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Foto: ACM

A Prefeitura de Feira abriu um edital de chamamento de manifestação de interesse para a apresentação de projetos, levantamentos, investigações e estudos para implantação, exploração, operação, manutenção e gerenciamento do sistema de estacionamento rotativo pago, conhecido como Zona Azul, e outros sistemas na modalidade de Concessão Comum. O edital foi publicado em edição do Diário Oficial Eletrônico neste sábado, 14.

O edital também vai elencar o sistema de remoção e guarda de veículos apreendidos ou retidos quando da constatação de prática de infrações de trânsito previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e quando da constatação de infrações cometidas pelos modais de transportes previstas nos regulamentos municipais próprios e o sistema de estacionamento especial pago para veículo de cargas perigosas.

O escopo do projeto deverá considerar a participação da iniciativa privada na realização de estudos de modelagem técnica, operacional, econômico-financeira e jurídica. O projeto deve conter, dentre seus objetivos, o estímulo ao transporte público, ordenamento do trânsito e uso e ocupação eficiente dos espaços públicos.

Os interessados podem apresentar requerimento em até 20 dias úteis, contado a partir da data de publicação, junto ao Conselho Gestor do Programa Municipal de Parcerias Público Privadas, em meio físico (impresso e encadernado) e digital (CD rom ou pen drive) mediante protocolo – confira a documentação no edital. Os documentos devem ser entregues à Secretaria Municipal de Planejamento nos dias úteis.

Confira o edital na íntegra:


Governado pelo PT há 16 anos, Bahia tem desemprego recorde: 17,6%

A divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar Contínua (PNAD) mostrou que o desemprego no Brasil continua em 11,1%, mas confirmou a disparidade entre os estados.

A Bahia, governada pelo PT há 16 anos, tem o pior nível de desemprego (17,6%), seguido de perto por Pernambuco (17%), que é comandado pelo PSB por igual período.

O Maranhão, que esteve nas mãos do PCdoB, está entre os piores níveis de desalentados, empregados com carteira assinada e de informalidade.

A informação é da Coluna Cládio Humberto, do Diário do Poder, que ontem mostrou números do IBGE indicando que Estados brasileiros governados por políticos conservadores conseguiram reduzir o desemprego significativamente.

É o caso de Santa Catarina, que, com 4,5% de desocupação, tecnicamente se encontra em situação de pleno emprego. Também são reduzidas as taxas de desemprego no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, governados por conservadores.

Intriga até os mais experientes analistas a perenidade de governos de esquerda em alguns estados, apesar do fraco desempenho econômico.

Focados no agro e governados por partidos mais à direita, Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%) também têm baixo desemprego.

Do outro lado, Santa Catarina, governado há 20 anos por partidos de centro e de direita, tem o menor nível de desemprego, apenas 4,5%.


 

As pessoas gostam tanto de filmes, porque eles contam histórias. Não qualquer história, mas aquelas que nos fazem lembrar de nós mesmos e nos ajudam a confrontar nossos próprios medos, fantasmas, desafios. Os personagens e situações nos trazem à mente situações de nossa própria vida. A identificação e a representatividade é um dos principais motivos pelos quais gostamos de um filme. Nos ver representados é quase uma terapia, que nos ajuda a olhar para dentro e ver onde precisamos consertar. Aqui estão alguns filmes disponíveis na Netflix que vão te auxiliar a se reconectar consigo mesmo. Destaques para “A Caminho do Verão”, de 2022, de Sofia Alvarez; “Laços de Afeto”, de 2022, de Marco Simon Puccioni; e “Não Devíamos ter Crescido”, de 2021, de Yoshihiro Mori. Os títulos estão disponíveis na Netflix e organizados de acordo com o ano de lançamento. Eles não possuem critérios classificatórios.

