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Foto: Reprodução MOHAMMED SALEM / REUTERS

Israel promoveu um ataque aéreo na manhã deste domingo (16) sobre a Faixa de Gaza e causou a morte de 42 palestinos, entre eles 10 crianças. Este foi o sétimo dia do confronto entre Israel e o Hamas, grupo islâmico que controla o território. Os combatentes do Hamas revidaram com foguetes, conforme informações do Globo e Agência Reuters.

Em seguidos ataques aéreos na manhã deste domingo (16), os militares israelenses disseram que atingiram a casa de Yehya Al-Sinwar, no sul da cidade de Gaza. Sinwar, que foi libertado de uma prisão israelense em 2011, dirige as alas políticas e militares do Hamas em Gaza.

Os ataques antes do amanhecer ocorreram em casas no centro da Cidade de Gaza, disseram autoridades de saúde do território. Com isso, o número de mortos em Gaza subiu para 188, incluindo 55 crianças, desde o início dos confrontos, na última segunda-feira (10). Em Israel, 10 pessoas, incluindo duas crianças, foram mortas em ataques com foguetes do Hamas e outros grupos armados de Gaza, como a Jihad Islâmica.

Militares israelenses disseram que as mortes de civis neste domingo não foram intencionais, e que o alvo era um trecho do sistema de túneis do Hamas, que colapsou causando também a destruição de casas e prédios.

O Conselho de Segurança da ONU está reunido neste domingo para discutir o conflito entre Israel e o Hamas, mas, em um pronunciamento na TV neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que, apesar de tentantivas diplomáticas externas, o fim da pior explosão de violência entre israelenses e palestinos desde 2014, quando Israel invadiu Gaza, não é iminente.

Informações: Metro1


Foto: Reprodução

Ainda um mistério, a verdadeira origem do vírus da Covid-19 divide opiniões. No entanto, novas evidência reforçam a teoria inicial de que o coronavírus do tipo Sars-Cov-2 foi criado em um laboratório em Wuhan, na China – possibilidade esta que já havia sido exposta pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

O comentarista do programa Pânico, da rádio Jovem Pan, Paulo Figueiredo, esmiuçou o que tem sido relatado por diversos veículos norte-americanos, como a Fox News, Washington Post, New York Times e outros.

Figueiredo começou explicando sobre o recente artigo de um famoso editor de Ciências de jornais renomados.

O veterano editor da área científica do New York Post, que também já passou pelas revistas Science e Nature, Nicholas Wade, publicou um artigo no jornal Washington Post afirmando que há pouquíssimas dúvidas de que o vírus da Covid-19 realmente tenha surgido em um laboratório de Wuhan, província China.

No artigo, Wade expõe as ‘coincidências’ da pandemia que levam a crer que há uma espécie de conspiração global entre líderes, países, empresas e até a própria Organização Mundial da Saúde com o único interesse de esconder a verdadeira origem do vírus.

Uma das evidências é a de que há um laboratório em Wuhan que, antes da pandemia, fazia pesquisas sobre o coronavírus. Ao contrário do que foi informado na época, os primeiros infectados com a Covid-19 não estavam em um mercado em Wuhan consumindo sopa que tinha o morcego como ingrediente. Os primeiros infectados teriam sido trabalhadores do laboratório que conduzia pesquisas sobre o coronavírus – informação que os Estados Unidos já haviam divulgado no início da pandemia.

Informações: Pleno News


Estudo realizado na capital do país contradiz conclusões da OMS

Cidade do México diz que ivermectina reduziu internações Foto: EFE/Sáshenka Gutiérrez

A prefeitura da Cidade do México informou nesta sexta-feira (14) que, de acordo com um estudo no qual foi analisado o uso de ivermectina em pessoas com Covid-19, houve uma redução de 52% a 76% na probabilidade de internações.

Em entrevista coletiva, a prefeita da capital do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que um grupo médico do Instituto Mexicano de Seguridade Social (IMSS) e da secretaria de Saúde da capital se reuniu em janeiro deste ano com especialistas médicos nacionais e internacionais que administravam ivermectina e ácido acetilsalicílico aos pacientes com a doença transmitida pelo novo coronavírus.

