
Uma equipe da CNN mostrou como está a situação do Hospital Al-Ahli, em Gaza, bombardeado na terça-feira (17). O Ministério da Saúde palestino estima ao menos 471 mortos e 314 feridos em decorrência do bombardeio .
Informações TBN

Uma equipe da CNN mostrou como está a situação do Hospital Al-Ahli, em Gaza, bombardeado na terça-feira (17). O Ministério da Saúde palestino estima ao menos 471 mortos e 314 feridos em decorrência do bombardeio .
Informações TBN
Presidente dos EUA está em Israel, onde se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
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Biden faz discurso em Israel — Foto: Evelyn Hockstein/Reuters
Joe Biden, presidente dos Estados unidos, anunciou nesta quarta-feira (18), apoio financeiro de US$ 100 milhões em ajuda humanitária a Gaza, e um pacote “sem precedentes” para a defesa de Israel contra o Hamas. A declaração foi feita durante um discurso em Tel Aviv.
O presidente norte-americano desembarcou em Israel nesta quarta-feira e se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para discutir o conflito no Oriente Médio.
Durante a reunião, Biden afirmou que os EUA irão fornecer tudo que Israel precisa para se defender.
O democrata também disse acreditar que a explosão no hospital Ahli Arab, em Gaza “parece ter sido obra do outro lado”.

‘Atrocidades que nos lembram os piores atos do Estado Islâmico’, diz Biden sobre ataque do Hamas contra Israel
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que as atitudes do Hamas durante o dia 7 de outubro lembram os piores ataques do Estado Islâmico.
“São atrocidades que nos lembram os piores atos do Estado Islâmico”, disse ele.
Biden disse também que neste momento Israel está mais forte do que nunca.
O democrata comparou ainda a incursão do Hamas com a tragédia de 11 de setembro de 2001 quando aviões controlados por terroristas se chocaram contra as torres gêmeas, em Nova York.
Informações G1

Foto: REUTERS/Suhaib Salem.
Segundo dados de 2022 do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha, na sigla em inglês), 65% da população da Faixa de Gaza vive em situação de insegurança alimentar e abaixo da linha da pobreza.
Entretanto, para os líderes do grupo terrorista Hamas, que controla o enclave desde 2007, fome e pobreza não passam de uma realidade muito distante.
Uma reportagem de junho de 2021 do Canal 13, de Israel, descreveu uma rotina de festas, casas e carros luxuosos das lideranças do Hamas e suas famílias e apontou que o grupo tem ao menos três bilionários: Mousa Abu Marzook (que tem um patrimônio estimado em US$ 3 bilhões), Ismail Haniyeh (entre US$ 3 e 4 bilhões) e Khaled Mashal (US$ 5 bilhões).
Marzook é um membro sênior da direção do Hamas e foi vice-presidente do diretório político do grupo terrorista entre 1997 e 2014; Haniyeh é o presidente do diretório desde 2017; e Mashal foi seu antecessor, entre 1996 e 2017.
Em 2014, Moshe Elad, especialista em Oriente Médio da Faculdade da Galileia Ocidental, disse em entrevista ao jornal israelense Globes que as fortunas dos líderes de Hamas têm várias origens.
Uma primeira fonte são as doações, de familiares de pessoas mortas, de caridade e de outros países islâmicos. O analista citou também campanhas para arrecadar dinheiro entre muçulmanos ricos nos Estados Unidos, que ajudaram na criação de vários fundos de valores estratosféricos.
Em grande parte, essas doações são desviadas para o ralo da corrupção e um dos caminhos são funcionários fantasmas: apoiadores no estrangeiro recebem listas com nomes fictícios de servidores da administração de Gaza, cujos salários acabam embolsados por membros sêniores do Hamas.
“O que chama a atenção nos líderes palestinos ao longo dos anos é o lema ‘Fique rico rapidamente’. Esses líderes não têm vergonha. Eles assumem o controle de indústrias cruciais, como comunicações e gasolina, assim que assumem as rédeas”, disse Elad, que destacou a cultura de corrupção escancarada entre as lideranças do Hamas.
O contrabando pelos túneis de Gaza é outra fonte de renda para as lideranças do Hamas, que cobram taxas de 25% do valor das mercadorias que chegam ilegalmente à faixa. O Hamas também impõe taxas a todos os comerciantes em Gaza e fatura com a especulação imobiliária após assumir o controle de terras no enclave.
Marzook (que chegou a ficar preso durante dois anos nos Estados Unidos na década de 1990 por apoio ao terrorismo e foi extraditado para a Jordânia), Haniyeh e Mashal vivem no Catar, longe da rotina de privações dos moradores de Gaza.
Em 2021, uma reportagem do jornal The Arab Weekly destacou que vídeos nas redes sociais mostraram Haniyeh jogando futebol ao lado dos arranha-céus com imponentes fachadas de vidro do Catar e sendo recebido com tapete vermelho por altos funcionários do país, sede da Copa do Mundo do ano passado.
Akram Atallah, colunista do jornal Al-Ayyam, com sede na Cisjordânia, disse ao Arab Weekly que os líderes do Hamas contiveram a revolta da população de Gaza por meio da “dualidade” de serem ao mesmo tempo um governo e um “grupo militante”.
“Quando criticado por não fornecer serviços básicos, [o Hamas] afirma ser um grupo de resistência. Quando criticado por impor impostos, diz que é um governo legítimo”, argumentou.
Entretanto, Atallah afirmou que o desgaste dos líderes terroristas junto ao povo de Gaza, por essa diferença entre a riqueza deles e a pobreza do enclave, já vinha crescendo antes da guerra deflagrada após os ataques do Hamas a Israel.
“O Hamas, como autoridade, foi exposto. O povo descobriu que seus líderes vivem muito melhor do que eles”, afirmou.
Gazeta do Povo

