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Foto: ACM

As forças de segurança e da mobilidade urbana, em Feira de Santana, ganharam um importante reforço com a inauguração do Centro de Controle Operacional (CCO), onde passam a funcionar a Central de Videomonitoramento e o Fala Feira 156. O equipamento foi entregue pelo prefeito Colbert Martins Filho, nesta terça-feira, 1º de junho.

O novo espaço vinculado à Secretaria de Municipal de Prevenção à Violência (Seprev) vai permitir a atuação integrada da Guarda Municipal, da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e da Secretaria de Transportes e Trânsito (SMTT).

Colbert Filho afirma que a partir dessa integração será possível dar uma resposta rápida às ações no município, garantindo a ordem e a segurança. “O combate aos clandestinos será fortalecido. Vamos acompanhar o trajeto dos ônibus e vans. Tudo que diz respeito à mobilidade urbana e a segurança”.

O titular da Secretaria de Transportes e Trânsito, Saulo Figueiredo, destacou que o CCO é “um marco na mobilidade urbana”. E acrescentou ainda que “com esse equipamento vamos monitorar as viagens através de sistema de gestão, com imagens em tempo real dos terminais e estações do BRT, evitando inclusive aglomerações”.

Monitoramento

São mais de 300 câmeras instaladas no município com imagens captadas em tempo real – além da cidade, os distritos de Humildes e São José já contam com os equipamentos, que em breve serão levados a outras localidades da zona rural. As principais vias de acesso a Feira, como BR 116/Sul e a 324 também são áreas monitoradas.

Todas as câmeras contam com tecnologia OCR (Optical Character Recognition), que permite o reconhecimento facial de infratores e possibilita a leitura de placas de veículos, auxiliando na identificação de automóveis roubados.

“Teremos acesso em tempo real a situações de conflito, identificando possíveis irregularidades no trânsito, como fila duplas e conversões indevidas, trazendo mais fluidez ao trânsito”, afirmou o superintendente de Trânsito, Cleudson Almeida.

O CCO está localizado na avenida Francisco Pinto, bairro Pedra do Descanso, e é considerado o mais moderno pelo secretário de Prevenção à Violência, Moacir Lima.

“É um dos melhores da América do Sul, que trará resposta positiva”, pontuou.

No ato de entrega também estavam presentes representantes da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e do Exército.

Secom


Rotativo News

Morreu hoje (01), por conta de complicações provocadas pela Covid-19, o radialista Rogério Magalhães, que fazia parte do quadro de locutores da Rádio Princesa FM. O falecimento foi confirmado nesta terça-feira, após realização de exames no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), onde Rogério estava internado há algumas semanas.

Rogério deixa a esposa e três filhos. Ainda não há informações sobre o sepultamento do profissional.


Foto: Wevilly Monteiro

Governo Municipal inaugura o Centro de Controle Operacional (CCO), nesta terça-feira, 1º de junho. O ato será transmitido, a partir das 8h, no canal Youtube e nas redes sociais da Prefeitura de Feira.

O equipamento é um grande investimento da administração municipal contribuindo com os órgãos de segurança pública. No local vai funcionar a Central de Videomonitoramento, onde imagens captadas em tempo real, por câmeras posicionadas em pontos estratégicos da cidade e zona rural, poderão ser acompanhas pela Guarda Municipal.

A Central de Atendimento Fala Feira 156 também vai integrar os serviços oferecidos pela unidade. O CCO está instalado na avenida Francisco Pinto, bairro Pedra do Descanso.

Secom


Foto: Alan Santos

Em conversa com apoiadores na manhã desta segunda-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro ironizou as manifestações feitas por militantes de esquerda, no último sábado (29), contra o seu governo. Ao falar dos atos, Bolsonaro afirmou que, com as apreensões de drogas feitas pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal, “faltou erva e dinheiro para o movimento”.

– Vocês sabem por que teve pouca gente nessa manifestação da esquerda no fim de semana? Porque a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal estão apreendendo muita maconha pelo Brasil. Faltou erva e dinheiro para o movimento aí – disse Bolsonaro a apoiadores na saída do Palácio do Alvorada.

Bolsonaro também rebateu a fala do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que no sábado participou do ato contra o presidente, em Brasília, e o chamou de “fascista irresponsável”. Em resposta, o presidente afirmou que a participação do advogado nos atos é um sinal de que o governo está “no caminho certo”.

