O julgamento da chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice Hamilton Mourão foi suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral na noite de terça-feira (9) depois de um pedido de vista de Alexandre de Moraes.
O motivo da ação é a invasão de uma página de rede social feita por apoiadores dos políticos mas cujos nomes não foram identificados até hoje.
As duas ações julgadas pelo TSE foram abertas pelas coligações dos ex-candidatos à Presidência Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL).
O relator da ação, o corregedor do tribunal, Og Fernandes, não viu relação entre Jair Bolsonaro e a invasão do site. Em novembro do ano passado, ele julgou as ações improcedentes. Mas o ministro Edson Fachin pediu vista para estudar melhor o caso.
Nesta terça, Fachin trouxe seu voto. Ele defendeu uma questão preliminar antes rejeitada por Og Fernandes e pediu a suspensão do julgamento para a realização de uma perícia cibernética pela Polícia Federal a fim de identificar as pessoas responsáveis pela invasão do grupo de Facebook.
Fachin foi seguido pelo ministros Tarcísio Vieira e Carlos Velloso Filho. Og Fernandes e Luiz Felipe Salomão foram contra. Trata-se de um “ilícito cuja gravidade não parece capaz de causar ofensa nas eleições”, afirmou Og, relator da ação.
Uso de máscaras: O uso generalizado de máscaras poderia manter a transmissão da covid-19 em níveis controláveis de epidemias nacionais, além de prevenir ondas futuras da doença, se combinadas com lockdowns. É o que mostra estudo britânico publicado nesta quarta-feira (10).
Lderada por cientistas nas Universidade de Cambridge e de Greenwich, a pesquisa sugere que os lockdowns apenas não irão impedir o ressurgimento do novo coronavírus, mas que até mesmo as máscaras caseiras podem reduzir dramaticamente as taxas de transmissão se um número suficiente de pessoas as utilizarem em público.
“Nossas análises apoiam a adoção imediata e universal de máscaras faciais por toda a população”, disse Richard Stutt, um dos coordenadores do estudo em Cambridge.
Ele diz que as conclusões mostram que se o uso generalizado de máscara for combinado com o distanciamento social e algumas medidas de lockdown, isso poderia ser uma maneira aceitável de administrar a pandemia e a reabertura das atividades econômicas muito antes da disponibilização de uma vacina contra a covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus.
Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Procedimentos da Sociedade Real A.
A Organização Mundial da Saúde atualizou sua orientação na última sexta-feira (5), recomendando que os governos peçam que todos utilizem máscaras de tecido em áreas públicas onde existam riscos, a fim de reduzir a propagação da doença.
Transmissão assintomática – A infectologista e chefe do departamento de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, afirmou na segunda-feira (8) durante a conferência de imprensa diária sobre o novo coronavírus que a propagação de covid-19 a partir de pacientes assintomáticos é “muito rara.”
Segundo a médica, os dados levantados até agora mostram que pessoas que não apresentam os sintomas da doença possuem pouco potencial infectológico para contaminar indivíduos saudáveis. De acordo com a especialista, deve haver esforços dos governos para identificar e isolar pessoas que apresentam sintomas.
“Nós sabemos que existem pessoas que podem ser genuinamente assintomáticas e ter o PCR (teste realizado para detectar a presença do vírus no organismo) positivo. Esses indivíduos precisam ser analisados cuidadosamente para entender a transmissão. Há países que estão fazendo uma análise detalhada desses indivíduos, e eles não estão achando transmissão secundária. É muito rara”, afirmou a médica ao ser questionada por jornalistas.
Ainda segundo Kerkhove, é necessário traçar todos os contatos que pessoas que desenvolveram a doença tiveram com outros indivíduos. A infectologista afirmou ainda que é necessário realizar mais estudos para chegar a uma “resposta verdadeira” sobre todas as formas de transmissão do novo coronavírus.
O TSE divulgou hoje a divisão dos R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral entre 33 partidos. O PT terá R$ 200,9 milhões, 10% do total. O PSL terá R$ 193,6 milhões para gastar nas campanhas de seus candidatos a prefeito e vereador.