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

A Caminho do Verão (2022), Sofia Alvarez

Auden West é uma estudante exemplar e filha de acadêmicos. Ela se formou no ensino médio e quer passar um verão despreocupado em Colby, antes de partir para a faculdade. Apesar das objeções de sua mãe, ela deseja passar um tempo próxima do pai ausente, sempre trancado em seu escritório trabalhando. Ele tem um outro filho de seu novo casamento e mora em Colby. Ao chegar lá, Auden não se dá bem com as funcionárias adolescentes de sua madrasta e se sente uma pária. Quando conhece o tímido Eli, de cabelos encaracolados, os dois se aproximam e começam a tirar um ao outro de dentro de suas conchas.

Não Devíamos ter Crescido (2021), Yoshihiro Mori

Nos anos 1990, Sato é um jovem que tem sua vida impactada quando conhece a peculiar Kaori. A garota o faz descobrir as alegrias de ter um espírito livre e excêntrico. Sato passa a buscar incessantemente pelo incomum, classificando todos os acontecimentos triviais da vida cotidiana como sem sentido. Após anos distantes, eles se reconectam pelas redes sociais. Vendo que Kaori abraçou a normalidade da vida, Sato se torna uma pessoa desesperada por encontrar significado e propósito na vida.

O Segredo: Ouse Sonhar (2020), Andy Tennant

Após a morte de seu marido, Miranda Wells enfrenta dificuldades financeiras para cuidar de seus três filhos sozinha. Ela trabalha em um mercado de peixes em New Orleans e faz o possível para que as crianças sejam felizes. Quando Bray Johnson chega à cidade oferecendo ajuda para os problemas mais urgentes de Miranda, como consertar o para-choque quebrado de seu carro ou o telhado atingido por uma árvore durante a tempestade, sua presença se torna uma dádiva. Johnson carrega um consigo um envelope lacrado com cera vermelha destinado à Miranda e que terá seu intuito revelado.

Perdi Meu Corpo (2019), Jérémy Clapin

Do mesmo roteirista de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, o enredo narra a história de Naoufel, um jovem apaixonado por Gabrielle. À medida em que o romance é contado, uma mão decepada escapa de um laboratório de dissecação e sai pelas ruas de Paris à procura de seu corpo. Enquanto vagueia pela cidade, se recorda dos tempos em que fazia parte do organismo de um rapaz em busca do amor.

Dear Ex (2018), Mag Hsu e Chih-Yen Hsu

Liu acaba de perder o marido e descobre que o beneficiário do seguro de vida do falecido é um amante de longa data, Jay. Em um ato de rebeldia, o filho adolescente de Liu, Song, decide sair de casa e se hospedar na casa de Jay para tentar compreender melhor seu pai. O filme acompanha esses três personagens enquanto eles se reconciliam com a perda do homem que amavam e a bagunça que ele deixou para trás.

Me Chame pelo Seu Nome (2017), Luca Guadagnino

Ambientado no verão de 1983, no norte da Itália, o filme percorre semanas ensolaradas nas quais o mundo de Elio é transformado. Arrogante e sofisticado, embora transpareça uma ingênua insegurança, Elio e seus pais não convencionais se preparam para receber Oliver, um aluno de pós-graduação que irá trabalhar durante o verão com o pai do adolescente, que é professor. Bonito e confiante, a forma como Oliver preenche os ambientes por onde passa deixa Elio completamente apaixonado.

Blue Jay (2016), Alex Lehmann

Jim retorna à sua cidade natal para morar na casa de sua recém-falecida mãe. Além do luto, ele atravessa outros problemas pessoais. Sua namorada do colégio, Amanda, também está de volta para cuidar de sua irmã grávida. Os dois se encontram no supermercado e concordam em tomar um café. Na casa da infância de Jim, eles encontram velhas cartas de amor e fitas cassetes que gravaram juntos, trazendo de volta as memórias do passado.

Farol das Orcas (2016), Gerardo Olivares

Beto é um homem solitário, que trabalha como guarda florestal em um parque nacional, cercado pelo mar, leões marinhos e orcas. Lola é mãe de Tristán, um garoto autista que não demonstra entusiasmo com nada. Ao ver Beto em um documentário, Tristán reage positivamente e Lola resolve levá-lo para conhecer o guarda pessoalmente, esperando que o contato com as orcas ajude o garoto a encontrar suas emoções.


