ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Atriz foi apontada como protagonista de nova versão da novela Vale Tudo, ela diz que nem sequer foi procurada pela emissora

Foto da atriz Regina Duarte
Regina Duarte nega negociação para nova versão de Vale Tudo | Foto: Divulgação 

Regina Duarte não estará no remake de Vale Tudo (1988), previsto para estrear em 2025 na programação da Globo. A assessoria de imprensa da atriz afirmou que ela não recebeu nenhum convite da emissora e nem sequer negociou um papel com a líder de audiência. 

Globo, por sua vez, declarou que é falsa a informação de que estaria negociando com a ex-funcionária para que ela interprete Odete Roitman (Beatriz Segall) na novela. A trama atualmente está em fase de pré-produção e será escrita por Manuela Dias.

Regina Duarte fez parte de Vale Tudo como Raquel Accioli, fazendo cenas que ficaram marcadas no imaginário do público. A atriz deixou a Globo em fevereiro de 2020, quando aceitou o trabalho como secretária especial de Cultura, no governo de Jair Bolsonaro.

O rompimento da veterana com a rede, apesar de ter sido consensual, aconteceu em meio a polêmicas. A artista fez declarações controversas e foi acusada de contribuir com notícias falsas nas redes sociais. Ela deixou o posto no governo depois de apenas três meses.

justiça
A ex-secretária da Cultura Regina Duarte | Foto: ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Regina Duarte é um dos principais nomes da história da TV Globo

Conhecida por viver Helena em três novelas de Manoel Carlos — História de Amor (1995), Por Amor (1998) e Páginas da Vida (2005), Regina Duarte foi uma das responsáveis por consolidar a Globo como grande produtora de telenovelas. 

Seus papéis de grande destaque envolvem novelas como Irmãos Coragem (1970), Selva de Pedra (1972), Roque Santeiro (1986) e Rainha da Sucata (1990), além da já citada Vale Tudo. Desde que optou por sair da Globo, Regina Duarte nunca mais trabalhou como atriz.

Informações Revista Oeste


foto: reprodução 

Testemunho do jogador é o mais esperado no último dia das audiências em Barcelona

“É um DNA compatível com o agressor”, disse, nesta quarta (7), um dos médicos forenses que examinaram a jovem que acusa o jogador Daniel Alves de estupro no banheiro de uma boate em Barcelona, na noite de 30 de dezembro de 2022.

Alves enfrenta o terceiro e último dia de seu julgamento. A sentença deve demorar alguns dias para ser decidida. Há grande expectativa sobre seu depoimento, que deveria ter acontecido na segunda-feira, mas foi adiado por dois dias e deverá ser o último desta quarta.

Antes, foram exibidos vídeos do circuito interno da boate, mas a imprensa não pode assisti-los. Peritos forenses e uma médica do hospital que atendeu a jovem há cerca de 13 meses foram os primeiros testemunhos do dia.

Em resumo, os psicólogos disseram a jovem teve estresse pós-traumático e que Alves tinha bebido o suficiente para apresentar alguns problemas motores, mas não o suficiente para não “distinguir o bem do mal”.

Já os médicos ressaltaram que o exame da suposta vítima não revelou quaisquer ferimentos, no corpo ou na vagina, que parecesse corroborar a denúncia de uma relação sexual violenta. Mesmo assim, ressaltaram, isso não significa que não houve estupro.

Em relação ao DNA compatível ao do brasileiro, o médico informou que ele não foi obtido por meio de sêmen. “Não há restos de sêmen porque provavelmente não houve ejaculação”, disse.

Segundo o perito, a amostra poderia ser esmegma, uma secreção branca e pastosa que contém “muito mais carga genética” do que saliva. A amostra foi extraída da suposta vítima três horas depois do ocorrido.

O mesmo perito, convocado pela defesa, destacou ainda a falta de ferimentos na suposta vítima. “Ela fez um relato sobre tapas, agarramentos no pescoço… Mas não vemos nenhum ferimento assim em nenhuma parte do corpo”, afirmou o perito.