– Nessa manifestação do PT, o Kakay estava falando contra mim, sinal [de] que estamos no caminho certo, né? Para o Kakay estar reclamando. Aquele que entra de bermuda em qualquer lugar. Na presidência, ele não entra – completou.

Informações: Pleno News


Homem é preso por tocar fogo em agência e diz que protestava por passar fome
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Um homem foi detido após atear fogo em uma agência bancária da Caixa Econômica Federal, na Praça Alexandre Bitencourt, no Centro de Nazaré das Farinhas, cidade do Recôncavo baiano. Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu no último sábado (29), por volta das 18h30. O acusado relatou à Polícia que cometeu o crime por estar passando fome e queria chamar a atenção das autoridades.

Agentes do 14º Batalhão de Polícia Militar foram acionados pela Central de Operações da 3ª Companhia com a informação de um princípio de incêndio em uma agência bancária. Os policiais constataram a veracidade da ocorrência no local, acionaram o Corpo de Bombeiros de Santo Antônio de Jesus, e em seguida iniciaram a tentativa de apagar as chamas com um extintor de outra agência bancária próxima, o que minimizou as chamas. O Corpo de Bombeiros compareceu ao local e o fogo foi debelado.

De acordo com relatos de populares, um homem chegou à agência com um galão de gasolina, despejou combustível e ateou fogo, fugindo em seguida. Após conter o fogo, os policiais realizaram buscas na região para localizar e prender o suspeito. Ao ser encontrado, o homem alegou ter problemas mentais e que cometeu o crime por estar passando fome.

O suspeito foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Gonçalves Martins, pois, segundo a PM, ele estava muito agitado. Ele foi medicado e em seguida apresentado na delegacia de Santo Antônio de Jesus.


delação de um advogado especialista em venda de decisões judiciais expande para julgamentos de diversas outras causas as investigações relacionadas à Operação Faroeste, que apura suspeitas relacionadas a disputas de terras na divisa da Bahia com Tocantins e Piauí.

Entre elas, tentativas de interferência em concorrências públicas de prefeitura e secretaria estadual, pagamentos de indenização e até desapropriação de uma barraca de praia.

O delator é Júlio César Cavalcanti Ferreira, 34, que foi assessor do Tribunal de Justiça da Bahia e depois passou a atuar com prospecção de possíveis casos que pudessem render dinheiro na compra de decisões. Os documentos da colaboração foram obtidos pela Folha.

O acordo foi firmado junto à Procuradoria-Geral da República e homologado pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Og Fernandes no fim de março do ano passado. Em troca, além das informações e de provas, Cavalcanti se comprometeu a entregar R$ 2,2 milhões e seus veículos.

Desde a autorização do STJ, a delação de Cavalcanti tem sido usada como subsídio para as ações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na Faroeste.

Em seus depoimentos, o advogado afirma que chegava a colocar decisões que ele próprio elaborava, a pedido dos seus clientes, no sistema do Tribunal de Justiça da Bahia. A interlocutores de magistrados ele repassava o dinheiro que recebia dos clientes, como propina.

A magistrada de quem ele era mais próximo é a desembargadora afastada Sandra Inês Rusciolelli. Segundo seus relatos, os subornos a ela, em geral, eram repassados para o seu filho, o advogado Vasco Rusciolelli, que atuava como intermediador da mãe.

Em uma ação controlada e monitorada pela Polícia Federal, Júlio entregou R$ 250 mil a Vasco e complicou a situação jurídica de mãe e filho.

Tanto Sandra Inês como Vasco foram presos e propuseram delação ao Ministério Público Federal, que aguarda homologação do ministro Og Fernandes para ter validade. Hoje estão em prisão domiciliar. Há outras delações que também esperam essa decisão do STJ.

Na colaboração de Júlio Cavalcanti constam episódios considerados conexos ao esquema que envolvia supostas vendas de decisões no oeste da Bahia, que deu origem à Operação Faroeste, mas também a outros processos. Em parte deles foi determinado o envio à Bahia para investigação e em outra parte o sorteio entre outros ministros do STJ.

Nem em todos os relatos dele, porém, as decisões que foram compradas chegam a ser publicadas –muitas vezes o relato é de que houve motivos externos, como determinações de outros magistrados, ou porque a transição não foi concluída devido à deflagração da Faroeste.

