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Hospitais dos Estados Unidos realizam “despejo de pacientes” e expulsam doentes por falta de pagamento; VEJA VÍDEO

Jornalistas do Wave3, canal de notícias de Louisville, capital do estado norte-americano do Kentuchy, flagraram os seguranças do Hospital da Universidade da cidade expulsando pacientes e os deixando no meio da rua. A ação teria sido motivada por falta de pagamento, já que os Estados Unidos não possuem um sistema de saúde público.

A prática é conhecida no exterior como “patient dumping” (“despejo de paciente” em tradução livre). Em situações como essa, funcionários do hospital acompanham ou carregam à força pessoas doentes que não têm dinheiro para arcar com as despesas dos tratamentos feitos no centro médico.

A denúncia relacionada ao Hospital da Universidade de Lousville foi feita por uma funcionária, que ligou para o Wave3 e relatou que uma paciente havia sido abandonada na calçada. Quando os jornalistas chegaram ao local, encontraram a mulher desacordada no chão, ainda vestida com camisolas hospitalares.

DCM


Essa é a terceira acusação criminal que Trump recebe em quatro meses. A segurança do lado de fora do tribunal foi reforçada.

Trump se apresenta à Justiça em Washington

Trump se apresenta à Justiça em Washington 

Donald Trump foi formalmente acusado no processo criminal sobre a tentativa de reverter os resultados das eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2020 –de acordo com a promotoria, o ataque ao prédio do Congresso dos EUA, em 6 de janeiro de 2021, fez parte do plano de Trump para alterar os resultados das urnas. 

O ex-presidente dos EUA chegou um pouco antes do horário marcado para a audiência. Lá dentro, Trump afirmou que é inocente. Ele mesmo verbalizou que não é culpado para a juíza. Pouco depois, dele deixou o prédio na cidade de Washington DC. A magistrada aprovou as condições para a liberação do ex-presidente e avisou que ele não deve cometer mais crimes. 

Um pequeno grupo de manifestantes ficou do lado de fora. 

A próxima audiência deste processo está marcada para o dia 28 de agosto. Segundo a mídia dos EUA, esse caso deve tramitar mais rápido que os outros em que Trump é acusado criminalmente. 

No documento da acusação, o procurador Jack Smith acusa Trump e cúmplices dele de promover mentiras sobre a votação daquele ano, por ter insistido com autoridades estaduais e federais para mudar os resultados das urnas e por arregimentar colégios eleitorais falsos para tentar tirar votos de Joe Biden. 

No dia 6 de janeiro de 2021, a vitória eleitoral de Biden estava sendo formalmente certificada no Capitólio (o prédio do Congresso dos EUA) quando o edifício foi invadido por uma multidão de apoiadores de Trump. Eles interromperam a sessão em que a certificação acontecia e ameaçaram o então vice-presidente Mike Pence, que conduzia o processo, por ter se recusado a reverter o resultado das urnas. 

Trump enfrenta quatro acusações: 

O quarto crime, mas, diferentemente dos outros, não foi como participante de uma conspiração: 

Em caso de condenação, a acusação mais grave pode ser punida com uma sentença de 20 anos de prisão. 

Em sua rede social, Trump afirma que a acusação tem motivações políticas e que o governo de Joe Biden é comparável a regimes fascitas. 

Trump — Foto: Reprodução/GloboNews

Trump — Foto: Reprodução/GloboNews 

Essa é a terceira acusação em quatro meses. As outras são ligadas aos seguintes casos: 

Além disso, Trump provavelmente será acusado na Justiça do estado da Georgia, porque ele tentou reverter o resultado das eleições presidenciais naquele estado. 

Eleições presidenciais de 2024

Apesar de sérios problemas com a Justiça, Trump é um dos candidatos do Partido Republicano à presidência do pais. Por enquanto, ele lidera as prévias do partido dele. 

Desde que ele foi acusado criminalmente pela primeira vez, a intenção de voto em Trump nas prévias até mesmo aumentou. 

