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Foto: Sara Silva

Transmissão acontece pelo canal da Seduc no YouTube 

A rotina dos estudantes e professores mudou por conta da pandemia. Agora as salas de aula são os cômodos de casa. Seja pelo celular, TV, computador ou através das atividades impressas, o acesso ao ensino nestes dias acontece remotamente. Desde o último dia 29 de março, data da retomada pedagógica não presencial, aproximadamente 90 vídeoaulas são gravadas a cada semana para os estudantes da Rede Municipal de Educação.

As aulas são organizadas de acordo com o ano escolar e com a área do conhecimento – Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza. Os alunos podem acessar a qualquer momento e quantas vezes quiserem no canal do YouTube da Secretaria de Educação – Seduc Feira de Santana. Os conteúdos são disponibilizados diariamente.

Os estudantes recebem a cada semana as atividades impressas alinhadas aos assuntos abordados nos vídeos. Elas servem também como um reforço do processo de ensino-aprendizagem. Todo material é planejado pela equipe pedagógica da Seduc.

As gravações acontecem no Centro de Cultura Maestro Miro, onde foram montados dez estúdios equipados com computadores, webcams, iluminação e isolamento acústico. A equipe do Núcleo de Tecnologias da Educação da Seduc faz o acompanhamento técnico das produções.

Os professores multiplicadores, docentes responsáveis pelas aulas, utilizam essa estrutura, criatividade e as várias ferramentas da tecnologia da Educação para prender a atenção dos alunos. A estratégia da professora Thayara dos Santos é sempre ter interação e alguma novidade.

“Neste ano em que fomos surpreendidos pela pandemia, a melhor saída foi de fato nos adaptarmos a este novo formato. Por isso, utilizo diversos recursos, por exemplo, um avatar com meu rosto nos slides, justamente para gerar identificação. Também tento interagir a todo o momento, mesmo não sendo ao vivo, mantenho esse diálogo porque faz toda diferença. Outro elemento são quizes”, destaca a multiplicadora.

“Eu gosto bastante das aulas. Consegui pegar o ritmo, às vezes não consigo entender de primeira o conteúdo, mas repito o vídeo várias vezes até conseguir”, conta Cadmiel da Cruz Lobo, estudante do 4º ano da Escola Municipal Dr. Nóide Cerqueira.

Para Carliane Matos da Cruz, mãe de Cadmiel, a família é essencial nesse período, pois, apesar da distância, o incentivo à educação não pode parar. “Eu falo todos os dias da importância que tem o estudo na vida dele. Mesmo distante, ele não pode desistir. Por isso, a família tem que acompanhar sempre”, ressalta. Ela avaliou o recurso dos vídeos apresentados aos alunos como “forma fácil e simples de entender”.


presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), Manoel Humberto Gonzaga Lima, manifestou contrário ao posicionamento dos 11 vereadores em rejeitar o projeto do Executivo Municipal, cuja finalidade era garantir o recebimento de R$ 250 milhões de recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), destinados à educação.

Ele reiterou que os municípios são obrigados a atualizar as suas leis e regimentos que tratam do Fundeb, em especial o Conselho de Acompanhamento e Controle Social de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.

“O prefeito cumpriu o que consta na lei federal. A partir do momento que a Câmara rejeita, o município sai prejudicado e impede a composição do próprio conselho fiscalizador”, afirmou Manoel Humberto.

Ele pontua que a partir da lei nº 14.113/20, que regulamenta Fundeb, existe a obrigatoriedade que estados e municípios regulamentem esse conselho. O Artigo 34 estabelece a obrigatoriedade da formação por representantes de órgãos públicos e entidades de classe, responsáveis pela vigilância na aplicação dos recursos financeiros.

O presidente da UNCME se colocou também à disposição da Câmara Municipal para auxiliar com orientações técnicas a fim de aprovar a lei, evitando impactos à comunidade e gestão do setor até o final deste ano.

Secom


Estudantes da Rede Municipal terão aulas via TV aberta

Os 51.618 estudantes da Rede Municipal de Educação vão passar a contar com a transmissão de aulas por canal de TV aberta. O canal será um alternativo na frequência da TV Subaé, retransmissora da Rede Bahia.