Um interlocutor constante de Cavalcanti em seus relatos era o advogado Rui Barata, filho da desembargadora Ligia Cunha, hoje presa.

Em um dos anexos considerados não conexos na delação, Cavalcanti disse ter intercedido em favor de um posto que enfrentava um recurso da Petrobras e do estado da Bahia.

Em primeira instância, um juiz havia decidido que ambos deviam pagar R$ 5,7 milhões de indenização aos proprietários do posto por uma desapropriação, valor que era contestado.

Segundo seu relato, recebeu em mãos de Rui Barata, que representava os interesses do posto, a minuta da decisão pronta em um envelope com um pen drive. A promessa é que lhe seriam repassados R$ 150 mil e uma parte desse dinheiro seria dividido com Vasco, filho de Sandra Inês, relatora do processo.

O voto foi colocado no sistema do TJ-BA e lido na sessão, segundo o delator. “Não acompanhei o desfecho desse processo, porque foi depois da operação da Polícia Federal”, disse Cavalcanti em depoimento à PGR.

Em dois casos ele aponta decisões referentes a licitações. Uma delas era um processo que envolvia a Prefeitura de Camaçari e havia sido questionada em primeira instância. Ele deveria se manifestar contra essa contestação, porque beneficiaria uma empresa que participou da licitação, mas não constava no processo.

Para isso, foram negociados, disse o delator, pagamento de R$ 60 mil, dos quais R$ 20 mil ficaram com ele e outros R$ 40 mil para Ivanilton Jr., filho do desembargador Ivanilton Silva.

O advogado de Ivanilton Silva, João Daniel Jacobina, afirma que “o delator não relata qualquer participação do desembargador Ivanilton, muito menos apresenta qualquer prova nesse sentido”. “Afirma que o des. Ivanilton jamais recebeu dele qualquer valor. Mais uma ficção criada por um criminoso confesso a fim de melhorar sua situação”, diz Jacobina.

Já o de Ivanilton Jr., Gabriel Andrade, diz que a delação é inverídica e “é tão contraditória, a ponto de apresentar minuta da decisão que alega ter sido negociada, quando, na realidade, consta nos autos do processo a publicação de outra decisão em sentido diametralmente oposto”.

O segundo caso que envolve licitação, segundo o colaborador, tem relação com uma decisão contra a Secretaria de Saúde da Bahia. Foi negociada uma quantia que ele diz ser de R$ 120 mil a R$ 150 mil com Rui Barata, para intervir junto à sua mãe, desembargadora Ligia Cunha, em favor de um instituto que disputava concorrência pública.

O defensor de Rui e Ligia, Marcelo Leal, afirma que a denúncia é inepta e que investigadores não conseguiram nem sequer encontrar transferências bancárias ou depósitos dos valores alegados pelo delator.

Houve ainda o caso da desapropriação de uma barraca de praia da cidade de Porto Seguro, no sul da Bahia. O delator afirma ter negociado R$ 40 mil para redigir um voto que seria dado pela desembargadora Sandra Inês, mas houve um pedido de vista (análise por mais tempo) por outra magistrada antes. O valor acabou não sendo pago.

Ele também atuou em um caso de redigir o voto em uma ação de anulação de débito fiscal em Salvador. Foram negociados R$ 250 mil e pagos, efetivamente, R$ 212 mil. Esse dinheiro foi dividido com o filho de Sandra Inês, Vasco.

Na delação ainda são descritas questões ligadas à Faroeste, a exemplo de ações a respeito de matrículas de propriedades. Nesses casos, há tratativas de valores mais altos, que chegam a R$ 1 milhão.

Procurado, o advogado de Sandra Inês e Vasco Rusciolelli, Pedro Henrique Duarte, afirma que “defende ambos em um processo sigiloso” e não teve acesso formal à colaboração de julho, que tramita em sigilo. “Portanto, não há o que se manifestar em relação aos três processos”, diz.

O ponto de partida para a Faroeste foram suspeitas de grilagem em uma área de 366 mil hectares no extremo oeste da Bahia, próximo à divisa com o Piauí —por isso o nome da operação. O terreno tem cinco vezes o tamanho de Salvador. Depois, descobriu-se que a área objeto de decisões supostamente compradas era próxima de 800 mil hectares.