Segurança na frente do tribunal

Órgãos de segurança, como o Serviço Secreto e a polícia da cidade de Washington DC, aumentaram a proteção para a audiência. Mais agentes foram empregados do lado de fora, e algumas entradas foram bloequeadas. 

Trump deixou a cidade de Bedminster, no estado da Nova Jersey, para viajar a Washington. 

Muitas das acusações que constam no processo já eram conhecidas. Mas o texto traz alguns detalhes. 

Antes do dia 6 de janeiro, Trump pressionava o vice dele, Mike Pence, a roubar as eleições com uma teoria sobre a certificação da votação. Pence disse que não havia base legal para executar o que o presidente queria. Trump, então, dissea Pence “você é excessivamente honesto”. 

Em 6 de janeiro, enquanto falava com seus apoiadores antes de atacarem o Capitólio, Trump disse: “Se Mike Pence fizer a coisa certa, ganhamos a eleição”. Alguns invasores no Capitólio mais tarde gritaram: “Enforquem Mike Pence!” 

Longe de serem desencorajados pela violência, Trump e um co-conspirador não identificado continuaram ligando para membros republicanos do Congresso horas depois que o tumulto havia terminado, ainda com a intenção de bloquear a certificação, diz a acusação. 

“Precisamos de vocês, nossos amigos republicanos, para tentar apenas retardar o processo”, disse o co-conspirador em uma mensagem de voz para um senador dos EUA, segundo os promotores. A descrição do co-conspirador na acusação deixa claro que se tratava de Rudy Giuliani, ex-advogado pessoal de Trump.

Informações G1


O promotor do caso, Mario Burgos, afirmou em audiência judicial nesta quinta-feira (3) que Nicolás recebeu grandes somas de dinheiro de Samuel Santander López Sierra, conhecido como o “Homem Marlboro”, condenado por narcotráfico nos Estados Unidos.

Defesa do filho do presidente da Colômbia aponta “sérias irregularidades” na prisão dele

Defesa do filho do presidente da Colômbia aponta “sérias irregularidades” na prisão dele 

Nicolás Petro, filho do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que um homem condenado por narcotráfico deu dinheiro para a campanha presidencial de seu pai. 

A afirmação foi feita ao Ministério Público –Nicolás é acusado de lavagem de dinheiro, e está em processo de colaboração com os promotores. 

O promotor do caso, Mario Burgos, afirmou em audiência judicial nesta quinta-feira (3) que Nicolás recebeu grandes somas de dinheiro de Samuel Santander López Sierra, conhecido como o “Homem Marlboro”, condenado por narcotráfico nos Estados Unidos. 

“Parte desse dinheiro foi usada pelo próprio senhor Nicolás Fernando Petro Burgos, e outra foi investida na campanha presidencial de 2022”, disse o procurador. 

Prisão do filho de Petro

O filho do presidente da Colômbia foi preso acusado de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito no último sábado. 

Segundo a Procuradoria-Geral, há indícios de que Nicolás desviou dinheiro da campanha do pai, Gustavo Petro, que foi eleito no ano passado. 

A ex-mulher de Nicolás também foi presa. Em março, ela disse a uma revista que Nicolás teria recebido doação de um narcotraficante, no valor equivalente a R$ 720 mil. 

Nas redes sociais, o presidente colombiano lamentou a prisão do filho e prometeu não interferir na investigação. 

Nicolas Petro, filho de Gustavo Petro, em março de 2023 — Foto: Asamblea del Atlantico/Via Reuters

Nicolas Petro, filho de Gustavo Petro, em março de 2023 — Foto: Asamblea del Atlantico/Via Reuters

Informações G1


China celular
A proposta foi apresentada pela Administração do Ciberespaço da China | Foto: Reprodução/Pixabay 

A China pretende reduzir a quantidade de tempo que crianças e adolescentes podem passar no celular. A justificativa do Partido Comunista é cultivar “boa moralidade” e “valores socialistas” entre os menores.