A cantora Daniela Mercury decidiu abrir mão do cachê que receberia pelo show do 1º de Maio das centrais sindicais realizado na Praça Charles Miller, em São Paulo. Em ofício enviado à Secretaria Municipal de Cultura nesta quinta-feira, 5, a empresa que representa a artista pediu o cancelamento do contrato e o consequente pagamento. Ao Estadão, a mulher da Daniela, Malu Verçosa, afirmou que a cantora não recebeu nem receberá nenhum recurso da Prefeitura de São Paulo

A apresentação virou alvo de uma investigação da Controladoria-Geral do Município depois que a cantora declarou apoio ao ex-presidiário  Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia discursado minutos antes. Como o evento foi em parte custeado com emendas parlamentares, a Prefeitura abriu processo para apurar desvio de finalidade e suspendeu o pagamento de R$ 100 mil que faria à produtora responsável pela contratação da artista.

Durante o ato, que teve um caráter de apoio ao petista, Daniela Mercury puxou um coro de “Lula” e segurou uma bandeira com o rosto do petista estampado. “O Brasil precisa de Lula”, disse ao final do show. Além dela, outros três artistas se apresentaram na festa organizada em frente ao Estádio do Pacaembu.

Com a repercussão da postura de Daniela – showmícios seguem vetados pela legislação eleitoral, assim como campanha político-partidária antecipada -, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de São Paulo também decidiu abrir uma apuração sobre o ato. Segundo promotores de Justiça ouvidos pela reportagem, a apuração deve se debruçar sobre uma violação de princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade.

Ao todo, três vereadores encaminharam verba, via emenda parlamentar, para custear o evento: Alfredinho e Eduardo Suplicy, ambos do PT, destinaram juntos R$ 525 mil para pagar a produção e organização do evento e Sidney Cruz (Solidariedade) liberou R$ 187 mil para pagar o cachê dos artistas que se apresentariam na festa – foram cinco no total, contando Daniela Mercury.

“Estou sendo massacrado por ter destinado emenda para um evento tradicionalíssimo que faz parte do calendário da cidade e sempre conta com a participação de autoridades dos mais diversos partidos. É legítimo fomentar eventos como esse, que leva cultura às pessoas e gera emprego. Não à toa outros vereadores destinam emendas para festas variadas, como a Marcha para Jesus”, afirmou Cruz. “Agora, a fala de um artista foge do meu controle”, completou.

Informações Terra Brasil Notícias


Deputado foi julgado no STF por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como o próprio STF.

O Supremo Tribunal Federal condenou nesta quarta-feira (20) o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como o próprio STF. 

No julgamento, nove ministros acompanharam integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes. Além da pena de oito anos e nove meses em regime fechado, Moraes também estabeleceu perda do mandato e dos direitos políticos e multa de R$ 212 mil. 

O deputado ainda pode recorrer da decisão ao próprio Supremo. A prisão só deve ser executada quando não houver mais possibilidades de recurso. 

Votaram pela condenação em regime fechado o relator Alexandre de Moraes e os ministros André MendonçaLuiz Edson Fachin , Luís Roberto Barroso , Rosa Weber , Dias Toffoli , Cármen LúciaRicardo Lewandowski , Gilmar Mendes e Luiz Fux

Embora tenha votado pela condenação, André Mendonça se manifestou a favor da prisão por dois anos e quatro meses em regime aberto. 

Kassio Nunes Marques se posicionou pela absolvição. 

Pouco antes do início da sessão, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, Silveira chamou Moraes de “marginal”

Em seguida, junto com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi ao prédio do STF para acompanhar o julgamento. 

Mas eles não puderam entrar no plenário porque uma regra em vigor no tribunal, editada em razão da pandemia, limita o acesso a ministros, integrantes do Ministério Público, servidores do STF e advogados. 