A apuração da Faroeste se expandiu com a ajuda de delações premiadas já validadas pelo STJ, como a de Júlio. Além de magistrados, a operação tem investido sobre advogados que atuavam intermediando a venda de despachos, além de outras figuras do poder público suspeitas de participar de irregularidades.

Três desembargadoras estão presas preventivamente, além de Sandra Inês, que está em regime domiciliar.

Informações: Bahia Notícias


Foto: Izinaldo Barreto

Preparar o terreno para receber as sementes é essencial para o plantio, principalmente para agricultores que vivem disso. Na comunidade de Caboronga, distrito de Bonfim de Feira – há 65 km do centro – a Prefeitura disponibilizou dois tratores para a aração da terra. O serviço está concentrado na região há cerca de 20 dias, beneficiando 20 famílias.

Seu Carmô, como é mais conhecido o trabalhador rural Carmosino Teixeira, 75 anos, foi um dos contemplados e ficou contente com o trabalho das máquinas. Segundo ele, até os moradores que tinham condições de custear o serviço não encontravam alguém disposto – isso porque o distrito é muito distante.

“Não tenho como pagar o serviço do trator, eles cobram em média R$90 a hora. Nos ajudou muito”, afirma.

O serviço de aração de terras na zona rural vem sendo coordenadora pela Secretaria de Agricultura, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Rural (Seagri), pelo assessor de gabinete da pasta, Antônio Jondineli. Ele informa que após a aração, as terras recebem a gradagem.

“É uma etapa de preparação do solo para o cultivo agrícola, deve ser feito depois da aração. As terras de Caboronga precisam ter um melhor manejo para facilitar o plantio e cultivo”, explica.

Omenaide Gonçalves, agricultora, já sabe exatamente o que vai plantar. “Sementes de milho e feijão, devo colher até o final do ano. A aração das terras ajuda demais, ficamos muito agradecidos”.

Secom


Foto: Ascom/HCFS

Inaugurado pela Prefeitura em 4 de junho de 2020, o Hospital da Campanha completa um ano com mais um importante avanço em sua missão de salvar vidas: está implantando mais cinco leitos de UTI para pacientes com a Covid 19. Os leitos deverão começar a receber pacientes ainda neste mês de junho. Assim, o hospital passará a disponibilizar 23 leitos de UTI, além dos 44 leitos de enfermaria já existentes, totalizando 67 leitos para o atendimento a pacientes encaminhados pelas unidades de saúde do município.

Em um ano de funcionamento, o Hospital de Campanha já atendeu a mais de 1.200 pacientes, uma média de 100 por mês. Cerca de 900 deles venceram a Covid e receberam alta. Até o último dia 25, foram registradas as mortes de 210 pacientes que não resistiram às complicações da doença.

O restante inclui pacientes que foram transferidos para outras unidades e outros que continuam internados, recebendo os cuidados de uma equipe de 343 profissionais de saúde, entre os quais 50 médicos, 40 enfermeiros, 80 técnicos de enfermagem, 19 fisioterapeutas, 4 psicólogos e 5 assistentes sociais, além do pessoal da administração e manutenção.

O hospital de Campanha também dispõe de tomógrafo, hemogasômetro, máquinas de hemodiálise e de raio X, laboratório 24 horas, serviço de bio-imagem 24 horas, serviço diário de nefrologia e de infectologia, um respirador para cada leito e dois extras.

Além disso, foi o primeiro hospital do interior da Bahia a adotar, em 29 de janeiro, o Helmet, uma cápsula descartável de ventilação mecânica não invasiva (VNI), feita de plástico, que ajuda na respiração do paciente sem a necessidade da intubação, e que é adquirido pelo hospital conforme as demandas.

“O Helmet realmente se mostrou revolucionário pra poder postergar o máximo possível a intubação do paciente”, diz o coordenador médico do hospital, Valdir Cerqueira de Santana Filho.

PARTICIPAÇÃO EM ENSAIO CLÍNICO

Além do atendimento a vítimas da pandemia, o Hospital de Campanha de Feira de Santana está participando de um importante ensaio clínico desenvolvido pela Universidade da Califórnia: o estudo visa o aproveitamento de um remédio tradicionalmente usado contra o alcoolismo, o Dissulfiram, para a possível cura de pacientes com a Covid 19.

