Mark Zuckerberg anuncia novo nome do Facebook: Meta
Foto: Reprodução

Durante o evento Facebook Connect nesta quinta-feira, 28, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que agora a companhia passará a se chamar Meta.

A alteração será no nome da empresa-mãe, o que significa que a rede social continuará com o mesmo nome. Ela é dona não só do Facebook, como também do Instagram e WhatsApp. O Google fez a mesma coisa em 2005, quando se reorganizou em uma holding chamada Alphabet.

A mudança vem como parte da concentração em volta do metaverso, conceito que vem sendo falado pelo CEO desde julho. O grupo vem investindo fortemente em realidade virtual e realidade aumentada, especialmente com a subsidiária Oculus.

No evento, Zuckerberg explicou que o nome Facebook não abrange totalmente tudo o que a empresa faz. “No momento, nossa marca está intimamente ligada a um produto”, disse. “Mas, com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa metaverso.”

*Exame


Visitas de estrangeiros ao país recomeçam em 8 de novembro

EU to allow vaccinated travelers

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (25) procedimentos e regras para a retomada da entrada de visitantes no país no contexto da pandemia do novo coronavírus a partir do dia 8 de novembro.

Visitantes estrangeiros terão de estar totalmente vacinados para a entrada no país a partir desse dia. Os requisitos serão tanto para a entrada por via aérea como por fronteiras terrestres. E será necessário apresentar teste negativo para covid-19 até três dias antes. Pessoas não vacinadas terão que apresentar exame feito no dia anterior.

Crianças e adolescentes não precisarão seguir as obrigações de vacinação. Em entrevista coletiva realizada hoje, representantes do governo dos EUA justificaram a medida pelo fato desse público ainda não ser elegível em diversos países para a imunização contra a covid-19.

Outro motivo para a decisão é o fato de adolescentes em muitos casos estarem sendo vacinados com imunizantes não aceitos nos Estados Unidos ou recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outra exceção aos requisitos para a entrada de turistas e outros viajantes será para países que ainda não tiveram condições de implantar um programa massivo de vacinação para ter sua população imunizada.

Devem ser incluídos nessa categoria as nações identificadas pela OMS com nível de cobertura vacinal contra a covid-19 abaixo dos 10%. Esses países são informados pela OMS periodicamente, lista que será levada em consideração.

Atualmente, cerca de 50 países estão nessa condição. Pessoas desses países terão de apresentar justificativas para a  ida aos Estados Unidos, que serão avaliadas pelas autoridades estadunidenses.

No grupo das exceções entram também pessoas com reações alérgicas severas às vacinas contra a covid-19. Os critérios serão detalhados em normas e diretrizes que serão divulgadas pelo governo dos EUA.

Informações Agência Brasil


País tem os piores dados diários de óbitos e casos desde o início da pandemia

Mortes por coronavírus têm aumentado na Rússia Foto: EFE/EPA/Maxim Shipenkov

O grupo de trabalho da Rússia para o coronavírus confirmou 1.075 mortes e 37.678 novas infecções nas últimas 24 horas, seus piores dados diários desde o início da crise sanitária. A taxa de mortalidade diária é aproximadamente de 33% superior à registrada no final de setembro, e as infecções aumentaram cerca de 70% no último mês.

Na Rússia, cerca de um terço dos 146 milhões de habitantes completaram a vacinação. Com a alta de mortes, muitas regiões estão impondo restrições adicionais, incluindo o fechamento de ginásios, teatros e cantinas de restaurantes, ou restringindo seu uso a clientes que possam exibir o QR Code confirmando se foram vacinados contra a Covid-19.

De acordo com dados oficiais, a Rússia registrou, ao todo, cerca de 8,2 milhões de infecções e 229.528 mortes. No entanto, a contagem inclui apenas as mortes diretamente atribuídas ao vírus; a agência nacional de estatística Rosstat relatou dezenas de milhares de mortes nas quais o vírus foi um fator contribuinte.

A Rússia foi o primeiro país do mundo a autorizar uma vacina contra Covid-19 com o lançamento do Sputnik V em agosto de 2020. A vacinação em massa no país começou ainda em dezembro do ano passado, com os grupos de risco. Em janeiro deste ano, os russos começaram a vacinar a população em geral.

*AE


Foto: Reprodução/KOAT7

O acidente no set de gravação do filme Rust, que resultou na morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, após o ator Alec Baldwin disparar uma arma de fogo, ganhou novos contornos nas últimas horas. De acordo o jornal Los Angeles Times, seis pessoas, entre operadores de câmeras e assistentes, pediram demissão horas antes do ocorrido.

