ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Movimento ocorre depois da saída do opositor Edmundo González para a Espanha, onde recebe asilo político

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: Reprodução/Twitter/X

Na tarde deste domingo, 8, as forças policiais da ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela, encerraram o cerco à Embaixada da Argentina em Caracas. A informação repercutiu na mídia local. 

Desde a última sexta-feira, 6, agentes encapuzados cercaram a área, onde seis colaboradores da oposição, liderada por María Corina Machado, recebiam abrigo. O cerco foi desfeito e a energia, restabelecida, depois da saída do candidato da oposição, Edmundo González Urrutia, para a Espanha. Ele recebeu asilo no país europeu.

Polícia em volta da Embaixada da Argentina na Venezuela
Polícia em volta da Embaixada da Argentina na Venezuela | Foto: Reprodução/Comando Venezuela

O movimento ocorre, também, um dia depois de o governo venezuelano suspender unilateralmente o consentimento para que o Brasil protegesse os interesses da Argentina no país. 

Neste sábado, 7, a ditadura de Maduro revogou, “de maneira imediata”, a permissão para que o Brasil mantivesse a custódia da embaixada, sob o argumento de que “fugitivos da Justiça venezuelana” abrigados no local estariam planejando atos terroristas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu a situação com a secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha.

Decisões de Maduro e reação do governo brasileiro

Pretextos de Lula para sustentar sua ambiguidade sobre a Venezuela estão se evaporando | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Uma fonte do governo brasileiro em Caracas relatou que recebeu a decisão “com surpresa” | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Uma fonte do governo brasileiro em Caracas relatou que recebeu a decisão “com surpresa”. Em nota, o Itamaraty afirmou que só deixará a custódia da embaixada quando outro país assumir a responsabilidade. O governo venezuelano, que trocou farpas com o Palácio do Planalto nas últimas semanas, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.

Os colaboradores da oposição estão na embaixada desde o dia 20 de março. Os agentes podem prendê-los, caso deixem o local. Na sexta-feira, Pedro Urruchurtu, coordenador internacional do partido Vem Venezuela e um dos asilados, relatou no Twitter/X que patrulhas do Serviço Nacional Bolivariano de Inteligência (Sebin), do Corpo Nacional Bolivariano de Polícia (Daet) e “oficiais encapuzados e armados” cercaram a sede diplomática.

Informações Revista Oeste


foto: Reprodução / Flickr / Wikimedia Commons

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, candidato do Partido Republicano à Casa Branca, anunciou nesta quinta-feira, 5 de setembro de 2024, que, caso seja eleito novamente, formará uma comissão de eficiência governamental. Essa comissão será liderada pelo empresário Elon Musk, proprietário do X (anteriormente conhecido como Twitter).

Elon Musk e a Comissão de Eficiência no Segundo Mandato de Trump

Trump explicou que a comissão será responsável por conduzir uma auditoria financeira completa e de desempenho em todo o governo federal. O objetivo é fazer recomendações para reformas drásticas com foco na eficiência. O anúncio foi feito durante um evento com empresários em Nova York.

O ex-presidente comparou sua administração econômica com a de Kamala Harris, candidata do Partido Democrata. Uma das propostas apresentadas por Trump é reduzir a taxa de imposto corporativo de 21% para 15%, incentivando empresas nacionais.

Como Elon Musk Influenciou a Criação da Comissão de Eficiência?

De acordo com a agência Reuters, Elon Musk teria sido o próprio mentor da ideia de criar uma comissão de auditoria para observar a eficiência governamental. Musk, que já expressou publicamente seu apoio a Trump, concordou prontamente em liderar o órgão proposto. A intenção é buscar áreas onde o governo precisa ser mais eficiente e cortar gastos desnecessários.

Entre as prioridades da comissão liderada por Musk está a “eliminação total” de fraudes e pagamentos ilegais em até seis meses. Essa ação visa melhorar a transparência e a eficiência fiscal do governo.

O Que Esperar da Participação de Elon Musk na Política?

Após o anúncio de Trump, Elon Musk usou o X para manifestar seu entusiasmo em servir aos Estados Unidos se a oportunidade surgir. “Estou ansioso para servir os Estados Unidos se a oportunidade surgir”, escreveu o bilionário.