Após detectar que “praticamente não havia efeitos colaterais, foi decidido incluir estes medicamentos no kit médico” distribuído pelo governo da capital a pacientes com Covid-19, além de fornecer acompanhamento médico especializado.

Já o chefe da Agência Digital de Inovação Pública da capital mexicana, José Merino, explicou também na coletiva que, através de mais de 220 mil observações em pessoas, foi detectada uma redução na probabilidade de hospitalização de 52% a 76% para as pessoas que receberam o kit com os medicamentos.

OMS REJEITA FÁRMACO
Em relação ao uso do medicamento, em 31 de março a Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionou contra o uso de ivermectina em pacientes que sofrem de Covid-19, independentemente da gravidade dos sintomas que eles desenvolvem e de sua duração.

Em uma diretriz sobre o tratamento de pessoas com Covid-19, a OMS disse que a ivermectina só deveria ser utilizada no contexto de ensaios clínicos.

– A recomendação de usar um medicamento somente no contexto de um ensaio clínico é apropriada quando há poucas evidências para proporcionar certeza – alegou a organização.

O governo da capital mexicana também anunciou que em breve informará sobre os resultados de um estudo realizado pela secretaria da Saúde da cidade com a aplicação do medicamento remdesivir que mostram um impacto na redução da mortalidade.

Pleno News com informações da agência EFE


Foto: Reuters

Passa a vigorar hoje (15) a nova política de dados do WhatsApp. O aplicativo passará a compartilhar informações de contas de negócios (a modalidade WhatsApp Business) com o Facebook, plataforma central da empresa de mesmo nome que controla o app de mensagem.

A mudança ocorre sob protestos de órgãos reguladores brasileiros. Na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) e o Ministério Público Federal (MPF) emitiram recomendações apontando problemas nas novas políticas.

No documento conjunto, os órgãos avaliam que as mudanças podem trazer riscos à proteção de dados dos usuários do aplicativo, além de impactar negativamente nas relações de consumo estabelecidas entre os usuários e a empresa. No âmbito concorrencial, as novas regras podem impactar negativamente a competição no mercado. Por isso, os órgãos solicitaram o adiamento do início da vigência das normas.

Nesta sexta-feira (14) o Cade divulgou nota na qual diz que o WhatsApp “se comprometeu a colaborar” com os órgãos reguladores que enviaram a recomendação. No prazo de três meses a partir de hoje as autoridades farão novas análises e questionamentos à empresa, que manifestou disposição em dialogar.

“No documento enviado às autoridades, o WhatsApp informa que não encerrará nenhuma conta, e que nenhum usuário no Brasil perderá acesso aos recursos do aplicativo nos 90 dias posteriores ao dia 15 de maio como resultado da entrada em vigor da nova política de privacidade e dos novos termos de serviço nesta data”, diz o texto.

Agência Brasil


Fumaça e chamas em Gaza durante ataque aéreo de Israel
Foto: Reuters/Ibraheem Abu Mustafa/Direitos Reservados

Israel assolou Gaza com fogo de artilharia e ataques aéreos nesta sexta-feira (13), visando túneis de militantes palestinos para tentar deter os ataques de foguete persistentes contra cidades israelenses.

Em uma ofensiva de 40 minutos antes do amanhecer, ao menos 13 palestinos foram mortos, incluindo uma mãe e seus três filhos, cujos corpos foram recuperados dos escombros de sua casa, disseram autoridades de saúde de Gaza.

A operação israelense incluiu 160 aeronaves, além de tanques e fogo de artilharia, fora da Cidade de Gaza, disse o coronel Jonathan Conricus, porta-voz dos militares de Israel.

As levas de foguetes palestinos contra o sul de Israel vieram na sequência no quinto dia dos combates mais intensos entre Israel e militantes de Gaza desde 2014.