De acordo com a publicação, o grupo alegou más condições de trabalho e falta de segurança nas filmagens como razão para deixar o trabalho. Ainda conforme a publicação, os funcionários relataram problemas com as armas cenográficas, que na opinião deles “não foram devidamente supervisionadas”.

Os profissionais teriam sido substituídos por pessoas que não integram nenhum sindicato profissional. O escritório da polícia de Santa Fé, cidade do estado do Novo México, nos Estados Unidos, não quis comentar a atualização, alegando que as investigações ainda não foram encerradas.

Dois dias antes, Lane Luper, assistente de câmera filiado ao sindicato Aliança Internacional de Funcionários de Palcos Teatrais (IATSE, na sigla em inglês), descreveu condições de filmagem precárias em uma série de comentários no Facebook.

– Neste momento, estou lutando para que minha equipe, neste filme, tenha quartos de hotel disponíveis para quando demorarmos ou estivermos cansados demais para dirigir por uma hora de volta desde o local das filmagens até Albuquerque. Ou eles dizem “não” ou nos oferecem um motel lixo de beira de estrada – escreveu.

Segundo a agência de notícias EFE, Luper publicou os comentários em resposta a um vídeo no qual Baldwin incentivou o sindicato a convocar uma greve enquanto negociava um acordo com chefes de estúdios de Hollywood.

– Estou literalmente na produção do Novo México, com ele e os produtores, e estão tratando a equipe local como merda de cachorro – afirmou, antes de acrescentar que eles “sequer” pagaram o que estava combinado.

*AE


Foto: : Reprodução/Fox Philadelphia

A reação popular diante da prática de um crime hediondo chamou a atenção das autoridades da Pensilvânia, nos Estados Unidos, na última semana. Mesmo ao presenciarem uma mulher sendo estuprada dentro de um trem na cidade da Filadélfia, na última quarta-feira (13), passageiros não fizeram nada para socorrê-la. Em vez disso, chegaram até a gravar a cena.

O assédio durou cerca de 40 minutos,, e nenhum dos presentes no transporte público ligou para o serviço de emergência, segundo o chefe de polícia da Autoridade de Transporte do Sudeste da Pensilvânia, Thomas Nestel, em entrevista coletiva concedida na segunda-feira (18) à imprensa americana.

A polícia informou que o homem e a mulher envolvidos na ocorrência entraram na mesma estação. Ele sentou ao lado dela, e a vítima o empurrou várias vezes até que, por fim, ele rasgou a roupa dela. O socorro da vítima só foi feito após a ligação de um funcionário do trem para o serviço de urgência. Câmeras de segurança que filmaram o crime mostraram passageiros gravando a cena.

– Posso dizer que as pessoas estavam segurando seus telefones na direção da mulher que estava sendo atacada. Qualquer um que estava naquele trem tem que se olhar no espelho e perguntar por que não interveio ou por que não fez algo – disse o superintendente da polícia de Upper Darby, Timothy Bernhardt, à CNN americana.

O homem que praticou o crime foi preso, e sua fiança foi fixada em 180 mil dólares, o equivalente a R$ 992 mil. A mulher vítima do estupro foi levada para o hospital.

*Pleno.News


Foto: EFE/EPA/DNCC

O general Colin Powell, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, morreu nesta segunda-feira (18) aos 84 anos, por complicações relacionadas à Covid-19, de acordo com informação divulgada pela família. Os familiares informaram em nota que Powell já tinha completado o esquema de vacinação contra a Covid-19.

Em postagem em página verificada do Facebook, foi divulgada a morte de “um extraordinário e carinhoso marido, pai, avô e de um grande americano”. O general de quatro estrelas, que nasceu em Nova York, morreu no centro médico militar Walter Reed, que fica nos arreadores de Washington.

Powell foi secretário de Estado no governo do presidente George W. Bush, entre 2001 e 2005. Antes disso, havia sido chefe do Estado Maior Conjunto americano durante a primeira guerra do Golfo, ocorrida de 1989 a 1991.

Tido como um dos homens mais influentes das últimas décadas no mundo, o general viveu momentos delicados na carreira pelo polêmico discurso no Conselho de Segurança da ONU, em 2003. Na ocasião, Powell defendeu a intervenção militar no Iraque, ao garantir que o presidente do país, Saddam Hussein, tinha armas de destruição em massa, o que depois disse ter sido um erro.

Pertencente ao Partido Republicano, o ex-secretário de Estado porém se afastou nos últimos anos da representação. No ano passado, ele até chegou a pedir voto para o democrata Joe Biden, que disputava a presidência com o Donald Trump. Em 2016, ele também já havia sugerido que os eleitores americanos optassem por Hillary Clinton, ao invés do empresário.