Além do apoio público a Trump, Musk se comprometeu financeiramente com a campanha do ex-presidente. Em julho de 2024, após um atentado em um comício na Pensilvânia, Musk reforçou seu apoio ao candidato republicano e anunciou que destinaria cerca de US$ 45 milhões por mês para a campanha de Trump.

A colaboração entre Trump e Elon Musk promete ser um dos pontos-chave da corrida presidencial de 2024. Com a criação dessa comissão, espera-se que a administração Trump-Musk busque maneiras de cortar gastos e aumentar a eficiência do governo federal.

Objetivos da Comissão de Eficiência

Se eleito, Trump promete uma administração econômica mais eficiente e menos onerosa para as empresas, contando com a experiência e a visão inovadora de Elon Musk para atingir esses objetivos.

Informações TBN


Alerta de gatilho: este texto traz relatos de abuso sexual

“Os policiais salvaram a minha vida”, disse nesta quinta-feira (5) em um tribunal Gisèle Pelicot, que foi dopada pelo marido por 10 anos para ser estuprada por dezenas de homens contatados online na França.

A vítima de 71 anos começou seu depoimento no tribunal criminal de Avignon, no sul de França, no quarto dia deste grande julgamento contra 51 homens, incluindo seu marido, por estupro qualificado entre 2011 e 2020.

Este caso, que horrorizou a França, foi revelado por acaso quando seu marido Dominique Pelicot, de 71 anos, foi preso em 2020 filmando por baixo das saias de clientes de um shopping center.

Os investigadores encontraram em seu computador e em pen drives milhares de fotos e vídeos da vítima, visivelmente inconsciente, enquanto dezenas de estranhos a estupravam.

“Meu mundo está desabando, tudo está desabando, tudo que construí durante 50 anos”, disse Gisèle Pelicot, lembrando o momento em que a polícia lhe mostrou algumas fotos no dia 2 de novembro de 2020.

Na imagem, “estou inerte, na minha cama e estão me estuprando. São cenas bárbaras”, relatou aos cinco magistrados sobre os estupros organizados pelo pai de seus filhos.

Nesse dia, a vítima se recusou a ver as filmagens encontradas pelos investigadores dos cerca de 200 estupros sofridos, primeiro na região de Paris e depois em Mazan, no sul de França, até 2020.

“Me tratam como uma boneca de pano (…). Eu me pergunto como aguentei”, disse ela, que acrescentou que foi “sacrificada no altar do vício”.

“O corpo está quente, não frio, mas estou morta na minha cama.”

‘Falo por todas estas mulheres’

Alguns acusados alegam que não sabiam que o marido administrava comprimidos para dormir e que pensavam que se tratava de um casal libertino, algo que a vítima negou no início do seu depoimento.

“Nunca pratiquei (…) troca de parceiros. Gostaria de deixar claro”, disse a mulher, que reafirmou pouco depois ao ser questionada pelo presidente do tribunal, Roger Arata: “Nunca fui cúmplice” nem “fingi que estava dormindo”.

Dos restantes homens que a estupraram, ela só reconhece um, que foi à sua casa para falar sobre ciclismo com o marido. “Às vezes eu o encontrava na padaria e o cumprimentava. Não passava pela minha cabeça que ele me estuprou”, explicou.

Os réus podem pegar até 20 anos de prisão neste julgamento que deve durar até 20 de dezembro. Na próxima semana está marcado o primeiro interrogatório de seu marido, com quem está em processo de divórcio.

“Será explicado, será justificado, se houver justificativa, porque é imperdoável”, declarou à AFP sua advogada Béatrice Zavarro, indicando que seu cliente, que acompanhou de cabeça baixa o depoimento da sua mulher, “desmaiou” durante o intervalo.

Dirigindo-se ao acusado, admitiu ter “um sentimento de repulsa”. “Assumam a responsabilidade pelas suas ações pelo menos uma vez na vida”, exortou-os durante a sua declaração determinada no Palácio da Justiça de Avignon.

