O Brasil venceu a Inglaterra por 1 X 0 neste sábado (23), em amistoso que marcou a estreia do técnico Dorival Júnior no comando da seleção. A partida aconteceu no estádio de Wembley, em Londres.
Aos 35 minutos do segundo tempo, Vinícius Júnior recebeu um passe na frente da zaga, invadiu a área e bateu na saída do goleiro Pickford, que até defendeu, mas a bola caiu nos pés de Endrick, que abriu o placar com o gol vazio.
O VAR checou e validou o gol. Fazia tempo que a seleção brasileira não vencia uma partida, ainda mais em Wembley.
Nesta quinta-feira (21), o apresentador e doutor em Direito, Tiago Pavinatto, publicou em seu Instagram um posicionamento sobre o caso envolvendo o vazamento das declarações do tenente-coronel Mauro Cid sobre práticas ilegais da Polícia Federal e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, revelado pela revista Veja.
– A publicação da Veja responde muita coisa. Mas a resposta revela o óbvio, o que já sabíamos, porque comprovado em outros casos: ou o Brasil prende o Moraes ou o Moraes prende o Brasil – disse Pavinatto.
*Pleno.News Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados
O tenente-coronel Mauro Cid foi preso nesta sexta-feira (22) pela Polícia Federal (PF), em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por descumprimento das medidas cautelares e obstrução à Justiça.
Após a divulgação dos áudios em que o militar critica o magistrado, Cid foi convocado a comparecer a uma audiência com o desembargador Airton Vieira, juiz instrutor do gabinete de Moraes, para esclarecer as acusações à Operação Tempus Veritatis.
Após o término da audiência de confirmação dos termos da colaboração premida, foi cumprido o mandado de prisão preventiva.
Nos áudios, Cid ainda disse que Moraes já tem a sentença dos investigados e que no “momento que ele achar conveniente, denuncia todo mundo, o PGR acata, aceita e ele prende todo mundo”.
O tenente-coronel também afirmou que a PF queria que ele falasse coisas sem conhecimento ou que não aconteceram, pois os investigadores do inquérito “não queriam saber a verdade” sobre a tentativa de golpe de Estado, e sim confirmar a narrativa deles.
Por meio de nota, a defesa de Cid admitiu que a voz nas gravações divulgadas pela revista são do militar, mas alegou que as declarações são “meros desabafos” do investigado.
Mauro Cid foi preso em maio de 2023 pela PF durante a investigação sobre fraudes em cartões de vacina contra a Covid-19. Em setembro ele foi solto após homologação da delação premiada, em que apontou Bolsonaro como o mandante das fraudes no sistema do Ministério da Saúde.
Kate Middleton, princesa de Gales, revelou que está nos estágios iniciais de um tratamento contra o câncer. As declarações dela foram divulgadas por meio de um vídeo, nesta sexta-feira (22).
Na gravação, Kate também falou sobre o procedimento cirúrgico ao qual foi submetida em janeiro.
A princesa explicou que a descoberta do câncer, agora, foi um grande choque.
– Eu queria agradecer as mensagens de apoio. Foram meses muito difíceis para nossa família. Eu agradeço minha equipe médica. Em janeiro, eu passei por uma grande cirurgia abdominal e na ocasião pensou-se que minha condição não era de câncer. A cirurgia foi bem-sucedida; no entanto, exames após a operação notaram que havia câncer. Minha equipe médica aconselhou que eu me submetesse a uma quimioterapia preventiva, e agora estou nos estágios iniciais desse tratamento – disse.
Kate destacou que está bem e a “cada dia mais forte”.
*Pleno.News Foto: Reprodução/Print de vídeo Twitter The Prince and Princess of Wales
Dados de 2024, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, revelam o crescimento dos casos de câncer no país para o próximo triênio: entre 2023 e 2025, a incidência deve ser de 704 mil casos registrados a cada ano e, na Bahia, o número anual é de 38.840, que totalizam mais 116 mil ocorrências. Por não ocupar a lista dos dez principais tipos de neoplasia maligna em número de casos, as informações sobre o câncer renal pouco são divulgadas e seus sintomas, muitas vezes, confundidos com os de outras doenças, retardando, assim, o seu diagnóstico. A doença, no entanto, acomete mais de 12 mil brasileiros todos os anos e é responsável, nesse período, pela morte de cerca de quatro mil pessoas.
