A regra não vale para quem fez a prova como treineiro
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Por: Metro1 no dia 27 de outubro de 2025 às 09:30
O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) permitirá o uso das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2023, 2024 e 2025 na seleção dos candidatos em universidades públicas.
É a primeira vez que o estudante que fez um das 3 edições mais recentes e não se inscreveu na atual poderá concorrer a vagas por meio do programa.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), será considerada a nota que gerar a melhor média ponderada no curso escolhido. A nova regra não vale para quem participou como treineiro.
Agência Brasil conversou com profissionais sobre esses desafios
Marcos Nunes/Arquivo Pessoal
O ritmo é de Halo, música da cantora norte-americana Beyoncé – acompanhada por uma batucada de funk improvisada com as mãos batendo nas mesas e cadeiras. Mas a letra ensina uma das fórmulas matemáticas mais marcantes que se aprende na escola: x é igual a menos b mais ou menos raiz de b ao quadrado menos quatro ac dividido por dois a. Uma sopa de letrinhas criada pelo matemático e astrônomo indiano Bhaskara para resolver equações de segundo grau.
Seria bem mais difícil sem Beyoncé e o professor de matemática Marcos Nunes, do Ginásio Educacional Olímpico Isabel Salgado, na zona oeste do Rio de Janeiro, sabe disso.
O professor Marcos Nunes, do Ginásio Educacional Olímpico Isabel Salgado, no Rio, mostra formas que encontra para despertar o interesse dos alunos – Foto Marcos Nunes/Arquivo Pessoal
“Eu vou dando a aula normal, aí coloco a música da Beyoncé para tocar, mas não falo nada. Depois, vou cantando a música junto com a fórmula. Eles se motivam, ficam rindo e aprendem. Assim, conseguem gravar algumas coisas. Eu procuro tornar a aula mais dinâmica possível”, diz.
Nunes não está sozinho nesse desafio de chamar a atenção dos estudantes e fazer com que se motivem com os conteúdos ensinados. No Brasil, os professores gastam, em média, 21% do tempo de aula para manter a ordem em sala. Ou seja, a cada cinco horas de aula, uma hora inteira é dedicada apenas a pedir a concentração dos alunos.
Além disso, quase metade dos professores brasileiros (44%) relata que é bastante interrompida pelos estudantes. Os dados foram divulgados na semana passada, na Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) 2024, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Neste Dia Nacional do Professor, 15 de outubro, a Agência Brasil conversou com professores sobre as dificuldades e as estratégias que encontram para tornar as aulas mais interessantes.
Depois de 20 anos de magistério, Nunes conta que já sabe identificar os estudantes que têm mais dificuldade. Eles são, por vezes, os que mais atrapalham a aula. “Eu tive muita dificuldade para aprender as coisas também. Então, sei o ponto que a matemática chega para o aluno que tem muita dificuldade. Para mim, o desafio hoje é o aluno que tem dificuldade e fazer com que ele aprenda”, diz. Isso implica, muitas vezes, revisar conteúdos de anos anteriores, o que o professor faz constantemente, para não deixar ninguém para trás.
“Fui aluno de escola pública. O que eu falo para eles diariamente é que não aceito isso de que o público tem que ser ruim. Eu falo para todos os meus alunos, eu vou para lá de manhã para fazer diferença na vida deles e explico o quanto as aulas são importantes”, diz. As estratégias têm gerado resultados. Os estudantes melhoraram o desempenho e, com isso, vão percebendo que podem acertar e dominar o conteúdo, também se engajam mais na aula. “Quando aquele aluno passa a entender e a conseguir resolver as questões, ele se motiva mais”, defende o professor.
IA na sala de aula
A tecnologia é objeto de estudo nas aulas da professora de inteligência artificial (IA) no Centro Educacional de Tempo Integral (Ceti) Paulo Freire, em Guaribas (PI), Amanda de Sousa. Desde o ano passado, ela faz parte do programa Piauí Inteligência Artificial, do governo do estado que, por meio da Secretaria da Educação (Seduc), leva a disciplina de IA às escolas da rede.
