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Voo demorou 21 dias para chegar ao destino

NASA astronauts Robert Behnken and Douglas Hurley are seen aboard SpaceX's Dragon Endeavour spacecraft

A cápsula operada pela empresa privada SpaceX para a Nasa, a agência espacial norte-americana, com quatro astronautas a bordo chegou nessa quinta-feira (11) à Estação Espacial Internacional (EEI), para nova missão de seis meses.

O voo operado pela empresa aeroespacial privada do magnata Elon Musk demorou 21 horas para chegar ao destino, após ter saído do Centro Espacial Kennedy, na Florida.

Para os três astronautas norte-americanos da Nasa, Raja Chari, Kayla Barron e Tom Marshburn, e o astronauta alemão da Agência Espacial Europeia (ESA) Matthias Maurer, o momento em que avistaram pela primeira vez a estação espacial, a 30 quilômetros de distância, foi emocionante.

“Flutuando no espaço e brilhando como um diamante”, escreveu Maurer. “Estamos todos muito entusiasmados”, acrescentou, citado pela agência de notícias Associated Press (AP).

Os quatro fazem parte da missão Crew-3 e vão substituir a tripulação que regressou à Terra na segunda-feira, juntando-se ao astronauta norte-americano e aos dois russos que permaneceram a bordo da estação.

“Não consigo dizer como estou feliz por ver essas caras sorridentes”, disse o astronauta da Nasa Mark Vande Hei, depois de abraçar os recém-chegados.

“Cada um de nós, todos, os sete, somos amigos, e vamos tornar-nos ainda mais com o passar do tempo”, afirmou.

Vande Hei e um dos dois russos a bordo participam de missão de um ano, que deverá terminar em março de 2022.

SpaceX

Esta é a terceira missão com destino à Estação Espacial Internacional operada pela empresa privada SpaceX para a Nasa.

É também a terceira viagem ao espaço do norte-americano Tom Marshburn, que já viajou a bordo de um vaivém espacial em 2009 e de um foguetão Soyuz em 2012-2013.

Os demais astronautas fazem a viagem pela primeira vez.

A missão incluirá várias experiências, incluindo a observação dos efeitos do regime alimentar no sistema imunitário dos astronautas, com a estadia prolongada no espaço.

A tripulação da Crew-3 também fará passeios espaciais para prosseguir a instalação de novos painéis solares na ISS.

Nos próximos seis meses, a estação acolherá ainda duas missões turísticas.

Os primeiros a chegar deverão ser passageiros japoneses, a bordo de uma nave espacial russa Soyuz, no fim do ano. Em fevereiro de 2022, a estação deverá receber passageiros da missão Ax-1, organizada pela Axiom Space, em parceria com a SpaceX.

Informações Agência Brasil


Foto: Reprodução/KPRC TV

Ao menos oito pessoas morreram pisoteadas na noite de sexta-feira (5) após fãs seguirem em direção ao palco na abertura do festival de música Astroworld, em Houston, no estado americano do Texas, de acordo com informações das autoridades locais. No local, ocorria a apresentação do rapper Travis Scott.

Segundo o chefe dos bombeiros de Houston, Samuel Peña, por volta das 21h, pelo horário local, uma “multidão começou a se compactar em direção à frente do palco”, causando pânico e ferimentos. No entanto, ele destacou que a investigação está em andamento e a causa das mortes ainda não foi determinada.

Além dos oito mortos, cerca de 17 pessoas foram transferidas para hospitais próximos, com pelo menos 11 deles em parada cardíaca e necessitando de reanimação. A juíza local, Lina Hidalgo, disse que fãs de apenas 10 anos foram transferidos para hospitais para tratamento.

Em um comunicado, os organizadores do festival Astroworld disseram que estão “focados em apoiar as autoridades locais” e pediram aos participantes do evento que apresentem qualquer informação relevante para auxiliar a polícia. Vídeos divulgados pela imprensa local mostraram pessoas correndo e se empurrando ao entrar no evento.

O chefe de polícia de Houston, Troy Finner, disse que mais de 350 policiais estiveram no evento durante o dia, além de 241 seguranças. Ele reconheceu que houve incidentes com crianças “correndo” pela segurança para entrar no local, mas destacou que não é possível confirmar categoricamente as causas do ocorrido.

