A cidade argentina Santiago del Estero registrou cenas dramáticas, na segunda-feira 14. Isso porque moradores do município saquearam um caminhão que transportava vacas. Populares esquartejaram os animais vivos.
Tudo começou depois de um trem atingir o veículo no cruzamento de uma ferrovia. Com o impacto, parte do gado bovino morreu, outros conseguiram fugir e os que permaneceram foram sacrificados.
O jornal La Nación noticiou que homens, mulheres e crianças portavam facões para retirar a carne das vacas. Houve disputa pelo alimento, que precisou ser apaziguada. O motorista e o maquinista não se feriram.
En Santiago del Estero choco un camión que trasladaba vacas y la gente las mató y descuartizo en la calle para llevarse los pedazos al hombro. El hambre y la degradación social que provocó el kirchnerismo en este país es demencial. pic.twitter.com/u424H2LON1
“Por volta das onze da noite acordei, mas não conseguia me levantar. Estava confuso, não entendia o que estava acontecendo”, conta o sobrevivente de uma tragédia que até hoje causa grande espanto.
Era dia 21 de agosto de 1986. Quando amanheceu, os moradores de vários vilarejos no noroeste de Camarões descobriram, ao despertar, que muitos dos seus amigos e vizinhos tinham morrido durante a noite.
“Na manhã seguinte vi várias pessoas caídas na rua. Muitas delas, mortas”, relatou a testemunha. “No nosso povoado perdemos umas 75 pessoas.”
O número total, no entanto, foi bem mais alto: nesse dia, 1.746 pessoas morreram depois de inalar gases tóxicos que vinham de um lago situado na caldeira de um vulcão, além de 3,5 mil cabeças de gado.
Todas as vítimas viviam em povoados ao redor do lago Nyos, próximo à fronteira do país com a Nigéria.
O desastre foi tão grave que o presidente de Camarões chegou a pedir ajuda internacional.
A investigação
Durante várias semanas, foram realizadas Iinvestigações científicas para descobrir o que havia ocorrido, conduzidas por especialistas de todo o mundo. Entre eles, o médico britânico Peter Baxter, que chegou à região cerca de duas semanas após a tragédia.
Foto: Getty Images Legenda da foto, As vítimas moravam em povoados perto do lago Nyos, próximo à fronteira de Camarões com a Nigéria
“Ainda havia corpos de pessoas e bichos espalhados pelas colinas”, contou Baxter ao programa Witness History, da BBC. “Quando chegamos no povoado de Nyos, que tinha pequenas casas de barro, o silêncio era total, não havia sinais de vida.”
“E quando nos aproximamos do lago Nyos, ao qual se chegava subindo uma pequena colina, vimos que as águas estavam calmas, e que havia plantas e peixes mortos boiando na superfície e nas margens.”
“A única vida que víamos eram as rãs, que são muito resistentes”, afirma o médico.
George Kling, professor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, também foi convidado para ajudar na investigação.
“Quando chegamos ao lago Nyos, a cena era de dar frio na espinha. Todas as pessoas e todos os bichos estavam mortos”, conta.
“Predominava um silêncio, mas todas as construções estavam de pé, não parecia que tinha havido um furacão, uma inundação ou algo do tipo.”
Foto: Getty Images Legenda da foto, O Nyos é um lago vulcânico localizado em uma parte remota de Camarões, no oeste da África
“Vimos uma cena de destruição. Antes do desastre, o lago era um lugar muito bonito, com águas cristalinas, azuis. Um ano antes estávamos nadando no lago, mas agora tudo estava diferente”, continua George Kling.
“A água da superfície tinha uma cor marrom-avermelhada, havia muitas plantas flutuando nela. Essa vegetação vinha das margens, onde ondas enormes haviam feito um estrago, destruindo toda a vegetação”, lembra o professor.
Mistério
As evidências físicas indicavam que uma onda de cerca 40 metros de altura tinha se formado em consequência de uma alteração no fundo do lago.
Mas ninguém sabia ainda o que tinha causado essa alteração – e a morte de centenas de moradores da região.
Legenda da foto, Após a liberação dos gases, a água da superfície ficou com uma cor marrom-avermelhada
Havia, contudo, um suspeito. A hipótese era de que as mortes teriam sido causadas por gases vulcânicos liberados por uma erupção. Peter Baxter, entretanto, estranhou a falta de rastros.
