O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu acionar a Justiça para tentar reaver sua conta do Twitter. Nesta sexta-feira (1º), o empresário entrou com uma liminar exigindo que a rede social devolva seu perfil na plataforma. Em seu pedido, Trump afirma que o Twitter cancelou sua conta em janeiro devido a uma “pressão” de rivais políticos no Congresso. Ele pretende obter o acesso temporário ao seu perfil enquanto a Justiça não decide sobre um retorno permanente, o que levará mais tempo.
Em sua solicitação, o ex-presidente apontou que o Twitter possui um grande controle sobre o debate político nos EUA, o que é “incomensurável, historicamente sem precedentes e profundamente perigoso para abrir o debate democrático”.
A ação de Trump foi apresentada a um tribunal da Flórida, estado em que reside.
A rede social decidiu banir Trump da plataforma afirmando que suas mensagens que inflamaram seus apoiadores e a defesa de pautas conservadoras violavam as políticas da plataforma. Na ocasião, o perfil do ex-presidente dos EUA contava com mais de 88 milhões de seguidores.
A emissão de gases tóxicos no resfriamento do magma preocupa autoridades espanholas, que declarou a área atingida como zona de desastre
Foto: reprodução CNN Brasil
A lava do vulcão Cumbre Vieja atingiu o mar na terça-feira, nono dia da erupção. A maior preocupação das autoridades das Ilhas Canárias, vinculadas ao governo espanhol, é com a emissão de gases tóxicos. As substâncias são emitidas em reação química provocada no encontro do magma superquente com a temperatura do oceano.
Mais cedo, a Espanha, declarou a área atingida pelo vulcão como uma zona de desastre. A decisão vai liberar verba para a reconstrução e ajuda aos moradores que tiveram prejuízos causados pela lava. O primeiro pacote será de 10,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 66 milhões).
A lava do Cumbre Vieja já destruiu quase 600 imóveis, entre casas, igrejas e escolas, além de ter arrastado plantações. Milhares de pessoas foram retiradas das áreas de risco. O vulcão é o mesmo que, segundo informações iniciais, poderia provocar um tsunami capaz de chegar ao litoral do nordeste brasileiro.
O russo Vladimir Putin, o polonês Andrzej Duda e o austríaco Alexander van der Bellen também são adeptos do hábito
Vladimir Putin comendo ao ar livre Foto: Reprodução
Boa parte da imprensa e críticos do governo não “perdoaram” o fato de o presidente Jair Bolsonaro ter comido pizza junto a seus ministros numa calçada em Nova Iorque, na última semana. A opinião pública se dividiu entre os que apontaram o episódio como “vexame” de Bolsonaro – por não ter se vacinado contra a Covid-19 e, por isso, não poder entrar em estabelecimentos – e os que defenderam o episódio como um reflexo do jeito simples do presidente brasileiro.
O presidente da Polônia, Andrzej Duda, no dia seguinte também comeu pizza numa calçada, após a repercussão do gesto de Bolsonaro. Na mesma semana, o presidente da Áustria, Alexander van der Bellen, foi visto comendo com sua comitiva nas ruas de Nova Iorque, em frente a uma loja de cachorro-quente característica dos Estados Unidos.
Alexander van der Bellen faz um lanche nas ruas de NY Foto: Reprodução/Twitter
Neste domingo (26), a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) compartilhou um vídeo em que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, aparece ao lado de assessores comprando um lanche na rua e comendo em pé, ali mesmo.
– O nosso presidente lançou moda entre os presidentes na ONU. Agora todo mundo quer comer em pé na rua. Até o Putin imitou @jairbolsonaro – brincou a parlamentar.
As imagens de Putin são anteriores as de Bolsonaro. No entanto, não há críticas à atitude do presidente russo.
To Para analistas, apenas uma coisa é certa: quem assumir o controle terá que administrar a recuperação contínua da pandemia do coronavírus
Foto: Michael Lucan/Wikipédia
Angela Merkel está prestes a deixar o cargo de chanceler da Alemanhaapós 16 anos, marcando o início de uma nova era para a maior economia da Europa.