Gisèle Pelicot queria fazer deste julgamento um exemplo do uso de medicamentos nos estupros e, no início do processo, rejeitou que fosse realizado a portas fechadas como solicitado pelo Ministério Público e parte da defesa.

“Falo por todas estas mulheres que estão drogadas e não sabem disso, em nome de todas estas mulheres que talvez nunca o saibam (…), para que mais mulheres não tenham que sofrer submissão química”, sublinhou.

Embora sua família inicialmente tivesse solicitado que seu sobrenome não fosse publicado, o que foi prontamente respeitado pela AFP e outros meios de comunicação, seus advogados autorizaram nesta quinta-feira (5), porque “mais do que nunca [seus filhos] estão orgulhosos de sua mãe”.

Informações UOL


Promotor afirma que ex-presidente da Argentina pode ter cometido abuso de autoridade e violação de deveres do cargo

Alberto Fernández
Alberto Fernández | Foto: Reprodução

Membro do Ministério Público da Argentina, o promotor Carlos Stornelli registrou formalmente uma investigação contra Alberto Fernández, o ex-presidente argentino que deixou o cargo em dezembro do ano passado, por prorrogar de forma abusiva as restrições durante a pandemia de covid-19.

Ele foi acusado pelo seu ex-ministro da Fazenda Martín Guzmán de alongar os lockdowns na Argentina por razões políticas — porque seu governo, atolado em uma das maiores crises financeiras da história era bem avaliado na condução da pandemia de covid-19, declarada emergência mundial em março de 2020. 

O possível uso político da quarentena na Argentina, uma das mais longas entre os países da América Latina, já era questionado pela população há quatro anos. 

Com base nas denúncias de Guzmán e de membros do Congresso da Argentina, o promotor investiga o peronista por abuso de autoridade e violação dos deveres de funcionário público e propõe a apuração de “possível conduta criminosa” de Fernández por “estender por motivos impróprios” as restrições, com fortes consequências tanto no nível social quanto econômico.

Com base nessas declarações de Guzmán, Stornelli instaurou um procedimento de investigação por meio do qual ouviu economistas que também fizeram acusações semelhantes contra o ex-presidente esquerdista e coletou dados estatísticos e regulatórios. Agora, ele formalizou a investigação contra Fernández.

O promotor também incorporou ao caso os vídeos e a transcrição da entrevista de Guzmán e solicitou dados à OMS e outras entidades internacionais sobre as medidas sanitárias adotadas globalmente, avaliando seu impacto nas liberdades dos cidadãos e na prevenção de infecções.

Ministério Público vai revisar decisões tomadas por Alberto Fernández na pandemia

Argentinos protestam contra quarentena | Foto: Reprodução

Stornelli ordenou a revisão de todas as normas e disposições emitidas pelo Poder Executivo, sob o comando de Alberto Fernández, durante a pandemia, que impuseram restrições à liberdade de movimento, reuniões e atividades econômicas e sociais.

O promotor ainda convocou economistas que acusaram Fernández de não cumprir deveres funcionais, abuso de autoridade e privação ilegal de liberdade. Ele considerou necessário chamar representantes legais das principais câmaras empresariais do país para discutir o impacto das restrições nas atividades econômicas e solicitou dados ao Ministério da Economia.

O Ministério Público exigiu que o Poder Executivo informe quaisquer registros de pesquisas de opinião pública solicitadas pelo governo anterior sobre a prorrogação das restrições. Todos os relatórios relevantes devem ser coletados.

Durante a pandemia, a Argentina teve um dos lockdowns mais longos da América Latina e os argentinos fizeram intensos protestos em 2020.

Informações Revista Oeste


Segundo autoridades, seis corpos de reféns do grupo terrorista estavam no local, que fica ao sul de Gaza

Local onde ficava o túnel onde estavam as vítimas do grupo terrorista Hamas em Gaza | Foto: Divulgação/FDI
Local onde ficava o túnel onde estavam as vítimas do grupo terrorista Hamas em Gaza | Foto: Divulgação/FDI

O Exército de Israel divulgou um vídeo nesta quarta-feira, 4, que mostra o túnel onde foram encontrados os corpos de seis reféns do grupo terrorista Hamas, no sul de Gaza, no último final de semana.

