A seleção brasileira masculina de vôlei derrotou a Tunísia por 3 sets a 0 (25/22, 25/20 e 25/15) na estreia na Olimpíada de Tóquio (Japão) na noite desta sexta-feira (23) na Arena de Ariake.
Nas duas primeiras parciais, o Brasil chegou a ficar atrás do placar durante boa parte do jogo. No set inicial, esteve em desvantagem de quatro pontos, mas virou e fechou em 25 a 22. No segundo set, também conseguiu se recuperar e finalizou de forma um pouco mais tranquila por 25 a 20. No terceiro set, já mais ambientada, a equipe passou por cima dos africanos e fez 25 a 15.
O próximo jogo da seleção brasileira será contra a Argentina, na segunda-feira (26) a partir das 9h45 (horário de Brasília). Na sequência, o Brasil mede forças com Rússia, Estados Unidos e França. As quartas de final acontecem entre nos dias 2 e 3 de agosto, as semifinais estão marcadas para o dia 5 e as disputas das medalhas acontecerão no dia 7 do mês que vem.
O torneio de vôlei masculino tem 12 seleções. Os times estão divididos em dois grupos de seis integrantes cada. Os quatro primeiros de cada grupo avançam para a fase eliminatória.
Nesta sexta-feira (23), os olhos de boa parte da população mundial estarão voltados para a cidade de Tóquio. Após o adiamento de um ano por causa da pandemia da covid-19 e ameaças de cancelamento, a 32ª edição da Olimpíada de verão ter á a abertura oficial a partir das 8h (horário de Brasília) no Estádio Olímpico de Tóquio (também chamado de Estádio Nacional).
Pela primeira vez na história, as cerimônias de abertura e encerramento, assim como as competições na capital do Japão, não terão a presença de público. A decisão de proibir espectadores foi tomada por conta da decretação do estado de emergência em Tóquio até o final das competições até 8 de agosto, e em meio a críticas de autoridades de saúde do país e rejeição da população à competição.
Outras províncias que vão sediar competições também já confirmaram que não terão público: Chiba (que vai sediar competições de surfe, esgrima, taekwondo e luta olímpica), Kanagawa (beisebol/softbol, iatismo e futebol), Saitama (basquete, golfe e futebol), Fukushima (beisebol/softbol) e Hokkaido (futebol e atletismo). As províncias de Miyagi (futebol) e Shizuoka (ciclismo) Ibaraki (futebol) ainda mantém previsão de público (50% do total e limitado a residentes no Japão) durante competições.
Os Jogos de Tóqu6io são a primeira Olimpíada da era moderna a ter um adiamento. Desde 189 (quando foram realizados os Jogos Olímpicos de Atenas), três edições foram canceladas: as Olimpíadas de Berlim em 1916 (que não foi realizada por causa da 1ª Guerra Mundial), as Olimpíadas de Helsinque em 1940 e as Olimpíadas de Londres em 1944 (ambas canceladas por causa da 2ª Guerra Mundial).
É a segunda vez que Tóquio recebe os Jogos Olímpicos: a primeira foi em 1964, com 5.151 atletas de 93 países. Um dos momentos mais marcantes daquela edição foi o acendimento da pira olímpica: quem fez as honras foi Yoshinori Sakai, nascido em dia 6 de agosto de 1945, em Hiroshima – no mesmo dia que a bomba atômica devastou a cidade.
Abertura e competições
Prevista para às 8h (horário de Brasília) desta sexta-feira (23) e com duração de cerca de três horas, a tradicional cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos sofrerá alterações em Tóquio, causadas pela emergência sanitária. Além da proibição de venda de ingressos, algumas delegações (incluindo a brasileira) deverão enviar menos atletas para a cerimônia em que a Pira Olímpica é acesa.
Nesta quinta-feira (22), o Comitê Olímpico do Brasil (COB) confirmou que levará apenas quatro pessoas para a cerimônia (número mínimo exigido de atletas e oficiais): os porta-bandeiras Bruno Rezende (voleibol) e Ketleyn Quadros (judô), o chefe de Missão Tóquio 2020, Marco La Porta, e um oficial administrativo. De acordo com o COB, “a decisão foi tomada levando-se em consideração a segurança dos atletas brasileiros em cenário de pandemia, minimizando riscos de contaminação e contato próximo”.
