Começa a valer a partir desta sexta-feira (5) a classificação das facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas feita pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos no último dia 28 de maio. Na ocasião do anúncio, o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, destacou o nível de violência e risco à sociedade promovido pelos grupos.

– O CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntos, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, autoridades públicas e civis brasileiros. (…) Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e para dentro do nosso país – destacou o comunicado.

O PCC é considerado a maior organização criminosa das Américas, atuando em 30 países com cerca de 40 mil membros associados. Estima-se que o Comando Vermelho tenha cerca de 30 mil membros, atuando em 23 estados brasileiros e em franca expansão no domínio de territórios pelo país.

Na prática, com a declaração feita pelos EUA, pessoas e empresas que fornecerem apoio a organizações classificadas como terroristas podem ser punidas. O auxílio em questão pode incluir recursos financeiros, serviços, logística e outros tipos de assistência.

Além disso, a medida pode fazer com que empresas brasileiras com operações ligadas ao sistema financeiro americano sejam pressionadas a reforçar os métodos de controle para evitar relação com integrantes ou empresas associadas às facções. Bens que forem identificados em território americano ou sob alcance da legislação dos EUA podem ser congelados.

Já as pessoas enquadradas pelas autoridades americanas podem enfrentar restrições de entrada nos Estados Unidos, além de outras medidas migratórias.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não é favorável à medida e, em encontro recente com Trump, tentou incentivar o recuo do governo norte-americano sobre a ideia. Para o petista, a medida poderia representar um suposto risco à soberania brasileira, possibilitando uma incursão americana em território nacional.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/SALWAN GEORGES/POOL


A disputa presidencial será definida em 2º turno entre a oposição de direita e a esquerda governista

gustavo petro colômbia
Gustavo Petro divulga imagem em sala de votação — 31/5/2026 | Foto: Reprodução/X/@petrogustavo

Questionamentos sobre a transparência do processo eleitoral colombiano ganharam destaque depois de Gustavo Petro, presidente do país, contestar neste domingo, 31, os dados preliminares da eleição presidencial que definirá seu sucessor. Petro anunciou que só vai reconhecer o resultado final depois da finalização do escrutínio oficial.

Os dois principais candidatos, De la Espriella e Cepeda, apresentam propostas opostas para o futuro da Colômbia. De la Espriella adota postura crítica ao atual governo, enquanto Cepeda defende a continuidade de parte das políticas promovidas por Petro.

Suspeitas sobre a logística eleitoral

Pelo X, Petro levantou suspeitas sobre a empresa Thomas Greg & Sons (TGS), encarregada da logística eleitoral, e expressou desconfiança quanto ao sistema utilizado na contagem preliminar de votos. “Como presidente, não aceito os resultados da pré-contagem da firma privada dos irmãos Bautista”, afirmou Petro. O presidente alegou discrepância de “800 mil pessoas adicionais” nos registros do sistema em relação ao censo oficial.

El llamado conteo transmitido no tiene fuerza vinculante. sus datos no son norma pública. Como presidente no acepto los resultados del preconteo de la firma privada de los hermanos Bautista, porque debiendo estar quietos los algoritmos del software de conteo y escrutinios, en la…— Gustavo Petro (@petrogustavo) June 1, 2026

A oposição reagiu rapidamente. O ex-presidente Iván Duque acusou Petro de colocar em xeque a legitimidade do pleito. “Petro quer desrespeitar a democracia e a organização eleitoral”, escreveu Duque. “As instituições devem se pronunciar imediatamente, e a comunidade internacional deve estar alerta diante desta ameaça.”

Petro quiere desconocer la democracia y a la organización electoral. Las instituciones deben pronunciarse de inmediato y la comunidad internacional debe estar alerta ante esta amenaza.

No podemos permitir este atentado contra la voluntad de las mayorías; por lo tanto, se…— Iván Duque 🇨🇴 (@IvanDuque) June 1, 2026

Até a noite deste domingo, 31, autoridades eleitorais da Colômbia não confirmaram qualquer irregularidade na apuração. O resultado definitivo será divulgado depois que o escrutínio oficial revisar e validar todos os votos.

Informações Revista Oeste


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta sexta-feira (29) a visita do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado do país, Marco Rubio.

Nos encontros que aconteceram esta semana, uma das principais pautas levadas por Flávio foi o pedido para tornar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) grupos terroristas, o que foi oficializado na última quinta-feira (28).

Durante a fala de Lula, no entanto, há uma afirmação equivocada com relação às ações dos EUA após a decisão. Segundo o petista, o governo Trump estaria disposto a realizar uma intervenção militar no Brasil, o que não foi dito em nenhum trecho do comunicado de Marco Rubio.

