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O principe William, principal sucessor do Rei Charles III, recebeu 30 milhões (o equivalente a R$ 165 milhões pela cotação atual)

Foto: Reprodução/Wikimedia Commons (Public Domain)

Um relatório divulgado recentemente revelou os ganhos que o príncipe William, membro da família real do Reino Unido, teve durante o ano de 2025. De acordo com o documento, divulgado jornal americano USA Today, ele recebeu 30 milhões (o equivalente a R$ 165 milhões pela cotação atual). As informações são do portal f5.

A renda do Príncipe de Gales, primeiro na linha de sucessão do Rei Charles III, vem principalmente do Ducado da Cornualha, que é um tipo de empresa de gestão de terras e investimento financeiro avaliada em mais de R$ 5 bilhões.

O Ducado pode exercer as funções de uma corporação ou fundo fiduciário e é responsável por cobrir grande parte dos gastos do príncipe, agindo como uma espécie de salário para o futuro rei.

O ano de 2025 marcou o segundo de William como proprietário do Ducado, assumindo a posição que era de seu pai, o rei Charles, que assumiu o trono em 2023 após a morte da rainha Elizabeth II.

Informações Bahia.ba


País afirma que ação ocorreu em ofensiva contra o narcotráfico

Nicolás Maduro Foto: EFE/ Miguel Gutiérrez

A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) informou ter realizado, nesta segunda-feira (29), uma ofensiva contra o narcotráfico em áreas de fronteira da Venezuela com o Brasil, no estado venezuelano do Amazonas. A operação resultou na destruição de oito aeronaves e quatro acampamentos.

De acordo com o chefe do Comando Estratégico Operacional da FANB, Domingo Hernández Lárez, as ações ocorreram de forma simultânea em quatro pontos distintos do município de Alto Orinoco. As aeronaves, segundo ele, operavam a partir de pistas clandestinas e eram empregadas no narcotráfico.

– A ação foi realizada simultaneamente em quatro acampamentos localizados nas fronteiras com o Brasil, conseguindo inutilizar e destruir oito aeronaves que operavam em pistas clandestinas ilegais. Com este resultado, a Venezuela consolida a firmeza da FANB na defesa da soberania nacional e na luta contra o narcotráfico – disse Lárez.

Além da suposta vinculação com o tráfico, o governo venezuelano afirmou que as aeronaves também violavam a Lei de Controle para a Defesa Integral do Espaço Aéreo e a Lei de Segurança e Defesa da Nação. Com base nessas normas, Caracas justificou a destruição dos equipamentos como uma medida de “defesa da soberania” do país.

A ação ocorre em um momento de aumento das tensões militares na região. Nos últimos dias, forças dos Estados Unidos intensificaram sua presença próxima ao território venezuelano, com a mobilização de navios de guerra, caças e um submarino nuclear, sob a justificativa de combater o narcotráfico no Caribe e no Pacífico.

Informações Pleno News


Declaração sugere primeiro ataque americano em solo venezuelano na atual ofensiva no Caribe

Trump afirma que EUA atingiram porto ligado ao tráfico na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que forças americanas atingiram uma área portuária na Venezuela supostamente utilizada para o carregamento de embarcações com drogas. Segundo ele, o local foi alvo de uma explosão que destruiu barcos e estruturas associadas ao tráfico de narcóticos, como parte da ofensiva militar dos EUA contra rotas do tráfico na região do Caribe.

Caso a informação seja confirmada, a ação representaria o primeiro ataque direto dos Estados Unidos em território venezuelano desde o agravamento das tensões entre os dois países, iniciado em agosto.

Trump não detalhou onde exatamente o ataque teria ocorrido, nem como a operação foi conduzida, e até o momento não houve confirmação oficial por autoridades militares americanas ou pelo governo venezuelano. A declaração ocorre em meio a uma campanha mais ampla do governo norte-americano para pressionar o regime de Nicolás Maduro, acusado por Washington de envolvimento com redes internacionais de narcotráfico.

Informações Metro1


Presidente se reúne com seu homólogo ucraniano neste domingo

Volodymyr Zelensky e Donald Trump Foto: Jim Watson / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações sobre o acordo de paz entre Rússia e Ucrânia estão na fase final, mas ainda não há prazo para concluí-lo.

