A comissão processante do Conselho Deliberativo do Vitória concedeu prazo de cinco dias úteis para o presidente Paulo Carneiro apresentar defesa na acusação de gestão temerária. O cartola foi afastado temporariamente do cargo no mês passado

“Evidenciou que a notificação é a oportunidade de apresentação de defesa prévia, visto que ele [Paulo Carneiro] figura no presente processo na condição de investigado”, diz trecho da notificação.

Paulo Carneiro é acusado de cometer inúmeras irregularidades em sua gestão, como adiantamento de suas remunerações durante a pandemia, ausência de um contrato entre o clube e empresa Magnun, que recebeu R$ 3,5 milhões do Vitória, além de outras coisas.

Informações: Bahia Notícias


Nesta semana, comissão da CBF suspendeu Rogério da presidência até 2023

Foto: reprodução CBF TV
Foto: reprodução CBF TV

O Ministério Público do Trabalho ajuizou uma ação na qual cobra R$ 10 milhões da CBF, a título de dano moral coletivo, por causa da conduta do presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo, acusado de assédio sexual e assédio moral por uma funcionária, um diretor e uma ex-funcionária.

A procuradoria também pede que a Justiça impeça Caboclo de entrar no prédio da CBF durante 21 meses, mesmo período pelo qual ele foi suspenso nesta semana, por decisão da Assembleia Geral da entidade, que ratificou punição sugerida pela Comissão de Ética.

O Ministério Público do Trabalho colheu depoimentos de testemunhas que corroboram o que as vítimas declaram ao longo do processo. Dois diretores – que não chegaram a fazer denúncias contra Caboclo – também afirmam ter sido vítimas de assédio moral.

Informações Bahia.ba


Atleta do Século passou por cirurgia para retirada de tumor no cólon

pelé, santos

O Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, informou que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, recebeu alta na manhã desta quinta-feira (30), após um mês internado. Segundo comunicado divulgado pela instituição, o Atleta do Século “encontra-se estável e seguirá em quimioterapia, após a cirurgia para retirada de tumor no intestino”. O procedimento no cólon foi realizado no último dia 4 de setembro.

Pelé deu entrada no hospital em 31 de agosto e foi submetido a uma cirurgia quatro dias depois. O ex-jogador, que comemora 81 anos no próximo dia 23 de outubro, passou 15 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), até ser transferido para o quarto. No último dia 17 de setembro, ele foi novamente para a UTI, após apresentar “breve instabilidade respiratória”, conforme boletim médico da ocasião, passando para cuidados semi-intensivos no dia seguinte.

No dia 18, o Rei retornou ao quarto, onde permaneceu até a manhã desta quinta. Kety Nascimento, filha de Pelé, além do próprio pai, divulgaram vídeos ao longo dos últimos dias, por meio das redes sociais, mostrando a recuperação do ex-atleta, com trabalhos de fisioterapia e momentos de descontração, como quando ele apareceu cantando “Leão do Mar”, um dos hinos do Santos, clube onde fez história nos gramados.

Informações Agência Brasil


No final de semana, o futebol baiano vivenciou a queda da Jacuipense da Série C para a D

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

Pela primeira vez este ano na zona de rebaixamento para a Série B, o Bahia viu as chances de queda subir para 44%. As projeções são do site Infobola. No domingo, o time baiano perdeu para o Internacional por 2×0 e viu América-MG e Juventude ultrapassá-lo na tabela. Na semana passada, o risco de queda era de 37%.

Mesmo em 17º, o Bahia tem risco igual ao do América-MG (15º colocado) e maior do que o do 18º Grêmio (26%), que tem dois jogos a menos.

Desde quando o argentino Diego Dabove assumiu o time, o Bahia tem uma vitória, dois empates e duas derrotas. No geral, com 22 partidas disputadas, o Bahia perdeu metade dos confrontos, conseguiu seis vitórias e empatou cinco jogos, ficando com 22 pontos.

Também no último final de semana, o Jacuipense venceu o Altos-PI por 3×2, mas teve confirmada a queda para a Série D do Campeonato Brasileiro da Série D.