— Estou muito triste hoje com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos, um tal de Marco Rubio, disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção — afirmou Lula em evento nesta sexta (29).

O comunicado oficial, no entanto, não menciona qualquer ação militar em território brasileiro, apenas medidas de proteção aos Estados Unidos diante da atuação violenta do grupo (leia a íntegra do documento ao final do texto).

Lula também afirmou que as facções criminosas brasileiras não são alvos de interesse dos Estados Unidos, alegando que os grupos fazem terrorismo apenas contra o povo brasileiro, e usando o nome de Osama bin Laden a título de comparação.

— Eles não são os terroristas que o Trump quer, como o Osama bin Laden — declarou o presidente.

Leia a declaração do governo norte-americano:
Hoje, o Departamento de Estado dos Estados Unidos está designando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), com vigência a partir de 5 de junho de 2026.

O CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, elas comandam milhares de integrantes e foram responsáveis pela coordenação de ataques brutais contra policiais brasileiros, agentes públicos e civis. Sua influência e suas redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, alcançando toda a nossa região e chegando ao nosso país.

O governo Trump continuará utilizando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo drogas ilícitas fora de nossas ruas e interrompendo os fluxos financeiros que sustentam narcoterroristas violentos. A ação adotada hoje pelo Departamento de Estado demonstra, mais uma vez, o compromisso inabalável do governo Trump com o desmantelamento de cartéis e organizações criminosas em nossa região e com a garantia da segurança do povo americano.

As medidas anunciadas hoje são adotadas com base na Seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos (Immigration and Nationality Act) e na Ordem Executiva 13224. As designações como Organização Terrorista Estrangeira (FTO) entram em vigor após sua publicação no Federal Register (Diário Oficial Federal dos Estados Unidos).

Marco Rubio
Secretário de Estado dos Estados Unidos

*Pleno.News
Foto: Evaristo Sa/AFP


Secretário de Estado americano afirma que proposta está “sólida” e defende prioridade para a diplomacia

Marco Rubio afirma que negociação sobre guerra no Oriente Médio avança

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira (25) que um possível acordo envolvendo Irã, Israel e os norte-americanos pode ser fechado ainda hoje. Segundo ele, as negociações seguem avançando e há uma proposta considerada “sólida” em discussão.

Rubio também reforçou o apoio dos EUA ao direito de defesa de Israel diante de possíveis ataques do Hezbollah. “Israel tem todo o direito de responder”, declarou o secretário ao deixar Nova Délhi, na Índia, onde cumpria agenda oficial. Ele acrescentou ainda que Washington pretende esgotar as alternativas diplomáticas antes de considerar outras medidas.

A declaração ocorre um dia após o presidente Donald Trump afirmar que o possível entendimento para encerrar a guerra com o Irã ainda não foi concluído nem apresentado publicamente. Em publicação na rede Truth Social, Trump voltou a defender que um eventual pacto impediria Teerã de desenvolver armas nucleares e criticou o acordo firmado durante o governo Barack Obama.

Trump já havia dito no sábado (23) que as tratativas estavam próximas de um desfecho. Horas depois, porém, endureceu o discurso ao ameaçar o governo iraniano caso não houvesse consenso rápido nas negociações.

As conversas entre Estados Unidos e Irã se arrastam há semanas desde o agravamento do conflito no Oriente Médio, iniciado no fim de fevereiro. Uma proposta apresentada por Teerã recentemente foi rejeitada por Washington, que considerou os termos insuficientes. Entre as principais exigências americanas está o encerramento definitivo do programa nuclear iraniano, ponto recusado pelo governo do Irã.

Informações Metro1


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano, convidou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, para uma visita à Casa Branca na próxima semana. A informação foi divulgada pelo site Cláudio Dantas e confirmada pelo Poder360.

Segundo a equipe de pré-campanha, o convite partiu do próprio Trump. O gesto ocorre semanas após o encontro do republicano com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em território norte-americano, movimento visto como relevante no cenário diplomático.

Aliados avaliam que a reunião pode reforçar a imagem de aproximação internacional do pré-candidato, em meio à repercussão da visita de Lula, considerada positiva pelo governo brasileiro.

As tratativas acontecem após a divulgação de um áudio pelo Intercept Brasil, no qual Flávio Bolsonaro pede recursos a Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.

*Metro1
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado


Financista teria dito que ‘não encontrada nada’ que o incriminasse

Jeffrey Epstein Partido Democrata suspeitas ligação
A suposta nota estava sob sigilo em um processo envolvendo Nicholas Tartaglione, ex-companheiro de cela de Epstein | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 

juiz Kenneth Karas, dos Estados Unidos, determinou a divulgação da suposta carta de suicídio do financista Jeffrey Epstein, escrita cerca de um mês antes de sua morte em uma sela de prisão no Centro Correcional Metropolitano de Nova York (NY), em 2019.