– Meu prazo é fazer com que a guerra acabe – respondeu, quando questionado sobre uma data para a conclusão das negociações.

Ao lado do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Flórida, ele disse que “nada é mais importante do que acordo de paz sobre Ucrânia e Rússia”. Segundo Trump, a negociação é bastante complexa, mas deve seguir.

– Estamos animados com a reunião e faremos um acordo de paz. Todos querem que isso aconteça – afirmou ainda.

De acordo com Trump, o acordo de segurança será “forte”, com nações europeias “muito envolvidas”. O republicano disse que há “grande benefício econômico para a Ucrânia” com um eventual acordo de paz e afirmou ainda que o país também fez ataques fortes a Rússia.

– Não digo isso de forma negativa – complementou.

De acordo com o presidente americano, os dois líderes, Putin e Zelensky, querem o acordo. O líder agradeceu aos que acompanhavam o pronunciamento e disse que demais questões serão trazidas ao final da reunião.

Zelensky, por sua vez, aproveitou a ocasião para agradecer a recepção de Trump e dizer que as equipes se esforçaram para fazer um rascunho de acordo de paz, que será discutido.

– Tivemos equipes Ucrânia-EUA trabalhando juntas, a sequência natural é reunião presencial – completou.

O presidente russo, Vladimir Putin, aceitou a proposta do presidente norte-americano, Donald Trump, de seguir finalizando um acordo de paz em relação à Ucrânia, mediante grupos de trabalho conjuntos.

É o que informou o assessor de política externa de Putin, Kirill Dmitriev, em publicação no X na tarde deste domingo (28), em que confirma a ligação telefônica entre os presidentes da Rússia e dos EUA, conforme já havia verbalizado Trump na rede Truth Social.

– Os belicistas estão em pânico total após ligação entre Putin e Trump – acrescentou Kirill.

Segundo informações da imprensa russa, o telefonema entre Trump e Putin durou uma hora e 15 minutos, e os presidentes também concordaram em criar dois grupos de trabalho para a paz, um focado em questões de segurança, e o outro, em aspectos econômicos.

*AE


Em conversa telefônica, ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, manifestou solidariedade ao povo venezuelano

Maduro Putin Brics Venezuela Rússia
O venezuelano Nicolás Maduro e o russo Vladimir Putin | Foto: Reprodução/Kremlin

O respaldo da Rússia à Venezuela foi reiterado nesta segunda-feira, 22, diante das restrições impostas pelos Estados Unidos ao trânsito de navios petroleiros em águas venezuelanas. A medida resultou em apreensões recentes de embarcações na região.

Em conversa telefônica, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, manifestou solidariedade ao povo venezuelano e ao presidente Nicolás Maduro, segundo o chanceler Yvan Gil.

“Ele expressou a firme solidariedade da Rússia com o povo da Venezuela e com Nicolás Maduro”, disse Gil. “Reafirmou seu total apoio diante das hostilidades contra nosso país.”

Durante o diálogo, Lavrov também prometeu “todo o respaldo” às iniciativas da Venezuela no Conselho de Segurança da ONU. A China, outro importante aliado, reforçou apoio ao regime de Maduro frente à escalada nas apreensões de navios petroleiros nos arredores do país.

Efetividade do apoio da Rússia e ações dos EUA

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Reprodução/Flickr
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Reprodução/Flickr

Apesar das promessas anteriores de Moscou para ajudar Caracas a enfrentar a pressão militar dos EUA, não houve a divulgação de detalhes concretos dessas ações. A diplomacia russa alertou na semana passada para possíveis “consequências imprevisíveis” no Ocidente, enquanto a Casa Branca minimizou a capacidade russa de apoiar Maduro, por causa do conflito na Ucrânia.

Neste domingo, 21, agências de notícias relataram a interceptação de um terceiro petroleiro próximo à costa venezuelana por forças norte-americanas. Até o momento, o governo Trump não comentou publicamente o episódio.

A Bloomberg identificou a embarcação como Bella 1, com informações de que militares dos EUA já teriam embarcado no navio. Segundo a agência de notícias Reuters, a abordagem ainda não havia sido concluída, embora o petroleiro estivesse sob perseguição.