– Há muitos rumores circulando, temos famílias feridas aqui. Vamos tratar isso como uma investigação – completou.

*Pleno.News


Anúncio sobre demissão foi feito nesta quarta-feira

TikTok Foto: Pixabay

Nesta quarta-feira (3), o governo do presidente da Bolívia, Luis Arce, anunciou a demissão do embaixador boliviano no Paraguai, Mario Cronenbold. O desligamento aconteceu por conta de um “inconveniente diplomático” causado pelo diplomata com um polêmico vídeo de TikTok que o fez ser declarado ‘persona non grata’ pela Câmara dos Deputados paraguaia. As informações são da agência EFE.

Por meio de comunicado, o Ministério das Relações Exteriores boliviano explicou que Cronenbold foi convocado para ir para La Paz imediatamente por causa do vídeo.

– Após receber o relatório e avaliar as circunstâncias, o embaixador Cronenbold foi demitido das suas funções em 1º de novembro de 2021 – informou o texto.

Segundo o governo boliviano, o incidente “não afeta as relações diplomáticas” com o Paraguai.

Dias atrás, Cronenbold compartilhou um vídeo no qual aparecia alterando a voz ao tomar tererê. Nas imagens, ele apareceu falando em guarani, em tom estridente.

O vídeo incomodou a população e as autoridades paraguaias, incluindo o diplomata e representante do Paraguai no Fórum sobre o Futuro da Democracia nas Américas, Carlos Bado, que exigiu que o governo repudiasse a “pseudopiada xenofóbica” de Cronenbold.

Em post no Twitter, na última sexta-feira (29), Cronenbold pediu desculpas.

Mario Cronenbold se pronunciou sobre o caso Foto: Reprodução/Twitter

Informações Pleno News


País tenta manter política de tolerância zero

Chineses lotam supermercados, após recomendação do governo Foto: EFE / EPA / WU HONG

Enquanto enfrenta surtos pontuais de coronavírus, a China exortou a população a estocar comida e outros itens de necessidade básica. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (2) , o ministério do Comércio chinês pediu que autoridades em locais com restrições impostas pela Covid-19 disseminem informações sobre as redes de distribuições de produtos essenciais.

Na nota, o governo apresentou uma série de recomendações para assegurar o fornecimento de suprimentos durante os meses de inverno no Hemisfério Norte.

De acordo com Pequim, os representantes locais precisam “fortalecer” a liderança organizacional e garantir a estabilidade dos preços.

O alerta acontece em um momento em que o país asiático enfrenta dificuldades para manter a política de tolerância zero a casos de coronavírus.

A capital Pequim voltou a endurecer restrições e fechou cinemas e centros de entretenimento em algumas regiões, depois de registrar novas infecções.

Nas redes sociais, usuários relatam que, após o anúncio do governo, chineses correram para estocar arroz, óleo de cozinha e sal.

– Assim que a notícia saiu, todos os idosos perto de mim enlouqueceram comprando no supermercado – escreveu um internauta na rede social chinesa Weibo, semelhante ao Twitter.

Chineses comprando arroz Foto: EFE / EPA / WU HONG

A imprensa local publicou uma relação de bens recomendados para estocar em casa, como biscoitos, macarrão instantâneo, vitaminas e lanternas.

*Com informações da AE


Foto: Reprodução YouTube/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro prestigiou, nesta terça-feira (2), em Pistoria, na Itália, a cerimônia de homenagem aos soldados brasileiros que perderam a vida na Segunda Guerra Mundial. Na ocasião, 467 combatentes brasileiros foram sepultados no Cemitério Militar Brasileiro na Itália, e lá ficaram entre os anos de 1945 e 1960, quando os restos mortais foram transportados de volta ao Brasil. Atualmente, eles estão alocados no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Em seu discurso, Bolsonaro relembrou suas origens italianas. O presidente defendeu a atuação do Brasil na Segunda Guerra e a luta pela liberdade, que, segundo ele, “é sagrada”.

