caso entra para as estatísticas de Feira pelo critério de origem do domicílio.
Rotativo News/informações assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde
Em um vídeo publicado em suas redes sociais na última terça-feira (19), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, trouxe seu posicionamento sobre as medidas que têm sido determinadas pelo governador João Doria no estado paulista.
Crítico da manutenção do fechamento generalizado da economia, ele declarou que as medidas tomadas pela administração estadual têm prejudicado todos os empreendedores. Na opinião de Skaf, as decisões devem ser analisadas de forma local.
Essas medidas que o governo do Estado de São Paulo vem tomando de forma horizontal tratando todos os municípios da mesma forma prejudica todo mundo. Se nós temos 645 cidades em São Paulo são 645 histórias – disse.
O empresário também afirmou que as últimas decisões, como a antecipação dos feriados e o megarrodízio de veículos aplicado na capital, foram medidas ruins e “sem planejamento”.
Cada município deveria ter liberdade. Vamos completar 70 dias parados. Não conheço nenhum país do mundo que tenha passado de 70 dias. Essa antecipação dos feriados é mais uma medida improvisada e sem planejamento destacou.
Rotativo News/informações Pleno News Foto: Rovena Rosa
A condução e as decisões administrativas tomadas pelo prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, frente à calamidade de saúde pública por causa da pandemia da Covid-19, tem a aprovação de 77,1% dos feirenses. Deste universo de opiniões, 12,6% consideram as medidas ótimas, para 27,8% são boas, outros 36,7% afirmaram serem regulares.
O levantamento foi realizado entre os dias 6 e 9 deste mês. É o que aponta pesquisa realizada pelo jornal Folha do Estado e pelo site Bahia na Política, divulgada nesta semana. Foram ouvidas mil moradores de 30 bairros e de cinco distritos.
Os pesquisadores também ouviram as opiniões dos entrevistados sobre o funcionamento do comércio da cidade, que ficou alguns dias fechado, e depois foi reaberto parcialmente – lojas com até 200 metros quadrados de área foram autorizadas a funcionar. Para 36,3% dos consultados, o comércio deveria ser fechado, outros 39,5% opinaram que este setor deveria ter parte aberta e outros 16,1% todo comércio deveria funcionar normalmente e 8,1% não souberam responder.
O atendimento vai ser novamente suspenso entre os dias 21 e 1º de junho, devido ao crescimento do número de casos positivos da doença, exceto estabelecimentos que prestem serviços considerados essenciais, como farmácias e postos de gasolina.
Apesar de haver discordâncias sobre como o nazismo dizimou milhões de seres humanos durante a Segunda Guerra Mundial, em uma coisa todos concordam: a propaganda do ministro de Hitler, Joseph Goebbels, foi altamente eficiente. Tanto que vários de seus princípios são utilizados até hoje e, mais atualmente, no enfrentamento ao novo coronavírus. Um deles é o da “simplificação do inimigo único”, onde tudo se resume a uma só ameaça, ignorando os males de qualquer outro adversário. Por conta da pandemia, 70% das cirurgias de câncer foram adiadas e 50 mil brasileiros deixaram de ser diagnosticados, segundo as Sociedades Brasileiras de Patologia e de Cirurgia Oncológica. Mas o que vai acontecer com essas pessoas e com tantas outras que tiveram diversos tipos de tratamentos interrompidos não importa, afinal, todos os esforços estão voltados ao “inimigo único”.
Outro princípio é o do “contágio”, que consiste em divulgar com empenho a capacidade de disseminação, preferencialmente, confundindo as pessoas para deixá-las o mais inseguras possível. Hoje, querem nos fazer crer que sair de casa é caminhar para a morte. Porém, se usar máscara e a saída for para ir ao mercado ou à farmácia, tudo bem. Dizem que o vírus vai desaparecer se todo mundo se isolar e também afirmam que a ameaça desaparecerá quando 70% da população for contaminada. Mas, como ser contaminado se estamos “protegidos” em casa? Não, espere! Não estamos mais protegidos, afinal, 66% das pessoas diagnosticadas com Covid-19 na cidade de Nova York estavam dentro de casa. Até a Claudia Raia e toda sua família contraíram o vírus dentro de casa… E agora? Estamos perdidos!