Os resultados da eleição de domingo são difíceis de prever, e a formação de um governo pode levar semanas ou meses para acontecer. Mas quando a poeira baixar, as pesquisas indicam que o novo chanceler pode ser Olaf Scholz, do Partido Social-Democrata, de esquerda, que conduziu a economia da Alemanha durante a pandemia como ministro das finanças em uma coalizão com Merkel.
Enquanto isso, os verdes podem mais do que dobrar seu número de assentos no parlamento.
O partido de Scholz e os Verdes poderiam fazer parceria com o Partido Democrático Liberal, pró-negócios, ganhando poder o suficiente para mudar a agenda econômica do país para a esquerda. A tributação e os gastos podem aumentar à medida que os líderes políticos dobram a digitalização e a política climática, enquanto a cautela sobre o aumento da dívida governamental pode ficar em segundo plano.
“Verdes e liberais em uma coalizão trariam as forças inovadoras mais frescas que tivemos em um governo alemão”, disse Carsten Brzeski, chefe global de pesquisa macro do ING.
Gaste mais, se preocupe depois?
Os bancos globais dizem que o resultado final da disputa pós-eleitoral entre os partidos está longe de ser certo, enquanto aconselham os investidores a se prepararem para dois resultados potenciais: uma coalizão do partido socialista, Partido Verde e Partido Democrático Liberal, ou uma vitória estreita do centro-direita de Merkel com a União Democrática Cristã, liderada por Armin Laschet, que provavelmente também precisaria se unir aos Verdes e ao Partido Democrático Liberal.
A primeira opção marcaria um movimento para a esquerda, mas seria menos dramática do que uma aliança entre o SPD, os verdes e o esquerdista Die Linke. Esse resultado, que poderia produzir esforços muito mais ambiciosos para redistribuir a riqueza e arrecadar impostos, foi minimizado pelos analistas e provavelmente pegaria os investidores de surpresa.
Qualquer combinação que assumir o controle terá que administrar a recuperação contínua da pandemia do coronavírus. A economia da Alemanha deve crescer 2,9% neste ano e 4,6% no próximo, após contrair 4,9% em 2020, de acordo com as últimas projeções da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
No entanto, dados recentes indicam que o ritmo pode estar diminuindo. O índice Ifo, que acompanha o clima de negócios do país, caiu pelo terceiro mês consecutivo em setembro, de acordo com dados divulgados na sexta-feira (24). O crescimento mais lento na China, as cadeias de suprimentos complicadas e os preços de gás em alta podem cobrar o seu preço no fim das contas.
Essa retração pode aumentar a pressão sobre os novos líderes do país para que as regras fiscais notoriamente rígidas da Alemanha sejam descartadas para que possam continuar gastando na economia doméstica.
O país consagrou o chamado “freio da dívida” na constituição em 2009, limitando severamente os empréstimos públicos após a crise financeira, com poucas exceções. Por causa da pandemia, as regras da dívida foram suspensas até 2023. Isso permitiu que os empréstimos alemães aumentassem, com a relação dívida/PIB do país subindo acentuadamente para 70% em 2020.
Embora essa proporção seja insignificante em comparação com os Estados Unidos, onde a dívida agora deve exceder o PIB anual, os partidos de centro da Alemanha estão ansiosos para colocar as finanças públicas do país de volta sob controle. Os verdes, por sua vez, querem uma flexibilização mais permanente das regras da dívida.
Os estrategistas do UBS, Dean Turner e Maximilian Kunkel, acreditam que o freio da dívida — que se tornou um princípio fundamental do conservadorismo fiscal alemão — provavelmente permanecerá em vigor, já que derrubá-lo exigiria uma maioria de dois terços no parlamento.