O Novo foi o único a abrir mão dos recursos, no caso, R$ 36,5 milhões. A maior parte do fundo é distribuída de forma proporcional ao número de deputados federais de cada partido.
O novo decreto municipal com medidas restritivas ao funcionamento do comércio de Feira de Santana autorizou, excepcionalmente, o funcionamento de lojas que vendem confecções, calçados e acessórios. Entretanto, estes estabelecimentos apenas deverão atender a clientela na forma de entrega a domicílio. Os pedidos deverão ser efetuados por aplicativo ou outro método de venda pela internet.
O decreto foi publicado em edição extra, nesta segunda-feira, 8, no Diário Oficial Eletrônico – www.diáriooficial.feiradesantana.ba.gov.br.
A autorização está relacionada às tradicionais vendas para o Dia dos Namorados, no dia 12, próxima sexta-feira, que é uma das datas que o comércio registra alto faturamento.
Floriculturas e joalherias, setores que muito se identificam com a data comemorativa, também foram autorizadas a funcionar, presencialmente, nos dias 11 e 12.
Governadores e prefeitos receberam nesta terça-feira (9) a primeira parcela do auxílio emergencial que, até setembro, repassará R$ 60 bilhões para compensar perdas de arrecadação e gastos extras com saúde por causa da pandemia do novo coronavírus. A primeira parcela, no total, é de R$ 15 bilhões. As informações são do Blog da Ana flor, jornalista da GloboNews.
Segundo a publicação, o Tesouro Nacional enviou um comunicado aos estados, Distrito Federal e a mais de 5,7 mil municípios na noite de segunda (8) informando que as ordens bancárias estavam sendo realizadas naquela data e os recursos estariam disponíveis nesta manhã.
As próximas três parcelas já têm data para serem pagas: 13 de julho, 12 de agosto e 11 de setembro.
Ainda de acordo com o blog, apenas cinco municípios não receberam: Entre Rios (BA), São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), Indiaroba (SE), Lupércio (SP) e Álvaro de Carvalho (SP). Segundo fontes ouvidas pelo blog, o repasse não ocorreu porque as cidades não responderam ao Tesouro ou informaram não abrir mão das ações contra a União relacionadas à covid-19.
Aprovada pelo Congresso Nacional em 6 de maio, a ajuda foi sancionada pelo presidente da República em 28 de maio. Ela foi planejada para compensar perdas de arrecadação durante a pandemia e também o aumento de gastos com saúde.
Rotativo News/ informações Bahia.Ba Foto: Fernando Vivas
O radialista e ex-deputado estadual Carlos Geílson deu mais uma cutucada no deputado federal Zé Neto. Nesta terça (9) em seu programa matinal na rádio Transamérica, de grande audiência, Geílson sugeriu que o Ministério Público impeça Lives e vídeos de políticos em hospitais, em uma clara referência ao parlamentar petista, adepto da gravação e divulgação deste tipo de material nas redes sociais. “Chega a ser um desrespeito com os pacientes e seus familiares. Este é um momento em que todos estão em uma luta, uma cruzada contra o coronavírus e o cidadão está dentro de hospital buscando autopromoção, gravando vídeos”, disparou Geílson. Ele lembrou que os investimentos anunciados pelo deputado têm origem. “Nada é de graça. Veio muito dinheiro para estados e municípios. Não é favor de político, é obrigação. O dinheiro veio, é só saber administrar. Muito dinheiro. O cara quer aparecer como autor, o idealizador, o pai da criança. É bom demais fazer festa com o dinheiro dos outros. Ora, ora, a Justiça deveria se pronunciar sobre este abuso”, concluir Geílson.
Rotativo News/Informações O Protagonista Foto: divulgação
O Ministério da Saúde anunciou na segunda-feira (8) que vai manter disponíveis os números acumulados de mortes e de casos confirmados da Covid-19. No entanto, a pasta também confirmou que vai promover uma mudança na divulgação, dando destaque para os dados efetivamente registrados nas últimas 24 horas.
