Ao todo foram dez familiares, incluindo filhos e netos
Incêndio na Pensilvânia matou dez pessoas Foto: Reprodução/ABC News
Dez pessoas, entre elas três crianças, morreram nesta sexta-feira depois que a casa em que residiam na cidade de Nescopeck, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, sofreu um incêndio. Uma das circunstâncias mais chocantes do incêndio é que os mortos eram parentes de um dos bombeiros que trabalhou na extinção das chamas, segundo o jornal local Citizens’ Voice.
O bombeiro Harold Baker disse ao jornal que não se deu conta de que iria ajudar seus familiares até que o caminhão dos bombeiros dobrou a esquina de uma rua, e ele avistou a casa.
Entre os mortos estão o filho de Baker, sua filha, seu sogro, seu cunhado, sua cunhada, três netos e outros dois parentes. Os menores falecidos tinham 5, 6 e 7 anos, detalhou a polícia, que disse ter aberto uma investigação criminal sobre o incêndio.
Harold Baker perdeu dez familiares
Três homens conseguiram sair da casa em segurança, mas os três menores e sete dos adultos ficaram presos pelo fogo. As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas e a polícia está interrogando quem conseguiu sair da casa a tempo.
Medida visa ajudar mulheres a viajar para fora de estados que proíbem o procedimento
Joe Biden assina decreto remotamente Foto: Chris Kleponis/POOL
O presidente Joe Biden assinou, nesta quarta-feira (3), um segundo decreto executivo que objetiva melhorar o acesso ao aborto nos Estados Unidos. A medida é mais uma que visa combater à decisão histórica da Suprema Corte do país de derrubar o veredicto do caso conhecido como Roe Vs. Wade, de 1973, que consagrava o direito federal ao procedimento abortivo.
O democrata afirmou que esse novo decreto vai ajudar mulheres que precisarem viajar para fora de seus estados para realizar abortos e garantirá que os profissionais de saúde cumpram a lei federal de forma que o atendimento não seja realizado com atrasos. O presidente também garantiu avanços na pesquisa e na coleta de dados “para avaliar o impacto que esta crise de saúde reprodutiva tem causado sobre a saúde materna e outras condições de saúde”.
A ação desta quarta ocorre um dia após os eleitores do Kansas, estado de maioria conservadora, decidirem em um referendo proteger os direitos ao aborto em uma vitória dos chamados grupos ‘pró-escolha’, que são a favor desse direito. A maioria dos eleitores disse que não deseja alterar a Constituição do Estado para incluir a proibição ao aborto.
O decreto executivo foi assinado por Biden durante a reunião inaugural da recém-criada Força-Tarefa de Acesso à Saúde Reprodutiva dos EUA, composta por representantes de departamentos do governo federal. O chefe do Executivo norte-americano, no entanto, esteve presente de forma remota, já que segue em isolamento por causa da Covid-19.
– Não acho que a Suprema Corte ou os republicanos do Congresso – que há décadas defendem sua agenda extremista – tenham a menor ideia do poder das mulheres americanas. Ontem à noite em Kansas eles descobriram – escreveu o presidente no Twitter logo após assinar a ordem.
O decreto, contudo, deve ter pouco efeito imediato. A provisão sobre as viagens provavelmente será prejudicada por contestações na Justiça, enquanto a ordem antidiscriminação deve passar por um processo regulatório. Outro ponto é que os decretos ainda não deixam claro como o governo espera alcançar tais objetivos.
O democrata enfrenta obstáculos legais e políticos para atender às demandas e dar uma resposta mais incisiva ao veredicto da Suprema Corte, que deixa na mão de cada um dos 50 estados americanos a decisão sobre permitir ou não o aborto.
O governo de Biden também entrou com seu primeiro processo sobre o direito ao aborto nesta semana, processando o estado de Idaho por uma lei que proíbe o aborto após seis semanas. A lei, segundo o Departamento de Justiça, inibiria médicos socorristas de realizarem abortos necessários para estabilizar a saúde de mulheres que enfrentam emergências médicas.
Em julho, Biden uma medida que assegura o acesso a pílulas abortivas e aos anticoncepcionais de emergência, bem como protege a privacidade on-line das pacientes que desejam interromper uma gravidez. A medida, segundo o presidente, também assegura proteção a clínicas móveis que realizam procedimentos abortivos nas fronteiras dos estados onde a prática é proibida.
A desvalorização do peso argentino é mais evidente quando se compara a venda de produtos entre países. Comer carne na Argentina, por exemplo, pode custar a metade do preço em comparação com o Brasil. Um real equivale a 25,36 pesos argentinos, segundo a cotação oficial de 6ª feira (29.jul.2022).