A proposta divulgada pela Administração do Ciberespaço, o principal regulador de internet da China, fala em exigir que todos os dispositivos móveis e aplicativos de celulares tenham um “modo secundário” para restringir o tempo diário de tela a no máximo duas horas por dia, dependendo da faixa etária.publicidade

As restrições, se aprovadas, marcariam uma expansão das medidas existentes implementadas nos últimos anos. Com isso, Pequim reduziria ainda mais a exposição de crianças e adolescentes ao que o Partido Comunista classifica como “informações indesejáveis”.

Conforme o projeto, que está aberto para discussão pública até 2 de setembro, os menores de idade receberiam conteúdos no celular “baseado na idade”. E quando o tempo máximo permitido terminasse, os aplicativos fechariam automaticamente. Além disso, a China quer proibir que menores de idade acessem os celulares entre 22h e 6h

Crianças menores de 8 anos poderiam usar os telefones por apenas 40 minutos por dia, enquanto aquelas dos 8 aos 16 anos teriam uma hora de tela. Os jovens entre 16 e 18 anos, o tempo permitido seria de duas horas.

Todas as faixas etárias receberiam um lembrete para descansar depois de usar o dispositivo por mais de 30 minutos.

Valores socialistas

China Centro da Terra
Xi Jinping, secretário-geral do Partido Comunista e presidente da China | Foto: Reprodução/Xinhua

Administração do Ciberespaço da China, controlada pelo Partido Comunista, também quer impor que os provedores de serviços de internet criem conteúdo que “divulgue os valores socialistas centrais” e “um senso de comunidade da nação chinesa”, segundo o documento revelado pela CNN.

A China tem uma das maiores bases de usuários de internet do mundo, com quase 1,1 bilhão de pessoas no país com acesso à internet. Um de cada cinco usuários tinha 19 anos ou menos, em dezembro do ano passado.

Informações Revista Oeste


Argentina ganha tempo e evita calote com FMI

Foto: Divulgação/Ministério da Economia da Argentina

Em plena campanha eleitoral, Sergio Massa, ministro da Economia e candidato do governo à Presidência, diz que acordo com Fundo foi pior herança do governo Macri

Para saldar o compromisso — e evitar um calote que muitos temiam — o governo do presidenteAlberto Fernándezutilizou recursos de um swap com a China (acordo entre os bancos centrais dos dois países) e um empréstimo de curto prazo com a Corporação Andina de Fomento (CAF). Nesta terça, aArgentinadeverá pagar, ainda, US$ 758 milhões ao Fundo em conceito de juros.

O pagamento foi realizado após oencerramento de negociações entre a Argentina e organismo, no final da semana passada, que permitirão ao país receber US$ 7,5 bilhões nos próximos meses. O entendimento foi possível graças a vários “waivers” (perdões) concedidos pelo Fundo pelo não cumprimento de metas por parte da Argentina, entre elas a não acumulação de reservas e um saldo fiscal primário abaixo do esperado.

Crise econômica avassala Argentina;

Um homem compra frutas e verduras no Mercado Central de Buenos Aires. Em meio a crise, o país criou nova cédula de 2000 pesos argentinos. — Foto: Luis ROBAYO / AFP

Inflação atingiu nível mais alto em 30 anos.

Flexibilização de metas

Após longas e difíceis conversas, a conclusão da quinta e sexta revisões do acordo selado em março de 2022 pelo governo Fernández — que ao assumir o poder, em dezembro de 2020, suspendeu o entendimento fechado por seu antecessor, Mauricio Macri, em 2018 — levou, segundo fontes de organismos internacionais, à modificação (leia-se flexibilização) de metas.

O Fundo, segundo as mesmas fontes, reconheceu os enormes desafios impostos pela pior seca já sofrida pelo país em cem anos, e seu impacto negativo nas exportações e receitas fiscais.