“Não houve relatos de uma grande explosão causada por uma erupção”, disse ele à BBC. “Nem os sinais da devastação que um evento desse tipo teria provocado.”
“Estávamos diante de uma situação em que muitas pessoas tinham morrido, mas havia poucos danos ao terreno e às construções nas quais elas moravam”, acrescenta.
‘Cheiro de ovo podre’
Uma das testemunhas relatou: “Eu quase morri, mas aí decidi beber azeite. Logo depois vomitei algo negro, que fedia a algo como ovo ou pólvora.”
Foi a descrição dos odores que deram aos cientistas as pistas para encontrar o culpado pelas mortes: milhares de toneladas de dióxido de carbono, liberadas do fundo do lago e que desceram pela encosta do vulcão até o vale mais abaixo.
Legenda da foto, Cientistas sabiam que não houvera uma explosão porque não havia devastação no entorno
De início, os cientistas pensaram se tratar de enxofre, que tem cheiro desagradável característico e é produzido em grandes quantidades pelos vulcões.
“Mas, quando fomos ao lago e começamos a analisar as amostras, vimos que não havia enxofre na água, nem nas plantas que rodeavam o lago e que tinham sido expostas à nuvem de gás”, explica o professor Kling, da Universidade de Michigan.
“Era muito difícil entender essas descobertas. Até acharmos documentos antigos sobre pilotos de combate que haviam sido expostos a uma alta concentração de CO2”, acrescenta.
“O gás, em concentração de 5% a 10%, age como um alucinógeno. Um dos relatos mais comuns dos pilotos era de que sentiam cheiro de ovo podre ou pólvora e que sentiam o corpo muito quente”, diz o professor da Universidade de Michigan, acrescentando que os relatos coincidiam com testemunhos de moradores dos vilarejos ao redor do lago.
Legenda da foto, Não se sabe por que algumas pessoas morreram vítimas do gás tóxico, enquanto outras sobreviveram
Tudo indica que, ao longo dos anos, foi formado um depósito de dióxido de carbono no fundo do lago.
“Como o lago é muito estratificado, ou seja, é muito fundo, e as camadas de cima não se misturam com as de baixo, o gás que se formou nas camadas de baixo estava preso. Isso fez com que se acumulasse com muita pressão”, explica George Kling.
Os cientistas dizem que o mesmo efeito se produz quando agitamos uma garrafa de champanhe e depois tiramos a rolha.
Os sobreviventes
Mas havia outro mistério: centenas de pessoas haviam morrido, mas outras, apesar de terem sido expostas ao CO2 da mesma maneira, sobreviveram.
Muitas delas eram crianças. Assim, surgiu a hipótese de que o gás tivesse envolvido as casas durante a noite, enquanto os pequenos dormiam do lado de dentro, mas seus pais ainda estavam do lado de fora.
Também se cogitou que as crianças poderiam ter ficado inconscientes mais rápido e, assim, inspirado o gás de forma menos profunda.
Legenda da foto, ‘Sobreviver ou morrer pelo gás foi sorte ou azar’, diz médico que esteve no local
“Alguns dos sobreviventes acordaram com pessoas mortas ao seu redor”, diz Baxter. “Sobreviver ou morrer devido à exposição ao gás foi caso de sorte ou azar.”
“O gás te deixa inconsciente rapidamente, e os que sobreviveram sentiram que ficaram inconscientes por muito tempo, mais de 10 horas, até voltarem a si, literalmente até que o gás tivesse se dissipado, quando o dia surgiu e o sol começou a aquecer a terra. Mas é uma situação muito incomum, uma história realmente extraordinária”, afirma Baxter.
As conclusões da força-tarefa para investigar as causas do desastre não impediram que surgissem teorias da conspiração.
“Alguns moradores locais começaram a dizer que países estrangeiros tinham soltado uma bomba secreta, que havia uma conspiração internacional de cientistas”, conta Baxter.
Ainda não se sabe, contudo, o que provocou a liberação do gás em 1986. Uma das hipóteses mais aceitas é de que houve um deslizamento de terras no fundo do lago.