– Pela primeira vez, estou em solo italiano. Solo este, nesse momento, sagrado para nós. Onde rememoramos aqueles que tombaram em luta por aquilo que é de mais sagrado entre nós: a nossa liberdade. Esta é a terra também de meus antepassados. Hoje um sétimo da população brasileira, 30 milhões de pessoas, tem origem italiana. Em 1943, um dever nos chamava a voltar para a Itália e lutar por liberdade. Assim, 25 mil soldados brasileiros cruzaram o Atlântico, muitos de origem italiana, e para cá vieram. Dois anos depois, quase 500 brasileiros aqui pereceram, mas a vitória se fez presente. Ouso dizer: mais importante que a própria vida, é a nossa liberdade – disse.

Bolsonaro também exaltou a boa relação do Brasil com a Itália, país com o qual o presidente tem amplo diálogo.

– Ouvi aqui a palavra gratidão. Ela tem mão dupla. Apesar de o Oceano Atlântico nos separar, nos sentimos mais que vizinhos, nós somos irmãos. A todos vocês, nossos irmãos italianos, a minha continência, o meu orgulho de estar aqui e a satisfação de estarem ao nosso lado ontem, hoje e sempre. Brasil e Itália sempre juntos – conclui, fazendo sinal de continência com a mão direita.

*Pleno.News


UN Climate Change Conference (COP 26) in Glasgow
Foto: Yves Herman

Os líderes mundiais comprometeram-se, na Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP-26) a conter o desflorestamento até 2030. O acordo foi anunciado antecipadamente pelo governo britânico, anfitrião do encontro. Os ambientalistas consideram que lhe falta a urgência necessária.

Uma declaração conjunta será adotada por mais de 100 países onde se situam 85% das florestas mundiais, entre elas a floresta boreal do Canadá, a Floresta Amazônica ou ainda a floresta tropical da bacia do Congo.

A iniciativa, que se beneficiará de um financiamento público e privado de US$ 19,2 bilhões, é essencial para alcançar o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius acima dos valores médios da era pré-industrial, disse o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

“Esses formidáveis ecossistemas abundantes – essas catedrais da natureza, os pulmões do nosso planeta – estão no centro da vida de comunidades ao absorver grande parte do carbono liberado na atmosfera”, defendeu Johnson.

As florestas estão recuando ao “ritmo alarmante” de 27 estádios de futebol por minuto. O primeiro-ministro considera o acordo histórico para a proteção e recuperação das florestas mundiais”.

Boris Johnson afirmou que não são apenas países que se juntaram a esse compromisso, que também abrange o setor privado. Acrescentou que é uma “oportunidade sem paralelo para a criação de empregos”.

O compromisso é classificado como “sem precedentes”.

O evento Ação sobre Florestas e Uso da Terra, do qual participaram a cúpula de líderes mundiais da COP26 reuniu uma aliança sem precedentes de governos, empresas, atores financeiros e líderes não estatais para aumentar a ambição sobre as florestas e o uso da terra.

Doze países doadores comprometem-se com um novo Compromisso de Financiamento Florestal Global. O objetivo é apoiar ações em países em desenvolvimento, incluindo a restauração de terras degradadas, combate a incêndios florestais e promoção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades locais.

Entre os signatários do compromisso, estão o Brasil e a Rússia, países acusados da aceleração da desflorestação nos seus territórios, bem como os Estados Unidos, a China, a Austrália e a França.

Numa das sessões de hoje da 26ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), os dirigentes de mais de 30 instituições financeiras irão também comprometer-se a não investir mais em atividades ligadas à desflorestação, segundo o comunicado de Downing Street.

Atualmente, quase um quarto (23%) das emissões mundiais de gases com efeito de estufa provém de atividades como a agricultura e a indústria madeireira.

Longe da urgência
Esse novo compromisso faz eco da Declaração de Nova York sobre as Florestas, de 2014, quando muitos países se comprometeram a reduzir para metade a desflorestação em 2020 e a pôr-lhe fim em 2030.

Para organizações não governamentais (ONG) como o Greenpeace, o objetivo de 2030 está demasiado distante no tempo e dá, assim, ‘luz verde’ a “mais uma década de desflorestação”.

Os especialistas alertam que o acordo anterior, de 2014, “falhou no compromisso de desacelerar” a desflorestação.

Embora saudando esses anúncios, Tuntiak Katan, da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia da Amazônia (Coica), indicou que a forma como as verbas alocadas a esse objetivo serão efetivamente gastas será monitorada de perto.

