Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que país “tem experiência em evitar e controlar o coronavírus”
Preparação para os Jogos de Inverno 2022 Foto: EFE/EPA/ROMAN PILIPEY
Durante um briefing diário de rotina, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, disse estar convencido de que as Olimpíadas de Inverno de 2022 acontecerão “com sucesso” na China, apesar da variante Ômicron do novo coronavírus. Ele deu declarações nesta terça-feira (30). As informações são da agência Reuters.
– Acredito que isto certamente representará algum desafio aos nossos esforços para evitar e controlar o vírus, mas, como a China tem experiência em evitar e controlar o coronavírus, acredito plenamente que a China será capaz de sediar as Olimpíadas de Inverno no prazo, tranquilamente e com sucesso – declarou.
Os jogos de inverno devem acontecer de 4 a 20 de fevereiro, sem espectadores estrangeiros. Para manter a segurança, todos os atletas e o pessoal relacionado ao evento esportivo serão contidos em uma bolha sanitária, além de serem sujeitos a testes diários de Covid-19.
Tricolor pode voltar para a zona de rebaixamento nesta terça-feira (30)
Foto: reprodução/Twitter EC Bahia
O Esporte Clube Bahia desperdiçou uma chance clara de se afastar da zona de rebaixamento, na noite desta segunda-feira (29), ao perder para o Atlético Goianiense por 2 a 1. A derrota deixou o clube baiano com 44,6% de chances de cair para a Série B do Campeonato Brasileiro.
De acordo com o levantamento feito pelo Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Bahia é o quarto clube com mais riscos de rebaixamento. Tricolor está atrás somente do Grêmio (96,9%), Sport (99,9%) e da já rebaixada Chapecoense (100%).
Em quinto aparece o Juventude com 34,6% de chances. Clube gaúcho está atrás do Bahia na tabela, com os mesmos 40 pontos, mas um jogo a menos.
A equipe comandada por Guto Ferreira se prepara para enfrentar o Atlético Mineiro na próxima rodada. Partida acontece nesta quinta-feira (2), na Arena Fonte Nova, a partir das 18h.
Já o Juventude iguala o Bahia no número de partidas disputadas na noite desta terça-feira (30), diante do Bragantino. Em caso de empate ou vitória do clube gaúcho, o Tricolor pode voltar para a zona de rebaixamento.
Nesta segunda-feira (29), o argentino Lionel Messi, do Paris Saint-Germain (PSG), conquistou sua sétima Bola de Ouro. O prêmio é promovido pela revista France Football. A cerimônia aconteceu em Paris, França.
Messi superou o polonês Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, e o brasileiro naturalizado italiano, Jorginho, do Chelsea, que ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Segundo informações do UOL, Cristiano Ronaldo ficou na 6ª posição. Já o brasileiro melhor colocado foi Neymar, na 16ª posição.
Em 2020, a premiação não foi realizada por causa da pandemia da Covid-19. Em 2019, Messi também venceu a Bola de Ouro, quando ainda jogava pelo Barcelona.
Com a vitória, o jogador argentina se iguala ao brasileiro Pelé como o maior campeão do prêmio.
Renato Gaúcho não é mais o técnico do Flamengo. A decisão foi tomada pela diretoria nesta segunda-feira, após conversa com o treinador. A saída acontece depois da perda do título da Libertadores para o Palmeiras, no sábado, em Montevidéu, no Uruguai.
Mauricio Souza, ex-sub-20 e que vinha sendo auxiliar na comissão de Renato, comandará o time até o fim do Campeonato Brasileiro.
“O Clube de Regatas do Flamengo informa que, após conversa entre as partes, o técnico Renato Gaúcho não comanda mais o time principal” – publicou o clube nas redes sociais.