O imperador Naruhito irá declarar a abertura das competições. A ordem dos desfiles das delegações da abertura dos Jogos Olímpicos também será particular. Ela seguirá, na maioria dos casos, a ordem do alfabeto japonês katakana. Com isso, logo após a Grécia (que, tradicionalmente, é a primeira equipe a desfilar) e a Equipe Olímpica de Refugiados, entrarão no Estádio Olímpico a delegação da Islândia (Aisurando em japonês), Irlanda (Airurando) e Azerbaijão (Azerubaijan). As exceções ficarão com as três últimas equipes a entrarem: Estados Unidos, França e Japão – que fecha a parada das nações). O Brasil será a 152º delegação a entrar no desfile.
A lista de comitês olímpicos participantes conta também com o Time Olímpico de Refugiados, formado por pessoas que não podem competir pelo país de origem e por isso, defendem a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI). O Comitê Olímpico Russo traz uma delegação de atletas da Rússia proibidos de competirem com a bandeira e o nome do país (nem o hino russo pode ser executado) devido a punições por parte da Agência Mundial Antidopagem (WADA) e da Corte Arbitral do Esporte (CAS).
Além da Rússia, mais um país filiado ao COI não participará dos Jogos de Tóquio: a Coreia do Norte, que anunciou a desistência por causa da pandemia da covid-19. Com isso, o número de bandeiras representadas nas competições será menor do que na Rio 2016, que teve 205 países, o time de refugiados e a equipe de Atletas Olímpicos Independentes (formado por atletas do Kuwait, punido à época pelo COI).
Dentro das competições, Tóquio 2020 (mesmo com o adiamento de um ano, o nome oficial do evento continua referente ao ano passado) tem a expectativa de receber, ao todo, mais de 11 mil atletas de 204 países.
A delegação com maior número de membros é a dos Estados Unidos, com 613 atletas. O país-sede, Japão, terá 590 atletas nos Jogos Olímpicos. O Brasil será representado por 302 atletas em 35 modalidades. O número será menor do que o de atletas nas Olimpíadas de 2016, que foi de 462. Ao contrário do que ocorreu nos Jogos do Rio (em que o Brasil, por ser país-sede, já tinha classificados em todas modalidades), o Brasil ficou de fora de 12 das 46 modalidades de Tóquio.
De acordo com o Comitê Olímpico Internacional, essa será a Olimpíada com maior equilíbrio de gênero da história: quase 49% dos inscritos são mulheres. O atletismo é o esporte com maior número de participantes: 2.176. Por outro lado, apenas 19 atletas disputarão as competições de ciclismo BMX na categoria freestyle.
Antes mesmo da abertura oficial, algumas competições já começaram a ser realizadas. Na terça-feira (20), as primeiras partidas de softbol foram realizadas. Ontem (21), a bola rolou para a primeira rodada do futebol. E nesta quinta-feira, foram disputadas as primeiras provas de remo.
A primeira medalha de Tóquio vai sair no tiro esportivo feminino: a disputa da final na modalidade rifle de ar 10m ocorre às 10h45 (no horário local, 22h45 no horário de Brasília) no dia 24 de julho.
A cerimônia de encerramento das Olimpíadas ocorrerá na noite de 8 de agosto (20h no horário local). A última medalha a ser disputada nesta edição será no polo aquático masculino. A partida final começa às 16h30 (4h30 no horário de Brasília) do dia 8.
Ao todo, os Jogos Olímpicos de Tóquio terão 339 eventos que distribuirão medalhas em 46 modalidades (com 33 esportes). Neste ano, cinco modalidades estreiam ou voltam ao calendário de competições: beisebol/softbol, karatê, skate, surfe e a escalada esportiva.
Algumas estrelas mundiais do esporte já confirmaram presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio. No basquete, Kevin Durant será o principal nome da equipe de estrelas dos Estados Unidos. No futebol feminino, a norte-americana Megan Rapinoe e a brasileira Marta são atrações. No masculino, o Brasil vai contar com Daniel Alves.