O Nyos continua sendo uma ameaça potencial para as pessoas que moram na região. Na tentativa de evitar uma tragédia como a de 1986, foi instalado um sistema de tubos para permitir que o gás carbônico, caso seja expelido, seja desviado do fundo com segurança.
Ministro afirmou que bancos centrais no mundo inteiro estão “dormindo no volante”
Ministro Paulo Guedes Foto: ME/Ascom/Edu Andrade
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse acreditar que o governo de Joe Biden, nos Estados Unidos, “vai acabar de forma desastrosa” devido a uma má condução na política monetária.
Guedes disse que os bancos centrais do mundo inteiro estão “dormindo no volante” para conter a inflação, que é global. Em entrevista ao Canal Livre, da TV Band, ele avaliou que a situação também é a mesma no caso do Banco Central Americano e, por isso, o governo Biden sofrerá as consequências.
– Estão atuando com retardamento – avaliou.
No caso brasileiro, Guedes disse que o BC, comandado por Roberto Campos Neto, “acordou primeiro” quando comparado com outras autoridades monetárias mundiais.
– Confio muito no Roberto Campos e acho que ele se move mais rápido do que os outros – completou.
Autoridades de saúde da Austrália identificaram uma nova linhagem da variante Ômicron em um passageiro que chegou de viagem à África do Sul. Com cerca de metade das variações genéticas da Ômicron original, a nova versão não pode ser detectada com testes típicos, como o PCR, informou o chefe de Saúde de Queensland, Peter Aitken.
Segundo Aitken, a nova cepa tem semelhanças suficientes para poder ser classificada como Ômicron, mas não se sabe o que as mudanças significam no quesito de gravidade clínica e eficácia da vacina.
– Agora temos a variante Ômicron e uma cepa semelhante à Ômicron – explicou Aitken.
A nova versão tem 14 das mutações em relação à cepa convencional, mas não possui um recurso no gene S, o que faz com que ela se torne mais difícil de ser rastreada. Devido à dificuldade na identificação, é possível que a nova Ômicron esteja presente em mais locais do que se sabe até o momento.
Para os cientistas, o surgimento pode representar um revés na tentativa de compreender o impacto que a Ômicron pode causar. A fim de diferenciar a descoberta, os pesquisadores dividiram a B.1.1.529 (Ômicron) em BA.1 e BA.2., sendo que a segunda categoria representa a nova versão.
O estado de Queensland já possui mais de 80% de sua população vacinada e abrirá, na próxima segunda-feira (13), as fronteiras com o restante do país.
Ele substitui Angela Merkel, que ficou 16 anos no cargo
Foto: Reuters/ Kay Nietfelds/ Direitos Reservados
O social-democrata Olaf Scholz foi eleito hoje (8) chanceler federal pelo Parlamento alemão (Bundestag), onde o partido que lidera e os aliados na coligação governamental, verdes e liberais, têm maioria.
Scholz, que assumirá a nona chancelaria desde o final da Segunda Guerra Mundial, sucede no cargo a conservadora Angela Merkel, que passa o poder após 16 anos no Executivo germânico, após ser vice-chanceler e ministro das Finanças na sua última grande coligação.
O novo chanceler eleito recebeu 395 votos.
A coligação de três partidos detém 416 dos 734 assentos na câmara baixa do Parlamento.
Scholz será ainda hoje formalmente nomeado chanceler pelo presidente da Alemanha e empossado pelo presidente do Parlamento.
Olaf Scholz assume com grande esperança de modernizar a Alemanha e combater as alterações climáticas, mas enfrenta o desafio imediato de lidar com a fase mais difícil do país, associada à pandemia de covid-19.
Angela Merkel
No último dia 3, a chanceler Angela Merkel recebeu elevadas honras militares da Alemanha a poucos dias de deixar o cargo. Ela liderou o país durante 16 anos e enfrentou crises do euro, dos migrantes e agora da pandemia.
A informação foi divulgada pela Casa Branca, após cúpula virtual
Putin e Biden irão conversar sobre tensões na fronteira com a Ucrânia Foto: EFE/EPA/Denis Balibouse/POOL
Nesta terça-feira (7), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ameaçou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, com sanções econômicas, caso ocorra algum tipo de ataque à Ucrânia. A informação foi divulgada pela Casa Branca, após a realização de uma cúpula virtual.