Com contrato até o fim do ano, Renato já não seguiria no clube em 2022 por opção da diretoria e do próprio treinador. As duas partes consideravam não haver mais clima diante do trabalho e dos resultados. Restava a decisão da ruptura imediata ou ao término do Brasileirão. Pela questão da logística de voltar no mesmo voo e do luto pela derrota, a diretoria do Flamengo evitou bater o martelo na capital uruguaia.
Independentemente do resultado na decisão, a permanência do treinador para 2022 já estava em xeque, fosse pelo trabalho, que não era bem avaliado internamente, fosse por atitudes no dia a dia que irritavam jogadores. Na última terça-feira, dia do empate com o Grêmio, por exemplo, Renato não foi ao CT do próprio clube gaúcho dar treino para os titulares, o que causou irritação.
Sob o comando de Renato Gaúcho, o Flamengo foi eliminado para o Athletico-PR na semifinal da Copa do Brasil e perdeu o título da Libertadores para o Palmeiras. O treinador deixa o time na vice-liderança do Brasileirão, com remotas chances de título.
No vestiário do estádio Centenário, no sábado, o clima já era de despedida. Renato assumiu a palavra na roda de oração no vestiário e não conseguiu segurar as lágrimas. Em discurso ao elenco, o técnico disse que foi um prazer trabalhar com este grupo de jogadores. Ao chegar ao vestiário, o treinador deu apoio a Andreas Pereira, que falhou no gol do título do Palmeiras.
Ao todo, Renato comandou o Flamengo em 38 jogos, com 25 vitórias, 8 empates e 5 derrotas, um aproveitamento de 72,8%.
Rubro-negro precisava vencer e torcer pelas derrotas de Londrina e Remo
Foto: Divulgação/EC Vitória
O Vitória perdeu por 1 a 0 do Vila Nova-GO neste domingo (28) no Barradão. O resultado sacramentou o rebaixamento do rubro-negro para a Série C do Campeonato Brasileiro em 2022.
O Leão da Barra precisava vencer sua partida e torcer pelas derrotas de Londrina e Remo, contra Vasco e Confiança, respectivamente. No entanto, o Leão não fez sua parte e ainda contou com o triunfo do Londrina por 3 a 0 sobre o Vasco e um empate em 0 a 0 entre Remo e Confiança.
Remo, Vitória, Confiança e Brasil de Pelotas jogarão a Série C em 2022. O Vitória vai disputar a terceira divisão do futebol brasileiro pela segunda vez. A última participação foi em 2006.
Ex-piloto, mecânico e fundador de equipe de Fórmula 1, Frank Williams morreu hoje (28) aos 79 anos. Ele foi dono e chefe da Williams Racing, uma das maiores equipes da categoria e nove vezes campeã do Mundial de Construtores, e virou uma lenda do automobilismo após tantas décadas no esporte.
O falecimento foi anunciado pela própria Williams, via redes sociais, mas a causa da morte foi mantida sob sigilo. “Sentimos a mais profunda tristeza pela morte de Sir Frank Williams. Sua vida foi movida pela paixão pelo automobilismo, seu legado é incomensurável e fará parte da F1 para sempre. Conhecê-lo foi uma inspiração e um privilégio. Ele deixará muita, muita saudade”, escreveu o perfil oficial.
Ainda de acordo com a equipe, Frank deu entrada em um hospital na última sexta-feira (26) e “faleceu em paz nesta manhã, cercado por sua família”.
Frank Williams nasceu na Inglaterra em 1942 e teve curta carreira como piloto e mecânico antes de fundar sua primeira equipe de automobilismo aos 24 anos, nos Anos 1960. A Frank Williams Racing Cars estreou na Fórmula 1 em 1969 e disputou sete temporadas sem nenhum resultado muito expressivo. Nos anos seguintes a equipe promoveu a estreia na F1 do piloto José Carlos Pace, brasileiro que hoje batiza o Circuito de Interlagos, em São Paulo.
