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Repórter do New York Times revelou expectativa do ex-presidente

Ex-presidente Donald Trump estaria tentando retorno ao poder Foto: EFE/Peter Foley

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump tem afirmado a apoiadores que espera retornar ao poder na Casa Branca ainda em agosto deste ano, segundo a repórter Maggie Haberman, do New York Times.

Trump deixou a presidência dos EUA, no início do ano, em meio a acusações de que a vitória do democrata Joe Biden teria sido fraudada.

Segundo Haberman, ela obteve um vídeo feito por seguidores da teoria QAnon em que eles apoiam um golpe de Estado contra Biden. A QAnon é um grupo que acredita que existe uma poderosa elite infiltrada em todas as esferas do poder norte-americano que controla um rede tráfico sexual infantil e que manipulou as eleições de 2020 para que Trump não fosse reeleito.

– Trump tem dito a várias pessoas com quem está em contato que espera ser reintegrado em agosto – postou a repórter no Twitter, completando entre parênteses: “Não, não é assim que funciona, mas estou simplesmente compartilhando as informações”.

No último fim de semana, defensores da QAnon realizaram uma conferência em Dallas, no Texas.

O empresário Mike Lindel, fundador do MyPillow e anunciante da Fox News, chegou a dizer ao ex-estrategista-chefe da Casa Branca, Steve Bannon, que “Donald Trump estará de volta ao cargo em agosto”, após abrir um processo que confirmará as “evidências de fraude eleitoral” durante as eleições de 2020.

Outros apoiadores, incluindo membros do governo Trump, também indicaram a mesma possibilidade.

Informações Pleno News


Mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan
Foto: China News Service/ Global Times/ Reprodução

A Organização Mundial da Saúde conduziu uma investigação sobre as origens da pandemia e concluiu em um relatório que o risco de um acidente era “extremamente baixo”. O relatório disse que não houve “nenhum relato de doença respiratória compatível com Covid-19 durante as semanas / meses anteriores a dezembro de 2019, e nenhuma evidência sorológica de infecção em trabalhadores por meio de triagem de sorologia específica para SARS-CoV-2”.

O ecologista de doenças Peter Daszak, que trabalhou na equipe da OMS, disse ao correspondente médico-chefe da CNN, Dr. Sanjay Gupta, em fevereiro, que “ainda não há evidências de que isso tenha vindo de um laboratório”. Ele observou que os pesquisadores foram testados e não foram encontradas evidências de anticorpos de Covid-19, e disse que o laboratório estava “muito bem administrado”.

“Não é um descarte completo dessa hipótese”, disse Daszak. “É uma conclusão extremamente improvável e existem hipóteses muito mais prováveis por aí.”

Mas a investigação da OMS foi amplamente criticada pelos EUA, Reino Unido e outros governos por seu acesso limitado a “dados e amostras originais e completos”.

Membros do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, que há muito tempo investigam as origens da pandemia, receberam um dossiê confidencial sobre o assunto na semana passada, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto.

A fonte se recusou a dizer se o relatório de inteligência mencionando os pesquisadores hospitalizados foi discutido.

Funcionários da inteligência atuais e antigos dizem que a ideia de que o vírus foi acidentalmente liberado do laboratório de Wuhan é razoável, embora alertem que não há uma avaliação confiável sobre essa possibilidade.

Nos últimos dias do governo Trump, o ex-secretário de Estado Mike Pompeo se inclinou para a possibilidade de o vírus vazar do Instituto de Virologia de Wuhan, ou WIV. Apesar de a inteligência ser inconclusiva, Pompeo divulgou um informativo que dizia que os EUA tinham evidências de que os pesquisadores da WIV adoeceram no outono de 2019 com sintomas semelhantes aos da Covid-19 e que o laboratório, onde o coronavírus foi estudado em morcegos, tinha uma história da pesquisa militar.

Um dos desafios para concluir qualquer estudo é o acesso ao próprio laboratório. A China atrasou o acesso a investigadores internacionais por meses após o surto inicial, garantindo que o laboratório tivesse sido profundamente limpo antes que qualquer análise forense pudesse ser feita.

Os investigadores também não foram autorizados a visualizar registros de dados originais, que os cientistas dizem que seriam essenciais para a compreensão das origens do vírus.

Um caminho para encontrar uma resposta seria executar o sequenciamento genético nas amostras originais nas quais a equipe do laboratório de Wuhan estava trabalhando. Mas “os chineses nunca permitirão isso”, disse uma fonte próxima da equipe de inteligência.

“Minha convicção pessoal é que nunca saberemos a resposta para isso”, disse a fonte. “E a resposta não será descoberta pela CIA, porque isso sugeriria que os chineses também estão investigando”, mas não estão, segundo a fonte.