No domingo 1º, o porta-voz do Exército israelense, Rear Daniel Hagari, informou que os corpos foram recuperados de um túnel em Gaza. Segundo ele, as vítimas foram mortas aparentemente pouco antes da chegada das tropas ao local.

Em comunicado, as autoridades detalharam que o poço de acesso ao túnel estava localizado próximo a brinquedos de pelúcia e pinturas de personagens de desenhos animados em uma área de recreação infantil.

O grupo terrorista Hamas ainda não se pronunciou sobre as acusações.

Entrada do túnel onde estavam vítimas do grupo terrorista Hamas em Gaza | Foto: Divulgação/FDI/The Times of Israel
Entrada do túnel onde estavam vítimas do grupo terrorista Hamas em Gaza | Foto: Divulgação/FDI/The Times of Israel

Hamas mantém pelo menos 64 reféns em Gaza

Levantamento da Agência France-Presse (AFP)revela que 64 reféns permanecem na Faixa de Gaza. O grupo terrorista Hamas mantém as vítimas como “moeda de troca” para um cessar-fogo com Israel.

Até esta segunda-feira, 2, dos 251 reféns e corpos levados para Gaza em 7 de outubro de 2023, 117 foram libertados, 70 morreram, 37 corpos foram repatriados e 33 continuam na região de influência palestina.

A agência informa que, dos 64 reféns, 57 são israelenses e sete estrangeiros (seis tailandeses e um nepalês). O grupo inclui duas crianças e 11 soldados. Outros levantamentos indicam a existência de até 107 reféns na Faixa de Gaza.

Informações Revista Oeste


© EPA/Miguel Gutierrez/Agência Lusa

Os Estados Unidos reagiram fortemente à ordem de prisão emitida pelo governo de Nicolás Maduro contra o opositor Edmundo González. Segundo o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Matthew Miller, a ofensiva do regime chavista pode ter “consequências” sérias para Maduro e seus aliados.

A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva na última terça-feira, 3 de setembro. Miller enfatizou que Washington, juntamente com outros países da região, condena a ação arbitrária e politicamente motivada do governo venezuelano.

Por Que a Ordem de Prisão de Edmundo González É Controversial?

Matthew Miller destacou que a ordem de detenção de Edmundo González é vista como uma tentativa desesperada de Maduro para manter-se no poder. O porta-voz afirmou que a medida “demonstra até onde Nicolás Maduro está disposto a ir” após a tentativa de fraudar as eleições presidenciais de 28 de julho de 2024.

Essa ação não é apenas uma violação dos direitos humanos, mas também contraria normas democráticas, o que fez com que outros países como Argentina, Costa Rica, Guatemala, Paraguai, Peru e Uruguai também mostrassem oposição à ordem de prisão.

Qual a Posição dos Estados Unidos e da Comunidade Internacional?

Recentemente, o governo dos Estados Unidos rejeitou a vitória de Maduro nas eleições, apontando diversas irregularidades no processo eleitoral. Na mesma linha, uma parte significativa da comunidade internacional também questionou a legitimidade dos resultados.

Em uma postura unânime, o governo norte-americano reconheceu Edmundo González como o verdadeiro vencedor das eleições logo no início deste mês. Isso levou a um aumento significativo na tensão entre Caracas e Washington.

Como a Apreensão do Jatinho Presidencial Aumentou a Tensão?

O já fragilizado relacionamento entre os Estados Unidos e a Venezuela sofreu um novo golpe na segunda-feira, 2 de setembro, quando o jatinho presidencial de Nicolás Maduro foi apreendido na República Dominicana. Avaliada em US$ 13 milhões, a aeronave foi adquirida ilegalmente pelo governo chavista, violando as sanções impostas pelos Estados Unidos.

A administração Biden chamou essa apreensão de uma medida necessária para cumprir as sanções econômicas e diplomáticas impostas ao regime Maduro. Em contrapartida, o governo chavista classificou a ação como “prática criminal reincidente” e “pirataria”.