A carta veio a público nesta quarta-feira, 6, por decisão da vara de NY. Nela, o empresário afirma que “me investigaram por meses — NÃO ENCONTRARAM NADA!!!” e “É um prazer poder escolher o momento certo para dizer adeus”.

Suposta carta de suicídio de Epstein | Foto: Divulgação/ Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York
Suposta carta de suicídio de Epstein | Foto: Divulgação/ Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York

“O que você quer que eu faça? Comece a chorar!!”, diz a carta “NÃO TEM DIVERSÃO — NÃO VALE A PENA.”

Epstein foi encontrado morto em sua cela em agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. As autoridades norte-americanas concluíram que a morte foi um suicídio, embora o caso continue cercado por especulações e questionamentos sobre falhas de segurança na prisão.

Juiz determina que documento deve estar ao acesso público

Na decisão, Karas afirmou que o documento está sujeito ao princípio de acesso público e que sua divulgação contribui para a transparência do sistema judicial. Segundo ele, a publicidade do material ajuda a garantir “um certo grau de responsabilização” e reforça a confiança pública na administração da Justiça.

A suposta nota estava sob sigilo em um processo envolvendo Nicholas Tartaglione, ex-policial e ex-companheiro de cela de Epstein, condenado posteriormente por quatro assassinatos. Tartaglione afirma ter encontrado o bilhete escondido em um livro, depois de uma tentativa de suicídio de Epstein em julho daquele ano.

A divulgação ocorreu a partir de um pedido do jornal The New York Times e da pressão de procuradores federais, que sustentaram não haver mais motivo para manter o documento sob sigilo, sobretudo porque Tartaglione já havia comentado publicamente a existência do bilhete em entrevistas e podcasts.

Informações Revista Oeste


Declaração ocorre após ações militares e relatos de ataques na região

Irã acusa EUA de comprometer segurança no Estreito de Ormuz

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou nesta terça-feira (5) que a circulação marítima e o fluxo de energia no Estreito de Ormuz estão sendo afetados por ações dos Estados Unidos e de seus aliados. Em publicação nas redes sociais, ele atribuiu a situação à quebra do cessar-fogo e à imposição de restrições na região.

Ghalibaf também criticou as operações militares norte-americanas na área e declarou que o cenário no estreito está passando por mudanças. Segundo ele, a atual configuração não deve se sustentar por muito tempo e indicou que o Irã ainda não iniciou todas as suas ações no contexto do conflito.

Os veículos de imprensa iranianos informaram, com base em fonte militar, que forças dos EUA teriam atingido duas embarcações civis que transportavam mercadorias com destino ao Irã, resultando na morte de cinco pessoas. A versão contrasta com a declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que disse na segunda-feira (4) que sete embarcações iranianas foram derrubadas após disparos contra navios na região.

No mesmo dia, um incêndio atingiu diversas embarcações comerciais em um terminal portuário na cidade de Dayyer, no sul do Irã. Segundo a agência Mehr, equipes de emergência atuaram para conter as chamas, e a causa do incidente ainda não foi esclarecida.

Os episódios ocorrem após os Estados Unidos anunciarem o chamado “Projeto Liberdade”, uma operação voltada a garantir a passagem de navios mercantes pelo Estreito de Ormuz. A iniciativa envolve destróieres com mísseis guiados, aeronaves, equipamentos não tripulados e cerca de 15 mil militares, conforme o Comando Central norte-americano.

Informações Metro1


Na última quarta-feira (29), o Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro emitiu um alerta de segurança em função do show da cantora Shakira, que acontece neste sábado (2), na Praia de Copacabana, Zona Sul da capital fluminense. O texto apresenta recomendações para cidadãos americanos que estão na cidade.

A publicação ressalta que os organizadores esperam que mais de dois milhões de fãs compareçam ao evento, que é gratuito.

O comunicado destaca que: grandes multidões são imprevisíveis e podem representar riscos. Entre as ações a tomar está a recomendação de que os americanos devem estar atentos ao seu redor e conheçam rotas de saída.

– Faça planos de contingência caso você se separe de amigos ou familiares ou em caso de emergência. Evite exibir objetos de valor (telefones, joias, passaportes). Vigie sua comida e bebidas o tempo todo. Planeje seu transporte com antecedência e use serviços confiáveis. Saiba o endereço do seu alojamento e compartilhe-o com seu contato de emergência – diz o texto.