“Se a resposta existe, ela não será encontrada pelo serviço de inteligência tradicional”, acrescentou.

Informações: CNN Brasil


O Zhurong, que pesa 240 kg e tem seis instrumentos científicos

Missão Tianwen-1, Rover Marciano chinês.

Um rover chinês, controlado a distância, desceu a rampa de sua cápsula de pouso neste sábado (22) e entrou na superfície de Marte, tornando a China a primeira nação a orbitar, pousar e lançar um veículo terrestre em sua primeira missão no planeta vermelho.

Zhurong, batizado em homenagem ao mítico deus chinês do fogo, dirigiu pela superfície de Marte pela primeira vez às 10h40 no horário de Pequim (23h40 da sexta-feira (21) no horário de Brasília), de acordo com relato oficial da mídia social chinesa que acompanha as movimentações do rover.

A China se juntou aos Estados Unidos como a única nação a implantar veículos terrestres em Marte. A antiga União Soviética pousou uma nave em 1971, mas perdeu a comunicação segundos depois.

O Zhurong, que pesa 240 kg e tem seis instrumentos científicos, incluindo uma câmera de topografia de alta resolução, estudará a superfície do solo e a atmosfera do planeta vizinho. Alimentado por energia solar, Zhurong também irá procurar por sinais de vida antiga, incluindo qualquer água subterrânea e gelo, usando um radar de penetração no solo durante a missão exploratória que durará 90 dias na superfície marciana.

rover irá se mover lentamente, com intervalos. A expectativa é que em cada etapa cubra apenas 10 metros em três dias, de acordo com o jornal China Space News.

“O lento progresso do rover foi devido à compreensão limitada do ambiente marciano, então este modo de trabalho relativamente conservador foi projetado com cautela”, disse Jia Yang, engenheiro envolvido na missão, ao China Space News.

Jia disse que não descartaria um ritmo mais rápido no estágio posterior da missão do rover, dependendo de sua situação operacional no momento.

Informações Agência Brasil


Ursula Leyen, União Européia. REUTERS/Yiannis Kourtoglou/File Photo

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou, hoje (21), que a União Europeia pretende doar ao menos 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para países de baixa e média renda até o fim de 2021.

O anúncio foi feito esta manhã, durante a abertura da Cúpula Global de Saúde do G20, da qual participam, remotamente, representantes dos países que integram o G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) e de organismos multilaterais, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. E no qual o governo chinês prometeu doar US$ 3 bilhões a países em desenvolvimento.

Ursula confirmou a intenção da Comissão Europeia em sua conta pessoal no Twitter, onde classificou a realização da cúpula como um “novo capítulo na história da saúde pública global”.

Organizado pelo governo italiano, que, atualmente, preside o G20, e pela Comissão Europeia, o evento propõe que os líderes globais discutam maneiras de garantir que as vacinas contra a covid-19 cheguem rapidamente a todo os países. Não à toa, pedidos por mais cooperação e solidariedade deram o tom dos discursos de abertura do evento.

Em resposta, a China prometeu conceder, nos próximos três anos, mais US$ 3 bilhões para iniciativas que ajudem os países em desenvolvimento a lutar contra a covid-19 e superar a crise econômica decorrente da pandemia. Além disso, o presidente Xi Jinping se comprometeu a apoiar os laboratórios farmacêuticos chineses a transferirem conhecimento tecnológico para outros países e, “na medida de nossas possibilidades”, oferecer mais vacinas ao restante do globo.

Xi Jinping assegurou que a China já forneceu mais de 300 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para outros países e já se manifestou favorável para discutir a possível quebra de patentes dos imunizantes. “Apoiaremos a Organização Mundial do Comércio e outras organizações internacionais a tomar uma decisão a respeito [deste assunto] com a maior brevidade possível”, garantiu o presidente chinês antes de propor a criação de um foro de cooperação internacional para “explorar formas de promover a distribuição equitativa e razoável das vacinas”.

Ao discursar, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, destacou que pessoas continuarão a morrer em todo o globo enquanto a disparidade em termos de distribuição de vacinas persistir. “O rápido desenvolvimento das vacinas é um triunfo da ciência, mas a distribuição desigual é um fracasso para a humanidade”, afirmou Adhanon, enfatizando que a pandemia só será superada quando todos os países tiverem “as ferramentas para impedi-la”, o que, além dos imunizantes, exige outras medidas sanitárias.

Agência Brasil


País registrou aumento de casos em 164% no primeiro trimestre deste ano

Joe Biden, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/KEVIN DIETSCH / POOL

Com o apoio de Democratas e Republicanos, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta quinta-feira (20) uma lei que visa articular uma resposta federal rápida ao aumento dos crimes de ódio que a população asiática tem sofrido durante a pandemia.