Ainda assim, eles esperam que os novos líderes da Alemanha encontrem outras maneiras de aumentar os gastos para enfrentar a crise climática, uma questão que ganhou ainda maior destaque depois que inundações devastadoras atingiram o país em julho.
“A única área comum de acordo para todas as partes é a necessidade de enfrentar a mudança climática”, escreveram Turner e Kunkel em uma nota de pesquisa recente. Qualquer que seja a coalizão que surja, ela fará o investimento verde crescer.
Lidando com a crise climática
Brzeski espera que a nova coalizão governista, independentemente de sua composição, crie um veículo especial de investimento para contornar o freio da dívida, permitindo que o dinheiro flua para iniciativas verdes.
Com um governo de coalizão mais liberal, entretanto, alguns cronogramas poderiam ser antecipados.
“[Os verdes] provavelmente pressionariam por uma aceleração da transição verde da economia alemã como uma pré-condição para entrar no governo”, disse o Goldman Sachs em nota recente a clientes.
O Partido Verde pediu um corte de 70% nas emissões de gases de efeito estufa em relação aos níveis de 1990 até 2030, em comparação com a meta atual do governo de 65%. Ele também quer as usinas a carvão fechadas até o final desta década, em vez de 2038, e que os novos carros também estejam livres de emissões nessa altura.
Isso poderia criar um confronto com as empresas mais poderosas da Alemanha. Em sua última atualização de estratégia, a Volkswagen (VLKAF) disse que queria que 50% das vendas viessem de carros elétricos até 2030, aumentando para quase 100% em 2040.
O quanto o estado deve intervir pode gerar atrito entre os membros da coalizão.
“A maior polêmica será: como você muda o comportamento das pessoas?”, disse Brzeski. “Você faz isso por incentivos e educando as pessoas, ou você faz isso [aumentando] os preços e custos?”
Um governo de tendência esquerdista na Alemanha também poderia levar a um aumento dos impostos para os alemães mais ricos, com o SPD propondo um novo imposto sobre a riqueza para os super ricos.
Mas os bancos estão enfatizando que ainda não está muito claro como a eleição vai se desenrolar — e a CDU mais conservadora ainda pode prevalecer, mantendo a Alemanha mais firme em seu atual caminho fiscal e econômico.
A exibição é um sinal de que o grupo adotará mutilações e execuções contra o crime
Talibã tomou o poder no Afeganistão Foto: EFE/EPA/STRINGER
As autoridades do Talibã na cidade de Herat, no oeste do Afeganistão, mataram quatro sequestradores e penduraram seus corpos em público para dissuadir a criminalidade, afirmou neste sábado (26) um funcionário do governo local. A exibição é um sinal de que o grupo radical islâmico adotará medidas semelhantes às que tiveram em seu governo anterior, de 1996 a 2001.
Sher Ahmad Ammar, vice-governador da Província de Herat, explicou que os homens sequestraram um empresário local e seu filho e pretendiam tirá-los da cidade, quando foram vistos por patrulhas que montaram postos de controle na cidade. Após uma troca de tiros, todos os quatro foram mortos, e um soldado do Taleban ficou ferido.
– Seus corpos foram levados para a praça principal de Herat e pendurados na cidade como uma lição para outros sequestradores – afirmou Ammar. As duas vítimas do sequestro foram libertadas sem ferimentos, segundo o vice-governador.
O morador de Herat Mohamed Nazir disse que estava comprando comida perto da Praça Mostofiat quando ouviu um anúncio em um alto-falante chamando a atenção das pessoas.
– Quando dei um passo à frente, vi que eles trouxeram um corpo em uma caminhonete. Depois o penduraram em um guindaste – disse.
Uma multidão acompanhou os combatentes armados do Talibã se reunirem ao redor do veículo. Imagens de um cadáver ensanguentado balançando no guindaste foram compartilhadas nas redes sociais, mostrando uma nota pregada no peito do homem dizendo: “Esse é o castigo por sequestro”. Postagens nas redes sociais disseram que mais três cadáveres foram pendurados em outras partes da cidade.