Em comunicações oficiais, o organismo falou na importância do “crescimento sustentável, resiliente e inclusivo no médio prazo”, termos pouco comuns em acordos do organismo. Segundo outra fonte, a Argentina conseguiu um acordo inédito. Em troca, a Casa Rosada concordou em aplicar um pacote de políticas nas próximas semanas.

Como explicou uma fonte de um importante organismo internacional em Washington, a Argentina é “too big to fail” (grande demais para cair). Isso significa que o país, membro de peso do FMI, recebeu uma ajuda extraordinária do organismo, em grande medida, pelo impacto que um eventual calote argentino teria causado dentro do Fundo e na região.

Calendário de desembolsos

— Não vamos usar sequer um dólar de nossas reservas para pagar o FMI — disse nesta segunda-feira o ministro da Economia e candidato à Presidência Sergio Massa, ao comunicar ao país, em cadeia nacional de rádio e TV, o pagamento ao Fundo.

— O programa [com o FMI] tem dois [futuros] momentos de desembolsos: um na terceira semana de agosto, e outro em novembro — explicou Massa, que, em plena campanha eleitoral e faltando menos de duas semanas para as Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias (Paso, teste eleitoral crucial antes do primeiro turno, no dia 22 de outubro), aproveitou para alfinetar a oposição:

— O acordo [com o FMI] é provavelmente a pior herança do governo anterior, basicamente porque se trata de uma dívida que não está em estradas, nem escolas ou hospitais, não melhorou a vida das empresas nem das famílias —.

Nas últimas semanas, Massa, que não está conseguindo decolar nas pesquisas, liderou as conversas com o Fundo, nas quais convenceu o organismo sobre a necessidade de, mais uma vez, socorrer a Argentina. O ministro e candidato falou sobre a pior seca sofrida pelo país em cem anos, os danos causados pela pandemia, e a necessidade de recuperar as reservas do Banco Central, atualmente em negativo.

Alternativa para pagamento

As dúvidas sobre o pagamento da dívida nesta segunda eram grandes. Na última sexta-feira, perguntado pelo GLOBO, um importante assessor do ministro admitiu que o governo ainda estava buscando uma alternativa para saldar o vencimento. A decisão de usar o swap com a China e o socorro emergencial da CAF foram a solução mais viável.

A Argentina acabar de receber mais um tubo de oxigênio, que o governo espera que permita ao país chegar às primárias e às eleições presidenciais sem grandes sobressaltos. Semana passada, o dólar paralelo voltou a disparar, chegando a 550 pesos. Um dos grandes temores da Casa Rosada é uma forte desvalorização da moeda antes das eleições, o que impactaria numa taxa de inflação que já supera 100% ao ano.

Semana passada, Massa disse que quer ser o presidente que derrote a inflação, frase que causou cerca perplexidade já que quem fala é o atual ministro da Economia do país.

Informações TBN


Membros do Talibã montam guarda após atearem fogo a uma pilha de instrumentos musicais nos arredores de Herat | Foto: Divulgação

O grupo extremista Talibã queimou dezenas de instrumentos musicais neste fim de semana no Afeganistão. As autoridades do país realizaram a queima em Herat, Província no oeste do país. Entre os instrumentos jogados na fogueira estavam um violão, um harmônio, outros dois instrumentos de cordas e um tambor.

Para o grupo fundamentalista islâmico, a música é algo ‘imoral’. “Promover a música leva à corrupção moral e tocar música engana os jovens”, disse Aziz al-Rahman al-Muhajir, chefe do Ministério para a Promoção da Virtude e Prevenção da Imoralidade.

Desde que chegou ao poder em agosto de 2021, o Talibã impôs uma série de leis que refletem sua visão rigorosa do Islã, que inclui a proibição de tocar música em público. Muitos dos equipamentos musicais que queimaram no sábado 29, foram confiscados dos salões de casamento da cidade.

Outras restrições impostas pelo Talibã

Além da música, as mulheres são as principais vítimas das novas leis impostas pelos talibãs, com a sua exclusão da maioria das escolas de ensino médio, universidades e da administração pública.