Informações Bahia.ba


O Bahia está na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (26), no Beira-Rio, o Esquadrão perdeu por 2 a 0 para o Internacional e, devido à vitória do Juventude e ao empate do América Mineiro, entrou no Z-4.

Agora, o Tricolor possui 23 pontos, e nenhum outro jogo da 22ª rodada pode tirar a equipe na degola. Mais uma vez com muitas mexidas do técnico Diego Dabove, o Bahia até chegou a se comportar bem em determinada parte do jogo, mas novamente a falta de atenção na bola aérea defensiva prejudicou a equipe.

O próximo compromisso do Bahia é contra o Ceará, no sábado (2), na Arena Fonte Nova. A depender das negociações entre clubes, CBF e autoridades sanitárias durante a semana, o Esquadrão pode receber torcida no estádio pela primeira vez desde o início da pandemia de Covid-19.

Informações: Bahia Notícias


Emissora vai transmitir 16 partidas do campeonato na temporada

Record irá transmitir o Campeonato Paulista Foto: Divulgação

A Record TV venceu a concorrência pelos direitos de TV aberta e vai transmitir o Campeonato Paulista a partir de 2022. A emissora exibirá 16 partidas da temporada, sendo um jogo por rodada na primeira fase, um das quartas, uma semifinal e as duas finais. O canal se junta ao YouTube como os parceiros de mídia para o novo ciclo de direitos.

“Com este acordo, a Federação Paulista (FPF) dá mais um passo importante na construção de um novo modelo de distribuição do Paulistão, ampliando o número de parceiros e assegurando exposição ainda maior em todas as plataformas da competição que é líder de audiência pelos últimos quatro anos consecutivos”, disse um comunicado da FPF, nesta sexta-feira (24).

A produção e geração de imagens do Paulistão serão realizadas pela FPF. “Isto garante padronização na produção e uma identidade visual única nas transmissões, independentemente de quem transmite, melhorando a percepção do produto para torcedores e patrocinadores”, prosseguiu o comunicado.

“É com grande satisfação que anunciamos hoje um acordo novo, com uma emissora gigante como é a Record TV. A emissora terá, a partir de 2022, o campeonato líder em audiência no Brasil. Será, sem dúvida, mais um ciclo de sucesso, agora em uma nova casa”, afirmou Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF.

*AE


Foto: Divulgação/PSG

O jogador do Paris Saint-Germain Neymar Jr., conhecido por propagar sua fé cristã e fazer alguns comentários sobre política brasileira, receberá cerca de R$ 40 milhões do clube francês para não se manifestar publicamente sobre assuntos políticos ou religiosos. O chamado “bônus de ética” é comum na França e tem como objetivo “não desagradar” os torcedores.

Uma das cláusulas do contrato entre o brasileiro e o clube francês proíbe a “propaganda política ou religiosa que possa prejudicar a imagem e a unidade do clube”. O bônus de ética inclui ainda obrigações como “cortesia, gentileza e disponibilidade para com a torcida, incluindo principalmente o dever de cumprimentar e agradecer a torcida antes e depois de cada partida” e “comportamento exemplar para com patrocinadores ou rivais, árbitros e delegados, pontualidade e assiduidade em todos os treinos, proibição de apostas em competições em que o clube participa ou mesmo respeito pelos meios de comunicação”.

Para tanto, o PSG irá pagar cerca de 542 mil euros brutos por mês, o que dá uma média 6,5 milhões de euros por ano (R$ 40 milhões).

A cláusula também exige que o jogador se abstenha de criticar o próprio clube, além de apresentar “comportamento exemplar, especialmente em campo” – o que muitas vezes não acaba acontecendo com Neymar, que também é famoso pela pouca paciência no gramado.

Os termos do contrato foram revelados pelo jornalista Esteban Urreiztieta, em reportagem para o jornal espanhol El Mundo. O repórter informou que tanto Neymar quanto seus colegas de equipe estão impedidos de fazer “qualquer comentário público adverso sobre as opções táticas da equipe, ou comentários públicos negativos sobre o clube, quem trabalha nele e quem o apoia”.