Em entrevista à Associated Press, publicada na semana passada, uma importante figura e um dos fundadores do Talibã, o mulá Nooruddin Turabi, disse que o grupo restauraria punições islâmicas, como amputações e execuções, para dissuadir criminosos.
Turabi minimizou a indignação com as execuções promovidas pelo Talibã no passado, às vezes realizadas diante de multidões em estádios, e alertou contra a interferência externa no Afeganistão.
– Todos nos criticavam pelas punições no estádio (nacional de futebol, em Cabul), mas nós nunca dissemos nada sobre as leis dos outros países e suas punições. Nós vamos fazer nossas leis a partir do Alcorão. Por isso, cortar mãos é muito necessário para a segurança.
Apesar da condenação internacional, o Talibã disse que continuará a impor punições rápidas e severas aos infratores para impedir crimes, como roubo, assassinato e sequestro, que se aumentaram no Afeganistão.
Os americanos, que condenaram os comentários de Turabi sobre punições e execuções, afirmaram que qualquer reconhecimento do governo liderado pelo Talibã em Cabul, que substituiu a administração apoiada pelo Ocidente, que entrou em colapso no mês passado, dependeria do respeito aos direitos humanos.
De acordo com a agência de notícias oficial Bakhtar, oito sequestradores também foram presos em um incidente separado na Província de Uruzgan, no sudoeste do Afeganistão.
ATAQUE Pelo menos um combatente do Talibã morreu e outras sete pessoas ficaram feridas neste sábado após uma nova explosão ocorrida na cidade de Jalalabad, que já foi palco de vários ataques nas últimas semanas.
O atentado ocorreu pela manhã no centro da cidade, capital da Província de Nangarhar, quando um artefato explosivo detonou durante a passagem de um veículo das forças de segurança do Talibã.
A cidade de Jalalabad tem sido palco de várias explosões e ataques armados nos últimos dias, a maioria deles reivindicada pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que deixou vários mortos, muitos deles membros do Talibã.
Esses são os primeiros ataques ocorridos no país desde que o Talibã assumiu o controle do Afeganistão, em meados de agosto, pouco antes da retirada total das tropas americanas.
A região de Nangarhar continua sendo a principal área de operações do EI no Afeganistão, desde que o grupo se estabeleceu no país, em 2015. Nos últimos anos, houve inúmeros confrontos entre seus combatentes, o Talibã e as tropas afegãs e estrangeiras.
Apesar da forte oposição, o Estado Islâmico mantém sua presença em áreas remotas de Nangarhar e agora se tornou a principal ameaça contra o Talibã, podendo realizar ataques como a explosão de 26 de agosto no aeroporto de Cabul, que deixou pelo menos 170 mortos.
O jogador do Paris Saint-Germain Neymar Jr., conhecido por propagar sua fé cristã e fazer alguns comentários sobre política brasileira, receberá cerca de R$ 40 milhões do clube francês para não se manifestar publicamente sobre assuntos políticos ou religiosos. O chamado “bônus de ética” é comum na França e tem como objetivo “não desagradar” os torcedores.
Uma das cláusulas do contrato entre o brasileiro e o clube francês proíbe a “propaganda política ou religiosa que possa prejudicar a imagem e a unidade do clube”. O bônus de ética inclui ainda obrigações como “cortesia, gentileza e disponibilidade para com a torcida, incluindo principalmente o dever de cumprimentar e agradecer a torcida antes e depois de cada partida” e “comportamento exemplar para com patrocinadores ou rivais, árbitros e delegados, pontualidade e assiduidade em todos os treinos, proibição de apostas em competições em que o clube participa ou mesmo respeito pelos meios de comunicação”.
Para tanto, o PSG irá pagar cerca de 542 mil euros brutos por mês, o que dá uma média 6,5 milhões de euros por ano (R$ 40 milhões).