O ministro Alexandre de Moraes votou nesta pela condenação de Silveira a oito anos e nove meses de prisão, em regime fechado, do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como o próprio STF. No voto, Moraes, relator do caso, também condena Silveira à perda do mandato e à suspensão dos direitos políticos e, além da pena de prisão, estipula multa de R$ 212 mil. 

Alexandre de Moraes destacou a “acentuada culpabilidade do réu”. Ele afirmou que Silveira atuou para impedir o funcionamento do Judiciário e da democracia. O ministro disse que as condutas não podem ser tratadas apenas como uma frase jocosa, mas como “graves ameaças ao Poder Judiciário e seus integrantes”. 

“A liberdade de expressão existe para manifestação de opiniões contrárias, jocosas, sátiras, para opiniões errôneas, mas não para opiniões criminosas, discurso de ódio, atentado ao Estado Democrático de Direito”, disse Alexandre de Moraes

Segundo o ministro, a Constituição garante “liberdade de expressão com responsabilidade”. 

“A Constituição não garante liberdade de expressão como escudo protetivo para prática de atividades ilícitas, para discurso de ódio, para discurso contra a democracia, para discurso contra as instituições. Esse é o limite do exercício deturpado de liberdade inexistente de expressão”, declarou. 

Votos dos demais ministros

Nunes Marques – O ministro Nunes Marques votou pela absolvição do deputado Daniel Silveira. Mas ressalvou que não ficou caracterizado o crime de ameaça. Segundo ele, as falas não passaram de “bravatas” incapazes de intimidar qualquer pessoa. “Da narração dos fatos descritos, não se evidencia ameaça capaz de mal presente, quanto mais futuro. Pretendiam hostilizar o Poder Judiciário. Nada mais são do que ilações e conjecturas inverossímeis, não passando de bravatas. Lei exige mal grave, sério. O que se vê aqui são bravatas. É certo que o que o acusado fez é difícil de acreditar. Extrapolou e muito os limites do tolerável”, afirmou. Nunes Marques manifestou “perplexidade” com a Câmara dos Deputados pela “injustificável omissão” em relação ao caso, conforme definiu. 

André Mendonça – O ministro votou pela condenação de Silveira pelo crime de coação no curso do processo, considerando que houve ameaça contra autoridades. Mas divergiu em parte do relator. Ele se manifestou por uma pena menor, de dois anos e quatro meses, em regime aberto. Mendonça cobrou que o Supremo tenha rigor com ataques a outros poderes. “Assim como o Supremo merece e deve ser respeitado, essas outras instituições também merecem e devem ser respeitadas, sob pena de haver desequilíbrio no tratamento das questões que envolvem cada poder. É bem verdade que o deputado alertou que não estava fazendo ameaças ou que não estava incentivando outros a agir daquela forma, mas apenas revelando ‘um desejo dele’. No entanto, pelo no contexto fica nítido o caráter de ameaça e de incentivo em muitas das suas manifestações. A mera negativa nominal de que esteja fazendo ameaças não possui condão de alterar o conteúdo do que é dito, dê-se o nome que quiser”. 

Edson Fachin – O ministro fez uma manifestação breve, dizendo que tinha um voto bastante “alongado” e, por isso, se limitou a dizer que acompanhava integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes, inclusive em relação ao tempo de duração da pena. 

Luís Roberto Barroso – Barroso também acompanhou o voto de Alexandre de Moraes. Ele disse que não se pode confundir liberdade de opinião com conduta criminosa. “É pacifico nesta Corte e no mundo em geral que a liberdade de expressão não é um direito absoluto e precisa ser ponderada com outros valores e direitos constitucionais, inclusive a democracia, o funcionamento das instituições e a honra das pessoas. E a imunidade parlamentar como igualmente acentuou o ministro Alexandre de Moraes, não é um salvo conduto para a prática de crimes sob pena de se transformar, o Congresso Nacional em um esconderijo de criminosos. Para o ministro, é preciso descaracterizar “a narrativa de que se esteja perseguindo alguém por crime de opinião”. Segundo ele, estabeleceu-se no Brasil uma crença de que “a discordância político-ideológica e o direito de crítica — que são legítimos — dão direito a mentir, dão direito a ameaçar e dão direito a caluniar. Evidentemente, é preciso enfrentar esse tipo de mentalidade porque isso não é liberdade de opinião, isso é crime em qualquer lugar do mundo”. 