Esta seria a segunda apreensão de navio no fim de semana e o terceiro em pouco mais de dez dias, numa estratégia norte-americana para intensificar a pressão sobre o regime de Nicolás Maduro. A Bloomberg informou que o petroleiro navega com bandeira do Panamá e estava a caminho da Venezuela para um carregamento.

De acordo com um oficial dos EUA ouvido pela Reuters, o Bella 1 está sob sanções, utiliza bandeira falsa e pode ser alvo de diferentes formas de interceptação, incluindo aproximação aérea.

Informações Revista Oeste


As medidas ampliam restrições já existentes e atingem principalmente parentes de figuras centrais do regime chavista

As medidas, anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, ampliam restrições contra Maduro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
As medidas, anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, ampliam restrições contra Maduro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Novas sanções dos Estados Unidos foram direcionadas a familiares próximos do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua mulher, Cilia Flores. A decisão reforça a pressão internacional sobre o regime chavista.

As medidas, anunciadas nesta sexta-feira, 19, pelo Departamento do Tesouro norte-americano, ampliam restrições já existentes e atingem principalmente parentes de figuras centrais da ditadura.

Escritório de Controle de Ativos Estrangeirosdos EUA justificou a decisão ao afirmar que as pessoas penalizadas têm “sustentado o narcoestado desonesto de Maduro”. Entre os afetados estão cinco integrantes da família de Carlos Erik Malpica Flores, sobrinho de Cilia, que já havia sido alvo de sanções em 11 de dezembro.

Detalhes das novas sanções dos Estados Unidos

O comunicado detalhou que, com base na Ordem Executiva 13850, foram incluídos na lista: 

Os cinco são acusados de envolvimento em práticas enganosas ou corrupção ligadas à ditadura da Venezuela.

Também foram incluídos na lista de sanções Roberto Carretero Napolitano e Vicente Luis Carretero Napolitano, parentes do empresário panamenho Ramon Carretero Napolitano, que já havia sido sancionado anteriormente. Eles são acusados de realizar transações financeiras com o regime chavista.

Informações Revista Oeste


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta terça-feira (16), que as forças militares estadunidenses cercaram por completo a Venezuela, no que chamou de “maior armada já reunida na história da América do Sul”. Ele afirmou que continuará pressionando a ditadura chavista até que o país devolva à nação norte-americana o que “roubou”.

– A Venezuela está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul. Ela só vai aumentar, e o choque para eles será como nada que já tenham visto antes, até que devolvam aos Estados Unidos da América todo o petróleo, as terras e outros ativos que anteriormente roubaram de nós – escreveu, na Truth Social.

Segundo o republicano, o “regime ilegítimo de Maduro está usando petróleo desses campos petrolíferos roubados para se financiar, além de financiar o narcoterrorismo, o tráfico humano, assassinatos e sequestros”.

– Pelo roubo dos nossos ativos e por muitas outras razões, incluindo terrorismo, tráfico de drogas e tráfico humano, o regime venezuelano foi designado como uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ESTRANGEIRA – assinalou.

Na sequência, o chefe da Casa Branca anunciou ter ordenado um “bloqueio total e completo de todos os navios-tanque de petróleo sancionados que entram e saem da Venezuela”.

– Os imigrantes ilegais e criminosos que o regime de Maduro enviou aos Estados Unidos durante a fraca e incompetente administração Biden estão sendo devolvidos à Venezuela em ritmo acelerado. A América não permitirá que criminosos, terroristas ou outros países roubem, ameacem ou prejudiquem nossa nação e, da mesma forma, não permitirá que um regime hostil tome nosso petróleo, nossas terras ou quaisquer outros ativos, todos os quais devem ser devolvidos aos Estados Unidos, IMEDIATAMENTE – finalizou.

O governo venezuelano, por sua vez, afirmou que “rejeita a ameaça grotesca” dos EUA. Também descreveu como “absolutamente irracional” o bloqueio anunciado por Trump.