Mas a desvalorização no câmbio paralelo –aquele informal– é ainda maior: 56,26 pesos argentinos. Por isso, o bife de chorizo, uma das carnes nobres mais consumidas no país vizinho, pode custa até R$ 21 em restaurantes como o Chiquillín. O preço varia de R$ 21 a R$ 130 nos estabelecimentos da capital Buenos Aires. O levantamento mostrou um preço médio de R$ 84 nos restaurantes. A informação é do Poder 360.
No Brasil, o valor varia de R$ 109 a R$ 165. O preço médio aqui é de R$ 138.
O dólar chegou a custar R$ 338 pesos argentinos em julho. A diferença do câmbio oficial para o informal, ou dólar blue, chegou a 160%. O encarecimento da moeda dos Estados Unidos se reflete na inflação da Argentina com o aumento nos preços dos produtos.
O índice de preços acelerou em junho e subiu 64% no acumulado de 12 meses, o maior patamar em 30 anos. Para tentar controlar a alta, o Banco Central da Argentina aumentou a taxa básica de juros para 60% ao ano. Elevou em 8 pontos percentuais.
Além disso, a Argentina também enfrenta escassez de diesel, principalmente devido à guerra na Ucrânia, afetando as cadeias de suprimentos nacionais.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, testou novamente positivo para Covid-19 neste sábado (30) e voltou a ser isolado na Casa Branca, de acordo com a assessoria do governo americano.
Logo em seguida, o próprio Biden usou a conta oficial no Twitter da Presidência dos Estados Unidos para confirmar o teste postivo.
Galera, testei positivo para Covid novamente hoje. Isso acontece com a minoria das pessoas. Estou assintomático, mas me isolarei pela segurança de todos ao meu redor. Continuo trabalhando e em breve estarei de volta à estrada”, declarou o presidente.
egundo Kevin O’Connor, médico de Biden, o mandatário americano teve resultado positivo após ter realizado um teste de antígeno. O profissional destacou que esse efeito “rebote” é comum entre aqueles que foram tratados com Paxlovid, a pílula contra a Covid da Pfizer.
Biden havia retornado ao convívio com outros profissionais da Casa Branca na última quarta-feira (27), quando testou negativo para a doença. Apesar de clinicamente liberado, o presidente continuou usando máscara perto de membros do gabinete.
Presidente da Ucrânia e esposa fizeram o ensaio em cenário de guerra e receberam críticas nas redes sociais; veja fotos
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, estão sendo criticados nas redes sociais por posarem durante a guerra para um ensaio fotográfico da revista norte-americana Vogue.
Na capa da edição de outubro da revista, que teve conteúdo disponibilizado online na 3ª feira (26.jul.2022), Olena aparece ao lado de colunas do complexo presidencial protegidas por sacos de areia. Nas fotos, o presidente ucraniano usa seu uniforme militar, que costuma vestir em pronunciamentos oficiais.
A matéria de capa da revista tem como foco a atuação da primeira-dama durante a guerra, com o título “Um retrato de coragem”. Em post de divulgação da reportagem, a revista conta que o casal falou sobre “a vida nos tempos de guerra, seu casamento e história compartilhadas e seus sonhos para o futuro da Ucrânia”. Eis a publicação:
CRÍTICAS NAS REDES SOCIAIS
“O nível de frivolidade é estratosférico“, disse uma usuária no Twitter, replicando as fotos.
Outra publicação tem o comentário: “Eu simplesmente não entendo. Por que fazer isso? Como isso pode ser bom para alguém? Estou preocupado”.
Um usuário verificado opina no Twitter que “a sessão de fotos de Zelensky para a Vogue faz sentido como um golpe de marketing, focando os leitores de elite da Vogue. Aqui no oeste de NY[Nova York], o apoio à Ucrânia se divide entre as linhas de classe: muitas bandeiras da Ucrânia em subúrbios mais ricos, raras em áreas de classe trabalhadora, rurais, negras”.
“Achei essas imagens difíceis de digerir. Qual é a intenção? Glamorizar a guerra apenas para causar controvérsias e vender revistas? Sem dúvidas, estamos vivendo em tempos estranhos”, comentaum perfil na rede social.
Em um tweet repercutindo o ensaio, um usuário disse que “é por isso que eles não fazem mais Black Mirror”, em referência à série de ficção científica da Netflix que, segundo o site do serviço de streaming, “explora um futuro próximo onde a natureza humana e a tecnologia de ponta entram em um perigoso conflito”.
Não é a 1ª vez que o presidente ucraniano precisa lidar com as câmeras, já que trabalhou como ator e comediante em séries de televisão. Em março, a Netflix voltou a transmitir a sátira política “Servo do Povo” (Servant of the People, em inglês), em que Zelensky interpreta um professor de ensino médio que, inesperadamente, assume o Executivo de seu país.