Levar o conhecimento acerca do câncer renal para um número cada vez maior de pessoas é um dos objetivos principais da campanha Março Vermelho, dedicada justamente a conscientizar e orientar sobre o câncer renal e a saúde do rim, conforme o cirurgião urologista, Dr. Eduardo Cerqueira. Segundo o especialista, esse tipo de câncer apresenta sintomas muito inespecíficos que podem ser confundidos com outras doenças, o que leva até 15% dos casos a serem descobertos de maneira incidental. “O fato é que não existem protocolos de rastreamento e, por isso, a necessidade de buscar um especialista ao menor sinal de anormalidade quando o assunto é o trato urinário”, ressaltou, o urologista.
O médico reforça ainda que o tabagismo e a obesidade são fatores de risco para a doença, além das causas hereditárias. “Mas, vale incluir aqui, os pacientes ocupacionais, ou seja, aqueles trabalhadores que são expostos a produtos químicos como o benzeno, pessoas que trabalham com tinta, solventes de borracha onde o benzeno se encontra presente e pintura na indústria”, alertou Dr. Eduardo Cerqueira, acrescentando que, quando o assunto é tabagismo, as pessoas costumam associar o uso do cigarro a outros tipos de câncer como os de pulmão e garganta, “no então, é preciso chamar a atenção para o fato de que existe uma associação de risco do câncer renal com o tabagismo e também com a obesidade. Além disso, existem as síndromes genéticas que também podem colaborar com o aumento da ocorrência de casos da doença”, confirmou o cirurgião urologista.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que, em 2020, foram mais de 400 mil diagnósticos e 170 mil mortes por câncer renal no mundo. No Brasil, ainda segundo a OMS, a doença está entre os 13 tipos de câncer mais incidentes, com quase 12 mil e responde por 2% a 3% de todos os casos de câncer em adultos. O câncer renal representa 3% das doenças malignas que acometem adultos em todo o mundo.
Diagnóstico e tratamento do câncer de rim
Em cerca de 90% dos casos de câncer renal, o diagnóstico é feito por meio de um sintoma. A presença de sangue na urina é o principal sinal de alerta, bem como a perda de peso, presença de massa abdominal, anemia e dor nas costas. No restante das vezes, o diagnóstico é incidental, ou seja, o paciente realiza um exame de ultrassom, ou outro exame de imagem, por alguma outra razão, e encontra alguma lesão no órgão. O tratamento do câncer renal, de acordo com Dr. Eduardo Cerqueira, é por meio da cirurgia, sendo a nefrectomia parcial, cirurgia preservadora de órgão, o principal objetivo do procedimento.
O médico explica que a cirurgia robótica é a mais indicada para esses casos devido à alta complexidade do procedimento, “uma vez que o objetivo é fazer a retirada somente da parte do nódulo que está com a patologia, preservando o rim. Poucos são os casos, com esse tipo de cirurgia, nas quais não conseguimos atingir esse objetivo, justamente por conta da sua precisão, vai depender do tamanho, da complexidade da lesão e do possível envolvimento de outros vasos que podem dificultar o tratamento”, explicou.
O especialista também salientou que o câncer renal raramente acomete indivíduos com menos de 45 anos e acomete pessoas do sexo masculino com idades entre 50 e 70 anos. A doença possui subtipos, sendo o mais frequente deles o câncer renal de células claras, que responde por 85% dos casos. A doença tem origem no tubo que filtra as impurezas do sangue. O segundo tipo mais comum é o Carcinoma Papilar de Células Renais, que responde por 10% a 15% dos casos e pode causar o bloqueio da urina, além de provocar dor.
Por Adriana Matos AMA Comunicação Integrada – Email: adrianamatos.ama@gmail.com 75991319845 / 998465463
A atual pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (21), revelou que 35% dos brasileiros consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) bom ou ótimo. Por outro lado, 33% avaliaram a gestão dele como ruim ou péssima. Há empate entre os dois grupos na margem de erro, sendo de dois pontos para mais ou menos. Já aqueles que enxergam a administração como regular somaram 30%. Outros 2% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Comparado à pesquisa de dezembro do Datafolha, a aprovação da gestão de Lula teve uma queda de 3 pontos percentuais. Já os que classificam como péssima ou ruim tiveram um crescimento de 3 pontos percentuais. Os que consideraram regular ou não se posicionaram permaneceram com o mesmo percentual.