Mais tarde, uma autoridade militar israelense disse que mais de 2 mil foguetes foram disparados de Gaza a Israel desde o início do conflito e que seu país destruiu vários quilômetros de túneis usados pelos militantes.

Pelo menos 126 pessoas foram mortas em Gaza desde segunda-feira  (10), incluindo 31 crianças e 20 mulheres, e 950 ficaram feridas, disseram autoridades médicas palestinas.

Entre os oito mortos em Israel estão um soldado que patrulhava a fronteira de Gaza e seis civis israelenses, incluindo duas crianças, segundo autoridades israelenses.

O Egito lidera os esforços internacionais para obter um cessar-fogo e impedir que o conflito se dissemine. Fontes de segurança disseram que nenhum dos lados parece receptivo até agora, mas uma autoridade palestina disse que as negociações se intensificaram nesta sexta-feira.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apelou por um cessar-fogo imediato.

“Os combates têm o potencial de desencadear uma crise humanitária e de segurança irrefreável e fomentar ainda mais o extremismo…”, disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.

O presidente francês, Emmanuel Macron, também pediu a volta da paz durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

O Hamas, grupo islâmico que comanda Gaza, disparou os ataques de foguete na segunda-feira para retaliar choques da polícia israelense com palestinos perto da mesquita de Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do islã, em Jerusalém Oriental.

Desde então, os episódios de violência se espalharam em cidades onde judeus e a minoria árabe de Israel convivem lado a lado. Também houve confrontos entre manifestantes palestinos e forças de segurança israelenses na Cisjordânia ocupada, onde autoridades de saúde disseram que 11 palestinos foram mortos nesta sexta-feira.

Informações Agência Brasil


Com a vitória o time a assumiu a liderança do Grupo B do campeonato.

Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia
Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia

Por Danilo Caritanni /Rotativo News

 Bahia derrotou o Guabirá (Bolívia) no jogo realizado na noite de quinta-feira (13), pela Sul-Americana. O tricolor venceu a partida por 1 a 0 e com a vitória, assume a liderança do grupo B no campeonato.

A partida foi realizada no estádio Gilberto Prada, em Montero. O atacante Gilberto, fez o gol que garantiu a vitória do time.

O Bahia entra em campo novamente pela Sul-Americana, quando enfrentará o Independiente (Argentina) fora de casa, na próxima terça-feira (18).


Foto: Marcelo Camargo

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (13) o uso em caráter emergencial de um novo coquetel de anticorpos para o tratamento de pacientes com covid-19. A área técnica e os diretores avaliaram que o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil, para casos em estágios iniciais traz benefícios, ainda que permaneçam algumas incertezas.

Os anticorpos objetivam neutralizar o vírus antes que ele entre na célula. Conforme análise dos técnicos da agência, eles têm potencial de eficácia maior quando empregados conjuntamente do que no uso individual.

De acordo com as equipes de análise da agência, quando utilizados juntos, os dois medicamentos podem reduzir em até 70% a incidência da covid-19. Tal eficácia se daria em pacientes que ainda não tenham evoluído para quadro grave e tenham alto risco de progressão.

O termo “alto risco” envolve pessoas com condições de saúde como idade avançada, obesidade, doença cardiovascular, diabetes mellitus tipos 1 e 2, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica ou imunossuprimidos.

A orientação é que a aplicação seja feita em hospitais, em razão da estrutura disponível e dos profissionais que realizam o procedimento. A Anvisa não indicou o uso em pacientes com quadros graves, situações em que o coquetel pode agravar o problema. Os remédios não poderão ser comercializados.

O uso emergencial foi autorizado por 12 meses. O tempo de espera para uso do coquetel, após aberto, não pode ser superior a 24 horas em ambiente refrigerado e sete horas em temperatura ambiente.

“Durante a emergência de saúde pública, a autorização emergencial é instrumento regulatório para fomentar tempestivamente opções terapêuticas mesmo em face de um produto em desenvolvimento clínico”, declarou a diretora Meiruze Freitas.

“A partir dos dados apresentados, os benefícios conhecidos e potenciais dos medicamentos quando utilizados em uso emergencial superam os seus riscos”, complementou o também diretor Alex Campos.