A professora Amanda Sousa leva a disciplina de IA a escola de Guaribas, no Piauí – Foto Ascom Seduc Piauí/Divulgação
Guaribas (PI) já foi considerada uma das cidades mais pobres do Brasil e a primeira a receber o Programa Fome Zero em 2003. O cenário foi mudando, de 2002 a 2013, a desnutrição caiu 82%. Sousa faz questão de explicar o contexto da cidade e a importância que o município dá para políticas públicas.
Por isso, quando teve a oportunidade de participar da formação para dar aulas de IA, a professora formada em biologia não pensou duas vezes. Além de ver uma possibilidade de melhorar a renda aumentando a jornada na escola, ela tinha muita curiosidade sobre o assunto, que conhecia pouco. No começo estava insegura, mas foi aprendendo cada vez mais e fez até pós-graduação no assunto. Descobriu que por mais que sejam nativos digitais, os próprios estudantes não dominam plenamente as ferramentas de IA e que a escola pode ajudá-los a ter mais autonomia.
“Eu percebia que eles, às vezes, não prestavam tanta atenção nas aulas, mas, mais ou menos um mês depois, eles começaram a despertar interesse e vejo um avanço hoje em relação, por exemplo, à maturidade deles de utilizar a IA de forma coerente para ajudar nas pesquisas, nos trabalhos. A gente sempre foca também no uso ético da IA na sala de aula”, afirma.
Em uma escola com apenas 25 computadores para 200 alunos, Amanda criou estratégias para ensinar o modo de funcionamento da IA para os estudantes e passou a conseguir dar aulas também offline.
“Tem uma aula que desenvolvi com alguns alunos que é a construção de árvores de decisão – um exemplo de algoritmo, utilizando imagens de animais típicos da caatinga, que é o bioma predominante aqui na nossa região. Quando eles começam a identificar ali os padrões, as características dos animais, eles vão classificando: o animal que tem pelo, o animal que é terrestre e vão construindo essa árvore de decisão. Quando eles veem o resultado, aí eu mostro: vocês construíram um algoritmo. Isso é inteligência artificial desplugada”, explica.
Um algoritmo é conjunto de instruções finitas e bem definidas para realizar uma tarefa ou resolver um problema. Os algoritmos são a base de funcionamento da IA. Entender a base e como operá-la é uma forma de aprender a usar melhor a ferramenta.
“Vejo que hoje eles estão bem mais engajados e maduros em relação a usar de forma consciente e utilizar para estudo mesmo, a fim de potencializar o que eles têm de dificuldade para melhorar e inclusive ajudar os colegas que ainda não têm tanta habilidade”.
O programa do estado foi um dos vencedores do Prêmio Rei Hamad Bin Isa Al-Khalifa, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em parceria com o governo do Bahrein.
Mais atenção e respeito
Nas escolas indígenas Paiter Surui, em Cacoal (RO), o desafio é manter o interesse dos estudantes do ensino médio, de acordo com a coordenadora das escolas, Elisângela Dell-Armelina Surui. “Os alunos do 1º ao 6º ano do ensino fundamental adoram aula. Não precisa nem pedir para vir. Eles já chegam primeiro que o professor na escola. Mas ali, na fase da adolescência, já começa a ter que incentivar mais as aulas”, diz.
Surui conta que muitos jovens querem continuar os estudos em escolas rurais fora das aldeias. O que é uma preocupação para os pais e uma preocupação também da comunidade com a manutenção da língua indígena e a cultura.
“Quando ele está na escola, os conteúdos, mesmo sendo de língua portuguesa ou de outras disciplinas que não são a língua materna, são transmitidos na língua materna. Especificamente do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Os conceitos e conteúdos ficam melhores para eles entenderem. Quando eles saem, perdem muito”, afirma a coordenadora.