Mais um dos princípios da propaganda nazista está sendo executado com maestria: o da “exageração e desfiguração”, que consiste em exagerar nas más notícias criando um clima de terror generalizado, onde um acontecimento negativo deve repercutir como se fossem mil. No Brasil, a taxa de letalidade do coronavírus está na casa dos 6%, enquanto apenas o câncer de próstata mata 14% dos pacientes. Mas, e daí? Câncer não pega, ou melhor, só pega nos outros.
E se há um princípio praticado à perfeição é o da “orquestração”, que consiste em compartilhar notícias falsas até que se tornem “verdades inquestionáveis”. Uma delas é que o país precisa parar e que a economia se recupera depois. Ora, uma pessoa que dedicou anos da sua vida a um negócio, que colocou todas as suas economias, sua energia, seu trabalho e que, há meses não fatura um real, mas tem de continuar pagando despesas, funcionários e tributos, sem saber quando poderá voltar a abrir as portas não se recupera. Simples assim. E os números estão aí para confirmar. Enquanto temos um acumulado de 271.628 casos de coronavírus – com 106.794 pacientes já recuperados – 600 mil empresas fecharam as portas definitivamente. Esses empreendedores estão sem trabalho, sem capital e, em sua maioria com um histórico – bem como um CPF – negativo, o que os impede de se recuperar tão facilmente como tem sido propagado aos quatro ventos. Aliado a esses princípios está o da “renovação”, que visa reforçar as más notícias 24 horas por dia até que o assunto penetre no mais profundo da mente das pessoas fazendo-as pensar apenas no único inimigo. Comentários sobre esse aspecto são totalmente dispensáveis. Ainda temos o princípio do “verossímil”, que busca especialistas para reforçar o poder destrutivo do inimigo único, que geralmente é combinado com o princípio do “silêncio”, que oculta todas as demais informações e cala qualquer fonte de esperança. Basta divulgar apenas o trecho de uma fala afirmando que o inimigo pode matar – o que é verdade ¬– silenciando os que lembram que há outros que matam muito mais e que não estão sendo combatidos. É só acusá-los de monstros insensíveis, que não ligam a mínima para os mortos pela Covid-19. Todas as demais mortes podem esperar neste momento em que o mundo inteiro se volta para o inimigo único. E tudo isso converge para o objetivo maior que é chegar ao princípio da “unanimidade”, quando a maior parte da população se vê acuada, temerosa, insegura e totalmente submissa para aceitar toda e qualquer ordem governamental, ainda que seja desastrosa e sem nexo, a exemplo do mega rodízio na cidade de São Paulo, quando o prefeito tirou os carros das ruas e superlotou o transporte público, expondo as pessoas a uma probabilidade de contágio muito maior. Daqui alguns dias veremos o resultado dessa mega aglomeração e, quem sabe, o “aumento da curva” que ela pode causar seja jogado sobre as pessoas que não ficaram em casa, “provando” que o lockdown – que tanto o governo de São Paulo almeja – seja a “solução final”. Para terminar, deixo uma das frases que foi exaustivamente utilizada pela propaganda nazista e que se encaixa perfeitamente como uma tentativa de justificar os desmandos dos dias de hoje: “für ihre sicherheit”, ou seja, tudo isso é para a sua segurança.
Nesta quarta-feira (20), o prefeito de Feira de Santana Colbert Martins Filho, foi o entrevistado do programa Rotativo News. O gestor do município respondeu perguntas do jornalista Joilton Freitas e falou sobre a hidroxicloroquina.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será adiado “de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”, de acordo com decisão do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do Ministério da Educação (MEC).
A decisão ocorre depois de o governo enfrentar questionamentos judicias cobrando o adiamento da prova por causa dos efeitos da pandemia da Covid-19, que levaram escolas a suspender as aulas presenciais. O debate sobre o adiamento da prova chegou ao Congresso: na terça-feira (19), o Senado aprovou projeto que adia Enem, e o texto seguiu para avaliação da Câmara dos Deputados.