“Disse que sentia uma dor intensa ao urinar. Na minha experiência pessoal, quando ela nos conta que foi uma relação sexual dolorosa, é muito estranho que não encontremos nada. A ausência até mesmo de inchaço [na região íntima] me faz pensar que a relação sexual não foi tão traumática”, afirmou.

Mais cedo, outro médico havia falado sobre a falta de lesões vaginais, o que não significa que não tenha havido violência. “Se há ou não lesão, não podemos dizer se é consensual ou não. Não podemos fazer essa comparação”, afirmou o perito.

“Mais lesões são encontradas em relações sexuais não consensuais do que em relações sexuais consensuais. Neste caso, não encontramos ferimentos, mas não podemos afirmar que não houve agressão”.

Sobre o machucado nos joelhos da vítima, um deles disse que “estamos lidando com atrito, pode ser por queda, mas também ao esfregar em uma superfície áspera”.

A psicóloga forense que examinou a denunciante, por sua vez, afirmou que a versão dela se ajusta claramente às conversas que tiveram juntas. “Vê-se uma série de sintomas que vão ao encontro daquilo a que a pessoa se referiu no momento da entrevista. Estávamos frente a um quadro pós-traumático”, disse.

“Ela teve um rompimento, choque e impacto e muitos aspectos da vida e daquela pessoa estão desfigurados. E não tivemos nenhuma indicação de que a pessoa estivesse exagerando ou fingindo”, acrescentou a perita.

A psicóloga também destacou alguns dos critérios para determinar o nível de estresse pós-traumático. ” A jovem se sentia culpada, o que é um indicador claro do estado de vítima. Isso geralmente está associado ao estatuto de vítima. Quando ela ouvia português, ficava muito nervosa. Não tinha vontade de pensar em questões relacionadas ao seu trabalho. E estava em estado de hipervigilância, com falta de sono.”

Já as psicólogas que examinaram Alves deram duas informações relevantes. A primeira foi que “a intoxicação alcoólica nos faz pensar que existiu um efeito significativo na sua capacidade de desinibição e um ligeiro prejuízo a nível cognitivo. Há um momento no vídeo em que há dificuldade motora”.

“Ele é uma pessoa que não está habituada a essa ingestão e por isso consideramos que as suas capacidades estavam afetadas”, disseram.

Por outro lado, questionadas pela acusação, afirmaram que Alves não estava completamente confuso: “Ele conseguia distinguir o bem do mal. As suas capacidades cognitivas estavam ligeiramente afetadas, mas ele sabia o que estava acontecendo”.

Como na terça, o jogador vestiu um suéter claro de gola alta e acompanhou os testemunhos de forma séria, com as mãos entrelaçadas, sentado logo atrás da mesa onde os depoentes falavam. Chegou ao local algemado pela frente, mas as algemas foram retiradas quando ele sentou.

Nos dois primeiros dias, foram ouvidas 28 testemunhas, incluindo a mulher que o acusa, além da prima e da amiga que a acompanhavam. Falaram ainda funcionários da boate Sutton, policiais que atenderam a suposta vítimas e amigos que beberam com Alves durante aquela noite.

O último depoimento de terça foi o da mulher de Alves, a modelo espanhola Joana Sanz. “Ele chegou em casa muito bêbado, cheirando a álcool. Ele bateu no armário e caiu na cama. Não valia a pena falar com ele quando ele chegou, era melhor deixar para o dia seguinte”, disse ela.

Na Espanha, o crime de estupro tem pena máxima de 12 anos, se não houver agravantes. A acusação pede os 12 anos e a defesa, a absolvição.

Atenuantes, por sua vez, podem cortar a pena até pela metade. Há duas estratégias em andamento pela defesa. Uma delas, o “atenuante de reparação de dano causado”,foi o depósito de € 150 mil (cerca de R$ 800 mil) na Justiça, que deverá ser revertido para a jovem, caso ele seja condenado. Caso Alves seja considerado inocente, o dinheiro voltará para ele.