Petista é o único brasileiro em lista divulgada pelo Conselho de Segurança e Defesa Nacional ucraniano
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à Presidência da República nas eleições deste ano, foi incluído pelo governo da Ucrânia em uma lista de “oradores que promovem narrativas consonantes com a propaganda russa”. A Ucrânia e a Rússia estão em guerra desde 24 de fevereiro deste ano, quando o segundo país invadiu o vizinho. A lista em que consta o nome de Lula foi publicada pelo Centro de Combate à Desinformação, do Conselho de Segurança e Defesa Nacional ucraniano.
Além do petista, 75 pessoas — de diferentes países — foram incluídas nela. O governo da Ucrânia justifica a presença do ex-presidente brasileiro, única pessoa da nação sul-americana na listagem, citando duas declarações atribuídas ao petista: “A Rússia deve liderar a nova ordem mundial’”; e “Esse cara [o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelesnky] é tão responsável [pela guerra] quanto o Putin”.
A segunda foi dada em entrevista a revista norte-americana Time; após a divulgação, em maio deste ano, o principal conselheiro de Zelensky, Mykhailo Podolyak, utilizou as redes sociais para criticar a fala do petista, e a Embaixada da Ucrânia no Brasil informou que pretendia marcar uma reunião com Lula. A lista do Centro de Combate à Desinformação pode ser conferida na íntegra clicando aqui.
Skylar Preciosa DeLeon recebe terapia hormonal na prisão
Ex-ator de Power Rangers foi condenado à morte Fotos: Reprodução/ABC // Divulgação: Saban Entertainment
O ator John Julius Jacobson Jr. se manteve entre os assuntos mais comentados das redes sociais desde a última sexta-feira (22), quando foi condenado à morte na Califórnia, Estados Unidos, por duplo homicídio. Uma outra informação sobre o ex-integrante do elenco de Power Rangers que veio à tona, no entanto, é o fato de que ele passa por terapia hormonal para transição de gênero.
O ator de 42 anos chegou a mudar seu nome para Skylar Preciosa DeLeon, tendo adotado anteriormente o nome Skylar Julius Deleon. Em uma entrevista à ABC News, ele explicou que passou a se identificar como uma mulher; mas, que não sente atração por homens.
– Eu não sinto atração por homens. Mas eu quero a cirurgia e eu tenho 100% de certeza de que eu a quero. Mas eu só gosto de mulheres – declarou.
A mudança de nome veio em 2019. Desde então, na prisão, Skylar passa pelo tratamento de transição. Ele já foi reconhecido legalmente como mulher. Sua condenação foi à morte por injeção letal. No entanto, como a pena de morte na Califórnia foi suspensa, ele viverá o resto de seus dias no corredor da morte, como “ela”.
Embora seu nome seja atribuído ao sucesso dos anos 90, Power Rangers, Skylar não era um dos Rangers, fazendo parte apenas do elenco secundário. É comum a confusão entre ele e o ator intérprete do Ranger Vermelho, que também teve seu nome envolvido com crime.
Austin St. John, o “verdadeiro” Power Ranger Vermelho, foi preso recentemente por envolvimento em um esquema que fraudou US$ 3,5 milhões em auxílio Covid para pequenas empresas, no Texas.
Movimento vem diante da pressão contínua de investidores que buscam se proteger em moeda forte, disseram operadores
Notas de peso argentino 03/09/2019REUTERS/Agustin Marcarian/Ilustração
O peso argentino caiu para uma mínima recorde de 350 por dólar nas negociações no mercado informal nesta sexta-feira, diante da pressão contínua de investidores que buscam se proteger em moeda forte, disseram operadores.
O peso no mercado informal ou “blue” perdia 3,71%, para 345/350 por dólar, com poucos vendedores de moeda estrangeira, segundo operadores. A diferença sobre a taxa do mercado formal disparou para 169,69%.
“Isso não tem limites, e os compradores estão lá porque estão procurando se proteger contra uma perspectiva incerta”, disse uma fonte do mercado.
No mercado de títulos, os papéis negociados no balcão perdiam em média 1,1% nesta sexta-feira, com uma saída persistente de investidores devido às crescentes dúvidas sobre o futuro da terceira maior economia da América Latina.
O título de referência Bonar 2030 desvalorizava-se 2,1%, com uma taxa de retorno (“yield”) em dólares superior a 40%, refletindo o risco implícito.
“Os títulos estão sendo negociados em níveis de calote”, disse um operador.
O risco-país compilado pelo banco JPMorgan subia 31 pontos-base, para 2.945 pontos-base.
A bolsa argentina rondava estabilidade na sessão, um dia depois de o banco central limitar a quantidade de CEDEAR (papel estrangeiro de negociação nacional) em carteira às empresas com acesso ao mercado cambial.
O índice Merval tinha variação positiva de 0,036%, aos 112.057,8 pontos, às 12h51 (de Brasília).