O agravamento deste impasse diplomático tem gerado uma série de discussões dentro e fora da Venezuela. As medidas tomadas por Washington e apoiadas por outros países buscam não apenas pressionar Maduro, mas também apoiar a luta pela democracia no país.

Matthew Miller afirmou que, em coordenação com seus parceiros internacionais, os Estados Unidos estão analisando uma série de opções para responder às ações de Maduro. Entre essas opções estão medidas econômicas e políticas que visam isolar ainda mais o regime venezuelano.

Informações TBN


Foto: Brasília Spotter

Em uma movimentação inesperada, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos confirmou, nesta segunda-feira (2), a apreensão do avião presidencial da Venezuela, usado pelo presidente Nicolás Maduro. A operação ocorreu com a colaboração do governo da República Dominicana, destacando uma estratégia de cooperação internacional focada em aplicar sanções e restrições.

A justificativa para a apreensão do Dassault Falcon 900 EX, uma aeronave de luxo, está ancorada na violação das sanções impostas pelos EUA e pelo Departamento de Comércio americano contra o governo venezuelano. Além disso, autoridades americanas alegam que a aeronave foi adquirida ilegalmente por meio de uma empresa fantasma, ressaltando a complexidade das operações ilícitas que cercam o regime de Maduro.

Apreensão do avião presidencial de Nicolás Maduro

A operação que resultou na apreensão do avião presidencial de Nicolás Maduro se mostrou um exemplo de ação conjunta entre os Estados Unidos e a República Dominicana. Segundo o procurador-geral Merrick Garland, a aeronave foi comprada por US$ 13 milhões utilizando uma empresa fantasma e contrabandeada para fora dos EUA. Esta ação, segundo Garland, marca uma etapa decisiva na aplicação de sanções contra o regime de Maduro.

A aeronave, que desde então estava registrada sob o prefixo T7, típico da República de San Marino, foi transportada para Fort Lauderdale, na Flórida, logo após sua apreensão. Esse movimento simboliza a crescente pressão internacional sobre Nicolás Maduro, especialmente em um momento crítico relacionado às controvérsias das eleições presidenciais na Venezuela.

Por que os EUA apreenderam a aeronave de Maduro?

A apreensão do Dassault Falcon 900 EX está alinhada com um conjunto mais amplo de sanções e controles de exportação impostos pelo governo dos EUA. Em agosto de 2019, a Ordem Executiva 13884, emitida pelo então presidente Donald Trump, proibiu cidadãos americanos de engajar em transações com indivíduos ou entidades associadas ao governo de Maduro.

Além disso, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos implementou controle rigoroso sobre itens destinados ao uso militar ou de inteligência militar venezuelanos. Esses controles visam proteger os interesses de segurança nacional e política externa dos EUA, reforçando as sanções financeiras e comerciais impostas.

Qual o impacto desta apreensão nas relações internacionais?

O incidente amplifica a tensão existente nas relações internacionais entre a Venezuela e diversas entidades globais. A União Europeia, juntamente com outros dez países da América Latina e a Organização dos Estados Americanos (OEA), já expressaram sua desaprovação ao respaldo do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela à reeleição de Maduro, exigindo uma auditoria justa e independente dos votos.

Os Estados Unidos e várias nações latino-americanas se recusam a reconhecer a legitimidade do recente pleito presidencial na Venezuela, citando a falta de transparência e a não apresentação das atas eleitorais. Essa postura ressalta a fragilidade da autoridade de Maduro no cenário internacional e a constante vigilância sobre suas ações e as de seus aliados.

Consequências futuras para Nicolás Maduro

O desafio crescente contra o governo de Nicolás Maduro, intensificado pela recente apreensão da aeronave, coloca sua administração sob um microscópio ainda mais rigoroso. As sanções econômicas e as ações legais constantes visam pressionar o regime, desencorajando atividades ilícitas e corrupção.

A apreensão da aeronave de luxo não apenas simboliza uma vitória para as autoridades internacionais, mas também envia uma mensagem contundente aos aliados e parceiros econômicos de Maduro. A abordagem coordenada entre nações que visam garantir o cumprimento das sanções impõe limites rigorosos às manobras do regime venezuelano, buscando um cenário de maior estabilidade e governança justa na região.