Foto: Reprodução/Redes sociais.
Joe Biden, presidente norte-americano, chegou a Israel na manhã desta quarta-feira (18/10) para comprovar o total apoio dos Estados Unidos ao aliados diante da guerra travada frente ao grupo terrorista Hamas. Ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reafirmou a posição: “Eu queria estar aqui hoje por uma razão simples: quero que o povo de Israel, as pessoas do mundo, saibam qual é a posição dos Estados Unidos.”
Biden trouxe à tona o principal assunto desde a terça-feira (17/10): a explosão de um hospital na Faixa de Gaza. Enquanto palestinos afirmam que o foguete veio de Israel, o governo israelense aponta a Jihad Islâmica como responsável pelo ato que deixou pelo menos 500 mortos.
“Estou profundamente triste e indignado com a explosão ontem no hospital em Gaza. Com base no que vi, parece que foi feito pelo outro time, não por vocês. Mas há muita gente por aí que não tem certeza, então temos que superar muitas coisas”, apontou o norte-americano.
Ele também atacou fortemente o Hamas, dizendo que o grupo “cometeu atrocidades malignas que fazem o Estado Islâmico parecer um tanto racional”. Mas deixou claro que veio também para tentar trazer um alívio para os ataques israelenses aos territórios palestinos.
“Temos também que ter em mente que o Hamas não representa todo o povo palestino e só lhe trouxe sofrimento”, disse.
Diversas entidades e órgãos internacionais condenaram o ataque feito ao hospital na Cidade de Gaza. A organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) classificou a ação como “massacre”.
A Organização Mundial de Saúde, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), também condenou o ataque ao hospital palestino e pediu uma proteção para os civis que precisam de cuidados médicos e estão na área de conflito.
Nesta quarta, os israelenses um áudio de uma suposta conversa entre integrantes do Hamas, em que eles discutem sobre a falha de um foguete lançado pela Jihad Islâmica e que teria atingido o hospital.

Um vídeo da TV Al Jazeera mostra o momento em que um foguete do grupo terrorista Jihad Islâmica falhou e atingiu um hospital em Gaza, matando centenas de pessoas. O ataque ocorreu no contexto de um conflito entre Israel e o Hamas, o grupo político que controla a Faixa de Gaza.
O vídeo foi publicado pelo Exército israelense, que afirmou que o foguete foi disparado pelo Jihad Islâmica. O Ministério da Saúde de Gaza confirmou a morte de centenas de pessoas, incluindo crianças e mulheres.
As imagens do vídeo mostram o momento em que o foguete atinge o hospital, causando uma grande explosão. Os destroços são jogados a dezenas de metros de distância.
O ataque foi condenado por líderes mundiais, que chamaram o ato de “barbaridade” e “crime de guerra”.
Informações TBN

