A Agência de Alimentos e Medicamento (FDA) dos Estados Unidos emitiu nesta terça-feira (15) uma avaliação positiva sobre a vacina do laboratório americano Moderna contra a Covid-19, antes de uma reunião de especialistas para examinar sua aprovação em caráter de emergência.
A FDA se mostrou otimista sobre a vacina, afirmando que “não mostra problemas de segurança específicos que impeçam a emissão” de uma autorização para o uso de emergência. A agência reguladora confirmou que o tratamento tem eficácia de 94,1%.
A Moderna anunciou na quinta-feira (3) que planeja disponibilizar entre 100 e 125 milhões de doses do seu imunizante no primeiro trimestre de 2021. Segundo a empresa, a maioria das doses irá para os Estados Unidos – 85 a 100 milhões – e entre 15 e 25 milhões para o resto do mundo.
As doses do primeiro trimestre estão entre 500 milhões e até 1 bilhão de doses que a Moderna espera fabricar globalmente em 2021.
A farmacêutica também reafirmou sua expectativa de ter aproximadamente 20 milhões de doses disponíveis nos EUA até o final do ano.
Na segunda-feira (30), a Moderna solicitou a autorização para uso emergencial do seu imunizante à FDA, a agência reguladora dos EUA equivalente à Anvisa brasileira.
Um eclipse solar poderá ser parcialmente visto hoje (14) no Brasil. O evento começa a partir do meio-dia e se encerra por volta das 15h. As informações são da Agência Brasil.
De acordo com o Observatório Nacional, o eclipse solar de hoje poderá ser visto em boa parte da Região Centro-Oeste e em uma pequena parte das regiões Norte e Nordeste, mas será visível em todo Sul e Sudeste brasileiro, desde que o céu não esteja encoberto.
O professor do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e coordenador do projeto Astro&Física, Marcelo Schappo, alerta que a observação não deve ser feita nem a olho nu, nem com óculos escuros, chapas de Raio X ou filmes fotográficos, já que a claridade e o calor do Sol podem danificar seriamente a retina dos observadores.
“Quem quiser fazer a observação deve procurar, em lojas de ferragens ou de materiais de construção, o chamado vidro de solda, e a tonalidade desse vidro deve ser, no mínimo, 14. É esse vidro que deve ser colocado na frente dos olhos para fazer a observação do Sol”, sugere Schappo.
O governo dos Estados Unidos anunciou, neste sábado (12.dez.2020), que iniciará o processo de vacinação da população na próxima 2ª feira (14.dez).
A medida vem depois de a FDA (Food and Drug Administration) –órgão equivalente a uma “Anvisa americana”– aprovar o uso emergencial da vacina das farmacêuticas Pfizer e BioNTech.
O início da imunização foi anunciado pelo general do Exército Gustave Perna, chefe da operação de vacinação norte-americana.
“Hoje é realmente um dia histórico. Por 7 meses nós realizamos a maior parceria público-privada dos tempos modernos”, afirmou Perna. Ele ainda citou o esforço coletivo de pesquisadores, cientistas, médicos e “muito outros trabalhadores” pelo mesmo propósito, de salvar vidas e acabar com a pandemia.
O general afirmou que as vacinas já passaram a ser distribuídas nos Estados e serão entregues em 145 locais do país no início da próxima semana. Na 3ª e na 4ª feira, mais 491 receberão cargas do imunizante. O governo pretende ter em 3 semanas a distribuição completa no país, em todas as unidades de saúde.
O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (10) que o Instituto Butantan já começou a produzir a vacina CoronaVac nesta quarta-feira (9) e afirmou que a produção chegará a 1 milhão de doses por dia, gradativamente. O imunizante contra o coronavírus está sendo desenvolvido na capital paulista.
Em coletiva de imprensa, o governador classificou o momento como “histórico” e disse que a fábrica irá funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana. Ao todo, segundo Doria, mais 120 técnicos serão contratados para compor a equipe.
“O Instituto Butantan iniciou ontem a produção da vacina do Butantan, a CoronaVac, aqui na sede do Butantan em São Paulo. Esta é a produção brasileira do Butantan, que está produzindo aqui com insumos que vieram da Sinovac, a vacina do Brasil, a vacina do Butantan. Um momento histórico que orgulha a todos nós brasileiros”, disse o governador. De acordo com o governo, o primeiro lote terá aproximadamente 300 mil doses.