Em conclusão, a apreensão do avião presidencial da Venezuela representa um marco significativo na luta contínua contra as práticas ilegais associadas ao regime de Nicolás Maduro. Esse evento destaca a importância da colaboração internacional na execução de sanções e a determinação em proteger a ordem internacional contra as ações ilícitas de governos autoritários.

Informações TBN


O governo israelense confirmou a informação neste domingo, 1º

Reféns do Hamas encontrados mortos por Israel
Reféns do Hamas encontrados mortos por Israel | Foto: Divulgação/FDI

As Foças de Defesa de Israel recuperaram os corpos de seis reféns do Hamas, incluindo um cidadão norte-americano, em Gaza. Os corpos foram encontrados em um túnel subterrâneo em Rafah e levados de volta a Israel na manhã deste domingo, 1º. 

Eles foram recentemente assassinados, segundo Israel. “De acordo com nossa avaliação inicial, eles foram cruelmente assassinados por terroristas do Hamas pouco antes de chegarmos até eles”, disse o porta-voz militar das FDI, Almirante Daniel Hagari.

Entre os mortos estão Carmel Gat, sequestrado do kibutz Be’eri, e Hersh Goldberg-Polin, um israelense-americano de 23 anos. Os outros quatro reféns, sequestrados do festival de música Nova, foram identificados como Eden Yerushalmi, Alexander Lobanov, Almog Sarusi e Ori Danino.

O governo israelense disse que “esta é uma manhã muito difícil aqui em Israel”. “Carmel, Ori, Éden, Almog, Alex, Hersh. Assassinados a sangue frio pelo Hamas enquanto estavam em cativeiro. Que a memória deles seja uma bênção.”

As IDF não divulgaram mais detalhes sobre os reféns, invocando o direito à privacidade das famílias e o estágio inicial da investigação. O grupo terrorista Hamas sugeriu que os reféns morreram em um ataque aéreo israelense, uma alegação que as IDF descreveram como “guerra psicológica”. Os corpos foram descobertos a cerca de 1 quilômetro de onde outro refém foi resgatado na semana passada.

Repercussão em Israel e internacional das mortes dos reféns do Hamas

O presidente de Israel, Isaac Herzog, pediu desculpas às famílias por não conseguir trazer seus entes queridos de volta com segurança. O líder da oposição, Yair Lapid, pediu uma greve nacional em protesto. 

A Casa Branca informou que o presidente Joe Biden estava “devastado e indignado” e que as famílias dos reféns exigiam grandes protestos para pressionar Netanyahu a aceitar o acordo apoiado pelos EUA.

O Hamas culpou os Estados Unidos e Israel pela morte dos reféns devido aos atrasos nas negociações. O conflito começou com um ataque terrorista do Hamas, que matou 1,2 mil pessoas em Israel. A guerra subsequente resultou na morte de mais de 40 mil palestinos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. 

Joe Biden afirmou: “Os líderes do Hamas pagarão por esses crimes. Continuaremos trabalhando dia e noite para garantir a libertação dos reféns restantes.” 

O Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos convocou protestos neste domingo, afirmando que “o atraso na assinatura do acordo levou à morte deles e de muitos outros reféns”.

Informações Revista Oeste


Ministro do STF Alexandre de Moraes tomou a decisão nesta sexta (30) após a rede social do bilionário norte-americano não obedecer a uma ordem do ministro de instituir um representante legal no país.

Elon Musk e Alexandre de Moraes — Foto: Reuters

Elon Musk e Alexandre de Moraes — Foto: Reuters 

A imprensa internacional repercutiu a ordem de bloqueio do X no Brasil, expedida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes nesta sexta-feira (30). Jornais como o The New York Times, dos EUA, e Clarín, da Argentina, chamaram a medida de uma “escalada na briga” entre Elon Musk, dono do X, e Moraes. 

Moraes deu 24 horas para a Anatel colocar a medida em vigor e impôs multa diária de R$ 50 mil a qualquer pessoa ou empresa que use qualquer subterfúgio –como VPNs– para acessar o X em território nacional durante o período de banimento da rede. 

