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(Reuters) – Os casos de coronavírus pelo mundo passaram dos 30 milhões nesta quinta-feira, de acordo com um contagem da Reuters, e a pandemia não mostra sinais de desaceleração.

A Índia está firme no foco como o mais recente epicentro da crise, embora as Américas do Norte e do Sul combinadas ainda representem quase metade do número de casos globais.

Os números globais de novos casos diárias atingiram níveis recordes nos últimos dias e o número de mortos se aproxima de 1 milhão enquanto a corrida internacional pelo desenvolvimento e comercialização de uma vacina para a doença aqueceu ainda mais.

O número oficial de casos de coronavírus no mundo é agora mais de cinco vezes maior que o número de casos graves de Influenza registrados anualmente, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ao redor do mundo, quase um milhão de pessoas morreram por conta da Covid-19, um indicador considerado atrasado dado o período de incubação do vírus, que é de duas semanas. O número supera de longe os piores cenários anuais de mortes ligadas à Influenza, que gira entre 290 e 650 mil.

Nesta semana, a Índia se tornou o segundo país do mundo, depois dos Estados Unidos, a registrar mais de 5 milhões de casos. Na quinta-feira o país registrou um novo recorde no número de novos casos diários, de quase 98 mil.

O país asiático, o segundo mais populoso do planeta, tem reportado mais novos casos diários do que os Estados Unidos desde meados de agosto e representa apenas um pouco mais de 16% dos casos globais conhecidos.

As mortes registradas na Índia têm sido relativamente baixas até agora, mas mostram tendência de alta. O país registra mais de mil mortes diárias por dia há duas semanas.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, neste sábado (12), que autorizou a retomada dos testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, da Universidade de Oxford.

A vacina, aposta do Ministério da Saúde brasileiro no combate à doença, foi paralisada durante uma semana após o anúncio de que uma participante da fase de testes apresentou reações adversas.

Informações: Pleno News


Em sua primeira entrevista a uma emissora de televisão brasileira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e ex-primeiro-ministro de Portugal, António Guterres, ressaltou a importância do multilateralismo para o mundo, especialmente em momentos de emergência global, como a pandemia do novo coronavírus.

“A Covid-19 deixou o mundo de joelhos. Nessa situação de fragilidade é preciso entender que se cada país tentar resolver seu problema, não vamos a lugar nenhum,” disse Guterres.

“Entendo que é preciso respeitar a soberania dos países, porém ela não impede a cooperação. Precisamos de um multilateralismo mais forte. Desafios globais precisam de resposta global.”

António Guterres, Secretário Geral da ONU e ex-primeiro ministro de Portugal em
Foto: CNN Brasil

A ministra do Japão para a Olimpíada, Seiko Hashimoto, garantiu que os jogos de Tóquio vão acontecer de qualquer forma em 2021. Marcados inicialmente para acontecer entre os dias 24 de julho e 9 de agosto de 2020, os Jogos Olímpicos foram adiados para o período de 23 de julho a 8 de agosto de 2021.

– Todos os envolvidos com os Jogos estão trabalhando juntos para se prepararem e os atletas também estão fazendo esforços consideráveis para o ano que vem. Acho que temos que realizar os Jogos a qualquer preço. Quero concentrar todos nossos esforços em medidas contra o novo coronavírus – afirmou Hashimoto.

Vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o australiano John Coates já havia dito que a Olimpíada precisa acontecer por respeito “às muitas pessoas que trabalham na sua preparação e sobretudo aos atletas que estão fazendo esforços consideráveis para se prepararem para o próximo ano, num contexto difícil”.

Autoridades do governo japonês, do governo municipal de Tóquio e do comitê organizador dos Jogos se reuniram pela primeira vez na semana passada para determinar passos para conter o coronavírus durante o evento esportivo.


Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse nesta segunda-feira (7), em uma coletiva de imprensa em Genebra, que o mundo precisará estar melhor preparado para a próxima pandemia. Ao fazer a afirmação, o dirigente pediu que países invistam em saúde pública.

Mais de 27,19 milhões de pessoas já foram infectadas com o coronavírus pelo mundo e 888.236 morreram, segundo uma contagem da Reuters, desde que os primeiros casos foram identificados na China em dezembro de 2019.

“Essa não será a última pandemia”, disse Tedros. “A história nos ensina que surtos e pandemias são um fato da vida. Mas quando a próxima pandemia vier, o mundo precisa estar pronto. Mais pronto do que estava desta vez”


Nesta segunda-feira (7), o Brasil caiu no ranking de países com mais casos de Covid-19. A Índia ultrapassou o Brasil e se tornou o segundo maior número de casos confirmados de Covid-19.

Com 90.802 novos casos confirmados pelo Ministério da Saúde indiano nas últimas 24 horas, o país é também com a disseminação mais rápida da doença, superando os Estados Unidos, que até o momento é o país mais afetado em número de infecções.

Os novos dados estabelecem ainda o maior número de casos relatados na Índia e no mundo desde o início da pandemia.

No entanto, com uma das menores taxas de mortalidade, o país registra 1.016 óbitos, elevando o número total de vítimas para 71.642.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, a Índia ocupa o 20º lugar em mortalidade pela doença, com uma taxa de 1,7%, amplamente superada por países como o México, que tem a maior taxa de mortalidade (10,7%).

O Brasil possui 4.137.722 casos confirmados e 126.686 até agora.

