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Uma mulher foi condenada nesta quarta-feira (22) por um tribunal em Klagenfurt, no Sul da Áustria, a seis meses de prisão e uma multa de 800 euros (cerca de R$ 4,8 mil) por furar a quarentena obrigatória após testar positivo para o novo coronavírus, de acordo com informações da emissora de TV pública ORF.
Apesar de estar infectada com o vírus, a acusada deixou sua casa no final de março para ir, sem máscara, a uma agência dos correios de um supermercado com o objetivo de transferir dinheiro para parentes na Bósnia e Herzegovina.
A mulher de 49 anos se declarou culpada perante o juiz, mas explicou que só saiu de casa porque sua neta estava doente e sua família precisava do dinheiro para comprar remédios.
Segundo a ORF, o juiz justificou a sentença como um aviso “a alguns da população” que tendem a não cumprir as medidas ordenadas pelas autoridades para combater a pandemia da Covid-19.
É a primeira vez que a Justiça austríaca considera uma pessoa culpada por ignorar a quarentena ordenada após infecção pelo novo coronavírus.
A Áustria é um dos países na Europa que até o momento melhor administrou a pandemia, com aproximadamente 20 mil infecções e 700 mortes.
*Com informações da agência EFE
Apesar das boas notícias sobre os resultados das candidatas à vacina contra a Covid-19, o diretor do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou ontem, 22, que é preciso se manter realista quanto aos prazos. Segundo ele, a estimativa é que uma imunização não esteja pronta até o início de 2021.
No entanto, Ryan ressaltou que um sinal positivo é que todas as vacinas que passaram pelas fases 1 e 2 foram aprovadas para prosseguir à fase 3, em termos de segurança e capacidade de gerar resposta do sistema imunológico
. Ele explicou que, nos testes na fase 3, que se iniciaram recentemente para cerca de cinco vacinas, o imunizante é administrado em milhares de pessoas, e então observa-se se elas ficam realmente protegidas do vírus circulante. As imunizações desenvolvidas pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, e pelo laboratório chinês Sinovac estão nesta etapa.
Apesar dos resultados preliminares positivos, o diretor de emergências ressaltou que certas precauções são imprescindíveis antes de administrar a vacina na população. Outro aspecto que Ryan levantou foi a taxa de efetividade da imunização, já que não é possível proteger 100% das pessoas. “Precisamos ser realistas.”, disse.
A história de um palestino que escalou a parede por dias em um hospital para acompanhar a mãe internada com coronavírus ganhou o mundo após imagens em que ele aparece sentado na janela do centro médico viralizarem na internet.
Devido ao risco de contaminação, Jihad Al-Suwaiti, 30, ficou impossibilitado de visitar a mãe, Rasmi Suwaiti, 73, no Hospital de Hebron, na Cisjordânia. Ela tem leucemia e recebeu diagnóstico de Covid-19.
Para resolver a situação, Al-Suwaiti passou a escalar a fachada do hospital e, assim, visitar a mãe por meio da janela do segundo andar.
Imagens do canal AJ+, da rede Al Jazeeera, mostram o palestino escalando as paredes, sentando na beira da janela e observando o interior do hospital. Segundo o veículo, Rasmi não resistiu e morreu.
O jornal britânico The Mirror ouviu funcionários do hospital e afirmou que Al-Suwaiti foi instruído a não subir mais pelos canos do lado de fora.
De acordo com a publicação, o palestino acompanhou a mãe pela janela durante os cinco dias em que ela esteve internada e só descia quando tinha certeza de que ela estava dormindo.
A Palestina registra, até agora, 9.228 casos confirmados do novo coronavírus e 64 mortes, segundo dados compilados pela universidade americana Johns Hopkins.
*Folhapress
O Partido Comunista Chinês tem ameaçado cortar os benefícios de moradores cristãos do país caso eles não abandonem a sua fé. De acordo com denúncia feita pela revista eletrônica Bitter Winter, eles são obrigados a trocar cruzes e qualquer outro símbolo religioso por fotos dos presidentes Mao Tsé-Tung e Xi Jinping.
Pleno News
Cuba tem se destacado no combate à pandemia do novo coronavírus. O país da América Central vem utilizando doses baixas de hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 ainda no estágio inicial. Os moradores do país também têm seguido as medidas de controle estabelecidas pelo sistema de saúde estatal.
Além da hidroxicloroquina, outros cinco medicamentos estão sendo usados no tratamento contra o novo coronavírus. Alguns deles foram usados no tratamento da dengue e do câncer.
Com isso, pela primeira vez em 130 dias, Cuba anunciou ontem (19) que não há novos casos domésticos de covid-19, à medida que a maior parte do país passou para a fase final visando à retomada de atividades, com uso de máscaras e distanciamento social.
O chefe de epidemiologia do Ministério da Saúde Pública, que atualizou o país diariamente sobre a pandemia, tirou a máscara durante a transmissão nacional para dar a boa notícia. No último sábado (18), ele fez o mesmo, relatando apenas um único caso doméstico em Havana.
Apenas alguns casos de covid-19 foram relatados em Cuba na última semana, todos em Havana. A maior parte da ilha do Caribe, onde vivem 11,2 milhões de habitantes, está livre da doença há mais de um mês.
O distanciamento social e o uso de máscaras permanecem obrigatórios na maioria das circunstâncias.
Hackers com apoio do governo da Rússia estão tentando roubar pesquisa de vacina contra a Covid-19 de universidades e farmacêuticas de outros países, de acordo com um comunicado do Centro de Cyber Segurança do Reino Unido desta quinta-feira (16).