A pesquisa ainda apontou que 58% dos eleitores entrevistados consideram que o presidente fez menos do que poderia em seu terceiro mandato (em março eles somavam 51% e em dezembro, 57%). Outros 24% consideram que o mandatário entregou o prometido e 15% apontam que Lula superou as expectativas.
Outro dado relevante para o governo é que 56% apontam que sua vida permaneceu a mesma após a posse. Para 25%, ela melhorou e, para outros 20%, a vida piorou. O instituto ouviu 2.002 entrevistados entre terça e quarta-feira. O nível de confiança é de 95%.
*Metro1 Foto: Divulgação/Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Quem nunca fez uma longa viagem pelo mundo da imaginação enquanto ouvia uma história? Porta de entrada para o universo dos livros, a contação de histórias estimula a prática leitora, a criatividade e desenvolve a capacidade de concentração dos pequenos, tornando-se uma importante aliada da Educação Infantil.
A data que marca o Dia do Contador de Histórias, comemorado esta semana, no dia 20 de março, reforça a importância da promoção desta prática.
A professora da rede municipal Iarla Santos destaca que a contação de história é uma ferramenta poderosa no desenvolvimento infantil porque é capaz de estimular diversas habilidades essenciais para a vida das crianças.
“Quando ouvem histórias, as crianças são transportadas para um mundo de fantasia, onde podem explorar diferentes realidades, emoções e situações, isso ajuda no desenvolvimento da empatia e na compreensão. Além disso, também auxilia no desenvolvimento da linguagem oral e escrita. As crianças que têm contato frequente com narrativas tendem a se tornar melhores comunicadores e melhores escritores”.
Contadora de histórias há 24 anos, a professora Cintia Maria, que também faz parte da Educação Municipal, relata sobre a experiência com as crianças. “É uma vivência muito gratificante. A gente costuma dizer que a contação de história é para aquele que tem uma escuta sensível e generosa e as crianças têm essa escuta. Quando elas não têm, passam a desenvolver e há um ganho enorme na concentração, no desejo pelas histórias e no desejo pela literatura.”
No Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Neusa Santos Brasileiro, no conjunto Viveiros, o projeto “Era Uma Vez” tem o objetivo de desenvolver nas crianças de 2 a 5 anos o hábito da leitura.
“As crianças recriam histórias infantis, sendo as protagonistas. Nós trabalhamos com a maleta mágica, em que essa criança leva para casa uma história, lê com os pais e reconta da forma que entendeu, que aprendeu. Esta é uma maneira de incentivá-los a ler e a exercitar a imaginação”, explica a diretora do Cmei, Rainê Sobral.
A juíza da 12ª Vara da Fazenda de São Paulo, Paula Micheletto Cometti, negou pedido liminar para barrar utilização do Teatro Municipal de São Paulo para a entrega de título de cidadã paulistana para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). O evento está confirmado para a próxima segunda-feira (25), das 18h às 22h. A magistrada determinou intimação da Prefeitura de São Paulo e da Câmara de São Paulo na decisão. O pedido para proibir a sessão solene foi feito pela deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) e a assessora parlamentar e ativista em direitos humanos Amanda Marques Paschoal.
De acordo com a decisão da juíza, não há provas de que o evento no Teatro Municipal causará custo extra ao Município.
– Não há elementos suficientemente seguros para, já nesse momento processual, afirmar que a conduta de realizar a cerimônia para entrega de título de cidadão paulistano no Teatro Municipal de São Paulo implicará em gastos extras ao Poder Público, sobretudo, considerando que não há prova concreta nesse sentido. Ademais, a alegação de que há dano moral pelo desvio de finalidade do patrimônio protegido merece, como ressaltou o ilustre representante do Ministério Público, maior dilação probatória – citou na decisão da última segunda (18).