*Com informações da Agência EFE


O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira que unam forças para combater o coronavírus, afirmando que o “nacionalismo da vacina” apenas vai retardar a resposta à pandemia.

Tedros afirmou que 78 países de alta renda aderiram ao plano global de distribuição de vacinas, conhecido como Covax, elevando o número total para 170 países, e acrescentou que a adesão ao plano garantiu a esses países acesso ao maior portfólio mundial de vacinas. Ele fez um apelo a outros para aderir até 18 de setembro para compromissos vinculativos.

A OMS e a aliança de vacinas Gavi estão liderando um plano global de alocação de vacinas, que visa ajudar na compra e distribuição de maneira justa ao redor do mundo.

Mas alguns países que garantiram seu próprio estoque por meio de acordos bilaterais, incluindo os Estados Unidos, disseram que não vão aderir ao Covax.

“O nacionalismo da vacina prolongará a pandemia”, disse Tedros a repórteres em uma entrevista na sede da OMS em Genebra, sem mencionar nenhum país específico.

Tedros agradeceu a Alemanha, Japão, Noruega e à Comissão Europeia por aderirem ao Covax durante a última semana.

Uma porta-voz da OMS disse mais cedo nesta sexta-feira que a organização não espera que vacinas contra a Covid-19 estejam disponíveis até meados de 2021, mencionando a necessidade de controle rigoroso sobre sua eficácia e segurança.

A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde, Soumya Swaminathan, afirmou nesta sexta-feira, durante um briefing em Genebra, que nenhuma vacina contra o novo coronavírus deve ser aprovada para distribuição mundial até que seja submetida a análises suficientes para comprovar sua segurança e eficácia.

“Nenhuma vacina será distribuída em massa até que os reguladores estejam confiantes, os governos estejam confiantes e a OMS esteja confiante de que ela atingiu o padrão mínimo de segurança”, disse Swaminathan.

“Essas (candidatas a vacina) precisam passar pelos testes completos da fase 3”, disse ela, referindo-se aos testes que geralmente envolvem milhares de participantes.

Reuters*


Agência Brasil –

O Papa Francisco disse nesta sexta-feira (4) que a pandemia do novo coronavírus “derrubou os pilares instáveis” de um modelo econômico mundial construído sobre a idolatria do dinheiro e da dominação dos ricos e poderosos.

Em mensagem aos participantes do workshop anual European House-Ambrosetti, que reúne cerca de 200 executivos, economistas e políticos de todo o mundo, ele pediu novos modelos que sejam mais inclusivos e reduzam a desigualdade social.

O pontífice também pediu “uma reformulação ecológica” da economia para salvar o meio ambiente e reduzir o desperdício de consumo.

“A pandemia questionou a escala de valores que define o dinheiro e o poder sobre todo o resto”, disse ele.

“Isso derrubou os pilares instáveis ​​que sustentavam um certo modelo de desenvolvimento”, explicou, acrescentando que as incertezas sociais e econômicas fizeram com que muitas pessoas abrissem os olhos para a desigualdade e a deterioração ambiental.

O papa afirmou que a economia deve ser a expressão de uma sociedade que “se recusa a sacrificar a dignidade humana aos ídolos das finanças e usa os recursos financeiros não para dominar, mas para servir”.

Acredita-se que Francisco, disse que qualquer eventual vacina para a covid-19 não deve ser acumulada pelos países ricos,  e que esteja preparando uma encíclica – a forma mais elevada de escrita papal – sobre como acredita que o mundo deve ser pós-pandemia.


Um padre que estava pregando em uma paróquia na cidade de Douala, na República de Camarões, teve um mal súbito e acabou morrendo no altar, diante dos fiéis. O incidente aconteceu no último domingo (30).

O momento foi gravado por câmeras. Nas imagens é possível ver o padre Jude dando o sermão quando de repente para de falar. Visivelmente sem fôlego, ele fica em silêncio por alguns segundos até cair desacordado.

É possível ouvir gritos dos fiéis e várias pessoas indo ao socorro do religioso. No entanto, o infarto fulminante não deu chances de salvá-lo.

Não se sabe se o reverendo, que era bastante popular, tinha alguma doença cardíaca. O caso está sendo investigado.


Uma cena inusitada aconteceu na estação de metrô de Lexington Avenue, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, durante o fim de semana. Um homem jogou uma jovem de 25 anos no chão e tentou estuprá-la em plena luz do dia. O mais impressionante é que as pessoas em volta ouviam os gritos da vítima, ma nada fizeram.

Ou melhor, fizeram: enquanto o homem tentava abusar da mulher, a multidão ao redor apenas filmava a situação. Identificado como Reyes, ele foi preso neste domingo (30) com o uso da tecnologia de reconhecimento facial da polícia americana. O indivíduo foi acusado de tentativa de estupro, agressão e assédio.

– O indivíduo então subiu em cima da mulher e tentou estuprá-la, mas parou quando uma multidão de transeuntes se formou – informou a polícia de Nova Iorque.

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Filmar uma pessoa enquanto ela pede socorro até parece enredo de série. Em um dos episódios da série Black Mirror, disponível no catálogo da Netflix, uma mulher é filmada enquanto é perseguida por duas pessoas com armas. Assim como no caso do metrô, a multidão segue inerte aos pedidos de socorro e apenas se preocupa em pegar o melhor registro da situação.

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