– A Venezuela, no pleno exercício do Direito Internacional que nos ampara, de nossa Constituição e das leis da República, reafirma sua soberania sobre todas as suas riquezas naturais, assim como o direito à livre navegação e ao livre comércio no Mar do Caribe e nos oceanos do mundo. Em consequência, procederá em estrito apego à Carta da ONU a exercer plenamente sua liberdade, jurisdição e soberania acima dessas ameaças belicistas – respondeu o país sul-americano.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Vincent Thian / Pool


Presidente da França deu declarações nesta terça-feira

Emmanuel Macron e a esposa, Brigitte Macron Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT

Nesta terça-feira (16), o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou que deseja uma lei no início de 2026 para proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, por meio de um sistema semelhante ao utilizado atualmente em sites pornográficos.

– A ideia é ter um texto de lei no início do próximo ano que estabeleça uma maioridade para o acesso às redes fixada em 16 anos – antecipou Macron.

Ele deu declarações em um encontro organizado em Marselha pelo jornal regional La Provence.

O presidente mencionou o modelo da Austrália, que há uma semana proibiu as redes para menores de 16 anos, e detalhou que o projeto na França é ter um sistema de verificação similar ao que está em vigor no país desde 2024 para impedir que menores acessem páginas de conteúdo pornográfico.

Macron avaliou que esta medida drástica se justifica porque “as grandes plataformas não têm interesse em cooperar” no controle de certos conteúdos que podem incitar ou despertar problemas mentais nos mais jovens.

– Antes dos 16 anos, a vida afetiva não está estruturada, o cérebro não está maduro e os menores podem ser desestabilizados se forem expostos a conteúdos de redes – afirmou o presidente francês.

Ele também falou sobre os riscos de depressão, ciberbullying, sedentarismo e problemas de sono.

O governante também celebrou o fato de a União Europeia ter decidido que é competência de cada país membro “estabelecer” qual é a maioridade para entrar nas redes sociais.

Nesse sentido, Macron mostrou-se favorável a replicar nas redes o que a França fez para o controle do acesso a sites pornográficos, nos quais, segundo estimativas, entravam cerca de dois milhões de menores todos os meses antes da nova lei, com uma idade média de 12 anos.

A lei francesa para regular a internet, aprovada em 2024, estabelece um sistema de verificação de idade baseado na emissão de um certificado de maioridade sob a prática do “duplo anonimato”, desenhada para proteger a privacidade dos usuários.

Este sistema inclui o envio do documento de identidade do usuário ou de uma foto posteriormente analisada por inteligência artificial para constatar a idade.

*Com informações da Agência EFE


Emissora é acusada de difamar o presidente dos Estados Unidos

Donald Trump Foto: EFE/Octavio Guzmán

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou nesta segunda-feira (15) com uma ação judicial contra a BBC, pedindo indenização de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões). Ele acusa a emissora britânica de difamação e de práticas comerciais enganosas pela edição de um discurso feito por ele em 6 de janeiro de 2021.

Segundo a ação, a BBC uniu trechos distintos do discurso para dar a entender que Trump incitou seus apoiadores à violência, omitindo passagens em que ele defendia uma manifestação pacífica.

– Literalmente, colocaram palavras na minha boca – criticou o republicano.

A emissora pediu desculpas pela edição no mês passado e classificou o episódio como um erro de julgamento, mas rejeitou as acusações de difamação.

*AE


Uma reviravolta impressionante deu o que falar nesta sexta-feira (12/12), após o governo dos Estados Unidos retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Viviane Barci de Moraes, sua esposa, também foi beneficiada, e Martin de Luca, advogado da Trump Media e da rede social Rumble, enviou um recado.

O comunicado partiu do Departamento do Tesouro dos EUA, e um porta-voz informal da decisão esclareceu alguns detalhes. “As sanções não são um fim em si mesmas. Elas são uma forma de pressão para produzir mudanças”, afirmou durante a declaração.

O advogado ressaltou que Washington espera agora reciprocidade. “As autoridades brasileiras vêm tentando negociar e sinalizando disposição para recuar em práticas de censura e de lawfare”, acrescentou. Antes de concluir, Martin de Luca fez outro alerta, sugerindo que o governo americano ficará vigilante: “O que vem a seguir dependerá de saber se essa correção de rumo será real”.

*Portal Léo Dias
Foto: Reprodução YouTube/ABC News

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