Logo mais, às 14h, no Teatro Margarida Ribeiro, o prefeito Colbert Martins e a secretária de Educação, professora Anaci Paim, vão assinar o contrato com os representantes da Rede Bahia para viabilizar a iniciativa.

A transmissão das aulas favorece principalmente os estudantes que têm mais dificuldades de acesso à internet, uma vez que, desde a retomada pedagógica do ano letivo de 2020, no último 29 de março, as atividades estão sendo transmitidas através do canal da Seduc no YouTube, com a exibição de videoaulas diariamente. Os alunos também têm acesso a atividades impressas que são entregues semanalmente, nas escolas.


“Da Princesinha do Sertão, a nossa Feira de Santana, no sertão baiano, para o mundo!” Este é o tema do concurso cultural promovido pela Secretaria de Educação em parceria com o Centro de Educação Tecnológica do Estado da Bahia – CETEB, para os estudantes do 5º ano da Rede Municipal. O desafio é apresentar uma imagem inédita, uma ilustração, que será a identidade visual do curso de inglês oferecido para os alunos. Os vencedores vão ganhar um smartphone.

O concurso visa promover, sensibilizar e incentivar o engajamento dos estudantes com a língua estrangeira. “É uma oportunidade para estimular o desenvolvimento do protagonismo estudantil, além da valorização da cultura local em comunicação com o mundo”, destaca a professora Andréia Castiglioni, da coordenação de Língua Inglesa da Seduc.

A produção pode ser feita manual ou digitalmente, em formato A4. As crianças estão livres para usar lápis e papel, computador ou aplicativos de celular e afins. A criatividade está liberada para a criação e o desenvolvimento da arte. O desenho, exclusivo para o certame, deve representar a cultura local de Feira de Santana e sua conexão com o mundo através da Língua Inglesa.

“Os gestores das escolas municipais apoiaram a iniciativa e estão engajados. Por isso, estamos com muita expectativa, inclusive de chamar a atenção para os estudantes que podem ter uma participação mais efetiva no curso”, afirma o professor Claudenir Machado, diretor do CETEB.

As inscrições já estão abertas. Para participar, o estudante deve encaminhar a produção para sua escola ou para o email do concurso – concursovisual@gmail.com. No arquivo, em formato A4, deve conter nome completo da criança, idade, série, telefone, nome da escola e nome completo do pai ou da mãe. O prazo final para entrega do desenho físico nas escolas é 30 de junho. Já no formato digital, o prazo é 6 de julho.

Uma comissão julgadora escolherá os cinco desenhos mais criativos e alinhados à proposta. Todos os cinco finalistas serão premiados com um smartphone e acesso a um pacote de dados móveis pelo período de seis meses. O resultado será divulgado pelos canais de comunicação oficiais da Seduc e do CETEB, no dia 15 de julho.

Secom


A Secretaria de Educação está intensificando as ações para viabilizar o início das atividades de forma híbrida. Nesta primeira fase, mais de 60 escolas passarão por reparos estruturais, informou a secretária da pasta, professora Anaci Paim, durante visita à Escola Municipal Valdemira Alves de Brito, localizada no Tomba, esta quinta-feira, 10.

“A manutenção das escolas foi iniciada no mês passado. Estamos tratando de intensificar os serviços e verificar de perto a prioridade em cada unidade de ensino a fim de atender às necessidades que foram planejadas para receber os estudantes e professores quando for possível”, atesta a professora Anaci Paim.
Entre as providências que estão sendo adotadas visando à adequação do ambiente para as ações pedagógicas estão os reparos na estrutura física e algumas complementações para o cumprimento do protocolo sanitário, entre os quais, a instalação de lavatórios e de torneiras.

De acordo com a secretária, as salas de multimídia, espaços em que os estudantes serão atendidos na oferta de atividades híbridas, começam a instaladas a partir do mês de julho.

As aulas na Rede Municipal do ano letivo 2020 foram retomadas no modo não presencial em 29 de março e serão encerradas no dia 30 de julho. A expectativa é de retomada das atividades em agosto, com o ano letivo de 2021.

Secom


Professores de escolas particulares decidem não voltar para aulas presenciais
Foto: Reprodução/Pixabay

assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (9), os professores do Estado da Bahia decidiram não voltar para o modo de atividades presenciais ou semipresenciais.

Ainda segundo o Sindicato dos Professores no Estado da Bahia (Sinpro-BA), os profissionais vão manter as aulas remotas até que a imunização da categoria esteja completa.