Agência Brasil


Foto: Reprodução

Países como o Brasil e Chile, que dependem das vacinas contra a Covid019 da China, podem ser vulneráveis ​​a futuras ondas da doença, alertaram os cientistas nesta segunda-feria (12).

Especialistas disseram que a crise crescente no Chile deveria enviar um aviso ao resto do mundo de que as vacinas chinesas, incluindo a CoronaVac, são muito fracas para impedir a propagação do vírus, mesmo com um programa de imunização bem-sucedido.

Pelo menos 53 países, contando o Brasil, encomendaram doses das vacinas chinesas. O fato de serem baratas e fáceis de armazenar as tornaram ideais para países que não possuem o equipamento especial para manter outros jabs em temperaturas ultra-baixas.

A autoridade de saúde da China reconheceram que a eficácia de suas vacinas não era ideal, em uma rara admissão pública no fim de semana. Gao Fu, diretor do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças, admitiu que “as taxas de proteção das vacinas existentes não são altas”.

O professor Ian Jones, virologista da Universidade de Reading, disseram que os números do Chile sugerem que as vacinas chinesas “não serão suficientes para impedir a circulação do vírus”.

Apesar de vacinar totalmente um quarto de sua população e receber uma dose única para 40%, o Chile viu sua taxa de infecção dobrar desde meados de fevereiro, passando de 177 casos diários por milhão para 372. Mais de 80% do país foi forçado a recuar para o confinamento.

O Chile está usando principalmente a vacina CoronaVac, fabricada pela gigante farmacêutica chinesa Sinovac, que um estudo da Universidade do Chile revelou ser apenas 3% eficaz após a primeira dose, aumentando para 56,5% duas semanas após a segunda. Outro estudo no Brasil descobriu que a eficácia pode ser tão baixa quanto 50%, o que apenas atende ao limite da Organização Mundial da Saúde para uma vacina aceitável.

Para efeito de comparação, as vacinas Pfizer e Moderna têm taxas de eficácia de 95% e 94%, respectivamente, enquanto a da AstraZeneca é de cerca de 79%. Testes com dezenas de milhares de pacientes que receberam as vacinas dos EUA e da Grã-Bretanha descobriram que eles interromperam até 100 por cento das hospitalizações e mortes, em comparação com os 84% do CoronaVac.

Outra vacina fabricada na China pela empresa farmacêutica estatal Sinopharm parece ligeiramente melhor do que a CoronaVac, com 73% contra doenças sintomáticas. No entanto, como a China se recusou a publicar dados robustos em um jornal médico, os especialistas não podem ter certeza de quão eficaz a vacina realmente é. Mas os comentários de Gao no fim de semana sugerem que mesmo as autoridades chinesas não estão confiantes na vacina.

Os cientistas temem que as vacinas chineses permitam que muitas pessoas escapem das fendas da imunidade, deixando uma proporção significativa da população vulnerável a adoecer gravemente com a doença. Mas eles admitiram que uma injeção acima de 50% de eficácia é melhor do que nada.

Informações PaiPee


Assassino agiu motivado por xenofobia contra asiáticos

Robert Aaron Long enfrentará pena de morte Foto: Reprodução

A promotora distrital americana Fani Willis, do Condado de Fulton, na Geórgia, disse nesta terça-feira (11) que o homem acusado de matar oito pessoas em spas e casas de massagem nos arredores de Atlanta tinha como alvo descendentes de asiáticos e cometeu crime de ódio. Ela informou que pedirá a pena de morte contra ele.

O suspeito, Robert Aaron Long, de 22 anos, que é branco, foi formalmente indiciado por acusações de assassinato nesta terça-feira pelas quatro mortes em duas casas de massagem em Atlanta, que abalaram os Estados Unidos em março em meio a uma onda de crimes de ódio anti-asiáticos.

Long já havia sido acusado de assassinato no Condado de Cherokee por outras quatro mortes em um spa, que atacou menos de uma hora antes de agir em Atlanta.