A outra diz respeito a alguns artigos do Código Penal que estabelecem o uso de substâncias como um atenuante. Sem especificar o tipo de crime, um artigo estabelece que pode estar isento de responsabilidade criminal “quem, no momento da prática do crime, encontre-se em estado de completa embriaguez devido ao consumo de bebidas alcoólicas (…)”.

Um segundo artigo afirma que, “quando houver apenas uma circunstância atenuante, aplicar-se-á a metade da pena prevista na lei para o crime”.

De fato, a defesa focou nessa questão ao fazer perguntas aos amigos do jogador na terça. “Foi Alves quem mais bebeu no restaurante [antes de irem à discoteca]?”, perguntou a advogada de defesa, Inés Guardiola, ao amigo Bruno Brasil, que estava presente no momento do suposto crime. “Sim”, ele respondeu.

Culpar a bebida, entretanto, pode ser vista como a quinta versão do jogador sobre aquela noite. Na primeira, o brasileiro havia afirmado que não conhecia a mulher. Depois, disse que entrou no banheiro com ela, mas nada aconteceu. Na terceira, afirmou à Justiça que houve apenas sexo oral. Na sequência, declarou que houve penetração, mas com consentimento. Agora, que o fez sob efeito de álcool.

A imprensa tem acompanhado as sessões em três salas da Audiência de Barcelona, nas quais se podia assistir ao julgamento por meio de um circuito fechado de televisão. Credenciaram-se 270 jornalistas.

Folha de SP


A versão de que Daniel Alves estava embriagado e não se lembra do que aconteceu na boate Sutton em 30 de dezembro de 2022 é a principal aposta da defesa do jogador no julgamento por agressão sexual.

Durante os dois primeiros dias do julgamento, em que 24 testemunhas prestaram depoimento na Audiência de Barcelona, ficou clara a intenção da equipe chefiada por Inés Guardiola. O álcool foi tema central dos depoimentos de três amigos de Alves, incluindo Bruno, que estava com ele na discoteca.

Mas, por que a defesa de Daniel Alves — que até então não mencionava a embriaguez do jogador — insiste em citar o consumo de álcool naquela noite?

A resposta pode estar no artigo 21.2 do Código Penal espanhol, que prevê um atenuante da pena caso haja “grave vício em bebidas alcoólicas, drogas ou outras substâncias que produzam efeitos análogos”. O Código Penal também prevê, em seu artigo 66.1.1, que “caso seja considerado o atenuante, a condenação deve se limitar à metade inferior da pena”.

Na Espanha, a pena para casos de agressão sexual com penetração vai de 4 a 12 anos de prisão. Se os juízes considerarem o álcool como atenuante no caso de Daniel Alves, uma possível condenação poderia ficar, no máximo, em 6 anos.

Além do artigo 21.2, há outro atenuante que pode beneficiar o brasileiro: o pagamento da indenização de reparação por dano causado. Em agosto, os advogados de Daniel Alves pagaram uma indenização de 150 mil euros (R$ 800 mil) à Justiça. Caso ele seja condenado, o valor será repassado à vítima; se houver absolvição, a quantia será devolvida a Alves.

Em janeiro deste ano, o UOL revelou que a família de Neymar ajudou Daniel Alves a pagar a indenização porque o jogador está com as contas bloqueadas e não tinha dinheiro para fazê-lo.

De acordo com especialistas, caso os juízes da Audiência de Barcelona considerem os dois atenuantes pertinentes, a pena de Daniel Alves — em caso de condenação — poderia ver-se reduzida a cerca de 4 ou 5 anos.

A partir daí, o brasileiro poderia beneficiar-se de alguns requisitos como ser réu primário e ter bom comportamento para conseguir um “terceiro grau”, como é chamado o regime semiaberto na Espanha.

O benefício é dado a partir de quando o detento cumpriu um terço da pena, dependendo dos casos. Assim, caso seja condenado a 5 anos de prisão, Alves teria possibilidades de entrar no semiaberto com 20 meses de reclusão, a contar de janeiro de 2023; ou seja, em setembro deste ano.