Informações: Pleno.News


Emissora ofereceu valores considerados baixos pela transmissão do torneio no Premiere

Clubes do RJ consideram oferta da Globo “ridícula” Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (20), clubes de futebol do Rio de Janeiro discutiram com a Rede Globo uma proposta de compra dos direitos de transmissão do Campeonato Carioca para o pay-per-view (PPV). Os valores oferecidos pela emissora, no entanto, irritaram os clubes na reunião, que chamaram a proposta de “ridícula”. A informação foi dada pelo site Notícias da TV, do portal Uol.

A Globo propôs um repasse de cerca de 7% das assinaturas de PPV, o que daria cerca de R$ 5,8 milhões por mês do torneio, já que o Premiere possui atualmente 1,4 milhão de assinantes. No total, a emissora pagaria R$ 17,4 milhões pela competição que dura três meses.

Até o ano passado, a Globo pagava R$ 120 milhões pelo torneio, mas acabou rescindindo o contrato em junho. A nova proposta da emissora prevê ainda um valor de R$ 30 milhões aos clubes grandes pela rescisão do contrato. Já os pequenos ainda não negociaram o valor.

A reunião foi realizada na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

Informações Pleno News


Especialistas explicam relação entre overtraining e diminuição da produção do hormônio, abordando as consequências para a performance esportiva, além dos tratamentos e cuidados

Foto: iStock Getty Images 

Determinados tipos de exercício físico, sobretudo os de alta intensidade e curta duração, podem promover aumento da secreção de testosterona. No entanto, o excesso de exercício pode ter um impacto negativo sobre a produção desse hormônio. Nos últimos anos, alguns estudos têm relatado que, parecido com o que ocorre na chamada Síndrome da Mulher Atleta, homens também são afetados pelo excesso de treino (overtraining). Tanto que atualmente já é reconhecido que o excesso de treinamento físico é uma das causas que prejudicam a produção de testosterona em homens, podendo levar inclusive a um quadro de deficiência do hormônio, chamado de hipogonadismo ligado ao exercício. Mas, afinal, como esse tipo de distúrbio pode levar à piora de performance esportiva e a uma série de alterações orgânicas prejudiciais? 

Abaixo, os médicos endocrinologistas Ricardo Oliveira e Roberto Zagury explicam essa relação e o tratamento do problema e dão dicas de cuidados a serem tomados pelos atletas. 

Exercício físico e testosterona

Diferentes tipos de treinamento podem exercer diferentes impactos sobre a produção de testosterona. Ricardo Oliveira explica que se por um lado exercícios de alta intensidade e curta duração promovem aumento da síntese de testosterona, por outro lado treinamentos longos e exaustivos podem promover o contrário: uma deficiência do hormônio. Alguns tipos de exercícios que geram uma produção maior de testosterona são os de alta intensidade, explosão e musculação, principalmente aqueles que envolvem grandes grupamentos musculares e uma intensidade considerável. 

Para que não ocorra uma superprodução ou baixa produção do hormônio, o ideal é manter o equilíbrio entre treino e descanso, sendo necessária uma dosagem correta de ambos. Em relação ao overtrainging, quando abordamos esse tópico, há uma tendência natural de associar mais o excesso de treinamento ao universo feminino por conta da famosa Tríade da Mulher Atleta, atualmente chamada de Síndrome da Mulher Atleta, que pode gerar desordem alimentar, hormonal (amenorreia) e óssea (osteopenia/ osteoporose). No entanto, treinos em excesso também trazem malefícios ao universo masculino. 

– Da mesma forma que as mulheres podem apresentar a chamada Síndrome da Mulher Atleta pelo excesso de treino e uma dieta inadequada (em geral mais restritiva), o mesmo pode ocorrer com os homens. Hoje, conhecemos a chamada REDS (Síndrome de Deficiência Energética Relativa), na qual o gasto energético pelo exercício acaba sendo bem superior ao consumo calórico da dieta. A deficiência de testosterona em homens é apenas uma das consequências da REDS. Prejuízo na imunidade, problemas de sono, fadiga crônica e irritabilidade são alguns outros exemplos da sinais da doença em homens – aponta Oliveira. 