No mês passado, o Inep adiou apenas a versão digital, que seria realizada nos dias 11 e 18 de outubro e passou para os dias 22 e 29 de novembro. A aplicação da prova impressa estava prevista para 1º e 8 de novembro. As novas datas não foram divulgadas. Ministro cita líderes do Centro O ministro da Educação, Abraham Weintraub, adotou posição contrária ao adiamento desde que foi acionado por órgãos e entidades como a Defensoria Pública da União (DPU) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). No começo do mês, chegou a afirmar para os senadores que reavaliaria a situação do Enem novamente apenas em agosto. Entretanto, nesta manhã, Weintraub disse que considerou a movimentação no Congresso e ouviu os líderes do Centro para decidir pelo adiamento.
“Lamento profundamente a morte do amigo e grande repentista baiano Caboquinho. Este ilustre cidadão serrinhense, que escolheu a nossa cidade pra viver, deixa um grande legado para à arte popular do nosso estado. Meus sentimentos aos familiares e amigos, em especial aos artistas feirenses e baianos, que estão de luto neste momento”.
Rotativo News/nota de pesar do ex-prefeito José Ronaldo
Faleceu nesta terça-feira (19) Robson Aguiar do Nascimento. Ele se encontrava internado no Hospital Calixto Midlej Filho, na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, acometido do vírus Covid-19.
Natural de Coronel Fabriciano, em Minas Gerais, Robson Nascimento mudou para a Bahia no final da década de 1970, residindo em Salvador e em Feira de Santana. Em 1993 mudou-se definitivamente para Itabuna.
Na década de 80 trabalhou no comercial do jornal Agora e editou o Jornal Interbahia. Em seguida se transferiu para o Correio da Bahia e permaneceu como o chefe da sucursal de Itabuna, responsável por todo o sul, extremo-sul e baixo-sul.
No Correio da Bahia estimulou a criação de um caderno regional, o Sul da Bahia, de circulação quinzenal e com cobertura de toda a região, veículo que se tornou líder de vendas nas principais cidades da região.
Também atuou na TV Santa Cruz, de Itabuna, no departamento de Marketing e Comercial, desbravando novas fronteiras de mercado. Após deixar a Rede Bahia foi cuidar dos negócios pessoais.
Na década de 2000 retornou ao jornalismo – sua grande paixão – no jornal Agora, no cargo de diretor comercial e responsável pelos clientes do setor governamental, onde trabalhou até final de 2017/2018.
Recentemente, voltou a se dedicar aos negócios particulares e se dividia entre Itabuna e sua casa de veraneio na praia dos Lençóis, em Una. Entre os projetos que planejava, selecionar e catalogar todo o material jornalístico e fotográfico de sua coleção.
PROFISSIONALISMO
Fotógrafo (como o pai), jornalista, publicitário, comercial e bacharel em Direito, exerceu essas profissões com muita paixão e colecionou muitas amizades por onde passou, dentro e fora das empresas em que trabalhou.
Após pouco mais de uma semana internado acometido pelo Covid-19, deixa viúva, filhos e netos e uma legião de amigos. Conforme o protocolo do Ministério da Saúde, aos amigos não será permitido acompanhar o sepultamento, no cemitério do Campo Santo, em Itabuna, em horário ainda não agendado.
Centenas de usuários do sistema de transporte coletivo de Feira de Santana receberam, nos últimos dias, máscaras de tecido com dupla camada e panfletos educativos com orientações preventivas ao novo coronavírus (Covid-19).
A ação da Prefeitura de Feira, através da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), tem priorizado as pessoas que utilizam os terminais Central, Norte e Sul. Os entrepostos de integração de transporte também receberam faixas alertando para o uso obrigatório de máscaras nos ônibus, e adesivos e cartazes foram afixados em toda a frota.