Sem a presença de lendas como Usain Bolt e Michael Phelps, que se retiraram de seus esportes, os holofotes em esportes individuais ficarão no sérvio Novak Djokovic (supercampeão de torneios Gram Slam) e na japonesa Naomi Osaka no tênis, nas norte-americanas Simone Biles (ginástica artística) e Katie Ledecky (natação) e no francês Teddy Riner no judô.
Uma das reservas do time olímpico de ginastas dos Estados Unidos testou positivo para o coronavírus, mas a equipe principal foi transferida para uma acomodação separada e continuará a preparação para a Olimpíada, disse a Federação de Ginástica dos EUA (USA Gymnastics) nesta segunda-feira (19).
Uma autoridade japonesa havia dito anteriormente que um membro da delegação de ginástica dos EUA tinha testado positivo para o novo coronavírus (covid-19) e teve um contato próximo, mas se recusou a dar mais detalhes.
“Uma das atletas reservas da equipe feminina de ginástica artística recebeu um teste positivo para a covid-19 no domingo, 18 de julho”, disse a USA Gymnastics no Twitter.
A federação acrescentou que o governo local determinou que a atleta, cujo nome não foi informado, e outra atleta substituta precisarão ser submetidas a uma nova quarentena, então o resto da equipe mudou para uma acomodação alternativa e continuará se preparando para os Jogos.
“Toda a delegação continua vigilante e vai manter os protocolos rígidos enquanto estiverem em Tóquio”, acrescentou.
A ginasta Simone Biles tem 24 anos, e duas das principais integrantes da equipe, Sunisa Lee e Grace McCallum, têm ambas 18 anos de idade.
Embora não descarte de pronto uma possível pré-candidatura em 2022, o presidente do Bahia tem repetido que seu foco, por ora, é o futebol
Foto: Tácio Moreira/Metropress
As conversas da executiva estadual do PDT para atrair Guilherme Bellintani ao partido não têm evoluído. Embora não descarte de pronto uma possível pré-candidatura em 2022, o presidente do Bahia tem repetido que seu foco, por ora, é o futebol.
Segundo o site Metro1, interlocutores confirmam que o dirigente tricolor chegou a ser reunir com Carlos Lupi, presidente nacional da sigla brisolista. Após o encontro, ocorrido meses atrás, não houve novas tratativas.
Cotado para compor como candidato a vice-prefeito na chapa a ser encabeçada por ACM Neto ao governo estadual em 2022, Bellintani também manteve conversas com o próprio Democratas.
Reduto do presidenciável Ciro Gomes, o PDT ensaia uma dobradinha com a legenda comandada por ACM Neto. O movimento seria uma reedição da costura que culminou com a vitória de Bruno Reis ao Executivo soteropolitano no ano passado.
Esquadrão caiu para a oitava posição do Campeonato Brasileiro
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
O Esporte Clube Bahia perdeu a segunda partida consecutiva na Série A do Campeonato Brasileiro, neste domingo (18). Tricolor recebeu o Flamengo em Pituaçu e foi derrotado por 5 a 0. Gabigol, três vezes, Pedro e Vitinho anotaram os gols do confronto.
O Bahia não sofria cinco gols em uma única partida desde setembro de 2020, quando perdeu por 5 a 3 justamente para o Flamengo, também em Pituaçu, em partida válida pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado.
Com o revés desta noite, o Esquadrão caiu momentaneamente para a oitava posição da tabela. Até o momento, são 17 pontos acumulados pelo time de Dado Cavalcanti em cinco triunfos, dois empates e cinco derrotas.
Já o Flamengo subiu para a sexta colocação. Agora, o rubro negro carioca possui 18 pontos em apenas 10 jogos disputados.
Bahia volta a campo no próximo domingo (25), às 11h. O adversário desta vez será o Atlético Mineiro. A partida, válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, será realizada no Independência, em Belo Horizonte.
Paciente é membro de uma das delegações olímpicas estrangeiras
Jogos começarão no dia 23 de julho Foto: Divulgação
O comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020 confirmou neste sábado (17) o primeiro teste positivo para a Covid-19 entre os residentes da Vila Olímpica.