A baixa produção de testosterona está entre os malefícios do overtraining   — Foto: Reprodução/Internet

A baixa produção de testosterona está entre os malefícios do overtraining — Foto: Reprodução/Internet 

De acordo com Roberto Zagury, muito mais do que produzir uma diminuição nos níveis de testosterona, o excesso de treinamento no homem traz malefícios também na esfera afetiva. No âmbito psicoafetivo, a pessoa pode ter mais irritabilidade e um sono prejudicado, por exemplo. No âmbito imunológico, há um desequilíbrio, desregulando-se com o exagero de treinamento e, dessa forma, a pessoa fica mais propensa a infecções principalmente de vias aéreas superiores. 

– Além disso, pode haver um prejuízo na massa óssea, tanto na qualidade quanto na quantidade de tecido ósseo; e assim, acabam surgindo as famosíssimas fraturas por estresse. Portanto, entendemos hoje que o impacto do overtraining não é apenas hormonal, mas sim multimodal e multifatorial, envolvendo uma ampla gama de setores do organismo da saúde masculina – explica o médico. 

Hipogonadismo ligado ao exercício

De acordo com Ricardo Oliveira, o hipogonadismo masculino caracteriza-se por uma deficiência da produção de testosterona e/ou espermatozoide em homens. O excesso de exercício, sobretudo em um contexto de ingestão calórica limitada, é uma das causas desta entidade recém-descrita como “hipogonadismo ligado ao exercício”. 

Entre os sintomas estão:

  • Queda de libido
  • Sintomas depressivos
  • Irritabilidade
  • Piora da concentração
  • Perda de força e potência muscular

A maioria desses sintomas pode apresentar um impacto direto ou indireto sobre a performance do atleta, prejudicando o desempenho esportivo. 

– Atualmente, cunhamos um termo, entendendo que era apropriado ter uma terminologia específica para apontar para essa condição: o hipogonadismo ligado ao exercício, que é uma forma funcional de hipogonadismo. Ou seja, não existe uma doença orgânica, um processo anatômico que seja identificável com exames de imagem, por exemplo, mas existe um processo funcional, uma desregulação do funcionamento do nosso organismo que começa lá em cima, no hipotálamo, que é uma região do nosso cérebro especializada capaz de controlar uma glândula muito importante que é a hipófise, que também fica no cérebro. Por sua vez, a hipófise controla várias glândulas do nosso organismo e, entre elas, os testículos, no caso do homem. Que são o sítio de produção da testosterona. No hipogonadismo ligado ao exercício, há uma diminuição na produção de testosterona por uma alteração funcional do hipotálamo e da hipófise – explica Roberto Zagury. 

Piora da performance esportiva 

Overtraining piora a performance esportiva em um curto prazo — Foto: Istock Getty Images

Overtraining piora a performance esportiva em um curto prazo — Foto: Istock Getty Images 

O quadro de hipogonadismo ligado ao exercício pode prejudicar a performance esportiva, pois provoca alterações como menores força e resistência muscular e uma piora da recuperação muscular nos indivíduos acometidos, além de uma série de mudanças orgânicas prejudiciais. Isso ocorre porque o praticante de atividade física, com o objetivo de melhorar o seu desempenho, acaba treinando cada vez mais, entrando em um ciclo vicioso de busca pela perfeição. Assim, aumenta mais o volume semanal e a intensidade dos treinos e diminui os períodos de repouso, que são fundamentais para que o organismo se recupere. 

– Senão der tempo para o organismo, não adianta treinar em alta intensidade, a pessoa não vai se tornar mais capaz, pelo contrário. Quando o atleta só vai treinando cada vez mais e passa do ponto, esse hipogonadismo (diminuição de testosterona) dialoga com o excesso de treinamento clássico, passando também por um estágio antes do overtraining, que é o chamado overreaching, que consiste em um aumento do volume e\ou da intensidade do treino. Após essa fase, o indivíduo entra no overtraining e, em vez de melhorar sua performance esportiva, a piora em um curto prazo – aponta Zagury. 