*Agência Brasil


Foto: Reprodução/Record TV

presidente da República, Jair Bolsonaro, recebeu nesta segunda-feira (1°) o título de cidadão honorário de Anguillara Veneta, comuna da província de Pádua, no interior da Itália, onde nasceram e viveram os antepassados do chefe do Executivo.

A outorga da homenagem foi aprovada pelo Poder Legislativo local. Após a cerimônia, que contou com a presença de parentes distantes do presidente, Bolsonaro foi recebido em um almoço organizado pela prefeita Alessandra Buoso, filiada ao partido de direita Liga e autora do projeto de homenagem.

Antes da cerimônia, o presidente atendeu um grupo numeroso de apoiadores que o aguardavam aos gritos de “mito”. No local, o líder acenou para o grupo em registro que foi filmado e compartilhado nas redes sociais do presidente.

*Pleno.News


Foto: Divulgação / G20 Italy

O Brasil vai sediar o encontro anual entre as 20 nações mais ricas do mundo (G20) em 2024. O anúncio foi feito neste domingo (31), durante a edição de 2021 que aconteceu em Roma, na Itália. As informações são do G1.

Indonésia deve sediar a edição de 2022 do encontro, enquanto Índia será sede em 2023. O acordo foi firmado pelos 20 líderes presentes na cúpula, que representam os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia.


Foto: Reprodução

Na Itália desde a última sexta-feira (29) para participar do encontro do G20, o presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista à emissora local Sky TG24, que foi ao ar neste domingo (31). Para o presidente, seu governo “foi um milagre que salvou o Brasil”.

A entrevista tratou de temas como a pandemia, a CPI da Covid-19 e a economia brasileira. Bolsonaro também foi questionado sobre os ataques do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em sua resposta, o presidente afirmou que a CPI é composta “por partidos de esquerda na oposição ao meu governo”. Ele disse ainda que os senadores do G7 “não fizeram nada durante a pandemia”. Bolsonaro também lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu autonomia para que estados e municípios tomassem as próprias medidas na condução da pandemia.

– Nós gastamos cerca de 100 bilhões de dólares. Demos fundos, meios e também profissionais para combater a pandemia, além de medicamentos – afirmou.

Bolsonaro também lembrou que Lula “quase fez nossa maior empresa petrolífera falir”.

– Um milagre salvou o Brasil: a nossa chegada em 2018 – apontou.

*Pleno.News


Os líderes das 20 maiores economias do mundo aprovaram neste sábado (30) a criação de um imposto global único de 15% para as grandes empresas. A medida pretende reformular as regras internacionais de tributação, com o desestímulo à evasão de recursos para paraísos fiscais. O acordo foi formalizado hoje (31) no comunicado final da reunião do G20, que ocorre em Roma neste fim de semana.

A taxação de 15% havia sido aprovada pelos ministros de Finanças do G20 em julho, após 136 países, entre os quais o Brasil, assinarem um acordo mediado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A formalização do documento pelas 20 maiores economias do planeta era esperada na reunião de cúpula na capital italiana.

Pelo acordo, a partir de 2023, todos os países tributarão os lucros internacionais das empresas em pelo menos 15%. Os países que continuarem a aplicar impostos mais baixos serão retaliados. Segundo a OCDE, cerca de US$ 150 bilhões devem ser arrecadados por ano em todo o planeta de empresas que promovem a evasão fiscal e deixam de investir e gerar empregos.

Atualmente, multinacionais que apuram grandes lucros em áreas como licenciamento de marcas e propriedade intelectual transferem os recursos para subsidiárias em paraísos fiscais, onde pagam pouco ou nenhum imposto. Cada país terá de ratificar individualmente o novo acordo.

Originalmente, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, defendia a fixação de uma alíquota global de 21%. Após a resistência de alguns países industrializados que cobram impostos em torno de 10%, os países concordaram em instituir o imposto global em 15%.

Apesar de não conseguir adotar a alíquota planejada, Biden comemorou a medida. “Aqui no G20, os líderes que representam 80% do PIB [Produto Interno Bruto] do planeta – aliados e concorrentes do mesmo lado – tornaram claro o apoio para um imposto mínimo global forte”, postou o presidente norte-americano na rede social Twitter.

O primeiro-ministro italiano Mario Draghi, que ocupa a presidência rotativa do G20, classificou a medida como um acordo histórico para um sistema tributário mais justo e equitativo.

*Agência Brasil

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