Foi um cidadão não japonês, membro de uma das delegações olímpicas estrangeiras atualmente na Vila, mas não um atleta, segundo os organizadores, que não forneceram mais detalhes por razões de confidencialidade.
É o primeiro caso de coronavírus entre as equipes do complexo residencial em uma das ilhas construídas na Baía de Tóquio e foi descoberto seis dias antes da cerimônia de abertura, em um momento de um surto de contágio na área da capital japonesa.
Os organizadores estão coletando informações sobre os contatos próximos da pessoa afetada, segundo o chefe executivo, Toshiro Muto, que concedeu entrevista coletiva sobre segurança na Vila Olímpica.
– Estamos tomando medidas firmes contra a Covid, inclusive dentro da Vila. Além disso, os atletas devem, em princípio, ser testados todos os dias, e agora que houve um teste positivo, essa pessoa será imediatamente isolada – destacou Muto.
O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, também se pronunciou a respeito e garantiu que o caso não representa riscos para as delegações nem para a população japonesa e destacou que a pessoa infectada foi isolada.
O primeiro teste positivo em delegações estrangeiras detectado no Japão foi o de um treinador da equipe olímpica de Uganda na chegada ao país, em 19 de junho, seguido de um positivo posterior entre um dos atletas, que atualmente estão hospedados no município de Izumisano, no oeste do Japão.
O teste positivo na Vila Olímpica poderia ser outro fator nas dúvidas da população japonesa sobre a segurança dos Jogos, e chega apenas um dia depois que foi noticiado que um atleta da delegação ugandense havia escapado de seu hotel com a intenção de começar uma nova vida no Japão.
O Vitória chegou ao sétimo jogo sem vencer na Série B. Na manhã deste sábado (17), o Leão perdeu para o Brasil de Pelotas por 1 a 0, no Bento Freitas, pela 12ª rodada. O único gol da partida foi marcado pelo lateral Vidal para os donos da casa.
Com o resultado, o Rubro-Negro se afundou ainda mais na zona de rebaixamento ao cair para a 18ª colocação com nove pontos na tabela de classificação. Enquanto o Xavante somou 11 e subiu para o 15º lugar.
O Vitória volta ao gramado na próxima terça-feira (20), às 21h30, para encarar a Ponte Preta, no Barradão, pela 13ª rodada. Já o Brasil de Pelotas visita o Náutico, na quarta (21), no mesmo horário, nos Aflitos.
O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, não poupou críticas ao julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que tirou um mando de campo do clube e aumentou as penas do zagueiro Juninho, do meia Daniel e do lateral-direito Nino Paraíba. Em entrevista ao Sócio Digital, aplicativo oficial, o mandatário tricolor citou a confusão de um dos votantes e chamou a decisão de “grande aberração”.
“O que aconteceu no STJD foi uma grande aberração, algo inexplicável. Um dos membros do julgamento votou como o Bahia tivesse sido mandante. No meio do voto, outro julgador alegou que o Bahia era visitante e não mandante. Isso é assombroso. É uma carência técnica absurdo. Me surpreendeu que o STJD, que devia prezar por um julgamento técnico, tenha feito algo tão desconexo com a realidade”, declarou.
Bellintani também questionou o fato do Bahia, como visitante, perder o mando. O fato dos clubes envolvidos na partida de punição se deslocarem do local original em plena pandemia foi citado pelo dirigente.
“Além disso, o visitante perder mando de campo, que coisa louca. Perder mando de campo na pandemia não tem sentido. Fazer o deslocamento para outro lugar, com risco de pandemia… Nino Paraíba foi condenado por invasão a campo. Ele estava cadastrado para receber medalha. Ele viajou com o crachá e o STJD teve a aberração de condenar Nino por invasão. Poderia condenar por outras coisas. Um show de horror. Lamentável. Mas não tira a necessidade da gente ver as nossas responsabilidades”, completou.
Com as novas punições, Nino Paraíba e Daniel estão fora do jogo contra o Flamengo. O lateral terá mais três jogos a cumprir e o meia vai ficar seis jogos de molho. A parte jurídica do clube estuda a estratégia que será tomada daqui para frente.