A tecnologia é ali, muitas vezes, motivo de distração. Quando há o uso excessivo de celulares nas salas de aulas, a escola aciona as famílias que, nas comunidades indígenas, tendem a participar bastante da vida escolar dos filhos. Por lei nacional, o uso dos aparelhos apenas é permitido na escola quando autorizado pelos professores para fazer tarefas educativas.
É, no entanto, da tecnologia que vem também o estímulo para seguir os estudos.
“Alguns professores conseguem fazer aulas com bastante tecnologia”, diz Surui. “Tem professores que passam vídeos, que gravam vídeos com os alunos explicando as aulas”. As escolas usam também ferramentas de IA para algumas tarefas, embora, a coordenadora reconheça que falta capacitação aos professores.
Aprender no cotidiano
Outra estratégia usada para manter o interesse dos estudantes é aproximar a escola do cotidiano e estimular tarefas mais parecidas com aquelas já desempenhadas nas aldeias, como explica a educadora indigenista Maria do Carmo Barcellos, que há mais de 50 anos trabalha com povos indígenas, entre eles os Paiter Surui.
Maria do Carmo trabalhou com a elaboração de materiais para serem usados em aldeias que tratam de governança territorial e educação climática, além de promover a formação dos professores. Os materiais e jogos foram produzidos junto com os educadores das escolas indígenas.
“A gente trabalhou muito essa questão da importância das aulas mais práticas. É comum você chegar numa escola indígena e ver a criança copiando coisa que o professor está passando no quadro ou então copiando de um livro. A maioria dos materiais das escolas indígenas é completamente inadequada”, comenta.
Os materiais foram produzidos pensando nas próprias histórias locais e no modo de vida. Estimulam, por exemplo, o aprendizado ao fazer a comida, ao verificar na produção da roça os impactos das mudanças climáticas, entre outros.
“Tradicionalmente, a transmissão de conhecimentos era pela oralidade ou pelo fazer. As crianças muito pequenas, tanto os meninos quanto as meninas, já estão acostumadas a estarem numa escola, digamos assim. Porque, por exemplo, se a mãe vai fazer a cerâmica, vai no mato buscar o barro e tal, a criança acompanha todo o processo e faz, não só vê, como também fica ali tentando fazer”, diz.
Disciplinar é educar?
Para a educadora e pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Luana Tolentino, os dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) chamam atenção, mas é preciso ter cuidado ao focar apenas na disciplina dos estudantes.
“Uma coisa que sempre questionei é essa exigência da escola pela disciplina, como se fosse a coisa mais importante. Não que a sala tenha que ser o caos. Mas pensar a disciplina como pilar, como aquilo que faz uma sala de aula ser boa, que faz o professor ser bom, eu entendo que também dificulta pensar em uma escola, em uma aula que atenda de fato os anseios, os desejos dos estudantes”, diz.
Luana conta que, em muitas as escolas onde lecionou, a disciplina dos estudantes era prioridade e que isso não funcionava de forma efetiva para melhorar o aprendizado dos alunos. “Eu acho que isso dificulta também pensar em práticas pedagógicas que envolvam de fato os estudantes, porque se se mantém o foco só na disciplina, automaticamente eu entendo que os estudantes vão, enquanto jovens mesmo, focar em maneiras de indisciplinar”, defende.
Luana Tolentino, da UFMG, diz que é preciso ter cuidado ao focar apenas na disciplina – Foto Fernando Rabelo/Divulgação
Segundo a pesquisadora, a escola precisa estar atenta à vida, ao território, às vivências dos estudantes e ao que se passa no mundo.
“Eu defendo práticas pedagógicas em constante diálogo com as vivências, com os saberes dos estudantes. Acredito que os estudantes têm sede, têm o desejo de falar, de contar aquilo que também sabem. O conhecimento não nasce só nos livros, só na sala de aula, só na escola”, diz.