Até janeiro, 40 milhões de doses da vacina deverão ser envasadas na fábrica do Butantan. Doria também afirmou que 12 estados já manifestaram interesse em obter a CoronaVac, além de mais de 900 municípios. “Hoje 12 estados do país, incluindo São Paulo, já formalizaram a solicitação para a vacina do Butantan. E 912 municípios de todo o Brasil também já demonstraram interesse da mesma forma, formalmente, para obter a vacina do instituto Butantan para a imunização dos seus trabalhadores de saúde”, afirmou o governador.
A agência regulatória do Reino Unido fez um alerta, nesta quarta-feira (9), para que pessoas com “histórico de reação alérgica significativa” a vacinas, remédios ou alimentos não devem tomar a vacina da Pfizer contra Covid-19, cuja aplicação foi iniciada na terça-feira (8) no país. As autoridades registraram dois casos de reação alérgica ao imunizante, mas os pacientes passam bem.
No comunicado, a agência determinou que reações alérgicas significativas podem ser definidas como aquelas semelhantes à anafilaxia – um tipo de reação alérgica grave e potencialmente fatal – e estendeu a recomendação a pessoas que precisam carregar adrenalina autoinjetável. Além disso, determinou que a vacinação deve ser feita apenas onde houver possibilidade de reanimar os pacientes.
Stephen Powis, diretor médico do NHS, o serviço público de saúde britânico, disse que “como é comum com as novas vacinas, a MHRA aconselhou, por precaução, que pessoas com histórico significativo de reações alérgicas não recebam esta vacina”.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, os pacientes que tiveram a reação são servidores do NHS. O serviço de saúde disse que todos envolvidos com o programa de vacinação foram informados do ocorrido – e, por isso, todos com previsão de receber a vacina nesta quarta serão questionados sobre históricos de reações alérgicas.
O Reino Unido iniciou nesta terça-feira (8), a campanha de vacinação da população contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela farmacêutica Pfizer e pala alemã BioNTech. O país é o primeiro a iniciar a vacinação em massa com o imunizante desenvolvido pelas duas empresas.
A primeira pessoa a se vacinar foi a idosa Margaret Keenan, de 90 anos, que afirmou se sentir “privilegiada” pelo fato. Margaret também chamou a imunização de “presente de aniversário antecipado” e disse que agora vai poder passar mais tempo com a família.
– Sinto-me muito privilegiada por ser a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19. É o melhor presente de aniversário antecipado que eu poderia desejar porque significa que posso finalmente esperar passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo, depois de estar sozinha na maior parte do ano – disse.
Maiores de 80 anos, funcionários de saúde na linha de frente e funcionários e moradores de casas de repouso terão prioridade na primeira fase da vacinação. A imunização dos britânicos com mais de 50 anos, além dos adultos com alguma doença pré-existente, deve acontecer em 2021.
A vacina da Pfizer, desenvolvida em parceria com a empresa BioNTech, é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. O país ainda não fez acordo para adquirir a vacina, mas, em meados de novembro, o governo recebeu executivos da Pfizer para, segundo o Ministério da Saúde, “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento”.
Em votação esvaziada e somente 31% do eleitorado comparecendo às urnas, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, venceu as eleições parlamentares do país, realizadas no domingo (6).
Segundo os resultados iniciais divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no início da madrugada desta segunda (7), a coligação de partidos governistas Grande Polo Patriótico obteve 67,7% dos votos e terá a maioria dos assentos na Assembleia Nacional.
A posse dos novos deputados será em 5 de janeiro “O povo, enfrentando todas as dificuldades, saiu para eleger a sua Assembleia Nacional”, afirmou Maduro em pronunciamento após a divulgação dos resultados.
Na comparação com as últimas eleições parlamentares, em 2015, a queda foi brusca. Segundo a Folha de S.Paulo, na época, 71% da população participou da votação.
A vacinação contra a covid-19 começará a ser realizada no Reino Unido na próxima terça-feira (8). É o que anunciou o ministro da Saúde inglês, neste domingo (6). Na semana passada, o governo britânico já havia comunicado a aprovação do imunizante desenvolvido pela farmacêutica americana Pfizer em parceria com o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech.