No encontro, o chefe de governo americano pediu que haja um rebaixamento de tensões na fronteira entre as duas antigas repúblicas soviéticas e que seja retomada a “diplomacia”.
De acordo com comunicado emitido pela Casa Branca, Biden expressou “profundas preocupações dos Estados Unidos e [de] seus aliados europeus com a escalada militar da Rússia no entorno da Ucrânia”.
O presidente americano garantiu que, em caso de uma ofensiva, EUA e aliados “responderão com fortes medidas econômicas”.
Além disso, o democrata “reiterou o apoio à soberania e à integridade territorial da Ucrânia”.
Depois do diálogo entre os presidentes, ambos “encarregaram suas equipes para que dessem seguimento” ao que havia sido conversado, que, segundo a Casa Branca, no caso dos Estados Unidos, será feito com os países aliados, especialmente os da Europa.
Durante a cúpula de hoje, Biden e Putin também falaram sobre o diálogo bilateral entre os países que lideram em relação à estabilidade estratégica, assim como sobre uma iniciativa entre Washington e Moscou relativa a ataques cibernéticos com “ransomware”, um programa que sequestra dados do usuário em troca de pagamento para liberá-los.
Além disso, os dois presidentes abordaram “temos regionais, como o Irã”, em meio aos debates para salvar o acordo nuclear do qual os EUA se retiraram em 2018.
A Casa Branca, junto com parceiros europeus, trabalha em um pacote de fortes sanções econômicas para dissuadir Putin de um eventual ataque à Ucrânia.
Atualmente, de 70 a 94 mil militares russos estão na fronteira com o país vizinho, de acordo com dados dos serviços de inteligência americano e ucraniano.
O governo dos Estados Unidos acredita que a Rússia poderia invadir a Ucrânia com cerca de 175 mil homens. Já Kiev acredita que o momento mais provável de um ataque seria o fim de janeiro do próximo ano.
Posicionamento é de Karl Lauterbach, futuro ministro da Saúde da Alemanha
Epidemiologista Karl Lauterbach Foto: EFE/EPA/MIKA SCHMIDT / POOL
Segundo o epidemiologista Karl Lauterbach, futuro ministro da Saúde da Alemanha, a falta de indícios de casos graves de Covid-19 e de mortes associadas à variante Ômicron podem fazer dela um “presente de Natal antecipado”.
De acordo com o jornal O Globo, a ideia tem apoio de outros especialistas, como Anthony Fauci, principal conselheiro do presidente dos EUA, Joe Biden. Ele classificou os primeiros sinais da não gravidade da variante como “um tanto encorajadores”.
– O especialista acredita que as 32 mutações identificadas na proteína Spike (usada pelo vírus para entrar nas células humanas) podem significar que a nova cepa é otimizada para infectar pessoas, ao invés de matar. Isso poderia acelerar o fim da pandemia – reportou o jornal.
A variante Ômicron foi identificada pela primeira vez em novembro. Não há relatos de que ela tenha provocado a forma grave da Covid-19 nem morte nos pacientes.
Pontífice pediu, ainda, política migratória efetiva
Papa Francisco em visita à Grécia Foto: EFE/EPA/ Costas Baltas
O papa Francisco afirmou neste sábado (4) durante visita à Grécia que vem acontecendo em todo o mundo uma “regressão da democracia”, principalmente devido ao populismo e à “distância das instituições”. O pontífice pediu para líderes de todo o mundo pensarem em uma política migratória efetiva.
O líder religioso chegou hoje a Atenas procedente do Chipre e discursou a autoridades em seu primeiro ato, uma visita à presidente grega, Katerina Sakelaropul, e ao primeiro-ministro, Kyriakos Mitsotakis.
– A democracia nasceu na Grécia e não se pode deixar de notar com preocupação como hoje, não só no continente europeu, há um retrocesso da democracia.
Para o papa, há um ceticismo acerca da democracia, que seria causado, em sua visão, pela distância das instituições, pelo medo de perder a própria identidade e pela burocracia.
– O autoritarismo é expedito e as promessas fáceis do populismo são apelativas. Em muitas sociedades, preocupadas com a segurança e anestesiadas pelo consumismo, o cansaço e o mal-estar estão a conduzir a uma espécie de cepticismo democrático. Precisamos passar do partidarismo à participação, do mero compromisso de apoiar a própria facção ao envolvimento ativo para o crescimento de todos – completou.