Vinho, uísque e gin tônica

A tese de que Alves chegou a Sutton completamente embriagado é uma novidade no processo do caso. Para dar mais força à versão, a defesa convocou para depor dois amigos que estiveram com ele horas antes da entrada na discoteca.

Os amigos contaram em juízo que, desde as 14h30 da tarde, o jogador consumiu vinho, uísque e gin tônica. O chef Bruno Brasil, que estava com Daniel Alves na Sutton, afirmou que o amigo bebeu quatro taças de champanhe no interior da boate.

Um dos funcionários da Sutton corroborou a tese de que o brasileiro estava alcoolizado. “Ele não estava como sempre. Tinha bebido ou fumado alguma coisa”, afirmou.

Mulher de Daniel Alves, Joana Sanz seguiu a mesma linha. “Ele chegou a casa muito bêbado, com cheiro de álcool. Ele tropeçou em uns móveis e caiu em cima da cama”, disse a modelo espanhola.

Quinta versão

Daniel Alves prestará depoimento hoje (7), terceiro dia do julgamento do caso. O brasileiro, seguindo a linha da defesa, dirá que estava alcoolizado e que tem poucas lembranças claras daquela noite.

A versão será a quinta dada pelo jogador desde que o caso começou a ser noticiado pela imprensa espanhola. Em janeiro de 2023, antes de se apresentar às autoridades, ele enviou um vídeo a um programa de televisão, dizendo que “não conhecia essa senhora”.

No primeiro depoimento à Justiça, em 20 de janeiro, Alves começou afirmando que os dois entraram no banheiro, mas nada aconteceu. Minutos depois, confrontado com declarações de testemunhas, ele mudou a versão e disse que a mulher fez sexo oral enquanto ele “fazia suas necessidades”.

Em 17 de abril, num segundo depoimento à Justiça, veio a quarta versão, em que o jogador confirmou que houve sexo com penetração, mas de forma consensual.

Informações UOL


Foto: Reprodução

Roger Moreira, filho adotivo do jornalista Cid Moreira, entrou com um novo processo contra o pai acusando-o de ter o estuprado quando era criança. Nos detalhes da ação divulgadoa pelo portal LeoDias, ele relata que os abusos teriam acontecido de outubro de 1990 a novembro de 2000, no endereço situado no bairro Itanhangá no condomínio Green Wood Park, no Rio de Janeiro, quando ele tinha 14 anos.

Roger alega que tudo começou quando ele foi passar um final de semana na casa de Cid com a tia dele, Ulhiana Naumtchyk, com quem o apresentador foi casado durante 20 anos. Ele alega que foi paquerado pelo tio, que o convidou para morar com ele e trabalhar como seu secretário pessoal.

O processo descreve ainda que Cid teria praticado ato libidinoso com Roger com o objetivo de satisfazer a própria lascívia, reiteradas vezes, com frequência de pelo menos quatro vezes por semana, ao longo de 10 anos.

Na ação, a defesa de Roger diz que Cid teria adotado o sobrinho para disfarçar o caso: “De forma a encobrir a prática de abusos contra a vítima, propôs ação de adoção, de forma a apresentar socialmente uma explicação do porque estava sempre em companhia da vítima, especialmente em razão das desconfianças que estavam sendo levantadas”.

Com isso, Roger Moreira solicita à Justiça que Cid Moreira responda pelos crimes praticados, alegando que, mesmo sendo idoso, o jornalista seria perigoso e poderia colocar outros adolescentes em risco, já que conta com a ajuda da atual mulher, que tem 40 anos a menos que ele.

“O estupro de vulnerável continuado, corrupção de menores, sequestro, dentre outros não da prescrição, e mesmo se houvesse é necessário apuração, para que o increpado não venha a praticar novamente colocando em risco adolescentes”, solicita a defesa. 

Entretanto, vale lembrar que, seguindo a legislação brasileira, o crime de estupro também prescreve em um tempo aproximado de 20 anos. 

Até a conclusão desta nota, a defesa de Cid Moreira não se pronunciou sobre as acusações do filho adotivo, Roger Moreira.