Clubes entram em guerra com a Globo por causa da Lei do Mandante (Imagem: Reprodução / Globo)
Dirigentes de clubes da Série A e B do Campeonato Brasileiro foram até Brasília na última terça-feira (13) contra a emenda que auxilia a Globo na Lei do Mandante. Representantes de Flamengo, Palmeiras e outros times se reuniram com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em busca de uma solução.
Segundo o UOL Esporte, a conversa teve como objetivo a garantia da votação da Lei do Mandante sem a emenda que a Globo supostamente colocou em pauta. A audiência contou também com a presença do deputado Fred Costa (Patriota-MG).
No projeto de lei enviado pelo Governo Bolsonaro à Câmara, os clubes mandantes dos jogos são responsáveis pelos direitos de transmissão. Pela lei atual, esse direito pertence aos dois times que disputam o campeonato.
Na briga pela Lei do Mandante, a Globo tentou a inclusão de um mecanismo que adie os efeitos das novas regras apenas para os próximos contratos com os times, mantendo em vigor o atual contrato do Campeonato Brasileiro.
Apelidada de emenda Globo pelos clubes, o mecanismo foi costurado entre o deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), relator da Lei do Mandante, com Alex Manente(Cidadania-SP), autor da emenda.
A Globo informou que “novas legislações não modificam contratos já assinados, que são negócios jurídicos perfeitos, protegidos pela Constituição Federal; e não afetam as competições cujos direitos já foram cedidos pelos clubes, seja para as temporadas atuais ou futuras. De maneira que são corretas disposições do PL que confirmem essa previsão constitucional”.
Após reuniões com dirigentes e parlamentares, o relator fechou um texto com partes do teor da “emenda Globo”. No desenho final, a Lei do Mandante impõe: “Pertence ao clube mandante o direito de vender o direito de arena”.
Como a Globo desejou desde o início, a Lei que substituirá a Lei Pelé não atrapalha “contratos que tenham por objeto direitos de transmissão celebrados previamente”. Ribeiro rejeitou a emenda de Manente, mas inseriu no texto final parte do que foi conversado com ele.
O efeito no mercado da bola/TV será visto nos próximos anos, a partir dos próximos contratos. Os novos acordos entrarão em vigor em 2023 para a Série B e em 2025 para a Série A.
O texto abriu um novo parágrafo se referindo aos times que não negociaram com nenhum canal. “Não podem atingir as entidades desportivas que não cederam seus direitos de transmissão para terceiros previamente à vigência da Lei, que poderão cedê-los livremente”, esclareceu. Novas discussões serão tratadas nesta quarta-feira (14).
Em nota, o Movimento Futebol Livre, formado por clubes das Séries A e B, considerou que “a Câmara avançou em torno de uma lei equilibrada, que abre o mercado imediatamente para os clubes sem contrato e preserva os direitos adquiridos de contratos em vigor”.
O técnico Renato Gaúcho foi apresentado oficialmente na tarde desta segunda-feira (12) como novo comandante do Flamengo em entrevista coletiva realizada no Ninho do Urubu. “Há uns dois, três anos, falei que tinha esse sonho, e hoje o estou realizando. Acho que todo treinador tem que sonhar grande e alto. Treinar o Flamengo é a mesma coisa que treinar a seleção brasileira”, disse.
Na busca de concretizar o sonho de ser campeão como técnico do time da Gávea, a estreia do treinador no banco de reservas da equipe carioca será na próxima quarta-feira (14), quando o Rubro-Negro enfrenta o Defensa y Justicia (Argentina), pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores.
“Lembro até hoje de ter dado a volta olímpica em 1987 no Maracanã como jogador. Espero que, com esse grupo, agora como treinador, possa realizar esse sonho de ser campeão como técnico”.
Além do torneio continental, Renato Gaúcho terá pela frente as disputas do Campeonato Brasileiro, no qual a equipe busca o tricampeonato, e da Copa do Brasil.
Após assinar com o clube da Gávea até o final do ano, Renato Gaúcho fez questão de reiterar sua identificação com o rubro-negro. “Quando eu jogava pelo Grêmio, tinha um sonho de um dia jogar no Flamengo. E pude realizar esse sonho. Agora, como treinador, vou dar continuidade a esse trabalho”, concluiu.