A equipe sofreu várias mudanças a partir da entrada de um milionário canadense no negócio, em 1976, e por fim Frank Williams perderia o posto de chefe e sairia do projeto de uma vez por todas para recomeçar do zero —desta vez na Williams, que até hoje disputa a F1.
Com a nova equipe já consolidada e bicampeã da Fórmula 1, Frank sofreu um acidente que mudaria sua vida para sempre em março de 1986. A equipe vivia os preparativos para a temporada daquele ano e, após acompanhar os testes de um novo carro, ele se acidentou pouco depois de deixar o circuito de Paul Ricard, na França. O dono da Williams ficou paraplégico e passou a utilizar uma cadeira de rodas.
Foi correndo pela Williams Racing que Ayrton Senna sofreu acidente fatal em 1994. Ele chegou a ser acusado de homicídio culposo, mas foi inocentado pela Justiça italiana. Questionado sobre a tragédia, demonstrava carregar algum peso pela morte do piloto brasileiro. “O funeral de Senna foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi”, dizia Frank Williams.
Frank Williams teve sucesso que extrapolou o nicho do automobilismo e foi nomeado cavaleiro pela Rainha Elizabeth, em 1999. Ele seguiu como chefe da Williams até 2012, quando passou o bastão para a filha Claire, mas a família viria a vender sua participação na equipe para um grupo de investidores em 2020.
Nas pistas, a Williams e as demais equipes da Fórmula 1 voltam a correr nesta sexta-feira (3), nos primeiros treinos livres do GP da Arábia Saudita, o penúltimo do ano. A semana deve ser recheada de homenagens a Frank Williams, uma lenda do automobilismo.
Emissora de Silvio Santos chegou a registrar três vezes mais audiência que a rival em algumas cidades do Brasil
Final da Libertadores fez com que o SBT desse “uma surra” na Globo em audiência Foto: EFE/Raúl Martínez
A vitória do Palmeiras em cima do Flamengo na Libertadores foi muito positiva para o SBT. A exibição da final da campeonato fez com que a emissora de Silvio Santos superasse a TV Globo na audiência em em vários locais do Brasil.
A informação foi dada pelo site Notícias da TV, que divulgou dados preliminares do Kantar Ibope Media. Os números apontam que o SBT chegou a ter três vezes mais audiência que a Globo.
No primeiro tempo da parte, o SBT chegou a 24,8 pontos na Grande São Paulo, contra 8,2 da Globo. No Rio de Janeiro, a emissora de Silvio Santos chegou a 27 pontos, contra 7,8 da rival. Já em Brasília, o SBT conseguiu ter dez vezes mais audiência que a Globo, 26,8 a 2,6 pontos. Resultados semelhantes foram obtidos no segundo tempo e na prorrogação da partida.
No tempo completo do jogo, informou o site, o SBT registrou média de 26,3 pontos contra 9,3 da Globo na Grande São Paulo. No Rio de Janeiro, a média foi de 30 pontos contra 9. E em Brasília, o SBT alcançou média de 31,6 contra 3,1 da Globo.
No final, o jogo foi vencido pelo Palmeiras por 2 a 1, garantindo o terceiro título da competição à equipe paulista.
Renato Gaúcho teve nas mãos o time de 200 milhões que tanto queria e fracassou nas três competições que disputou. Não tem mais condição de seguir no comando do Flamengo – melhor colocar o técnico dos juniores nas últimas partidas no Brasileiro. E tratar rapidamente de buscar um treinador estrangeiro para o seu lugar.
Mas, convenhamos, Portaluppi está longe de ser o único problema do rubro-negro, que precisa de ampla reforma do departamento de futebol, se quiser voltar à trilha de vitórias iniciada em 2019. Desde a saída de Jorge Jesus (antecedida pela demissão de Paulo Pelaipe) as coisas começaram a degringolar por lá, a ponto de chegar, nos dias de hoje, a uma completa esculhambação.