A cláusula também exige que o jogador se abstenha de criticar o próprio clube, além de apresentar “comportamento exemplar, especialmente em campo” – o que muitas vezes não acaba acontecendo com Neymar, que também é famoso pela pouca paciência no gramado.
Os termos do contrato foram revelados pelo jornalista Esteban Urreiztieta, em reportagem para o jornal espanhol El Mundo. O repórter informou que tanto Neymar quanto seus colegas de equipe estão impedidos de fazer “qualquer comentário público adverso sobre as opções táticas da equipe, ou comentários públicos negativos sobre o clube, quem trabalha nele e quem o apoia”.
O presidente Jair Bolsonaro decidiu desmarcar uma entrevista que daria ao ONU News, site de notícias da Organização das Nações Unidas. A entrevista estava marcada para ocorrer logo após o discurso dele na abertura da Assembleia Geral da entidade nesta terça-feira (21), mas Bolsonaro deixou o prédio pouco depois de falar. A informação foi dada pelo jornal Folha de S.Paulo.
Em seu discurso, Bolsonaro rebateu críticas à Amazônia, defendeu o tratamento precoce contra a Covid-19, falou sobre a questão das vacinas, reforçou sua crença em Deus e na família e tratou de outros temas atuais.
O presidente Jair Bolsonaro discursou na abertura oficial da 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, nesta terça-feira (21), que acontece em Nova Iorque, nos Estados Unidos. – O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição, valoriza a família e deve lealdade ao seu povo. Isso é muito. É uma sólida base, se levarmos em conta que estávamos à beira do socialismo – disse Bolsonaro no início do seu discurso.
O líder brasileiro também falou sobre os esforços em tornar o Brasil um polo de investimentos atraente aos estrangeiros e sobre a política de preservação ambiental do Brasil, que, segundo ele, deveria servir de “exemplo para o mundo”. E Bolsonaro convidou os líderes mundiais a visitar a Amazônia.
Bolsonaro lamentou as mortes causadas pela Covid-19 e citou o trabalho do governo durante a pandemia.
– Sempre defendi combater o vírus e o desemprego de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial nos gêneros alimentícios, no mundo todo – disse.
Ele também reclamou da obrigatoriedade da vacinação.
– Apoiamos a vacinação. Contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada à vacina. Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina – afirmou.
Antes do discurso de Bolsonaro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu a necessidade de “um plano global de vacinas”. Guterres pregou que os países mais ricos devem ajudar e financiar o envio de vacinas a países mais pobres.
Bolsonaro chegou ao encontro de líderes acompanhado pela primeira-dama, Michele Bolsonaro, e por seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), além da companhia de ministros de Estado, como Marcelo Queiroga (Saúde), Augusto Heleno (GSI) e Anderson Torres (Justiça).
O jornalista Guga Chacra, declaradamente crítico de Jair Bolsonaro, procurou demonstrar coerência nas redes sociais na noite deste domingo (19). Ao aparecer comendo pizza com ministros em uma calçada de Nova Iorque, o chefe do Executivo virou alvo de internautas e veículos de imprensa, que atribuíram o gesto ao fato de que o presidente ainda não tomou a vacina contra a Covid-19.De acordo com regras nova-iorquinas, restaurantes da cidade exigem que os clientes comprovem que estão vacinados para terem acesso aos estabelecimentos. Para muitos, o gesto de Jair Bolsonaro em nada tem a ver com “simplicidade”, mas sim com “evitar regras”.
No entanto, Chacra, que é correspondente internacional da GloboNews e, por isso, mora há anos na cidade, elucidou em uma publicação que Bolsonaro poderia ser atendido em um restaurante com mesas externas, se quisesse.
– Não é necessário apresentar comprovante de vacinação para comer nas mesas externas dos restaurantes em NY. Apenas na parte interna. A imensa maioria têm mesas do lado de fora. Logo, Bolsonaro não seria impedido de comer no lado externo dos restaurantes. Foi à pizzaria por opção – escreveu o jornalista.