A pasta informou que vai adotar o modelo de divulgação com dados com base na data de ocorrência dos óbitos -e não pela data de notificação, como vinha acontecendo desde o início da pandemia.
O Ministério da Saúde divulgou os dados referentes a essa segunda-feira (8), antes do início da entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Os dados surgiram em uma tela, enquanto a equipe técnica realizava testes. A pasta depois confirmou os dados.
Foram registrados 679 novas mortes e 15.654 casos confirmados da Covid, nas últimas 24 horas. Os dados já estão disponíveis no portal do Ministério com informações do novo coronavírus.
Outra mudança é a volta do horário de divulgação dos números, às 18h. Os secretários da pasta afirmam que chegaram a um acordo com os estados, que vão fornecer as informações até às 16h, possibilitando que elas sejam analisadas e contabilizadas.
Caso um estado não envie suas informações até o horário estabelecido, a nova plataforma será publicada sem essas informações. Essas serão incluídas posteriormente.
O novo formato de divulgação estará disponível em uma plataforma interativa na internet. O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, informou que a plataforma pode estar disponível a partir desta terça-feira (9).
Nesta terça-feira (9), haverá uma reunião do ministério com os secretários de Saúde estaduais para discutir os últimos detalhes para o lançamento da plataforma.
O paciente Venâncio dos Santos Ferreira Filho foi admitido ontem nesta unidade proveniente da UPA da Queimadinha para prosseguimento de tratamento para COVID-19. O mesmo foi admitido sem intercorrências clínicas ou respiratórias, sendo prescrito a continuidade do tratamento medicamentoso regular nos casos como o do paciente. Além disso, as medicações de uso contínuo (para controle de hipertensão e diabetes) do mesmo foram prescritas e algumas delas, por não serem padronizadas, estavam sendo providenciadas. Os antibioticoterápicos citados pelo paciente (azitromicina e ceftriaxona) possuem horários definidos para administração, estando aprazados para as 22h de hoje. Do ponto de vista clínico, o paciente está estável e todos os esforços clínicos estão sendo envidados para que haja a sua recuperação plena.
Pacientes infectados com a Covid-19, que não apresentam sintomas, não estão a contribuir para a propagação do vírus.
O alerta foi dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), esta segunda-feira (8), lançando dúvidas sobre as preocupações de alguns investigadores, de que o vírus possa ser difícil de conter devido a casos assintomáticos.
“A partir dos dados que temos, é raro que uma pessoa assintomática realmente transmita (o vírus) para um outro indivíduo”, disse Maria Van Kerkhove, diretora do programa de emergências sanitárias da OMS, em entrevista à Organização das Nações Unidas (ONU).
Van Kerkhove reconheceu ainda que existem alguns estudos que deram conta de uma propagação assintomática em lares de idosos e em ambientes residenciais. Contudo, considera que é necessário investigar mais para recolher mais dados e conseguir responder verdadeiramente a essa questão.
“Vimos vários relatórios de países que estão a realizar um processo de rastreio de contactos muito detalhado”, disse a especialista, acrescentando: “(Esses países) estão a acompanhar casos assintomáticos e os respectivos contactos, mas não encontram evidências de transmissão secundária. É muito raro”, afirma.
As respostas dos governos devem focar-se agora na detecção e no isolamento de pessoas infectadas com sintomas, bem como no rastreio de qualquer pessoa que possa ter entrado em contacto com elas, segundo a especialista.
“Aquilo em que realmente temos de nos focar é no acompanhamento dos casos sintomáticos”, disse Van Kerkhove. “Se conseguíssemos acompanhar todos os casos sintomáticos, isolá-los, seguir os seus contactos e colocá-los em quarentena, reduziríamos drasticamente” o foco de contágio do surto viral, disse a especialista da OMS.
Rotativo News/informações Jornal da Cidade Foto: Maria Van Kerkhove