O vice-presidente de futebol Marcos Braz, por exemplo, deveria ter sido desligado do cargo no exato momento em que resolveu se utilizar dele para se eleger vereador. Conflito de interesses total. Inadmissível. Como aceitar, por exemplo, que o Ninho do Urubu tenha sido usado para um churrasco festivo, com direito a pelada dos edis fluminense? Um escárnio!
Sem Jesus e Pelaipe, Braz foi permitindo também que, pouco a pouco, os líderes do grupo (a geração de 85, formada por Diego Alves, Filipe Luís e Diego Ribas, além de nomes de peso, como Éverton Ribeiro e Gabigol) começassem a tomar as rédeas do departamento. Treinos em tempo integral? Atividades pela manhã? Nem pensar. Concentração? Esquece!
Pior: profissionais amigos dos jogadores, mesmo sem a experiência necessária no futebol profissional, passaram a ser contratados. E a panela não se restringiu às amizades dos atletas. O próprio Braz foi buscar, para chefiar a preparação física, um parceiro de conquista em 2009, ano em que deve se festejar o título brasileiro mais improvável da história do Fla, mas nem de longe pode servir de modelo para qualquer coisa.
Em outro erro piramidal, fez-se do vice-presidente médico Márcio Tannure o todo-poderoso gestor de um suposto “centro de alto rendimento”, o que lhe deu poderes não somente sobre os médicos, mas também sobre os profissionais de preparação física, fisicultores etc. E o que fez, Tannure? Contratou gente sem experiência que já trabalhara em sua clínica particular. E o Flamengo começou a perder os melhores profissionais por achatar os salários e deixar de ser competitivo no mercado.
Sim, houve excesso de jogos num calendário estrangulado, mas qual clube sofreu tanto com contusões musculares e problemas médicos que demoravam uma eternidade para serem resolvidos? O que dizer do caso de Pedro, que ficou 12 dias até que se descobrisse que precisaria de uma cirurgia no menisco? Incompetência, não há outra palavra.
O substituto de Pelaipe é outro caso típico da “ação entre amigos” sobrepondo-se às escolhas por mérito e competência. Gabriel Skinner, parente de Bap, é um velho “parça” dos jogadores, aos quais acompanha muitas vezes nas baladas à noite. É o nome mais indicado para cobrar responsabilidade de alguém no elenco? Óbvio que não.
O Fla não precisa somente de um novo treinador estrangeiro. Mas também de um executivo de futebol de ponta, igualmente de fora do país. Um clube que fatura R$ 1 bilhão numa única temporada tem a obrigação de contar, em todos os seus departamentos ligados ao futebol, com os melhores profissionais do mercado. O que está a anos-luz de acontecer agora.
Em tempo: a geração de 85 já deu o que tinha que dar. Foi mais uma irresponsável ação entre amigos renovar seus contratos. Diego Alves (que vive se contundindo e falhou no primeiro gol na final), Filipe Luís (que cada vez mais vai conviver com problemas na panturrilha, como o que o tirou da partida em Montevidéu) e Diego Ribas (que não consegue mais ser competitivo) precisam de reposição de qualidade, urgentemente.
E não fica por aí: Éverton Ribeiro e Isla são outros que não têm jogado bulhufas e precisar abrir espaço, se o rubro-negro quiser continuar a ser competitivo. E Gabigol que trate de aprimorar a forma física (está lento e acima do peso) e a reaprender a chutar com a perna direita… Que falta faz Jorge Jesus, um mestre em aperfeiçoar tais fundamentos.
O Mister, aliás, foi a exceção que confirma a regra de que a administração Landim, tal qual a de Bandeira, pode ser muito competente em termos de administração e finanças, mas não entende patavinas de futebol. Vide a coleção de treinadores incompetentes que contratou: Abel Braga, Domènec Torrent, Rogério Ceni e, por fim, Renato Gaúcho.