Evolução da tecnologia possibilitou que genealogia do material genético fosse analisada, o que levou polícia a suspeito nunca antes considerado.
David Sinopoli foi preso por assassinar de Lindy Sue Biechler, em 1975 — Foto: Lancaster County District Attorney’s Office
O material genético encontrado em um copo de café levou a polícia da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a solucionar um mistério de 46 anos. David Sinopoli foi preso pelo assassinato de Lindy Sue Biechler, morta em 5 de dezembro de 1975, aos 19 anos.
“Este caso foi resolvido com o uso de DNA e especificamente a genealogia do DNA e, honestamente, sem isso, não sei se o teríamos solucionado”, disse Heather Adams, promotora do condado de Lancaster, em entrevista coletiva.
Biechler foi encontrada morta pelos tios em seu apartamento com uma faca encravada no pescoço. Mais tarde, as investigações revelaram que a jovem fora esfaqueada 19 vezes.
Na ocasião, a polícia coletou evidências que continham o DNA do assassino, mas, à época, testes genéticos não eram considerados confiáveis o suficiente para serem usados em casos criminais.
Só anos depois, em 1997, a polícia pôde testar a roupa íntima usada por Biechler no momento do assassinato. A análise laboratorial revelou o perfil genético de um homem, além de vestígios de sêmen.
Contudo, o DNA encontrado não combinava com o de nenhuma pessoa cadastrada no banco de dados genéticos utilizado pela polícia. Mais de duas décadas se passaram até as autoridades enviarem as evidências para o Parabon NanoLabs, em 2019.
Os novos e mais sofisticados testes apontaram características físicas do suspeito, incluindo tom de pele, cor dos olhos e cor do cabelo. Os avanços da tecnologia também permitiram que a genealogia do criminoso fosse avaliada, revelando que ele provavelmente tinha ascendência ligada a Gasperina, uma cidade na região da Calábria, no sul da Itália.
Uma pesquisa aprofundada da história da região apontou que, em 1975, cerca de 2.300 pessoas de ascendência italiana viviam na área. Então, analisando registros de tribunais e arquivos da imprensa local, a polícia chegou ao nome de um homem que morava no prédio de Biechler e que, até então, nunca fora considerado: David Sinopoli.
“A realidade é que David Sinopoli não estava no nosso radar”, afirmou Adams. “Nenhuma das dicas ao longo dos anos o sugeriu como um possível suspeito.”
Foi o copo de café, no entanto, a pista crucial para a prisão de Sinopoli.
Como precisavam de provas concretas para acusar o norte-americano formalmente, os policiais passaram dias seguindo o suspeito, até que, antes de embarcar em um voo no Aeroporto Internacional da Filadélfia, Sinopoli bebeu um café e jogou o copo no lixo.
Só aí as autoridades colocaram as mãos no que precisavam. Isso porque foi graças ao DNA presente no copo que a polícia pôde ligar Sinopoli ao material genético encontrado no corpo da vítima quase meio século antes.
“Lindy Sue Biechler tinha 19 anos quando sua vida foi brutalmente tirada há 46 anos na santidade de sua própria casa”, disse Adams. “Esta prisão marca o início do processo criminal no caso de homicídio arquivado mais antigo do condado de Lancaster e esperamos que traga algum alívio aos entes queridos da vítima e aos membros da comunidade que, nos últimos 46 anos, não tiveram respostas.”
John Julius Jacobson Jr. matou um casal de velejadores
Power Rangers Foto: Divulgação
John Julius Jacobson Jr., ou Skylar Julius Deleon, ator de 42 anos que ficou conhecido por integrar o elenco de Power Rangers, sucesso dos anos 90, foi condenado à pena de morte por jogar um casal de velejadores no mar após amarrá-los. O crime ocorreu em 2004, em Newport Beach Harbor, na Califórnia, Estados Unidos.
Na época, o casal de velejadores Tom e Jackie Hawks queriam dar um tempo na vida marítima e anunciaram seu iate para venda. John agendou uma visita, fingindo interesse em comprá-lo. Ao visitar a embarcação, acompanhado de sua esposa Jennifer DeLon e mais dois cumplices, o ator amarrou o casal, obrigando-os a assinar documentos que passavam a propriedade do barco para ele. Em seguida, as vítimas foram jogadas vivas no mar, sendo jamais encontradas.
Skylar Julius Deleon Foto: Reprodução/YouTube
Alonso Machain, um dos cúmplices, colaborou com as investigações e foi condenado a 20 anos de prisão. A esposa do ator e outro comparsa foram condenados à prisão perpétua, sem direito à liberdade condicional.
A condenação de John Julius foi morte por injeção letal. No entanto, como a pena de morte na Califórnia foi suspensa, ele viverá o resto de seus dias no corredor da morte.