O ministro destacou que o início da imunização da população, chamado de “Dia V”, representará um “momento histórico”. Neste primeiro momento, a campanha de vacinação priorizará idosos maiores de 80 anos, profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra o novo coronavírus, residentes e funcionários de asilos. O Reino Unido, infelizmente, detém a marca do país mais afetado da Europa pelo novo vírus, com 1,7 milhão de casos e mais de 60 mil mortes.
Além disso, segundo os jornais britânicos Sunday Times e Mail on Sunday, a rainha Elizabeth II, 94, e o príncipe Philip, 99, deverão ser um dos primeiros a serem vacinados por causa das idades avançadas. Com o gesto, além de se imunizarem contra a covid-19, os monarcas também teriam a intenção de estimular o maior número possível de súditos a se vacinar, preocupação manifestada pelo governo de Boris Johnson.
O Sistema Nacional de Saúde britânico (NHS) informou que “hubs” serão instalados em mais de 50 hospitais espalhados por toda a Inglaterra. O governo destaca que a previsão é de que tal plano seja replicado e milhares de centros de vacinação sejam implementados.
O Reino Unido aprovou a vacina contra a Covid-19 das farmacêuticas Pfizer e Biontech e prevê iniciar a vacinação na semana que vem. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (2) pelo ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, que classificou a notícia como “fantástica”.
“No início da próxima semana, começaremos um programa de vacinação de pessoas contra Covid-19 aqui neste país”, disse ele à rede Sky News.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que a aprovação da vacina contra o coronavírus da parceria Pfizer e BioNTech vai resgatar vidas e a economia do país.
“É a proteção das vacinas que vai finalmente nos trazer de volta às nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, escreveu em uma rede social.
O Reino Unido anunciou que um primeiro lote com 10 milhões de doses será disponibilizado pelo NHS, serviço público de saúde britânico, ainda em 2020. Profissionais da saúde estarão entre os primeiros a serem vacinados – as campanhas acontecerão em hospitais, por conta do armazenamento do imunizante.
Na terça-feira (1º), o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Medeiros, disse que o governo brasileiro deseja um imunizante que possa ficar armazenado em temperaturas de 2ºC a 8ºC, pois essa é a temperatura da rede de frio usada no sistema de vacinação brasileiro.
Em entrevista à GloboNews, o infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Renato Kfouri comemorou a aprovação e disse que é um marco na história do desenvolvimento de vacinas – mas também reconheceu o armazenamento e transporte da vacina como um desafio.
“Uma das limitações é o transporte, por conta do congelamento, mas o fabricante tem estudado alternativas, com gelo seco, em que ela pode ficar fora de freezers por até 15 dias”, disse Kfouri.
O especialista disse que o preço também pode ser m impeditivo para a aplicação em massa no país, uma vez que a vacina da Pfizer é, segundo estimou, até 5 vezes mais cara que a vacina de Oxford, que será produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A Rússia começou a imunizar a população contra covid-19 nesta segunda-feira (30), antes da conclusão da fase 3 de testes da Sputnik V. O primeiro lote da vacina foi liberado para o Hospital Central de Domodedovo, em Moscou, de acordo com a Reuters.
Na última terça-feira (24), o governo russo confirmou que o imunizante apresentou 92% de eficácia após a aplicação da segunda dose. No entanto, os resultados do ensaio clínico ainda não foram publicados em revistas científicas nem revisados por outros médicos, deixando a pesquisa em aberto.
Mesmo sem a revisão do imunizante desenvolvido pelo centro de pesquisas Gamaleya, o presidente Vladmir Putin determinou o início da vacinação de mais de 400 mil soldados do exército da Rússia. Agora, o produto começa a ser disponibilizado aos civis, no momento em que o número de casos volta a crescer no país.
Segundo a agência de notícias, os interessados em se proteger contra o novo coronavírus, nesta primeira etapa, precisam se registrar em um sistema do governo, além de apresentar documentos no momento da aplicação e o resultado de um teste de covid-19, confirmando não ter sido infectado pelo Sars-CoV-2.