Veja abaixo o que veículos ao redor do mundo falaram sobre a ordem de bloqueio ao X:

‘The New York Times’, Estados Unidos

Reportagem do jornal The New York Times, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The New York Times

Reportagem do jornal The New York Times, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The New York Times 

Segundo o jornal norte-americano, o X ficará fora do ar “em uma nação de 200 milhões” de habitantes, como “resultado de uma escalada na briga entre Elon Musk” e o ministro Alexandre de Moraes. 

“Nos últimos anos, poucas pessoas ao redor do mundo tiveram um impacto singular maior sobre o que é dito online do que o juiz brasileiro. Ele surgiu como uma das figuras mais poderosas — e polarizadoras — do Brasil”, diz a reportagem.

O “The New York Times” ainda disse que o bloqueio do X no Brasil representa “o maior teste até agora dos esforços do bilionário para transformar o site em uma praça digital onde quase tudo é permitido”. 

O jornal americano colocou a notícia como o maior destaque na página inicial de seu site no início da noite desta sexta (30). 

Reportagem do jornal El País, da Espanha, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/El País

Reportagem do jornal El País, da Espanha, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/El País 

Segundo o jornal espanhol, o X está “com as horas contadas” no Brasil, um dos maiores mercados da rede social em todo o mundo. A reportagem afirma que Moraes acusa Musk de querer instituir um ambiente de impunidade nas redes sociais. 

“Sustenta na decisão que há ‘risco iminente’ de que ‘grupos extremistas e milícias digitais continuem e ampliem a instrumentalização do X Brasil com a disseminação massiva de discursos nazistas, racistas, fascistas, odiosos e antidemocráticos'”, diz a reportagem. 

Reportagem do jornal La Nación, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/La Nación

Reportagem do jornal La Nación, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/La Nación 

O jornal argentino chamou a decisão de “polêmica” e disse que a suspensão atende a um “ultimato” de Moraes sobre um representante do X no Brasil. 

“Em nota publicada na própria plataforma, o perfil da empresa descreve as decisões de Moraes como ‘ilegais’ e ‘censura’.” 

Reportagem do jornal BBC, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/BBC

Reportagem do jornal BBC, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/BBC 

A rede de TV britânica fez um resumo da decisão de Moraes e relembrou o conflito entre o ministro e Elon Musk. A reportagem também destacou que o X deverá ser removido das lojas de aplicativos. 

“A disputa que durou meses começou quando o juiz Moraes ordenou, em abril, a suspensão de dezenas de contas do X por supostamente espalhar desinformação. Elon Musk ameaçou reativar as contas e descreveu o juiz como ‘tirano’ e ‘ditador’.” 

‘The Washington Post’, Estados Unidos

Reportagem do jornal The Washington Post, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Washington Post

Reportagem do jornal The Washington Post, dos EUA, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Washington Post 

Em reportagem, o jornal norte-americano informou que a suspensão do X foi resultado de uma batalha contra a desinformação. Ainda de acordo com a publicação, a decisão pode trazer impactos financeiros à rede social. 

“A decisão, que não tirou o site do ar imediatamente, pode impactar mais de 20 milhões de usuários do X no Brasil e privar a plataforma de um dos seus maiores e mais ativos mercados.” 

Assim como o “The New York Times”, o “Washington Post” também colocou a notícia em destaque na página inicial de seu site, na segunda posição mais alta. 

Reportagem do jornal Le Monde, da França, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Le Monde

Reportagem do jornal Le Monde, da França, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Le Monde 

De acordo com o jornal francês, Moraes estava sendo alvo de críticas de Elon Musk há meses. A reportagem informa que o ministro está travando uma luta contra a desinformação desde as eleições de 2022. 

“Em nome da luta contra a desinformação, o magistrado ordenou nos últimos anos o bloqueio das contas de figuras influentes nos movimentos ultraconservadores brasileiros”, escreveu o jornal. 

Reportagem do jornal Clarín, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Clarín

Reportagem do jornal Clarín, da Argentina, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/Clarín 

Em reportagem, o jornal argentino citou detalhes sobre a decisão de Moraes e destacou a repercussão da suspensão entre os usuários brasileiros. 