O Sinpro aponta a ausência de melhora nos índices da pandemia na Bahia como principal motivo para a decisão de não voltar ao presencial.

Uma nova reunião foi marcada para o dia 5 de julho, para debater questões ligadas ao retorno das aulas presenciais e a data-base 2021, reajustes salariais referentes a maio de 2020 e maio de 2021.

De acordo com o sindicato, as perdas acumuladas pela inflação medida pelo INPC/IBGE somam 10,24%.

Informações: Bahia Notícias


Professores tiveram uma decisão favorável na 2ª Vara da Fazenda Pública, mas o Tribunal de Justiça acatou uma liminar do Município autorizando a manutenção dos cortes.

Foto: Reprodução

Os professores da rede municipal de Feira de Santana, cidade que fica 100 quilômetros de Salvador, e a prefeitura vivem um impasse por causa da redução de salários durante a pandemia do novo coronavírus. 

Os professores tiveram uma decisão favorável na 2ª Vara da Fazenda Pública, mas o Tribunal de Justiça acatou uma liminar do Município autorizando a manutenção dos cortes. 

Por causa da redução dos salários, os professores alegam passar por dificuldades financeiras. 

Quando as aulas presenciais foram suspensas em 18 de março de 2020, os professores da rede municipal de Feira de Santana tiveram parte dos salários cortado. O professor Willian Conceição recebeu apenas 30% do valor total que ganhava antes da pandemia do novo coronavírus. 

“O trabalho didático, o trabalho pedagógico acabou sobrecarregando nossa rotina. Em média, eu tenho trabalhado entre 8 e 10 horas diárias”, afirmou. 

Com o retorno das aulas, neste ano, Willian Conceição passou a receber 50% dos 70% que faltavam. Os 20% que ainda não estão sendo repassados são referentes a uma gratificação pelo fato de ser professor distrital. 

Willian Conceição dá aulas no distrito de Maria Quitéria. Há mais de um ano, as contas do professor não fecham. 

“As dificuldades são de várias ordens. A dificuldade, por exemplo, de manter o aluguel, porque eu vim de fora. Assim como outros colegas, eu tive que ter ajuda dos meus pais, tive que ter ajuda dos meus amigos e soube de casos de colegas que não conseguiram se manter na cidade e tiveram que retornar as suas cidades locais”, revelou o professor. 

Em abril de 2020, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) entrou com um processo na 2ª Vara da Fazenda Pública. A decisão foi favorável a associação, mesmo com o recurso da prefeitura. 

“Nessa ação nossa, a gente reclamava que ele dizia que o professor tinha hora extra e professor não tem, professor trabalha 20 mais 20. E uma maior gratificação para os distritos, porque tem escola em Feira de Santana que é 60 quilômetros de distância”, disse a diretora da APLB, Marlede Oliveira. 

“Mas a liminar vai ser derrubada, vai perder seu efeito, assim que sair a nossa sentença”, concluiu. 

A sentença do último processo que favoreceu a APLB ainda não saiu. No mesmo período, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) publicou no Diário Oficial, uma liminar que favorece o município. 

A Justiça acatou o pedido de manutenção dos cortes salariais. Até então, cada uma das partes (sindicato e prefeitura) conta com um processo favorável. 

“Não existe portanto, nenhuma obrigação do Município pagar qualquer valor nesse momento. A liminar que eles conseguiram em 1° grau foi suspensa. Se eles alterarem, eventualmente, qualquer obrigação, se lá na frente, quando o mérito do mandado de segurança for julgado, for condenado”, explicou o procurador geral de Feira de Santana, Moura Pinho. 

Segundo o procurador geral de Feira de Santana, a Justiça entendi que os cortes são necessários e legais. Ele entende que se pagar um adicional de deslocamento para os professores sem as aulas ocorrerem no distrito, o pagamento seria ilegal. 

“Imagine você receber um adicional de deslocamento para alguém que saia de casa e se deslocava para um local mais distante, zona rural, distritos. Como é que eles vão receber o adicional de deslocamento se eles não estão se deslocando? Essa é a questão”, disse o procurador.