As mulheres também não podem trabalhar para organizações internacionais, visitar parques, jardins, academias ou banheiros públicos, ou viajar sem estarem acompanhadas por um parente do sexo masculino. Elas também devem se cobrir totalmente ao sair de casa.

O fim dos salões de beleza

O grupo extremista Talibã determinou o fim dos salões de beleza no país na terça-feira 25.

A estimativa é que a medida do grupo fundamentalista islâmico acabe com cerca de 60 mil empregos no Afeganistão. O Talibã comanda o país há dois anos: no início, permitiu a continuação das operações dos salões de beleza, mas mudou de ideia.

A nova proibição restringe não apenas o bem-estar físico e estético das mulheres afegãs, mas também sua vida social. Hoje, as mulheres já não podem ir a parques, salas de aula nem academias.

Informações Revista Oeste


A volta da União Soviética? Putin ressuscita gulags para prender civis ucranianos; Saiba mais

Foto: Reprodução/O Antagonista.

Reportagem da edição mais recente da Crusoé, assinada por Duda Teixeira, mostra que a invasão da Ucrânia pela Rússia ressuscitou os campos de trabalho forçados da União Soviética. Estima-se que 4 mil civis ucranianos estejam presos nesses locais.

“Neles, civis ucranianos são submetidos a trabalho forçado sob a mira dos fuzis. Eles cavam trincheiras, constroem edifícios e abrem covas coletivas. Segundo alguns sobreviventes, aqueles que ficam doentes são mortos e enterrados nas covas que eles próprios cavam.

De acordo com a ONG russa de direitos humanos Gulagu.net, há atualmente 4 mil civis ucranianos detidos na Rússia e em territórios ocupados pelos militares de Vladimir Putin. ‘Todos os dias nós recebemos pedidos de ajuda de pessoas que foram espancadas, torturadas e estupradas’, disse a Crusoé Sergey Savelyev, que coordena o atendimento a pessoas na Gulagu.net.”

Fonte: O Antagonista.


ataques moscou
Apenas neste mês, quatro tentativas de ataque à região foram registradas, três delas na última semana.  | Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Uma pessoa ficou ferida durante um ataque ucraniano a prédios de Moscou, capital da Rússia, utilizando drones. Outras três aeronaves não tripuladas foram abatidas na região oeste da cidade. As explosões aconteceram na madrugada deste domingo, 30.

Devido ao incidente, edifícios ficaram danificados, voos do aeroporto de Vnukovo foram suspensos e autoridades russas acenderam o alerta para eventuais novos ataques contra o seu território. As informações são da agência TASS.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou que um drone ucraniano foi destruído no ar sobre o distrito de Odintsovo e dois outros caíram em Moscou.

“Hoje à noite houve um ataque de drones ucranianos. As fachadas de dois prédios de escritórios na cidade de Moscou foram levemente danificadas. Não há vítimas”, disse o prefeito de Moscou Sergei Sobyanin.

Ataques ucranianos contra Moscou intensificam

Desde que teve início a segunda ofensiva ucraniana contra o exército de Vladimir Putin, os ataques a territórios russos — como a própria cidade de Moscou  vem se intensificando. 

Apenas neste mês, quatro tentativas de ataque à região foram registradas, três delas na última semana. 

Autoridades e especialistas alertam para duas importantes observações quanto ao rumo do conflito que se estende para seu 18º mês. A primeira gira em torno da suposta segurança do território russo. Ataques vindos da Ucrânia com equipamentos simples têm se mostrado efetivos contra alvos nas principais cidades do país — incluindo a aeronave que sobrevoou o Kremlin.

Por outro lado, os seguidos ataques dentro da fronteira da Rússia também causam apreensão da comunidade internacional, quanto a escalada de mais violência no conflito. Por se sentir ameaçado, o presidente Putin pode autorizar o uso de mais armamentos de grande porte. Aumentando até a possibilidade do emprego de armas nucleares no conflito.