*EFE


Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

Entre os dias 28 de novembro a 18 de dezembro de 2021 ocorre no Vale do Paraíba (RJ e SP) um exercício conjunto dos exércitos estadunidense e brasileiro, autorizado via decreto pelo presidente Jair Bolsonaro.
Chamados de CORE (Combined Operations and Rotation Exercises), o exercício combinado foi projetado durante conferência entre Brasil e EUA em outubro do ano passado.

– Ressalte-se que iniciativas como esta se inserem no contexto do Acordo Bilateral entre o governo da República Federativa do Brasil e o governo dos Estados Unidos da América sobre Cooperação em Matéria de Defesa, firmado em Washington, em 12 de abril de 2010, e promulgado pelo Decreto nº 8.609, de 18 de dezembro de 2015 – disse a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

De acordo com o governo, o objetivo é estreitar a cooperação entre os dois Exércitos. Espera-se que o “Exercício de adestramento CORE” ocorra todos os anos até 2028, sob a supervisão do Ministério da Defesa, por meio do Comando do Exército.

A primeira manobra conjunta ocorreu em Fort Polk, no estado norte-americano da Louisiana, entre janeiro e março deste ano.

*Pleno.News


Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

O ator John Travolta homenageou a esposa, Kelly Preston, nesta quarta-feira (13), dia em que a atriz completaria 58 anos de idade. Ela faleceu em julho de 2020 após uma longa batalha contra o câncer de mama.

“Feliz aniversário, Kelly. Nós sentimos sua falta e te amamos muito”, escreveu John na legenda.

Os dois se casaram em 1991 e tiveram Ella, de 21 anos de idade, e Benjamin, de 10 anos. O casal também teve Jett, que morreu aos 16 anos.

*Bahia.ba


Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

A ex-Miss Reino Unido Kirsty Bertarelli, ficou com uma fortuna de cerca de R$ 2,6 bilhões pelo acordo de divórcio com o magnata Ernesto Bertarelli, com quem foi casada por 21 anos e teve três filhos. As informações são do jornal “Daily Mail”.

De acordo com a publicação, o dinheiro faz de Kirsty “a divorciada mais rica do Reino Unido”. A fortuna se aproxima do patrimônio estimado da rainha Elizabeth II, de R$ 2,7 bilhões.

Além da quantia em dinheiro, Kirsty também ficará com uma mansão avaliada em R$ 387 milhões, localizada em Genebra (Suíça). O casal Kirsty e Ernesto estava posicionado na 14ª posição dos mais ricos do “Sunday Times”, com uma fortuna estimada em R$ 68,5 bilhões. Ela também possui um chalé de R$ 60 milhões na estação de esqui suíça de Gstaad.

Kirsty é agora mais rica do que os cantores Mick Jagger (R$ 2,3 bilhões), Ed Sheeran (R$ 1,6 bilhão) e Adele (R$ 1 bilhão). Um porta-voz do ex-casal informou que “A separação foi amigável”.

Informações: Bahia.ba


Foto: Divulgação

A diretora-geral adjunta da Organização Mundial de Saúde (OMS), Mariângela Simão, afirmou, em entrevista à emissora francesa RFI, que uma nova pandemia já é considerada “inevitável” e que a questão é “quando ela vai acontecer”. Simão disse ainda que a entidade prepara um “tratado sobre pandemias”.– Vai ter uma próxima pandemia. Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer. Essa pandemia, depois da gripe espanhola, foi a mais impactante e é também uma constatação: acho que o mundo precisa acordar porque a gente vê que não foram apenas os países em desenvolvimento que fora afetados. Afetou o mundo todo – disse.

– Vai ter uma próxima pandemia. Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer. Essa pandemia, depois da gripe espanhola, foi a mais impactante e é também uma constatação: acho que o mundo precisa acordar porque a gente vê que não foram apenas os países em desenvolvimento que fora afetados. Afetou o mundo todo – disse.

A diretora da OMS também falou sobre a possibilidade de que a vacinação contra a Covid-19 seja transformada em uma imunização anual. De acordo com ela, ainda não existem indicações claras de que as vacinas anticovid tenham que ser aplicadas anualmente, mas é possível que isso aconteça por conta do comportamento do coronavírus.

– Esse é o comportamento desse tipo de vírus, da família dos coronavírus, de se tornarem endêmico. O importante é ter sempre em mente que o mais importante é evitar que as pessoas mais suscetíveis morram por conta desse vírus e que a economia pare como parou – completou.

Informações: Pleno.News