O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, afirmou que 500 pessoas morreram em um ataque ao hospital Ahli Arab, na cidade de Gaza, na Faixa de Gaza, nesta terça-feira (17). As Forças de Defesa de Israel responderam em um comunicado, no qual afirmam que hospitais não são alvos deles. Os israelenses afirmaram que a Jihad Islâmica foi quem atacou o hospital.
Segundo os israelenses, um foguete que foi disparado da Faixa de Gaza em direção a Israel passou perto do hospital na cidade de Gaza quando o edifício foi atingido.
Veja abaixo a íntegra da nota das autoridades israelenses:
“A partir da análise dos sistemas operacionais das Forças de Defesa de Israel, foi lançada uma barragem de foguetes inimigos em direção a Israel que passou nas proximidades do hospital, quando este foi atingido. De acordo com informações de inteligência, de diversas fontes de que dispomos, a organização Jihad Islâmica Palestina (JIP) é responsável pelo lançamento fracassado que atingiu o hospital.”
A Jihad Islâmica é um grupo terrorista ligado ao Hamas. A Jihad foi fundada na década de 1980, no Egito por estudantes universitários de Gaza. É considerado um grupo terrorista também pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel. Ao longo do tempo, assumiu ataques suicidas e terroristas e não reconhecem a existência do Estado Israelense. No ataque do dia 7 de outubro, uniu-se à ação do Hamas.
Ainda não há um consenso sobre o número de mortos. O próprio Ministério da Saúde de Gaza já deu números diferentes: inicialmente, o órgão afirmou em um comunicado que são 200, mas, em um segundo momento, o porta-voz da instituição Ashraf al-Qidra deu uma entrevista a uma TV e disse que são 500 mortos.
Já um porta-voz da Defesa Civil afirma que são 300 mortos. O chefe da Defesa Civil disse que as equipes sobrecarregadas e não estão conseguindo atender a emergência de forma adequada.
Tanto o Ministério de Saúde como a Defesa Civil são órgãos controlados por Hamas, que domina a Faixa de Gaza.
Muitos civis da cidade que não tinham onde dormir estavam se abrigando no hospital Ahli Arab. O Hamas afirma que a maioria dos mortos no hospital é de pessoas que estavam desabrigadas.
De acordo com as Convenções de Genebra, ataques a hospitais são considerados crimes de guerra.
Informações TBN

Foto: Reprodução/Redes Sociais; P Photo/Adel Hana
Morreu a israelense Celeste Fishbein, de 18 anos, que estava entre as pessoas sequestradas pelo Hamas. A informação foi confirmada pelo tio Mario Fishbein, nesta terça-feira (17).
“Avisaram a gente que a (minha) sobrinha foi assassinada. Encontraram o corpo dela”, disse.
Os familiares estavam a procura dela desde 7 de outubro, quando Celeste parou de dar notícias, após o atentado do grupo terrorista Hamas ao território israelense.
Ela foi mais uma vítima de rebeldes do grupo terrorista que invadiram várias casas e levaram cerca de 120 pessoas. Celeste não conseguiu escapar do grupo armado.
Os familiares da jovem tiveram mais sorte. Quando as sirenes soaram, eles, que estavam na casa da avó promovendo uma cerimônia religiosa, foram para um abrigo. E a partir desse momento trocaram mensagens com ela em um grupo da família. Do abrigo, conseguiram ver várias residências sendo invadidas e destruídas
Inicialmente Celeste, que estava em casa com o namorado, estava respondendo às mensagens do grupo. Ela, inclusive, quem deu o alerta de que os terroristas estavam disfarçados e invadindo as casas, depois de dizer que estava bem.
“Terroristas do Hamas disfarçados de soldados do exército de Israel estão batendo nas portas. Favor não abrir as portas. Protejam suas vidas. Compartilhem”, disse a mensagem.
A família Fishbein perdeu contato depois do início dos ataques terroristas, que obrigaram todos os moradores das comunidades rurais a se abrigar dentro de bunkers de proteção, uma espécie de abrigo antibombas.
“Celeste ficou com o namorado em Gaza. Eles deixaram de responder as mensagem de celular às 11 horas. E ninguém tem mais notícias”, contou o tio.
G1