Ela ressalta que a profissão docente tem muitos desafios. Os dados da OCDE reforçam as dificuldades. No Brasil, apenas 14% dos professores acreditam que a própria profissão é valorizada na sociedade. Um a cada cinco, 21%, afirma que o trabalho é muito estressante, índice que aumentou 7 pontos percentuais em relação à última edição do estudo, de 2018.
Quanto aos impactos na saúde mental e física, o Brasil supera a média dos demais países pesquisados. Entre os professores brasileiros, 16% dizem que a docência impacta negativamente na saúde mental, enquanto entre os países da OCDE, a média é 10%. Já a saúde física é muito impactada pela profissão de acordo com 12% dos professores brasileiros, enquanto a média da OCDE é 8%.
“E eu não estou falando que tem sido fácil ser professor neste país, de jeito nenhum. Tem a questão do adoecimento, da desvalorização. Mas entendo que o diálogo, essa troca, na qual todo mundo fala, todo mundo ensina, acho que pode ser um caminho. A minha experiência mostrou que foi um caminho assim que deu certo”, diz Tolentino.
Dia do Professor: conheça a história
No dia 15 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Professor, data instituída pelo imperador D. Pedro I que, em 15 de outubro de 1827, por lei, criou o Ensino Elementar no Brasil, levando escolas de primeiras letras a todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império.
O Brasil ainda era escravagista – o fim da escravidão seria conquistado apenas em 1888 – e a educação chegava apenas a uma parcela da população. A estimativa é que em torno de 12% das crianças brasileiras em idade escolar estudavam. A primeira homenagem aos docentes realizada na data ocorreu em 1947, em São Paulo. Em 1963, por meio de decreto, a data é oficializada no país.
No período de 20 a 24 de outubro ocorrerá na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) um evento que integra a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Cursos, exibição de filmes, oficinas, visitas guiadas e contação de histórias são as atividades que farão parte da programação.
A Semana é uma realização do Sistema Integrado de Bibliotecas da Uefs e acontecerá tanto na Biblioteca Central Julieta Carteado, quanto nas Bibliotecas Setoriais. Destacar e celebrar a importância da biblioteca na disseminação do livro e no incentivo ao hábito da leitura é o objetivo do evento que este ano tem como tema: “Breve história dos suportes do saber: da oralidade à nuvem de dados”.
A Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana (SEDUC) realizou, nesta segunda-feira (13), uma nova etapa de formação voltada à ampliação do Projeto Nacional de Ensino em 3ª Dimensão, reunindo diretores e professores de 50 novas escolas municipais que serão contempladas com os carrinhos 3D a partir desta terça-feira (14).
Durante o encontro, os educadores tiveram a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento da tecnologia e explorar os recursos disponíveis no equipamento: um móvel itinerante composto por notebook de alto desempenho, projetor 3D, sistema de som Dolby automotivo e óculos 3D. Todo o conteúdo é disponibilizado offline.
A formação contou com um momento de acolhida conduzido pela diretora do Departamento de Ensino, Adriana Bulos, que falou sobre a importância do uso responsável e criativo dos novos equipamentos. “A tecnologia 3D amplia as possibilidades pedagógicas e coloca nossos alunos em contato com uma forma de aprender mais viva, visual e envolvente. É essencial que cada escola explore esse recurso com intencionalidade e planejamento, garantindo o melhor aproveitamento para o aprendizado”, destacou.
A diretora da Escola Municipal João Durval Carneiro, Verônica Brandão, destacou a relevância da formação e o impacto que o equipamento trará para o aprendizado dos estudantes. “Foi uma oportunidade ímpar, em que ampliamos nossos conhecimentos e participamos diretamente do processo. Tenho certeza de que esse equipamento vai modernizar nossas escolas e despertar ainda mais entusiasmo nos alunos, pois o conhecimento em terceira dimensão é algo muito atrativo para o público estudantil”, afirmou.