Rosa Weber – A ministra votou pela condenação e afirmou que o julgamento representa uma defesa da democracia. “Não está em jogo aqui em absoluto a simples proteção dos juízes desta Casa enquanto integrantes transitórios da Corte, mas sim a defesa do próprio Estado Democrático de Direito, cuja existência é posta em risco quando se busca, mediante o uso da palavra, minar a independência do Poder Judiciário e, mais do que isso, a própria existência de instituição constitucionalmente concebida como último refúgio de tutela das liberdades públicas”, declarou. 

Dias Toffoli – O ministro acompanhou o voto do relator. Ele afirmou que a ação de Silveira não pode ser analisada de forma isolada e que há um movimento no mundo que envolve o totalitarismo e ataques à democracia. “Assistimos nos últimos anos ataques orquestrados contra instituições, democracia e estado de direito. O que estamos a julgar, ao fim, é a defesa da democracia no nosso país. O que estamos aqui a decidir é a defesa do estado democrático de direito. Não é a defesa de um ministro ou conjunto de ministros”. 

Cármen Lúcia – “A imunidade não significa impunidade para se fazer o que bem entender, não significa faroeste, são condutas tipificadas. Estou acompanhando integralmente o voto do relator, com vênias da divergência”, declarou a ministra Cármen Lúcia

Ricardo Lewandowski – O ministro também entendeu que a conduta de Silveira não está abarcada pela imunidade parlamentar. “Comportamento do réu não está acobertado pela imunidade parlamentar, não pode servir de escudo para ameaças à democracia”. Ele acompanhou o voto do relator. 

Gilmar Mendes – O decano (mais antigo ministro) do STF, Gilmar Mendes, reforçou a tese dos colegas de que as ameaças e os atos antidemocráticos configuram crime. “Isto nada tem a ver com a liberdade de expressão. E nem está coberto pela imunidade parlamentar, que conhece claros limites”, declarou. O ministro acompanhou o voto do relator e também elogiou o trabalho da Procuradoria-Geral, que pediu a abertura do inquérito e a condenação por fatos deploráveis. 

Procuradora e Alexandre de Moraes riem com leitura de frases contra o ministro

Procuradora e Alexandre de Moraes riem com leitura de frases contra o ministro 

Aliado do presidente Jair BolsonaroSilveira é acusado pela Procuradoria-Geral da República(PGR) de coação no curso do processo, incitação à animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo e tentativa de impedir o livre exercício dos poderes da União. 

No julgamento, a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, citou diversos crimes que, segundo ela, foram cometidos pelo deputado. 

Ela afirmou que Silveira agiu para impedir o funcionamento do Judiciário, em especial, do Supremo Tribunal Federal, além de ter ameaçado os ministros para impedir que eles executassem atos legítimos. 

Para a procuradora, a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger ataques a instituições. 

Segundo ela, a Constituição deslegitima as condutas e discursos que, apostando na violência e na grave ameaça, substituem o método democrático. 

“Não se pode permitir que a força ou violência contra membros de instituições essenciais possam ser legitimamente concedidas no espaço público. Inviolabilidade do parlamentar não alcança, a despeito dos termos abrangentes, o apelo à violência, declarações carregadas de grave ameaça”, afirmou. 

O advogado Paulo Faria afirmou que, embora tenha feito “críticas ásperas”, Silveira é alvo de um julgamento político. 

Ele afirmou que a imunidade do parlamentar se aplica a “quaisquer” palavras. “Querem condenar a todo custo um inocente” declarou. 