A deputada federal Érika Hilton e a assessora Amanda Paschoal alegaram na inicial da ação que o evento deveria ser realizado na Câmara de São Paulo e não no Teatro Municipal. Elas afirmaram ainda que o custo com a mudança de local pode chegar a R$ 100 mil (valor de aluguel da Sala de Espetáculos) e a sessão pode ser relacionada a questões eleitorais. A Prefeitura de São Paulo disse anteriormente que o evento ocorrerá sem custos ao erário público.
No site da Câmara de São Paulo, já está previsto na agenda o evento no Teatro Municipal. A sessão não ocorrerá na sede do Poder Legislativo porque outras três homenagens ocorrerão no dia, uma delas no mesmo horário da sessão solene para conceder o título de cidadã paulistana a Michelle Bolsonaro. Os vereadores paulistanos vão realizar sessões pelo dia do gerontólogo e homenagem aos “motoristas cinco estrelas”. Haverá ainda encontro de gabinete de vereador com trabalhadores de serviços viários. O dia da água também não passará sem homenagem no dia 25, no entanto, não há local definido na agenda.
A promotora de Justiça Claudia Cecilia Fedeli se manifestou contra a liminar por falta de conteúdo probatório. Ela, no entanto, sustentou na manifestação que eventuais danos materiais ao patrimônio público podem ser reembolsados no futuro.
– No que tange à alegada propaganda eleitoral antecipada, entendo tratar-se de matéria que foge à esfera da Justiça Comum, devendo ser objeto de questionamento junto à Justiça Eleitoral – disse a promotora.
A honraria a Michelle Bolsonaro foi aprovada pela Câmara paulistana em novembro de 2023. O autor do pedido, vereador Rinaldi Digilio (União Brasil), argumentou que Michelle é “engajada em políticas sociais, com atenção especial para as doenças raras”.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) encaminhou uma manifestação à Justiça com o pedido de retirada da estátua que homenageia Daniel Alves, em Juazeiro.
Em nota, o MP-BA informou que o Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (CAODH) do órgão recebeu a manifestação feita por uma militantes na defesa dos direitos humanos e residente do município, e encaminhou para a Promotoria de Justiça da comarca de Juazeiro para análise e adoção das medidas cabíveis.
Nesta quarta-feira (20), a Justiça de Barcelona aceitou o pedido de liberdade provisória de Daniel Alves. A estátua fica onde o ex-jogador, condenado por estupro em fevereiro, nasceu.
A dengue tornou-se um tópico de discussão na imprensa americana e europeia devido à crise no Brasil. Uma reportagem do site americano Vox ensina como pronunciar uma palavra que pode ser nova para os leitores: “pronuncia-se DEN-gay”, diz o texto, originalmente em inglês.
O número de casos de dengue em 2024 no país é recorde na série histórica oficial, com o total registrado (casos prováveis e confirmados) se aproximando dos 2 milhões em meados de março, segundo o Ministério da Saúde.
As reportagens estrangeiras discutem principalmente o que o avanço recorde de casos de dengue no Brasil e em outros lugares significa para a saúde global nos próximos anos. O New York Times fala em “prenúncio de uma crise de saúde para as Américas” e o Washington Post, que chama a crise de dengue no Brasil de “impressionante”, diz que é “um alerta para o mundo”.
A reportagem do site Vox sobre o tema destaca que a velocidade “sem precedentes” do avanço da dengue no mundo é um “exemplo preocupante de como as mudanças climáticas e as tendências demográficas do século 21 podem rapidamente transformar um problema de saúde pública numa assustadora crise de saúde global”. A reportagem menciona a ocorrência da dengue em outros países, como Bangladesh, e menciona que o Brasil viu no início de 2024 “a propagação mais rápida do vírus já registrada no país”.
A reportagem destaca ainda que as mudanças climáticas e a rápida urbanização em regiões em desenvolvimento são fatores que, segundo os especialistas, colaboram para o avanço da dengue. “Essas duas tendências devem se intensificar nos próximos anos – o que significa que os atuais surtos de dengue, que bateram recordes, podem ser apenas uma amostra do futuro.” As temperaturas mais altas e as mudanças nos padrões climáticos facilitam a proliferação dos mosquitos transmissores da dengue, diz a reportagem, após referência à Organização Mundial da Saúde (OMS).