A gestora da Escola Municipal Professora Ecilda Ramos de Souza, Ana Carolina Vidal, também celebrou a chegada da tecnologia às unidades escolares. “A tecnologia 3D melhora o aprendizado ao tornar conceitos abstratos mais reais e a aprendizagem mais interativa, possibilitando maior engajamento entre o estudante e o objeto de estudo. Além disso, potencializa a criatividade, o raciocínio lógico e o trabalho colaborativo. Estamos muito ansiosos para receber o equipamento e começar a utilizá-lo em nossa escola”, destacou.
O secretário de Educação, Pablo Roberto, ressaltou que a expansão do projeto reforça o compromisso do município com a inovação e a qualidade do ensino. “Estamos preparando nossas escolas para o futuro da educação. A tecnologia 3D desperta o interesse dos alunos e fortalece o processo de ensino-aprendizagem, tornando o conhecimento mais acessível e despertador. Feira de Santana segue à frente, investindo em inovação e inclusão para transformar a experiência educacional dos nossos estudantes. Com a entrega dos novos carrinhos, o município soma agora 92 escolas equipadas com a tecnologia 3D”, concluiu o secretário.
Com um celular nas mãos e o olhar de quem, desde jovem, já se preocupa com a preservação do meio ambiente, cinco estudantes de escolas da rede pública municipal foram premiados no 1º Concurso de Fotografia de Lagoas de Feira de Santana, promovido pelo Governo Municipal através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semmam). A premiação foi entregue na manhã desta sexta-feira (10), durante solenidade presidida pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho no salão de reuniões do Paço Municipal Maria Quitéria.
Após assistir ao vídeo mostrando as produções fotográficas dos estudantes vencedores do concurso, o prefeito José Ronaldo ressaltou a importância da iniciativa, visando despertar nos cidadãos o interesse pelo meio ambiente e o conhecimento das lagoas.
A secretária da Semmam, Jaciara Moreira da Costa, observou a importância da preservação do meio ambiente e o propósito da iniciativa de despertar nos estudantes um olhar especial para as lagoas.
O 1º lugar no concurso de fotografia foi conquistado pela aluna Nadja dos Santos Brandão, da Escola Municipal Crispiniano Ferreira da Silva, do distrito de Matinha. Ela registrou imagens da lagoa dos Olhos d’Água das Moças, do distrito de Matinha, e recebeu das mãos do prefeito José Ronaldo um notebook, oferecido pela construtora L. Marquezzo.
Já o 2º lugar foi conquistado pela aluna Raquel Oliveira Matos, da Escola Municipal Otaviano Ferreira Campos, com foto da lagoa Grande. Ela foi premiada com um smartphone, entregue pela secretária de Meio Ambiente, Jaciara Moreira da Costa, e ofertado pela construtora Cepreng.
O 3º lugar foi para a foto produzida pela estudante Lorena dos Santos Coelho de Oliveira, do Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim, com foto da lagoa do Geladinho. Ela recebeu uma bicicleta, ofertada pela Pax Cristo Rei, das mãos do vereador Jurandy Carvalho.
O 4º lugar foi para o aluno Lucas da Silva Anunciação, da Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, do distrito de Humildes, que fotografou a lagoa Campestre. Ele recebeu um tablet das mãos do repórter fotográfico ACM, ofertado pela Loja de Acessórios Cleide.
Já o 5º lugar foi conquistado pelo estudante João Gabriel Teixeira D. Lobo, do Centro Integrado de Educação Básica da UEFS, que produziu foto da lagoa do Geladinho. Ele recebeu a premiação, um relógio de pulso, das mãos do subsecretário de Comunicação, Ordachson Gonçalves, oferecido pelo vereador Gean Caverna.
As fotos foram avaliadas por uma comissão técnica formada pelos repórteres fotográficos ACM e Jorge Magalhães e o subsecretário Ordachson Gonçalves.
A Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana marcou presença, nesta terça-feira (7), no 2º Simpósio Internacional de Educação Infantil, promovido pela Fundação Bracell, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), UNICEF, Itaú Social e outras instituições nacionais e internacionais. O evento, realizado em São Paulo, reuniu especialistas de referência mundial, gestores públicos e pesquisadores para debater políticas públicas voltadas à Primeira Infância.