O Tempo


Foto: Jordi BORRAS / POOL / AFP

Nesta segunda-feira (5), teve início o julgamento de Daniel Alves, ex-jogador brasileiro acusado de estupro em uma boate de Barcelona. O tribunal espanhol prevê que o julgamento se estenda até quarta-feira (7), incluindo depoimentos do acusado e de 28 testemunhas presentes na boate na noite do suposto incidente, ocorrido em 30 de dezembro de 2022. Estas testemunhas foram convocadas tanto pela defesa quanto pela acusação.

Na primeira sessão, seis testemunhas, além de Alves, prestarão depoimento, enquanto as outras 22 falarão no dia seguinte. A última sessão, em 7 de fevereiro, abordará trâmites periciais para a elaboração de um relatório conclusivo.

Logo no início do julgamento, a defesa solicitou a suspensão do mesmo, argumentando que o juiz não permitiu a realização de um segundo exame na vítima. A advogada de Alves, Inés Guardiola, propôs a realização de novos testes e, caso o julgamento não fosse suspenso, sugeriu que o depoimento do ex-atleta fosse realizado após o testemunho da vítima e das demais testemunhas.

A juíza Isabel Delgado Pérez, responsável pelo caso, ficará encarregada de proferir a sentença, sem que haja um prazo definido para sua divulgação. Até o veredicto, Daniel Alves permanecerá em prisão preventiva conforme a decisão atual da Justiça.

O Ministério Público espanhol solicita nove anos de prisão para o jogador, enquanto a defesa da mulher que denunciou o estupro busca uma sentença mais rigorosa, de 12 anos de prisão. A identidade da jovem espanhola, por determinação judicial, será preservada, e ela não comparecerá ao julgamento.

Tentativa de acordo

Numa corrida contra o relógio, e a apenas uma semana do início do julgamento, a equipe de defesa do brasileiro está buscando um acordo com os advogados da mulher, conforme informações de fontes dos dois lados, reveladas pela rede de TV espanhola Telecinco.

A possível resolução por meio de um acordo resultaria na retirada das acusações e no cancelamento do julgamento. Entretanto, de acordo com a Telecinco, que cita fontes da acusação, as discussões sobre o acordo foram formalmente registradas nos tribunais, mas a divulgação de imagens da jovem pela mãe de Daniel Alves acabou esfriando as negociações.

No final de dezembro de 2023, Lucia Alves, mãe do jogador, compartilhou um vídeo em suas redes sociais apresentando imagens de uma jovem que afirmava ser a espanhola que alega ter sido vítima de estupro pelo brasileiro. Vale ressaltar que a Justiça de Barcelona proibiu a divulgação de informações e imagens da jovem enquanto o processo estiver em andamento.

Como resposta, a jovem anunciou sua intenção de processar a mãe do jogador, conforme relatado pelo jornal espanhol “El Periódico”.

Acusação

Daniel Alves, ex-jogador da seleção brasileira, enfrenta acusações de agressão sexual ocorrida em dezembro de 2022 dentro de uma boate em Barcelona. O ex-atleta refuta as alegações.

Na jurisdição espanhola, casos de estupro são investigados como agressão sexual, e as penalidades podem resultar em sentenças de prisão variando de 4 a 15 anos.

Desde janeiro, quando prestou depoimento à polícia pela segunda vez e apresentou contradições, Daniel Alves está detido preventivamente devido ao risco de fuga. Sem direito a fiança, ele permanecerá no mesmo presídio nos arredores de Barcelona até o desfecho do julgamento.

O brasileiro mudou sua versão pelo menos três vezes.

A juíza do caso também determinou que Daniel Alves precisará pagar 150 mil euros (cerca de R$ 798 mil) a jovem para cobrir eventuais danos e prejuízos.

Com informações de G1


Foto: Reprodução / Print de vídeo / Redes sociais

A cantora Ludmilla emocionou a pastora Adriana Pereira ao anunciar, durante o culto na segunda-feira (29), que decidiu adquirir o templo da igreja localizada em um imóvel alugado no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Segundo a parceira da artista, a influenciadora Bruna Gonçalves, Ludmilla já havia equipado a congregação com “som de alta tecnologia”.