Informações Revista Oeste


Durante visita à América Latina, Bill Nelson afirmou que o documento será feito por especialistas e cientistas.

Diretor da Nasa, Bill Nelson, durante visita ao Brasil em 24 de julho de 2023 — Foto: Adriano Machado/REUTERS

Diretor da Nasa, Bill Nelson, durante visita ao Brasil em 24 de julho de 2023 — Foto: Adriano Machado/REUTERS 

O diretor da Nasa Bill Nelson disse durante uma visita oficial à Argentina nesta quinta-feira (27) que a agência espacial norte-americana irá divulgar em agosto um documento sobre os recentes relatos de “provas extraterrestres”. 

A fala veio depois que um repórter o questionou sobre a fala de David Grusch, um ex-funcionário de inteligência dos EUA. Na quinta-feira ele disse que os Estados Unidos teriam encontrado material biológico não humano durante pesquisas com OVNI’s. 

“Esperem até o mês que vem para terem sua resposta”, afirmou Bill Nelson, que estava na Casa Rosada após reunião com o presidente Alberto Fernández.

“Decidi como chefe da NASA, já que existem tantas suspeitas sobre alienígenas, que nomearia um comitê de cientistas muito ilustres”, disse Bill. 

Ele está em uma missão para conversar com os países da América do Sul em busca de apoio para o Acordo de Artemis. 

A Nasa pretende lançar mais quatro satélites ao espaço para estudar a via Láctea e fazer uma nova visita tripulada à Lua em 2025. 

Informações G1


Após a segunda Cúpula Rússia-África, Vladimir Putin e o Presidente da União Africana, Azali Assoumani, fizeram declarações à mídia | Foto: Divulgação 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a assinatura de acordos de cooperação militar com mais de 40 países da África.

Na sexta-feira 28, último dia da cúpula Rússia-África em São Petersburgo, Putin garantiu os acordos militares depois de prometer a doação de até 50 mil toneladas de grãos a aliados um dia antes. publicidade

Segundo Putin, “uma ampla gama de armas e equipamentos de defesa” será fornecida, alguns com entrega gratuita.

“A fim de fortalecer as capacidades de defesa dos países do continente, estamos desenvolvendo a cooperação nas esferas militar e técnico-militar”, disse Putin na cúpula, destacando que as nações poderão participar de exercícios militares em território russo para se familiarizar com armamentos de nova geração.

Rússia quer ampliar influência na África

Na última edição da cúpula, em 2019, a Rússia já havia assinado contratos de cooperação militar no valor de US$ 10 bilhões (R$ 47 bilhões). Sistemas de defesa aérea do consórcio militar russo Almaz-Antéi também foram expostos aos líderes na ocasião.

Graças ao apoio do Kremlin, alguns países africanos abdicaram da aliança que tinham com a França — que possui um longo histórico de colonização no continente — em favor de Moscou.

Desde 2020, ano seguinte ao fórum Rússia-África, quatro países sob influência russa sofreram golpes militares: Mali, Burkina Faso, Guiné e, nesta semana, o Níger, último aliado do Ocidente no Sahel.

A promessa de Putin ocorre após o fim do acordo de exportação de grãos do Mar Negro, que foi costurado pela ONU e Turquia para que a Ucrânia pudesse exportar grãos. Após o fim do acordo, existia um temor pela disparada dos preços dos alimentos.

“Nos próximos meses poderemos garantir remessas gratuitas de 25 mil a 50 mil toneladas de grãos para Burkina Faso, Zimbábue, Mali, Somália, República Centro-Africana e Eritreia”, disse ele, em um discurso transmitido pela televisão russa.

Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, alguns países africanos têm apoiado Putin nas Nações Unidas, recebido seus enviados e navios de guerra e oferecido controle de ativos lucrativos, como uma mina de ouro na República Centro-Africana que, estimam autoridades dos Estados Unidos, contém uma reserva de US$ 1 bilhão do minério.

Informações Revista Oeste

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