O pacote de ajuda emergencial americano está em elaboração pelo Congresso dos EUA em coordenação com a Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá visitar Israel na quarta-feira (18).
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu aos Estados Unidos US$ 10 bilhões em ajuda militar. A solicitação foi revelada pelo jornal The New York Times. O pacote incluirá também fundos para a Ucrânia, Taiwan e a fronteira EUA-México.
O líder no Senado, Chuck Schumer, disse durante visita a Tel Aviv, no domingo, que os EUA estavam analisando o fornecimento de munição de reposição para o sistema de defesa antimísseis Domo de Ferro, bombas guiadas de precisão, kits JDAM para transformar bombas padrão em munições de precisão, além de munição de 155 milímetros.
Washington mandou o segundo grupo de porta-aviões nuclear liderado pelo USS Dwight Eisenhower para a costa de Israel em meio à guerra do aliado contra o grupo extremista Hamas, conflagrada após o ataque no último dia 7. A medida é vista como mais um aceno de solidariedade do presidente Joe Biden a Israel.
A medida é para “dissuadir ações hostis contra Israel ou qualquer esforço direcionado a ampliar a guerra após os ataques do Hamas”, segundo o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin. Embora não tenha citado, nominalmente, o aviso é um recado direto a países simpatizantes do grupo extremista, notadamente o Irã.
Os Estados Unidos mantêm o compromisso inabalável com a segurança de Israel e nossa resolução de dissuadir qualquer ato estatal ou não estatal que busque escalar esta guerra.”
O USS Dwight Eisenhower deve demorar cerca de três semanas para aportar em Haifa, no norte israelense.
O governo de Biden enviou o USS Gerald R. Ford, maior navio de guerra do mundo, para auxiliar Israel. A ação foi criticada pelos governos da Rússia e da Turquia, que acusaram os EUA de intensificarem os conflitos no Oriente Médio.Continua após a publicidade
Após extremistas do Hamas atacarem Israel na semana passada, os Estados Unidos se posicionaram em defesa do Estado israelense e prometeram dar suporte ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Além dos porta-aviões de guerra, os EUA também enviaram armas e munições para Israel. Também será reforçada sua presença militar naquele país, embora a Casa Branca tenha afirmado que não pretende enviar seus soldados para o combate.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá visitar Israel na quarta-feira (18), confirmou hoje o secretário de Estado norte-americano Antony Blinken. A viagem de Biden ocorre como parte do apoio dos EUA ao governo de Israel frente ao Hamas, afirmou Blinken, que se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, com quem precisou se abrigar em um bunker.
O presidente Biden vai deixar claro, como ele já fez desde o massacre de mais de 1.400 pessoas, incluindo cerca de 30 americanos, que Israel tem o direito e o dever de defender o seu povo do Hamas.
Antony Blinken
A ida de Biden também é um recado para “qualquer ator, estado ou não-estado, que tente levar vantagem com esse ataque. Não o façam”, declarou Blinken, em uma referência implícita a grupos como o Hezbollah e países como o Irã e a Síria.
Além disso, os EUA acordaram com Israel um plano de escoar doações para Gaza, que está sem infraestrutura hospitalar, sem água e sem insumos para a população civil, afirmou o secretário. “Vamos fazer todo o possível para que o Hamas não tenha acesso a esse fluxo. Recebemos positivamente o apoio de Israel ao plano”, declarou Blinken.
Em Israel, Joe Biden também irá verificar quais são as estratégias de guerra de Israel para minimizar as baixas de civis, afirmou Blinken.
O presidente dos EUA viajará para a Jordânia depois da visita a Israel, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby.
Enquanto estiver em Amã, Biden se reunirá com o rei Abdullah da Jordânia, com o presidente do Egito, Abdel-Fattah el-Sissi, e com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, para discutir a situação humanitária em Gaza, explicou Kirby.
Uma viagem do tipo seria tanto rara quanto arriscada, mostrando apoio dos EUA a Netanyahu em um momento no qual os EUA tentam impedir a ocorrência de uma guerra mais ampla envolvendo o Irã, seu aliado libanês, o Hezbollah, e a Síria, e quando os suprimentos de comida e combustível estão baixos na Faixa de Gaza, onde autoridades dizem que mais de 2.800 pessoas morreram em ataques israelenses.
Uma viagem, contudo, poderia aumentar o poder de Biden de influenciar nos acontecimentos da região, além de melhorar a sua imagem dentro dos EUA.
Biden e Netanyahu, aliados não tão próximos assim, juntaram forças apesar de terem desacordos sobre o futuro do Oriente Médio, com Biden frequentemente realçando seu apoio a um Estado israelense e um Estado palestino independentes.
Uma reunião presencial permitiria a Biden discutir em privado as preocupações e as possíveis linhas vermelhas de uma iminente invasão terrestre de Gaza por parte de Israel.
Informações UOL