Em um evento da Casa Branca, Biden agradeceu a ambas as partes por se reunirem para aprovar uma lei contra o que ele definiu como “feio veneno que há muito assombra e atormenta esta nação”, referindo-se ao racismo e aos crimes de ódio.

– Minha mensagem a todos aqueles que estão sofrendo é: Nós o vemos. O Congresso já deixou claro, nós o vemos. E estamos empenhados em acabar com o ódio e a discriminação – prometeu o chefe de governo.

A cerimônia contou com a presença de membros de ambos os partidos, que nas últimas semanas deixaram suas cores políticas para trás para aprovar o projeto de lei no Congresso.

Especificamente, a Câmara dos Deputados aprovou a medida nesta semana com 364 votos a favor e 62 contra, todos do Partido Republicano; enquanto no mês passado a iniciativa recebeu apoio quase unânime no Senado, com 94 a 1.

Quem também discursou foi a vice-presidente americana, Kamala Harris, que fez alusão ao aumento das agressões contra asiáticos-americanos, citando vários incidentes de violência, incluindo o tiroteio de março que matou oito pessoas, sendo seis delas, mulheres asiáticas, em Atlanta, na Geórgia.

– Esta violência não surgiu do nada, e nada disso é novidade. Em minha vida, em minhas experiências, vi como o ódio pode invadir nossas comunidades… Vi como ele pode impedir nosso progresso. E já vi como quando as pessoas se unem contra o ódio, nosso país fica mais forte – discursou Kamala.

O objetivo da lei assinada por Biden é facilitar a denúncia de crimes de ódio através de campanhas de informação. Além disso, os documentos necessários para apresentar uma reclamação estarão disponíveis online em vários idiomas. Também será criado um novo cargo no Departamento de Justiça para investigar delitos desse tipo relacionados com a pandemia.

Um estudo da Universidade Estadual da Califórnia em San Bernardino aponta que no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de 164% nos crimes de ódio contra asiático-americanos em comparação com o mesmo período do ano passado, pouco antes do começo da crise sanitária.

*EFE


Lori Lightfoot, prefeita de Chicago (EUA), defende “diversidade” no jornalismo

Lori Lightfoot,prefeita de Chicago (EUA) Foto: Reprodução/Instagram

A prefeita de Chicago (EUA), Lori Lightfoot, comunicou nesta quarta-feira (19) sua decisão de só conceder entrevistas a jornalistas negros daqui para frente. Em carta enviada aos veículos de imprensa da cidade, Lori disse que sua intenção é promover maior “diversidade” no jornalismo.

– Ao observar a ausência de diversidade na comunicação da prefeitura e em outras redações… infelizmente não parece que muitas das instituições de mídia em Chicago perceberam e realmente não abraçaram este momento – disse a prefeita, em alusão aos movimentos ativistas raciais desencadeados após a morte de George Floyd.

Lori, que é negra e homossexual, afirma que os EUA enfrentam um “ajuste de contas” e lamenta que a imprensa na cidade seja de maioria branca.

– É uma pena que, em 2021, a equipe de imprensa da prefeitura seja predominantemente branca, em uma cidade onde mais da metade [da população] da cidade se identifica como negra, latina, AAPI [asiática] ou nativa americana – escreveu a prefeita em publicação no Twitter.

Na publicação, Lori também diz que pretende romper o “status quo” que perdura há anos, e não somente na Prefeitura.

Em outra postagem, ela pede aos veículos de imprensa locais que contratem mais “repórteres de cor”.

Informações Pleno News


Foto: Marcello Casal

O laboratório chinês Cansino entrou na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com pedido de autorização em caráter emergencial para uma nova vacina contra a covid-19, cuja aplicação exige apenas uma dose. O imunizante, com mesmo nome da farmacêutica, já está sendo aplicado na China.

A informação foi dada pelo embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, e confirmada pela Anvisa. Segundo Wanming, o país está “comprometido em continuar e ampliar a parceria de vacinas com o Brasil”.

Em nota, a agência confirmou que recebeu a solicitação ontem (18) para a autorização emergencial em caráter experimental. O requerimento foi endereçado pela empresa Belcher Farmacêutica, representando a CanSino Biologics.

A vacina foi produzida em parceria com a Academia de Ciências Médicas Militares da China e utiliza adenovírus humano não replicante. A Anvisa deve se manifestar em até sete dias úteis. Integrantes da agência já se reuniram duas vezes com representantes das empresas.