No processo, Willis disse que Long tinha como alvo as quatro vítimas em Atlanta, todas mulheres de ascendência asiática, por causa de sua raça, nacionalidade, sexo e gênero. A promotora não apresentou nenhuma nova evidência sobre a motivação de Long no processo e nem respondeu a um pedido de comentário.

A polícia disse depois dos ataques que Long afirmou aos investigadores que não tinha como alvo as vítimas por causa de sua raça. Em vez disso, ele alegou ter lutado contra o “vício em sexo”, disseram eles. A polícia de Atlanta disse que Long era um cliente das duas empresas de Atlanta, embora não tenham dito que ele ia lá para fazer sexo.

TERRORISMO DOMÉSTICO
Long também foi indiciado por uma acusação de terrorismo doméstico, sob a alegação de que ele pretendia “intimidar a população civil” da Geórgia.

Os crimes foram os primeiros ataque a tiros em grande escala em locais públicos em mais de um ano e alimentaram o medo em muitos americanos de origem asiática, que relatam cada vez mais serem alvos de ações como essa desde o início da pandemia do coronavírus.

Sem prejulgar o resultado da investigação, o presidente democrata, Joe Biden, considerou muito preocupante o aumento da violência contra os americanos de origem asiática desde o início da pandemia.

Todas as mulheres mortas em Atlanta eram funcionárias das empresas de massagem e todas haviam emigrado da Coreia. Elas foram identificadas como Soon Chung Park, de 74 anos; Suncha Kim, de 69; Yong Ae Yue, de 63; e Hyun Jung Grant, de 51.

Willis informou ter entrado com uma notificação no tribunal dizendo que ela buscará penalidades por crimes de ódio se Long for condenado por assassinato. De acordo com a lei da Geórgia, um promotor pode pedir a um júri para determinar se uma pessoa condenada por um crime subjacente também é culpada de um crime de ódio, que acarreta uma pena adicional.

*Estadão com AFP e Washington Post


Integrantes e simpatizantes do movimento islâmico celebraram o ataque nas ruas de Gaza

Hamas dispara dezenas de foguetes contra Tel Aviv e aciona alarmes antiaéreos Foto: Reprodução/Israel Defense Forces

O movimento islâmico Hamas disparou nesta terça-feira (11) 130 foguetes contra Tel Aviv, um dos principais núcleos urbanos de Israel, e o centro do país, fazendo soar os alarmes antiaéreos.

O Hamas já tinha ameaçado disparar contra a região caso algum ataque atingisse o conhecido edifício Hanide, de 14 andares, na cidade de Gaza, que foi bombardeado por aviões de combate nesta tarde.

Integrantes e simpatizantes do Hamas celebraram o ataque nas ruas de Gaza. A ofensiva a Tel Aviv, a 60 quilômetros de Gaza, vem depois de o Hamas já ter lançado sete foguetes em Jerusalém na segunda-feira (10), após protestos e motins entre palestinos e forças israelenses que serviram como gatilho para esta escalada da tensão, a mais agressiva dos últimos anos.

Até agora, a atual onda de violência resultou na morte de 28 palestinos do enclave e de duas mulheres em Israel.

De acordo com o Exército israelense, o Hamas e o grupo Jihad Islâmica lançaram pelo menos 630 foguetes contra Israel em pouco mais de 24 horas. Cerca de 200 foram interceptados pelo sistema antimíssil, enquanto 150 falharam e caíram dentro de Gaza.

Os alarmes não pararam de tocar desde ontem nas comunidades israelenses na divisa com a Faixa de Gaza, em alerta máximo. Por sua vez, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu nesta terça-feira que o Exército aumentará “a intensidade e quantidade” dos bombardeios de retaliação contra Gaza.

O Exército também mobilizou milhares de reservistas e se prepara para uma escalada. De acordo com a imprensa local, até agora nenhum dos mediadores que normalmente se comunicam entre Hamas e Israel foi capaz de amenizar a situação e não há uma saída iminente para este forte pico de violência.

Pleno News com informações da Agência EFE

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