Continuam a surgir relatos sobre os ataques dos terroristas do Hamas a Israel. As histórias verídicas incluem a morte de um casal três dias antes do seu casamento e o assassinato de uma família de cinco pessoas que morreu abraçada em decorrência dos ataques terroristas.
Aviv Kutz, de 54 anos, foi encontrado abraçando sua esposa, Livnat, de 49 anos, e seus filhos Rotem, 19, Yonatan, 17, e Yiftach, 17. A família jazia morta sobre uma cama em sua casa em Kfar Aza, no dia 7 de outubro, quando ocorreram os ataques terroristas do Hamas a Israel.
“No dia em que foram assassinados, nós devíamos visitá-los”. Adi Levy Salama, parente da família.
A parente da família assassinada disse ainda que “Aviv organizou um festival anual de pipas ao longo da cerca com Gaza a fim de mostrar a eles que só queremos viver em paz”.
Livnat, uma designer gráfica que estava prestes a completar 50 anos, nasceu durante a Guerra do Yom Kippur, conflito de 1973 comparado à crise atual em Israel.
De acordo com a mídia local, seu marido era vice-diretor de uma empresa de consultoria e também trabalhava no setor agrícola de Israel.
Rotem servia às Forças Armadas do país, e Yonatan e Yiftach eram alunos do internato Kfar Hayarok em Ramat Hasharon, nas proximidades de Tel-Aviv, e jogavam basquete no programa juvenil do Hapoel.
“Eles eram todos crianças incríveis com corações enormes. Eles tinham a vida inteira pela frente”. Salama.
A vida do casal Kfar Aza, de 31 anos, e de sua namorada, Niv Raviv, 27, foi interrompida pouco antes do noivado planejado. Isso porque Zini planejava propor casamento a Raviv no dia 10 de outubro. O anel de noivado foi encontrado na casa destruída pelo incêndio do bombardeio.
No dia da invasão, Zini mandou um recado para a família: “Eles estão aqui. Estou desligando o telefone — por favor”. O casal permaneceu desaparecido até sexta-feira, quando a família recebeu a triste notícia de que seus corpos haviam sido encontrados depois do massacre. No sábado, centenas de pessoas assistiram aos funerais do trágico casal em Netanya.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Redes Sociais; P Photo/Adel Hana.
A israelense Celeste Fishbein, de 18 anos, está entre as pessoas sequestradas pelo Hamas, segundo informado pelo Exército de Israel à família da jovem. Ela é parente da brasileira Flora Rosenbaum, vítima de um atentado a bomba que levou à morte do marido, na cidade de Jerusalém, em 2001.
Os familiares de Celeste estão à sua procura desde 7 de outubro, quando ela parou de dar notícias, após o atentado do grupo terrorista Hamas ao território israelense. Segundo o tio Mario Ricardo Fishbein, ela não está entre os corpos já identificados.
Oficiais disseram à família que a jovem estaria em Gaza, segundo a localização indicada por seu celular.
Celeste é filha de uma família de judeus brasileiros que vive em Israel. Ela era babá e trabalhava em um kibutz – pequena comunidade rural – perto da Faixa de Gaza.
A mãe e as avós da jovem, nascidas em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, viviam em outro kibutz na região de Gaza, depois de terem saído do Bom Retiro, na capital paulista, rumo ao Estado de Israel.
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Celeste Fishbein ao lado da mãe e da avó brasileiras, Sarah Fishbein – 94 anos – e Gladys Fishbein. — Foto: Acervo pessoal
A família Fishbein perdeu contato depois do início dos ataques terroristas, que obrigaram todos os moradores das comunidades rurais a se abrigar dentro de bunkers de proteção, uma espécie de abrigo antibombas.
“Celeste ficou com o namorado em Gaza. Eles deixaram de responder as mensagem de celular às 11 horas. E ninguém tem mais notícias”, contou o tio.
G1