*Pleno.News
Foto: Leo Franco / AgNews


Medida veta programas sobre identidade de gênero e altera currículo acadêmico

Sexos masculino e feminino | Foto: Reprodução
Sexos masculino e feminino | Foto: Reprodução

Texas Tech University anunciou que passará a reconhecer oficialmente apenas dois sexos — masculino e feminino — e a suspender todos os programas acadêmicos ligados à orientação sexual e identidade de gênero (SOGI).

Em memorando divulgado em 9 de abril, a instituição informou que também iniciará o encerramento de cursos e certificações voltados a esses temas. A decisão ocorre depois de um processo de revisão curricular iniciado em dezembro de 2025.

A análise foi conduzida pelo sistema universitário sob supervisão do conselho gestor, com base na legislação estadual. A medida atende à Senate Bill 37, proposta pelo senador republicano Brandon Creighton, que ampliou o controle do Estado sobre conteúdos acadêmicos.

Além de congelar os programas, a universidade determinou a proibição de conteúdos sobre SOGI em disciplinas básicas e de nível inicial. Caso materiais didáticos abordem o tema, deverão ser substituídos.

Detalhes da decisão da universidade

Fachada da Texas Tech University | Foto: Divulgação
Fachada da Texas Tech University | Foto: Divulgação

Cursos avançados de graduação e pós-graduação terão restrições, mas poderão tratar do assunto em contextos acadêmicos específicos. Exceções serão concedidas de forma limitada, sobretudo para alunos em fase final de programas já existentes.

O memorando também proíbe o que classifica como “advocacia preconceituosa”, incluindo conteúdos que defendam superioridade racial ou sexual, ou atribuam culpa coletiva. A regra prevê exceções para pesquisas independentes e exigências profissionais.

A universidade determinou ainda que professores não poderão ensinar que identidade de gênero é um espectro fluido ou dissociado do sexo biológico. Segundo o texto, o ensino deve considerar apenas a distinção entre masculino e feminino como base científica.

A instituição afirma, porém, que discussões sobre aspectos biológicos, como condições intersexo, continuam permitidas, desde que não sejam usadas para sustentar interpretações sociais sobre gênero.

Informações Revista Oeste


Cole Allen, professor da Califórnia, é apontado como o atirador

O FBI investiga o ataque e o suspeito, Cole Allen, de 31 anos, será formalmente acusado em tribunal federal na segunda-feira 27 | Foto: Divulgação - Estados Unidos - Donald Trump
O FBI investiga o ataque e o suspeito, Cole Allen, de 31 anos, será formalmente acusado em tribunal federal na segunda-feira 27 | Foto: Divulgação

Falhas graves no esquema de segurança marcaram o jantar de gala do presidente Donald Trump, realizado na noite de ontem, no Hotel Hilton, em Washington D.C.

Além de Trump, participavam do evento o vice dele, J. D. Vance, a primeira-dama Melania e outras autoridades do primeiro escalão.

Todos precisaram sair às pressas, depois de disparos terem sido efetuados próximo dali. 

FBI, que investiga o ataque, revelou o nome do atirador: Cole Allen, professor de 31 anos. Amanhã, um tribunal federal vai acusá-lo formalmente.

Conforme as investigações, Allen mora na Califórnia, mas estava hospedado no Hilton. No momento da abordagem, ele portava uma espingarda, uma pistola e facas. Os agentes, porém, conseguiram impedir que ele entrasse no local exato da cerimônia.

Durante a ação, Allen atingiu um segurança, que passa bem, em virtude de um colete a prova de balas.

A CBS News noticiou que Allen confessou a intenção de balear membros do governo Trump.

Ele responderá por uso de arma de fogo em crime violento e agressão a agente federal com arma perigosa, informou a procuradora Jeanine Pirro.

Durante a madrugada, o FBI realizou buscas em uma residência ligada a Allen e, por enquanto, considera que ele seja “lobo solitário”.

Reação das autoridades a atentado contra Trump

Em pronunciamento na Casa Branca, Trump descreveu o ocorrido como “um momento traumático” e destacou a ação rápida dos agentes.

“Era um barulho muito alto e estava muito de longe”, declarou o presidente. “Melania percebeu rapidamente que havia algo errado. (…) Quero agradecer, claro, à primeira-dama. Foi um momento traumático também para ela, muitas coisas acontecendo ali em cima, muito rapidamente no palco, mas o tempo de reação foi muito bom.”

Trump declarou não ter certeza se o ataque teve motivação política, mas acredita que era o alvo, ao lembrar que sofreu duas tentativas de assassinato em dois anos. “Ser presidente é uma profissão perigosa”, disse.

O evento anual de correspondentes, que reuniu centenas de convidados, foi adiado por até 30 dias.

Informações Revista Oeste