Francisco viajará amanhã para a ilha de Lesbos e voltará a sua atenção ao drama da migração cinco anos após sua primeira viagem, quando visitou o campo de refugiados da ilha em meio à crise migratória. A situação até melhorou desde então, mas 2,5 mil pessoas ainda vivem no centro atualmente.
– Este país, caracterizado pelo acolhimento, viu chegar um número maior de irmãos e irmãs migrantes em algumas de suas ilhas do que os próprios habitantes, aumentando assim os problemas, que ainda são afetados pelas dificuldades trazidas pela crise econômica. Os atrasos europeus persistem e a Comunidade Europeia, rasgada pelo egoísmo nacionalista, em vez de ser um trem de solidariedade, às vezes se mostra bloqueada e descoordenada – opinou o líder religioso, que quer mais atenção ao tema.
– É necessária uma visão global e comunitária da questão migratória, incentivar a atenção a ser direcionada aos mais necessitados para que, de acordo com as possibilidades de cada país, possam ser acolhidos, protegidos, promovidos e integrados com pleno respeito a seus direitos humanos e dignidade – considerou.
“HEREGE” Durante o discurso, o papa foi chamado de “herege” por um sacerdote quando estava prestes a entrar no arcebispado ortodoxo de Atenas para fazer uma visita à autoridade máxima da Igreja Ortodoxa Grega, Hieronymus II.
– Papa, você é um herege – gritou o ancião, que foi levado pela polícia.
Apesar do incidente, a visita de Francisco à Grécia ocorre em um clima muito diferente daquela feita pelo papa João Paulo II em 2001, que teve forte oposição dos mais conservadores e fundamentalistas ortodoxos.
Aos médicos, ele disse que “escorregou” e caiu em cima do objeto
Exemplo de projétil de 57mm Foto: Reprodução/Print do site Worth Point
Um fato inusitado ocorreu em um hospital na cidade de Gloucestershire, na Inglaterra, na quarta-feira (1º). Um homem deu entrada no Hospital Real com um projétil de canhão dentro do reto e precisou da ajuda do esquadrão antibombas para desarmá-lo.
De acordo com o jornal The Sun, o homem afirmou que o projétil foi parar no reto após um acidente. Ele contou que estava realizando uma limpeza quando colocou no chão o objeto que possui 17 cm de comprimento e 6 cm de largura. Em seguida, disse que escorregou e caiu em cima do projétil, que acabou entrando em seu ânus.
Após a entrada do homem no hospital, a equipe do Regimento de Descarte de Artilharia Explosiva foi ao local e registrou a ocorrência como “um paciente com munição no reto”.
Ainda segundo o veículo, especialistas afirmaram que o objeto é um projétil de 57 mm da Segunda Guerra Mundial, utilizado em canhões antitanques. Os profissionais de saúde decidiram chamar o esquadrão antibombas por acreditar que o projétil poderia explodir.
Um integrante do 11º Regimento de Descarte de Artilharia Explosiva afirmou que o projétil era um “pedaço de chumbo pontudo e grosso, projetado para atravessar um tanque”.
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que país “tem experiência em evitar e controlar o coronavírus”
Preparação para os Jogos de Inverno 2022 Foto: EFE/EPA/ROMAN PILIPEY
Durante um briefing diário de rotina, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, disse estar convencido de que as Olimpíadas de Inverno de 2022 acontecerão “com sucesso” na China, apesar da variante Ômicron do novo coronavírus. Ele deu declarações nesta terça-feira (30). As informações são da agência Reuters.
– Acredito que isto certamente representará algum desafio aos nossos esforços para evitar e controlar o vírus, mas, como a China tem experiência em evitar e controlar o coronavírus, acredito plenamente que a China será capaz de sediar as Olimpíadas de Inverno no prazo, tranquilamente e com sucesso – declarou.
Os jogos de inverno devem acontecer de 4 a 20 de fevereiro, sem espectadores estrangeiros. Para manter a segurança, todos os atletas e o pessoal relacionado ao evento esportivo serão contidos em uma bolha sanitária, além de serem sujeitos a testes diários de Covid-19.