O medicamento é aplicado em pacientes voluntários, com mais de 50 anos, que estejam com Covid 19 moderada e que possuam diabetes e pressão alta. Ao final, os coordenadores do estudo vão verificar, nas amostras de sangue desses voluntários, se o remédio surtiu efeito contra o Coronavírus.

No Brasil, apenas quatro hospitais participam do estudo, e todos os quatro na Bahia: o Hospital da Bahia, o Hospital Espanhol e o Hospital Português, em Salvador, e o Hospital de Campanha de Feira de Santana. De todos eles, segundo Valdir Cerqueira, o Hospital de Campanha foi, até agora, o que mais arregimentou voluntários para a pesquisa: 64 pacientes, dos quais 51 já tiveram sua participação concluída. A meta estabelecida para os hospitais baianos foi de 200 pacientes.

“A gente não tem ainda como dizer sobre a eficácia dessa medicação, só quando terminar o estudo. Mas é algo muito promissor para nossa cidade, muito promissor para este hospital”, diz Valdir. Segundo ele, alguns dos pacientes que participaram do estudo apresentaram sensíveis melhoras na sua recuperação.

Ascom


Foto: Elói Corrêa/GOVBA

Um reajuste de 6,8% vai atingir o valor da passagem em ônibus intermunicipais na Bahia a partir da próxima terça-feira (1º). A informação foi divulgada neste domingo (30) pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia (Agerba). De acordo com o órgão, o reajuste é anual e será concedido com base na correção de uma “cesta de índices”, como o diesel, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e Índice Geral de Preços (IGPM)

A Agerba alega, ainda, que “a margem é determinada através de pesquisas que analisam o gasto das empresas com os funcionários, peças dos ônibus, combustível, entre outros insumos”. O último reajuste ocorreu em março de 2020.

Informações: Metro1


Foto: Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que enviará 5,1 mil concentradores de oxigênio para auxiliar as unidades de saúde com pacientes internados com covid-19 no Norte e Nordeste do país. Queiroga encontra-se em Pernambuco, estado que, segundo ele, receberá 148 aparelhos até o dia 10 de junho.

“Estamos visitando a região, pois sabemos que há ameaça de colapso no sistema de saúde, sobretudo em função do insumo oxigênio. O ministério já providenciou para essas regiões 5.100 concentradores de oxigênio. Para Pernambuco, serão 148 concentradores”, disse o ministro.

Falta de oxigênio
Perguntado sobre se há risco de colapso por falta de oxigênio, mesmo após o envio desses concentradores, Queiroga disse que o governo trabalha para que isso não aconteça. “Só que lidamos com a imprevisibilidade biológica porque esse vírus sofre mutação e pode ter variantes que podem ter comportamento biológico diferente, o que leva pressão maior para o sistema de saúde. Mas as autoridades sanitárias estão empenhadas para que não haja falta de oxigênio”, acrescentou.

Queiroga, no entanto, ressaltou que distribuição e logística de oxigênio “é questão complexa”, uma vez que o gás é distribuído não apenas na forma líquida, mas também em cilindros, forma mais comumente adotada nos municípios de menor porte. “Há carência de cilindros [em municípios], mas estamos apoiando as secretarias municipais de saúde para que não haja falta de cilindros”, disse Queiroga ao destacar ser preciso aprimorar a logística, para esse tipo de transporte. .

Compra de vacinas
Sobre as ações do governo visando à compra de vacinas, Queiroga disse que a carência de vacina é mundial. “Mas no mês de junho teremos garantidos mais de 40 milhões [de doses de vacinas] a serem distribuídas. Em junho teremos uma marca importante, que é de [atingir um total de] 100 milhões [de doses] distribuídas para o país inteiro”, acrescentou.

“Só com a Pfizer, temos um contrato de 200 milhões de doses de vacinas. Agora, em 1º junho, assinaremos acordo de transferência de tecnologia entre a indústria Astrazênica e a Fiocruz, colocando o Brasil na vanguarda de países que tem capacidade com autonomia de produzir vacinas. Há também negociações com outras farmacêuticas para buscarmos antecipar doses. Agora, é um contexto que não é simples porque é uma emergência em saúde pública internacional”, completou.

Agência Brasil

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