Em tempo 2: a temporada 2021 do Flamengo foi um fragoroso fiasco. Não é admissível que um time com a monumental folha salarial rubro-negra (a maior do continente) perca as três principais competições que disputou. Não há desculpa.
Como roteiro de uma grande final de Libertadores, não faltou emoção na vitória por 2 a 1 do Palmeiras diante do Flamengo. O jogo foi decidido na prorrogação com o atacante Deyverson fazendo o gol do terceiro título do Porco na principal competição do futebol sulamericano.
A final em jogo único foi realizada no lendário Estádio Centenário, em Montevidéu, capital do Uruguai, com a presença de cerca de 45 mil torcedores, a maioria deles flamenguistas.
O Palmeiras se mantém no topo da América do Sul pelo segundo ano consecutivo, já que no ano passado conquistou o título diante do Santos. O primeiro título da Libertadores do Porco foi em 1999, quando levantou a taça diante do Deportivo Cali (COL).
O jogo O Palmeiras abriu o placar logo aos cinco minutos de jogo, com o meia Raphael Veiga batendo rasteiro depois de receber o passe quase na marca do pênalti.
Com a vantagem, o Palmeiras se fechou e aguardou o Flamengo tomar a iniciativa, para aproveitar os contra-ataques. O primeiro tempo seguiu truncado após o gol do Porco, que não levou muitos sustos na primeira etapa.
Na volta para o segundo tempo, o Flamengo voltou mais ligado pressionando mais e assustou a zaga alvi-verde em algumas oportunidades que a bola rondou a área. Uma delas ocorreu aos 14 minutos com uma cabeçada de Bruno Henrique que passou raspando no pé da trave.
Mas aos, 26 minutos, Gabriel recebeu na diagonal dentro da grande área e bateu forte e rasteiro entre o goleiro Ederson e a trave. Com o empate, o jogo seguiu para a prorrogação. Logo aos cinco minutos do primeiro tempo do tempo extra, o atacante Deiverson do Palmeiras aproveitou a falha de Andreas Pereira, invadiu a área e bateu rasteiro no canto direito de Renan Alves.
Deyverson saiu do banco de reserva e definiu título na prorrogação
O Palmeiras é tricampeão da Copa Libertadores da América. O Alviverde fez 2 a 1 no Flamengo no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, na tarde deste sábado (27). O primeiro gol palmeirense foi marcado pelo meia Raphael Veiga aos quatro minutos da etapa inicial. Após belo lançamento do zagueiro Gustavo Gómez pela direita para Mayke, o lateral cruzou com perfeição para trás e o artilheiro chegou sozinho para concluir forte e rasteiro para o fundo das redes. Na sequência do primeiro tempo, o jogo foi de muito equilíbrio e forte marcação.
O time do Rio de Janeiro ficou mais com a bola (66% contra 34%), mas quem mais finalizou no gol foi a equipe paulista (3 a 1).
Na etapa final, depois do Rubro-Negro já ter feito duas mudanças (a saída do Filipe Luís para a entrada de Renê e a troca de Everton Ribeiro por Michael), veio o empate. Aos 26 minutos, Arrascaeta deu um bom passe para Gabriel Barbosa. O atacante invadiu a área nas costas do lateral Mayke e bateu de esquerda. O goleiro Weverton acabou fechando mal o canto direito e não conseguiu evitar que a bola estufasse as redes. Foi assim que acabou o tempo regulamentar.
Depois, na prorrogação, o técnico português Abel Ferreira tirou Raphael Veiga e colocou Deyverson. E, logo aos quatro minutos do primeiro tempo, a mudança deu resultado em um vacilo incrível da zaga flamenguista. David Luiz tocou para Andreas Pereira, que perdeu a bola para Deyverson. O atacante palmeirense entrou livre na cara do Diego Alves e bateu firme rasteiro. A bola ainda desviou no goleiro, mas foi para o fundo das redes.