“Os usuários aguardaram com expectativa o cumprimento do prazo de 24 horas dado por Moraes, com vários deles anunciando que usariam redes privadas virtuais (VPN) para continuar acessando seus perfis”, afirmou o jornal. 

‘The Guardian’, Reino Unido

Reportagem do jornal The Guardian, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Guardian

Reportagem do jornal The Guardian, do Reino Unido, sobre a ordem do bloqueio da rede social X no Brasil pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em 30 de agosto de 2024. — Foto: Reprodução/The Guardian 

O jornal britânico afirmou que o STF determinou a suspensão do X no país após a rede social não cumprir com o prazo para indicar um representante legal no Brasil. 

A publicação também citou uma fala do presidente Lula sobre o caso, durante uma entrevista a uma emissora de rádio.

Informações G1


Imagem: Shahrul Azman/Shutterstock

Um dos maiores mistérios da aviação mundial, o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines, completou 10 anos no mês de março de 2024. Até hoje, as operações de busca não conseguiram localizar a aeronave, deixando muitas questões em aberto. Recentemente, um cientista australiano trouxe à tona uma nova teoria que pode lançar luz sobre o que ocorreu durante o voo e onde o avião pode estar.

O voo MH370, que decolou de Kuala Lumpur com destino a Pequim, transportava 239 pessoas a bordo, incluindo 227 passageiros majoritariamente chineses, e 12 tripulantes. Este desaparecimento intrigante levou a uma série de operações de busca internacionais.

A Operação de Busca do Voo MH370

Em 18 de março de 2014, exatamente dez dias após o desaparecimento do MH370, uma operação de busca conjunta foi organizada por diversos países. Esse esforço cobriu uma vasta área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados no oceano, terminando em 28 de abril sem encontrar qualquer destroço do avião.

Novas buscas subaquáticas foram conduzidas a 2.800 km da costa da Austrália em 2016, mas novamente, sem sucesso. Em 2017, todas as buscas foram oficialmente encerradas, aumentando ainda mais o mistério sobre o destino da aeronave e seus ocupantes.

O Que Poderia Ter Acontecido ao Voo MH370?

Em meio a este ambiente de incerteza e frustração, o cientista australiano Vicent Lyne apareceu com uma nova teoria. Ele sugere que o piloto do MH370 tentou realizar um pouso controlado no oceano, semelhante ao feito pelo Capitão Chesley “Sully” Sullenberger no Rio Hudson em 2009.

De acordo com Lyne, os danos nas asas, flaps e flaperons da aeronave indicam que o plano era pousar de forma controlada. No entanto, um impacto da asa direita com uma onda comprometeu a execução bem-sucedida dessa manobra.

O Voo MH370 Está em um “Esconderijo Perfeito”?

Utilizando dados de monitoramento regular de satélites, Lyne reavaliou o trajeto seguido pelo MH370. Ele descobriu que a aeronave pode ter seguido para o leste em direção a um pouso planado, contrariando a narrativa de um mergulho em alta velocidade devido à falta de combustível.

A área apontada pelo cientista é um ponto profundo de 6 mil metros na extremidade leste de Broken Ridge, um planalto oceânico no sudeste do Oceano Índico. Segundo Lyne, essa localização é o “esconderijo perfeito”, justificando por que ninguém encontrou vestígios da aeronave até agora.

Será Que as Buscas Pelo Voo MH370 Devem Ser Retomadas?

Com essas novas informações, Vicent Lyne defende que a localização indicada passe a ser prioridade nas buscas pelas autoridades. Segundo ele, esta investigação pode finalmente dar um fim ao mistério que há uma década intriga o mundo.

Assim, ainda que o destino do voo MH370 continue incerto, as descobertas recentes abrem uma nova linha de esperança para as famílias das vítimas e investigadores, que continuam determinados a resolver este enigma da aviação mundial.

As recentes teorias levantadas ainda não foram confirmadas oficialmente, mas elas trazem uma nova perspectiva sobre o que pode ter ocorrido na fatídica noite de 2014. A incógnita permanece, mas o desejo de desvendar esse mistério é incessante.

Informações TBN

1 42 43 44 45 46 150