Agência Brasil


Bach acredita que 80% dos atletas estarão vacinados antes dos Jogos

Presidente do COI, Thomas Bach, em Lausanne
Foto: Greg Martin/ COI

O Comitê Olímpico Internacional (COI) reafirmou nesta quarta-feira (19) a um Japão apreensivo que a Olimpíada de Tóquio será segura tanto para os atletas quanto para a comunidade que os receberá em meio a uma oposição crescente aos Jogos e temores de que eles causem um pico de casos de covid-19.

Falando em Tóquio ao lado de autoridades japonesas de alto escalão, o chefe do COI, Thomas Bach, disse acreditar que mais de 80% dos ocupantes da Vila Olímpica estarão vacinados ou registrados para se vacinar antes dos Jogos, agendados para começar em 23 de julho.

Ele rejeitou os apelos cada vez maiores de cancelamento da grande atração esportiva global, já adiada uma vez devido à pandemia, dizendo que outros eventos esportivos provaram que a Olimpíada pode acontecer com precauções fortes contra a covid.

Os comentários de Bach vieram no momento em que o Japão mantém uma batalha contra uma quarta onda de infecções, mas a campanha de vacinação lenta mina a confiança pública já baixa de que a Olimpíada deveria ir adiante.

“Junto com nossos parceiros e amigos japoneses, só posso voltar a enfatizar este compromisso total do COI de organizar Jogos Olímpicos e Paralímpicos seguros para todos”, disse Bach. “Para conseguir isto, estamos agora plenamente concentrados na realização dos Jogos Olímpicos”.

Menos de 30% dos profissionais de saúde de grandes cidades do Japão já foram vacinados contra o coronavírus a 65 dias do início da Olimpíada, noticiou o jornal Nikkei.

Informações Agência Brasil


Até o fim de junho, serão enviadas 20 milhões de doses da Pfizer

Foto: Twitter/Joe Biden
Foto: Twitter/Joe Biden

O presidente dos Estados Unidos Joe Biden anunciou nesta segunda-feira (17) que irá enviar pelo menos 20 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para outros países até o final de junho, marcando a primeira vez em que o país compartilha vacinas autorizadas para uso interno.

Biden anunciou que enviará doses dos imunizantes da Pfizer/BioNTech, da Moderna e da Johnson & Johnson, além de 60 milhões de doses da AstraZeneca que ele já havia planejado enviar a outros países. Ao contrário dos outros imunizantes, a vacina da AstraZeneca ainda não está autorizada para uso nos Estados Unidos.

“Assim como na Segunda Guerra Mundial a América era o arsenal da democracia, na batalha contra a pandemia de covid-19 nossa nação será o arsenal de vacinas”, disse Biden.

O presidente observou que nenhum outro país enviará mais vacinas ao exterior do que os Estados Unidos. Os EUA administraram mais de 272 milhões de doses de vacina contra a covid-19 e distribuíram aos Estados mais de 340 milhões, de acordo com dados federais atualizados na manhã de hoje.

Com quase 60% dos adultos norte-americanos tendo recebido pelo menos a primeira dose, o país está bem à frente de muitas nações como o Brasil e a Índia, que estão desesperados por mais doses e lutando para controlar surtos de covid-19.

Biden está sob pressão global para compartilhar as vacinas dos Estados Unidos, mas o líder norte-americano insistiu que precisava primeiro controlar a pandemia “em casa”.

Informações Bahia.ba


Presidente dos Estados Unidos voltou a defender seu pacote trilionário de investimentos em infraestrutura

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden Foto: EFE/EPA/Melina Mara

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reforçou neste domingo (16), a defesa de seu pacote trilionário de investimentos em infraestrutura. A proposta, que tem foco no uso de energias limpas e renováveis, prevê US$ 2,3 trilhões em gastos com obras ao longo dos próximos anos, além de um aumento do imposto corporativo.

– Precisamos de uma infraestrutura confiável e resiliente se quisermos competir no século 21. Precisamos do Plano de Emprego Americano – escreveu no Twitter.

Na semana passada, Biden se reuniu com diversos parlamentares democratas e republicanos para negociar os detalhes do pacote.

Há resistência entre a oposição, e até mesmo entre alguns políticos do partido do presidente, à proposta de aumento do imposto cobrado das empresas de 21% para 28%.

Em março, Biden conseguiu aprovar no Congresso um pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão, com benefícios imediatos para a população afetada pela pandemia de Covid-19. Com uma maioria estreita no Senado, o Partido Democrata precisou usar um dispositivo orçamentário que permitiu a aprovação do texto por maioria simples, mas que não pode ser utilizado indefinidamente.

Durante um discurso no Congresso em abril, às vésperas de completar 100 dias de mandato, Biden apresentou também um pacote de investimentos sociais de US$ 1,8 trilhão com foco em educação.

*Estadão

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