Readequação de dieta e treinos é a principal forma de tratamento da baixa de testosterona — Foto: Istock Getty Images

Readequação de dieta e treinos é a principal forma de tratamento da baixa de testosterona — Foto: Istock Getty Images 

Nos casos de deficiência de testosterona causada pelo excesso de exercício físico, Ricardo Oliveira aponta que a principal medida a ser adotada é uma adequação de dieta e treinos. Segundo o médico endocrinologista e do esporte, o indivíduo deve: 

  • Fazer uma redução do volume de treinamento (em geral 20-30% do volume semanal), evitando os treinos mais longos, sobretudo aqueles que tem duração entre uma e duas horas; 
  • Um controle dietético também é fundamental, requerendo-se um aumento da ingestão calórica, incluindo quantidade de carboidratos e gorduras, muitas vezes negligenciado e demonizados por atletas;
  • Nos casos que tais ajustes não forem suficientes para reverter todo o processo, a reposição hormonal com testosterona ou uso dos chamados moduladores seletivos do receptor de estrogênio (SERMs) pode ser necessário.

Roberto Zagury também reforça que a base do tratamento nesses casos é o destreinamento, ou seja, fazer o movimento no sentido contrário. Afinal, se o que produziu aquela deficiência funcional na produção de testosterona foi o excesso de treinamento, o tratamento é entregar para a pessoa uma agenda de repouso para que que ela possa desfazer o que que foi construído pelo overtraining. 

– Outro ingrediente importante do tratamento é a paciência, embora seja muito difícil pedir para pessoa que está nessa situação dar tempo ao tempo. Às vezes a situação reverte rápido, mas nem sempre, pode ser preciso de três meses, seis meses ou até um ano para reverter o quadro. Então, a pessoa que se vê nessa situação acaba ficando insegura e ansiosa, mas na medicina às vezes o tempo faz parte do grande tratamento, como nesse caso – destaca o médico. 

Além de tratar o quadro, é importante o atleta tomar alguns cuidados, sendo importante lembrar que os produtos derivados de testosterona são considerados doping, ou seja, pertencentes à lista de substância proibidas pela agência mundial anti-doping (WADA). Portanto, é fundamental que equipe médica esteja ciente e, caso esse tipo terapia seja de fato necessário, deve ser solicitada uma autorização para uso terapêutico (AUT) antes do início da competição. A agência regulatória de cada país avaliará o caso e decidirá pela autorização ou não. No Brasil, esta função é feita pela Agência Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). 

Outros cuidados incluem: 

  1. Construir um programa de treinamento de tal forma que o atleta encontre equilíbrio entre intensidade e volume de treinos e repouso. E isso quem vai fazer melhor do que ninguém é um profissional de educação física, que vai montar um treino periodizado, com momentos de maior intensidade, mas também com momentos de menor intensidade e outros de descanso. A monotonia de treinamento é um um problema importante que empurra o indivíduo para o hipogonadismo;
  2. Ter atenção a questões de ordem pessoal: problemas financeiros, afetivos e familiares influenciam o desempenho esportivo. É importante não descuidar desses fatores extra-esporte, que muitas vezes exigem o apoio de um psicólogo, por exemplo.

– Por fim, é importante destacar que atletas de endurance, sobretudo de provas longas (maratonas, ultramaratonas, ciclismo), esportes aquáticos (nos quais se treina horas por dia), dentre outros, estejam atentos à possibilidade da deficiência de testosterona. Diante da suspeita, a recomendação é procurar a equipe médica. Em muitos casos, um médico endocrinologista deverá ser consultado para avaliação criteriosa do caso – conclui Ricardo Oliveira. 

Fontes: 
Ricardo de Andrade Oliveira 
é médico endocrinologista e do esporte, ex-professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador do Departamento de Doenças Associadas da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). 
Roberto Zagury é médico endocrinologista e coordenador do Departamento de Diabetes, Exercício e Esporte da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Informações GE


Argentino tem contrato de 2 anos, com a opção de renovação por mais um ano

Lionel Messi Foto: EFE/EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON

O jogador argentino Lionel Messi terá o salário como mesmo valor de Neymar, no PSG. Segundo o jornal L’equipe, o valor é maior do que Mbappé ganha no clube francês.

Se Messi cumprir o tempo de contrato, o valor a ser recebido chegará aos 110 milhões de euros (R$ 682 milhões).

Da quantia, 30 milhões seriam recebidos no primeiro ano e 40 milhões nas outras duas temporadas, por conta de um bônus de fidelidade.

Messi tem contrato de 2 anos, com a opção de renovação por mais um ano.