– Ontem eu vi mais um sonho do meu amor se realizar. E esse com certeza foi o mais especial. Muitos conhecem a Ludmilla, mas poucos têm a dimensão do que é o coração dela, e principalmente da sua fé e conexão dela com Deus, ao ponto de gerar surpresas como essa. Isso não é nada perto do que Ele faz nela e através dela. A medida como Deus a surpreende, eu vejo que ela também busca fazer ainda mais pela obra dele – destacou a influenciadora.

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C2vZ7LYROKJ/?utm_source=ig_embed&ig_rid=a85f4499-530a-4280-9279-19057a1ea62c&ig_mid=BBD8D774-2E15-4092-B4FE-B4A5F8B292BF



Com informações Pleno News


Mbappé celebra gol do PSG sobre o Newcastle em jogo da Champions League

A garagem do francês de 25 anos também tem algumas adições mais “simples”: um Volkswagen Multi Van e um Volkswagen Tiguan, avaliados respectivamente em R$ 427 mil e R$ 304 mil.

Mesmo com a extensa coleção, Mbappé por várias vezes confirmou que não sabe dirigir, e que conta com motoristas para fazer seus transportes.

É uma das desvantagens de ter sucesso cedo, perdi coisas simples como ter carteira de motorista. Acho que todo mundo tem. Para muita gente a habilitação é uma obrigação, mas não era para mim. Embora seja sinônimo de autonomia, tive a minha autonomia desde cedo porque tinha motoristas à minha disposição. Nunca foi uma prioridade.”

Informações TBN


Stephane Cardinale – Corbis/Getty Images

Mesmo aos 60 anos, Brad Pitt continua a ser um dos maiores galãs de Hollywood, e, de acordo com o médico britânico Jonny Betteridge, o ator teria passado recentemente por um procedimento estético avaliado em cerca de R$ 600 mil para manter uma aparência mais jovem.

O especialista compartilhou detalhes sobre o suposto procedimento em um vídeo publicado no Instagram. Betteridge afirmou que Brad Pitt teria se submetido a um facelift em 2020. O médico ilustrou suas observações ao exibir uma foto do artista em 2020 e compará-la com imagens dele durante o campeonato de Wimbledon, em julho de 2023.

Além das notáveis mudanças na face do ator, o especialista apontou uma suposta cicatriz em sua orelha. Betteridge comentou: “É a aparência clássica de uma cicatriz de lifting facial (…) Há três anos de diferença entre essas fotos e é óbvio ver as mudanças na face média e inferior. Ele parece muito bem para esta transformação, é um ótimo exemplo de cirurgia bem feita”.

A revelação do procedimento estético de Brad Pitt reacendeu discussões sobre os padrões de beleza em Hollywood e a busca pela juventude na indústria cinematográfica.

Com informações do Metrópoles.


Apresentadora da Record afirma que o empresário protagoniza uma campanha difamatória para prejudicar processo de divórcio

Foto de Alexandre Correa e Ana Hickmann
Ana Hickmann e Alexandre Correa seguem em briga judicial | Foto: Divulgação 

A defesa de Ana Hickmann rebateu acusações de Alexandre Correa depois do empresário acusar a comunicadora de alienação parental do filho do casal e insinuou que a artista teria traído ele. Em nota, a assessoria da apresentadora da Record relembrou que o ex-marido da modelo é réu em um caso de violência doméstica.

“Diante das últimas informações divulgadas por Alexandre Correa, informamos: Alexandre é réu no caso de violência doméstica e adota condutas imorais para tentar prejudicar, descredibilizar e, agora, censurar Ana Hickmann”, dizem os assessores da modelo. 

“Nunca houve alienação parental, tendo o judiciário negado todas as tentativas anteriores do ex-marido. Diante das acusações e violências, Ana protege e poupa o filho de ter acesso aos conteúdos constrangedores aos quais é submetida”, concluiu o comunicado.