Uma declaração conjunta de três países, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, atribui os ataques ao grupo APT29, conhecido como “Cozy Bear” (urso confortável, em tradução livre), que, disseram eles, quase certamente operam como parte dos serviços de inteligência da Rússia.
G1
Um grupo de cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, observou que as chances de um paciente sobreviver à forma grave do novo coronavírus aumentou desde o início da pandemia. A constatação foi feita após os pesquisadores descobrirem que a proporção de mortes pela Covid-19 em unidades de terapia intensiva (UTI) caiu quase um terço desde março.
A revisão, que foi publicada na revista Anesthesia, considerou 24 estudos com 10.150 pacientes de UTI na Europa, Ásia e América do Norte. A taxa de mortalidade nestes locais caiu de 59,5%, no fim de março, para 41,6% no final de maio.
A razão para a redução, segundo os pesquisadores, é o aumento do conhecimento médico sobre a doença obtido nos últimos meses. O uso de analgésicos e antibióticos para aliviar sintomas da doença, o momento ideal para o uso da ventilação, e a introdução de alguns medicamentos no tratamento de pacientes críticos da patologia foram elencados como fatores de queda.
Rio de Janeiro – Com atrasos de mais de três meses para entrega em relação ao prazo inicial, gastos exorbitantes, e acusações de desvios de verbas públicas, a saga dos hospitais de campanha do Rio de Janeiro parece estar longe do fim e o novo capítulo foi marcado pela alegação de uma das responsáveis pelas ações da pandemia de que os centros médicos não são mais necessários.
Quando os primeiros casos da doença foram registrados no Rio de Janeiro, em março, a promessa do governo era de que sete hospitais de campanha seriam entregues até o dia 30 de abril. Entretanto, atualmente apenas dois funcionam: o do Maracanã e o de São Gonçalo.
Para defender o governo, Flávia declarou que o projeto inicial se justificava, já vez que as projeções de internações no começo da pandemia indicavam a necessidade de abertura de uma grande quantidade de leitos. A gestão responsável pelos cálculos, porém, é a mesma que se vê envolvida atualmente em um forte escândalo de corrupção, que resultou até na prisão do ex-secretário Edmar Santos.
Flávia Barbosa assumiu o cargo de secretária Extraordinária de Acompanhamento das Ações Governamentais Integradas da Covid-19 no dia 3 de junho, a convite do ex-secretário da Saúde, Fernando Ferry, que passou pouco mais de um mês à frente da pasta da Saúde. A única condição imposta pela médica foi ficar de fora da ordenança de despesas.
Fonte: site Pleno News
Nesta quarta-feira (15) o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, anunciou que a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) irá investigar a contratação de médicos cubanos enviados ao Brasil.
Os Estados Unidos haviam ameaçado que só manteriam seu aporte financeiro à Opas, o equivalente a mais da metade do orçamento da organização, quando uma comissão independente fosse criada para avaliar o programa de envio de médicos cubanos.
“O governo dos Estados Unidos comemora a decisão da Opas de iniciar uma investigação independente para revisar seu papel no programa Mais Médicos”, informou Pompeo.
Em abril, a diretora da Opas, Clarissa Etienne, revelou à imprensa que cerca de 60% do financiamento da organização é oriunda dos Estados Unidos, um aporte que classificou de “fundamental”.
A AFP enviou um pedido à Opas para confirmar o início da investigação.
Mais de 8.000 médicos cubanos participaram de 2013 a 2018 do “Mais Médicos”, um programa criado para atender regiões pobres e zonas rurais do Brasil, em convênio com a Opas.
A venda de serviços médicos é a principal fonte de renda de Cuba, que em 2018 recebeu 6,3 bilhões de dólares por missões em todo mundo, segundo números oficiais.
Em meados de junho, Pompeo exigiu da Opas, o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prestasse contas por “explorar” médicos cubanos no Brasil.
A Opas “precisa explicar como chegou a enviar 1,3 bilhão de dólares ao assassino regime de (Fidel) Castro” e “por que não buscou a aprovação do Comitê Executivo para participar deste programa”, criticou na época Pompe.
AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (13) que assinou um decreto para encerrar o tratamento econômico e comercial especial concedido a Hong Kong, além de uma lei com a qual aplicará novas sanções à China por ter “extinguido a liberdade” da região.
– Assinei um decreto que põe fim ao tratamento especial dos EUA a Hong Kong. Agora, será tratada igual à China continental, inclusive na imposição de sanções – disse Trump em entrevista coletiva na Casa Branca.
A medida faz parte das represálias dos EUA à aprovação da polêmica lei de segurança nacional da China sobre Hong Kong. De acordo com Trump, “muita gente vai abandonar” a região por causa decisão e os Estados Unidos “terão mais volume de negócios porque acabam de perder um grande competidor”.
*Com informações da agência EFE
O pequeno Bridger Walker, de apenas 6 anos, se tornou um herói conhecido no mundo inteiro após ter sua história compartilhada nas redes sociais pela tia, Nicole Walker. Segundo ela, o garoto se jogou na frente de um cão raivoso para salvar a irmã mais nova, o que o fez ficar com o rosto desfigurado e levar cerca de 90 pontos na face.
Nicole contou que a cirurgia foi necessária em razão dos machucados feitos pelo cachorro com várias mordidas no rosto e na cabeça de Bridger. De acordo com a tia, o jovem não hesitou em se lançar para salvar a irmã.
A tia, que classificou o pequeno sobrinho como um herói, disse que ele já deixou o hospital onde foi internado para realizar os procedimentos necessários para tratar os ferimentos na face e que está em casa em recuperação.