O Decreto nº 11.538, publicado no último dia 24 de abril pelo prefeito Colbert Martins Filho, torna obrigatório o uso de máscaras de proteção individual no transporte público, em veículos particulares e qualquer tipo de ambiente de atividade laboral, incluindo o comércio informal, e nas vias públicas.
A servente Karla Santana de Oliveira, usuária de transporte coletivo no Terminal Sul, é taxativa e consciente quando o assunto é pandemia.
“Eu não quero, de jeito nenhum, correr risco de me contaminar nem contaminar ninguém. Por isso, não dispenso a máscara”, explica.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do equipamento de proteção individual reduz o risco potencial de transmissão de uma pessoa que foi infectada e está no período pré-sintomático (antes do aparecimento de sintomas como tosse seca e febre).
Segundo o secretário da pasta, Saulo Figueiredo, além de prevenir dos clientes do transporte coletivo, a ação serve como forte estratégia de comunicação para explicar à população as circunstâncias, critérios, razões das medidas, bem como transmitir às pessoas instruções claras sobre quais máscaras usar, quando e como.
“Estamos seguindo todas as recomendações preventivas das autoridades de saúde. Nossa equipe técnica está capacitada para orientar a comunidade que utiliza o transporte coletivo sobre o manuseio correto da máscara, como amarrá-la com segurança para evitar o espaço vazio entre o rosto e máscara, cobrindo boca e nariz, evitar tocá-la na frente, removê-la pelo laço, bem como lavá-las antes da reutilização e, principalmente, higienizar as mãos com álcool em gel ou água e sabão”, explica.
No Terminal Norte, no bairro Cidade Nova, ao ser abordado pelos fiscais da SMTT com a pergunta “Cadê sua máscara?”, o voluntário social Luís Carlos Mendes da Conceição estendeu as mãos para receber o equipamento de proteção distribuído pela Prefeitura.
“Já estou colocando no rosto; esqueci em casa. Muito obrigado pelo alerta e por me proteger”, afirmou, adentrando ao ônibus para seguir protegido até o seu destino, na comunidade da Galileia.
A meta da SMTT é distribuir mil máscaras nos pontos de maior circulação de clientes que utilizam os modais de transporte do município.
“Iniciamos com os usuários de ônibus mas, nesta semana, contemplaremos taxistas e motoristas de vans, bem como seus clientes. O prefeito, diariamente, tem nos orientado a manter ostensivamente o controle à pandemia nos modais de transporte público”, reforça o secretário.
Higienização
Além de todos os operadores do Sistema Integrado de Transporte (SIT) usarem máscaras fornecidas pelas concessionárias de transporte Rosa e São João, todos os ônibus da frota que circulam desde o início da pandemia dispõe de álcool em gel e estão com a higienização reforçada nas garagens.
O processo de limpeza diário inclui detergente nível 5 de alta eficácia, o mesmo utilizado em ambientes hospitalares, além da desinfecção com álcool 70º dos veículos em intervalos para paradas nos terminais.
Ainda, em parceria com a Secretaria de Serviços Públicos (SESP), os terminais Central, Norte e Sul estão constantemente sendo desinfectados.
Idosos apenas no entrepico
A SMTT também estabeleceu medida restritiva para retirar o fluxo de idosos dos horários de pico do transporte público urbano, pois representam grupo de risco ao Covid-19. Os horários permitidos são entre 8h e 17h e 19h e 00h, no entrepico da demanda de passageiros.
O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (20) o novo protocolo que libera, no Sistema Único de Saúde (SUS), a utilização da cloroquina para casos leves de Covid-19. Antes, o protocolo previa a medicação apenas para casos graves.
A mudança era defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, defensor da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus.O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação.
Além de Bolsonaro, o medicamento também é defendido pelo presidente Donald Trump, que ressalta com frequência a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. Nesta semana, ele chegou até a anunciar que estava tomando o fármaco por ter ouvido “coisas boas” sobre ele.
A cloroquina ganhou projeção como possível solução para o coronavírus após a publicação de um estudo na França, em meados de março, que apontou bons resultados com a utilização do remédio que é utilizado no tratamento da malária.