Representando o município, participaram o secretário de Educação, Pablo Roberto, a diretora do Departamento de Ensino, Adriana Bulos, e a articuladora do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), Sammara Chaves.
Um dos momentos de maior destaque do simpósio foi a palestra da professora Dana McCoy, da Harvard Graduate School of Education, reconhecida internacionalmente por suas pesquisas sobre desenvolvimento infantil, desigualdade educacional e impacto das políticas públicas na Primeira Infância. A especialista apresentou evidências sobre como o investimento nos primeiros anos de vida tem efeitos duradouros na aprendizagem, na saúde e na equidade social.
Segundo Dana McCoy, “cada real investido na Primeira Infância retorna para a sociedade de múltiplas formas, seja em melhores resultados educacionais, seja em maior produtividade e bem-estar social”. Sua fala reforçou a necessidade de “olhar para a Educação Infantil não apenas como uma etapa escolar, mas como uma base essencial para o desenvolvimento humano e para o futuro de um país mais justo”.
O encontro também contou com outras referências internacionais, como Susan Furhman, da Universidade de Columbia, e representantes do MEC, UNICEF, Inep, Todos Pela Educação, Fundação Van Leer e Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA/USP – Ribeirão Preto.
Para o secretário Pablo Roberto, a participação de Feira de Santana no evento reforça o compromisso da gestão com a qualidade da educação desde os primeiros anos de vida. “A Educação Infantil é a base de todo o processo educacional. Investir nessa etapa significa garantir um futuro com mais equidade e oportunidades. Feira de Santana tem buscado constantemente alinhar suas políticas às melhores práticas nacionais e internacionais, e participar de um simpósio dessa relevância é fundamental para continuarmos avançando com responsabilidade e inovação”, destacou.
A diretora Adriana Bulos ressaltou a importância do diálogo com instituições de referência e a troca de experiências como instrumento para o fortalecimento das ações locais. “Discutir a Educação Infantil com especialistas de todo o país e do exterior amplia nosso olhar sobre as possibilidades de aprimorar o trabalho pedagógico nas escolas municipais. São debates que inspiram e nos ajudam a consolidar práticas cada vez mais efetivas, sensíveis e voltadas ao desenvolvimento integral das crianças”, afirmou.
Já a articuladora Sammara Chaves enfatizou o papel da articulação entre os entes federativos e parceiros institucionais na consolidação de políticas públicas de alfabetização e de atenção à Primeira Infância. “O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem reforçado a importância de um trabalho integrado entre União, estados e municípios. Eventos como esse mostram que estamos caminhando na direção certa: com base em evidências, cooperação e foco no direito de aprender desde a Educação Infantil”, pontuou.
O 2º Simpósio Internacional de Educação Infantil é considerado uma das principais referências nacionais na discussão sobre políticas públicas para a Primeira Infância e reforça a importância da troca de saberes entre o Brasil e instituições internacionais de ponta, como Harvard e Columbia, na construção de um futuro com mais oportunidades para todas as crianças.
Com informações da Secretária Municipal de Educação (Seduc).
A aquisição reforça o compromisso da universidade com a qualidade do ensino, garantindo melhores condições para os estudantes.
Foto: divulgação
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) recebeu, na manhã desta segunda-feira (6), um novo lote de insumos destinados ao curso de Odontologia. Os materiais serão utilizados pelos discentes nos atendimentos realizados nas três clínicas odontológicas da instituição: CION, Clínica Nova e Clínica Mangabeira.
Entre os itens entregues estão cimento odontológico, alginato, luvas e películas radiográficas — insumos essenciais para a realização de procedimentos clínicos e radiográficos. A aquisição reforça o compromisso da universidade com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, garantindo melhores condições para os estudantes e para a população atendida.