“Se aconteceram excessos pessoais, eu entendo que a deve-se respeitar o princípio acusatório. O juiz não pode ser o julgador e vítima. O caminho seria representação por calúnia e difamação. Não há que se falar de coação no processo porque não houve”. disse. 

Faria afirmou que houve uma “atrocidade” jurídica ao longo do processo com várias violações, segundo apontou, ao direito de defesa. 

“Durante todo o andar processual da ação, eu diria que 99% foi violação ao processo legal. Inúmeras manifestações da defesa, recursos, pedidos eram indeferidos sumariamente com uma linha, duas linhas”, declarou. 

VÍDEO: saiba quem é o deputado Daniel Silveira

VÍDEO: saiba quem é o deputado Daniel Silveira 

Daniel Silveira virou réu em abril do ano passado no âmbito do inquérito sobre atos antidemocráticos. Em fevereiro de 2021, foi preso por ter publicado um um vídeo no qual defende o AI-5, instrumento de repressão mais duro da ditadura militar, e pregado a destituição de ministros do STF, ambos os atos inconstitucionais. 

Ao longo do processo, o deputado teve decretadas outra prisão e medidas restritivas por descumprir ordens como a de uso de tornozeleira eletrônica e de não se comunicar com outros investigados. O deputado chegou a atacar o Supremo em novos eventos. 

Em março, Alexandre de Moraes determinou que ele voltasse a ser monitorado eletronicamente e proibiu que ele participasse de eventos públicos. Silveira chegou a ficar dois dias sem sair da Câmara para evitar a medida. Só depois que Moraes determinou pagamento de multa diária de R$ 15 mil e bloqueio das contas do parlamentar, ele foi à Polícia Federal para instalar o equipamento. 

Em outra frente, na Câmara, o Conselho de Ética aprovou a suspensão do mandato de Silveira por seis meses, por apologia ao AI-5. O parecer ainda não foi encaminhado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), ao plenário, que precisa analisar a decisão do conselho.


Diogo Mussi, irmão do ex-BBB Rodrigo Mussi, deu novas informações sobre o estado de saúde de Rodrigo neste domingo (17). Segundo ele, o ex-BBB foi extubado e está falando e andando.

Em coletiva de imprensa, em frente ao Hospital das Clínicas, onde Rodrigo está internado, Diogo falou sobre a recuperação do irmão. Rodrigo foi extubado na última quarta-feira (13) e, desde então, respira sem ajuda dos aparelhos.

O ex-BBB também está realizando fisioterapia e, segundo o irmão, mexe o corpo inteiro.

Nas redes sociais, a família tem aproveitado o espaço para divulgar os boletins médicos de Rodrigo. Nas últimas postagens, as mensagens têm sido positivas. Há ainda a afirmação de que o médico considera a recuperação de Rodrigo “um milagre”.

O ex-BBB foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após sofrer um grave acidente de carro, na noite de 31 de março.

*Metro1


Um evento que iniciou a implantação do núcleo do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões – IBDFAM em Feira de Santana ocorreu na sede da OAB Subseção Feira na tarde desta terça-feira (12). Na mesa redonda também foram discutidos os desafios do Direito de Famílias no país.

O tema, especificamente, foi a “atuação do IBDFAM e os desafios do direito das Famílias na atualidade”. Segundo o juiz Alberto Raimundo Gomes dos Santos, integrante do IBDFAM na Bahia, vivência e afetividade são as palavras que descrevem a participação do IBDFAM no interior.

Conforme o advogado Sérgio Carneiro, responsável pela emenda n° 66/2010 que facilitou o divórcio do país, o instituto tem sido muito importante para os avanços dessa área do direito no Brasil. O presidente da OAB Subseção Feira, Raphael Pitombo, considerou o evento realizado hoje na unidade de extrema relevância para a advocacia familiarista.

“Nossa gestão agradece a realização deste evento, pois Direito de Família é uma das áreas mais atuantes dentre os advogados e advogadas feirenses, e necessita de uma discussão como a que tivemos hoje. Ademais, o início da implantação do IBDFAM em Feira marca a história da advocacia na cidade”, declara.