Os advogados de Ana Hickmann pontuaram que as medidas para o divórcio foram tomadas imediatamente depois da agressão, ocorrida no início de novembro. “As medidas para o divórcio foram tomadas pela Ana Hickmann imediatamente após a agressão, ocorrida no início de novembro”, explicou a defesa da apresentadora da Record.

“É notória a necessidade de Alexandre em se mostrar como vítima, quando, na verdade, é o agressor. Trata-se de mais uma tentativa de tumultuar os processos e desgastar a imagem da apresentadora, como vem fazendo há meses”, justificaram os advogados.

Ana Hickmann | O casal está em litígio | Foto: Reprodução/Instagram
O casal está em litígio | Foto: Reprodução/Instagram

Alexandre Correa tentou censurar Ana Hickmann na Justiça

A Justiça de São Paulo negou o pedido de Alexandre Correa para que a apresentadora fosse proibida — com multa de R$100 mil — de falar nas redes sociais sobre a denúncia de violência doméstica, processo que corre em segredo de Justiça contra o empresário acusado de agressão. 

A juíza Andrea Leme Luchinia entendeu que não é possível presumir ou antecipar comentários sobre o processo em participação em vídeo ao vivo, em plataforma digital.

A defesa de Alexandre alega corrupção por parte da juíza e solicitou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o afastamento da magistrada do processo. “A Ana teve informação de uma decisão judicial antes mesmo dela existir no mundo jurídico. Isso demonstra que a Justiça está corrompida”, afirma Enio Martins Murad, advogado de Alexandre Correa.

Informações Revista Oeste


Imagem: Reprodução/Instagram

Deborah Secco, 44, revelou alguns detalhes de seu casamento aberto com Hugo Moura, 33.

Atriz rebateu críticas por manter uma relação não monogâmica e falar sobre isso abertamente. “Eu não sou vulgar, a minha opinião sobre liberdade feminina ela é ainda um choque para uma sociedade machista, quando eu falo sobre relações abertas, monogamia, sobre liberdade sexual, prazer. Eu olho para o mundo com um olhar que tenta enxergar uma verdade não hipócrita, tento enxergar as pessoas de verdade, as relações de verdade”. As declarações foram em entrevista ao podcast Diaz On, da Carla Diaz.

Secco disse que homens foram educados de forma não monogâmica. “Eu acho difícil mesmo homens monogâmicos a longo prazo, acho difícil pessoas monogâmicas a longo prazo. Acho quase impossível. O homem é criado para não ser monogâmico. A sociedade criou o homem para ser garanhão. Talvez eles até queiram ser [monogâmicos], mas eles foram criados para não ser”.

Deborah ressaltou que abrir relação evitar que ela seja “corna”. “Eu não vou mais ser a corna, a idiota, não quero esse lugar para mim. Eu sou casada com o cara que eu mais amo, meu melhor amigo, pai da minha filha, meu parceiro, o cara que sabe tudo sobre mim, ele convive com meu pior e meu melhor, eu não posso mentir pra esse cara, ele não pode mentir pra mim. Eu tenho que saber tudo dele, ele tem que saber tudo de mim”.

Secco destacou a cumplicidade e a parceria com Hugo. “A gente tem que ser honesto e a gente tem que aceitar que vivemos em uma sociedade que é difícil demais, que pessoas interessantes vão surgir a cada momento, que eu vou cruzar com alguém interessante e que eu vou chegar em casa e a gente vai conversar sobre isso ou não também como escolha. Mas a gente vai saber que vivemos isso. Talvez a gente não converse caso a caso, talvez a gente precise refazer combinados ao longo da vida. A minha relação ela é combinada diariamente. Talvez em um momento em que a gente esteja frágil seja melhor fechar a relação, porque a gente pode se perder. Talvez num momento em que a gente esteja forte pode se divertir e o sexo ser um sexo casual que não interfira no que a gente sente um pelo outro. O que não quero é que ele minta pra mim”.

Deborah Secco e Hugo Moura estão juntos desde 2015. Eles são pais de Maria Flor, 8.

UOL

1 32 33 34 35 36 108