“A entrega desses materiais representa mais um avanço na consolidação do ensino prático e da extensão universitária. As clínicas odontológicas da Uefs são espaços de formação, pesquisa e cuidado com a comunidade. Investir na estrutura desses ambientes é garantir que nossos estudantes tenham acesso a uma formação de excelência, conectada com as demandas reais da sociedade”, destacou a reitora Amali Mussi, que acompanhou a entrega dos itens em uma das clínicas da universidade.
O encontro foi realizado no auditório da Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana, na manhã da última quinta-feira (02).
Foto: Jorge Magalhães
A Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil da Presidência da República – SEPPI/CC/PR, a Prefeitura de Feira de Santana e a Caixa Econômica Federal (CEF), realizaram, na manhã da última quinta-feira (02), as reuniões iniciais para elaboração do projeto de Parceria Público-Privada (PPP) de educação infantil, visando à implantação de creches e pré-escolas para fortalecimento da rede pública municipal.
O encontro foi realizado no auditório da Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana, com a participação de representantes do PPI, do prefeito José Ronaldo, do secretário de Educação, de representantes e técnicos do Governo Municipal e da Caixa Econômica Federal.
O representante do PPI, Alexandre Cayres, destacou o modelo proposto de parceria com a iniciativa privada para fortalecer a educação pública, com a construção e manutenção de unidades escolares, fornecimento de mobiliário e equipamentos de qualidade e a prestação de serviços de apoio administrativo (atividades não pedagógicas) para o funcionamento mais eficiente das unidades
A Feira de Graduação da Uefs reúne e orienta jovens em fase de definição profissional do ambiente universitário.
Foto: divulgação UEFS
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) realiza, na próxima semana, a 8ª Edição da Feira de Graduação, que acontecerá nos dias 07 e 08 de outubro de 2025, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, no campus universitário e nas unidades anexas.
Organizado pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd), o evento tem como objetivo divulgar os cursos e as oportunidades acadêmicas oferecidas pela instituição, reafirmando o compromisso com a excelência no ensino, na pesquisa e na extensão.
Com o tema “Na Rota do Conhecimento”, a programação contará com stands e espaços de interação que receberão estudantes da educação básica de Feira de Santana e região. Durante os dois dias de atividades, os visitantes terão a oportunidade de conhecer de perto os cursos de graduação, conversar com professores e alunos da universidade, além de participar de experiências que aproximam teoria e prática.
Segundo a Uefs, os estudantes também terão oportunidade de se inteirar sobre atividades desenvolvidas em laboratórios da universidade e em setores como o Horto Florestal, Museu de Zoologia e Biblioteca.
A Feira de Graduação se consolidou como um dos eventos mais importantes de integração entre a Uefs e a comunidade, especialmente por aproximar jovens em fase de definição profissional do ambiente universitário.
As inscrições são totalmente gratuitas e devem ser feitas presencialmente nas unidades do Senai em cada cidade.
Senai Bahia abre inscrições para cursos gratuitos de qualificação profissional
As inscrições são totalmente gratuitas e devem ser feitas presencialmente nas unidades do Senai em cada cidade.
O Senai Bahia está com inscrições abertas para cursos gratuitos de qualificação profissional nas cidades de Feira de Santana, Serrinha e Ipirá. Ao todo, são 520 vagas distribuídas entre os três municípios, com aulas 100% presenciais e voltadas para toda a comunidade.
As inscrições são totalmente gratuitas e devem ser feitas presencialmente nas centrais de atendimento ao candidato das unidades do Senai em cada cidadeaté 10 de outubro ou enquanto houver vagas disponíveis. Os cursos têm previsão de início em outubro e encerramento em dezembro, com carga horária variando entre 160 e 200 horas.
Podem se inscrever candidatos com idade mínima de 15 anos, que estejam cursando, no mínimo, o Ensino Fundamental, conforme os requisitos específicos de cada curso.
Confira os cursos disponíveis por cidade:
Feira de Santana:
Eletricista Industrial
Conferente
Almoxarife
Programador de Manutenção Industrial
Mecânico de Suspensão, Direção e Freios – Veículos Leves