A unidade do IBDFAM em Feira terá a profª. Hilda Ledoux Vargas (do Colegiado de Direito da UEFS) como coordenadora do instituto na cidade, e a advogada e profª. Mônica Mattos como vice-coordenadora. O evento contou com a participação da direção estadual do IBDFAM na Bahia, cuja atual presidente é Fernanda Carvalho Leão Barreto.


SALVADOR – O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT) desistiu de disputar a condição de candidato a vice na chapa para governador da Bahia, encabeçada por ACM Neto. A decisão está sendo anunciada pelo parlamentar, que está optando pela reeleição e fortalecer a bancada de seu partido no estado, com mais tempo para as articulações.

Recorrendo às redes de whatsapp, Félix Mendonça Júnior avisou aos amigos e correligionários, neste fim de semana, que pretende concentrar seus esforços na sua campanha para a reeleição e de outros nomes do seu partido.

Félix Mendonça também anunciou que pretende deixar alguns grupos de whatsapp que tratam sobre a política na Bahia visando otimizar seu tempo. Mesmo assim, ele e seu partido continuam dando apoio à candidatura de ACM Neto a governador do estado.

Outro que também está fora do páreo para disputar a vaga de candidato a vice-governador na chapa encabeçada por ACM Neto na majoritária é o prefeito João Gualberto, que não se desincompatibilizou do cargo da Prefeitura de Mata de São João, dentro do prazo previsto. 

Ainda estão sendo cotados para ocupar o cargo de candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), uma das maiores lideranças políticas do interior da Bahia, e também Márcio Marinho e Marcelo Nilo, ambos do partido Republicanos. 

Informações Sem Censura


Depósito de petróleo queima após suposto ataque aéreo na cidade de Belgorod, Rússia
Foto: EFE

Dois helicópteros das Forças Armadas da Ucrânia atacaram nesta sexta-feira (1º), um depósito de combustíveis em Belgorod; localidade que fica dentro de território russo, segundo afirmou o prefeito da cidade, Viacheslav Gladkov. A cidade fica a menos de 32 quilômetros da fronteira ucraniana e tem presença de tropas russas, que a utilizam para a entrar no leste da Ucrânia.

De acordo com Gladkov, as aeronaves cruzaram a fronteira em baixa altitude no início da manhã e fizeram o ataque aéreo. Ele disse ainda que dois trabalhadores locais ficaram feridos e moradores deixaram a cidade.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que o presidente russo, Vladimir Putin, já está ciente do episódio, e que o governo está analisando o caso para possíveis respostas.

Peskov afirmou ainda que o suposto ataque “não cria condições confortáveis para continuar as conversas por um acordo de paz”.

A Ucrânia ainda não se manifestou sobre o suposto ataque. Questionado por repórteres, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmitri Kuleba, afirmou que não poderia “nem confirmar, nem negar” o ataque porque não possui todas as informações militares.

– Não posso confirmar nem negar a alegação de que a Ucrânia esteve envolvida nisto simplesmente porque não possuo todas as informações militares – disse.

Caso confirmado, este seria o primeiro ataque ucraniano em território russo.

*AE


O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, emitiu um vídeos em suas redes sociais na noite desta quinta-feira (31), falando sobre o diálogo que vem mantendo com os professores, e sobre as pautas e demandas da categoria.


No vídeo, o prefeito fala ainda que não compactua com violência e desrespeito de nenhuma forma, falando sobre vídeos que circularam nas redes sociais nesta quinta, onde mostram a guarda municipal contendo manifestantes de adentraram no Paço Municipal.


“Não compactuo com nenhuma forma de violência e
desrespeito. As imagens que estão circulando em todos grupos da cidade hoje, criam um clima de terror e caos que não faz parte da maneira como estamos conduzindo este processo. O episódio de hoje representa uma situação isolada, que nós combatemos veementemente. Seguiremos buscando junto aos profissionais de educação o diálogo aberto e pacífico”, ressaltou.



Veja o vídeo:

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