Informações G1 Bahia


Foto: Andreyse Porto
A Rede Municipal de Educação foi beneficiada, nos últimos três anos, com mais 94 escolas reformas ou recuperadas. Destas, quatro foram totalmente reconstruídas e outras onze foram ampliadas. No momento, mais dez unidades de ensino estão em obra. As escolas são localizadas nos bairros Tomba, Feira VII, Gabriela, Rua Nova, Sítio Novo e também nos distritos de Humildes, Jaguara, Matinha e Maria Quitéria.

O investimento feito pelo município no setor, com recursos próprios, é de R$ 7.560.755,11 somente nos anos de 2019, 2020 e até maio de 2021. Este mês, a Escola Municipal Laura Ribeiro Lopes, situada no Feira VII, começou a ser recuperada. Ela vai ganhar uma sede nova.

“Estamos muito felizes com a notícia de que vamos receber um prédio totalmente novo para nossa escola, pois, mesmo com a infraestrutura física que temos até o momento, vimos conseguindo alcançar bons resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb. Então, poder contar com espaços mais adequados, salas mais amplas e ambientes mais confortáveis é muito bom. A comunidade também está alegre com essa notícia”, conta a professora Mary Jully Freitas Nunes, diretora da Escola Laura Ribeiro Lopes.
Dentre as unidades reconstruídas recentemente estão as escolas municipais Dr. Francisco Martins da Silva, de Maria Quitéria; Almira de Oliveira Santos, na Conceição; o módulo de Educação Infantil da Crispiniano Ferreira da Silva, na Matinha; Julieta Frutuoso de Araújo e Joanita Mota, em Tiquaruçu. Já a Escola Municipal Adenil Falcão, no bairro Irmã Dulce, ganhou uma sede nova, ampla e com excelente estrutura.

Onze escolas foram reformadas e ampliadas. É o caso, por exemplo, do Centro Integrado de Educação Municipal Joselito Amorim, no Centro; Valdemira Alves de Brito, no Tomba; Tereza Cunha Santana, no Feira IX; Maria de Lourdes Pellegrini, na localidade dos Três Riachos; Otaviano Ferreira Campos, Novo Horizonte; e Horácio Silva Bastos, no Caseb.

As obras de ampliação também beneficiaram os distritos: em Jaíba, foi recuperada a Escola Municipal Nossa Senhora do Rosário; em Bonfim de Feira, a José Ferreira Venas; já em Humildes foram reformadas as escolas Anacleto Alves e Eurides Oliveira Queiroz. Esta última acabou de ser concluída.

Neste período, doze escolas estão em obra de recuperação, reforma ou ampliação, dentre as quais, a Cândido Vitoriano, em Humildes; a Margarida Lisboa, na Gabriela; Firmino José de Brito, Maria Andiara e Colbert Martins da Silva, em Jaguara; CMEI Vanilda Boaventura, na Rua Nova; Izidro Alves Jesus, na Matinha; e Oyama Figueiredo, no bairro Sítio Novo.

Secom


Foto: Filipe Oliveira

O Tribunal de Justiça da Bahia manteve a suspensão da liminar que obrigava a Prefeitura de Feira de Santana a pagar aos professores da Rede Municipal vencimentos correspondentes a horas extras e o adicional de deslocamento que normalmente é destinado aos profissionais que residem na sede e trabalham nos distritos. A decisão foi publicada esta segunda-feira, 7.

Nesta etapa mais recente do processo, o plenário do TJ Bahia votou o agravo interno apresentado pela Aplb Sindicato – o tribunal manteve a decisão do presidente, desembargador Lourival Almeida Trindade, que em agosto de 2020 suspendera a liminar anteriormente concedida a favor dos professores.

De acordo com a decisão, o Tribunal de Justiça considera que o pagamento pode implicar em risco de grave lesão à ordem e à economia públicas, uma vez que as aulas na Rede Municipal foram suspensas no modo presencial em 18 de março de 2020 por conta da pandemia pela Covid-19. Em 29 de março deste ano, as atividades foram retomadas, mas no modo não presencial.

Secom


Foto: Divulgação

Investimentos garantem o acesso das crianças à educação 

A Rede Municipal de Educação de Feira de Santana vai ganhar mais onze escolas – nove de Educação Infantil e duas de Ensino Fundamental. Sete creches já estão em construção, localizadas nos bairros Campo do Gado, Asa Branca e Tomba; a Conceição e o Aviário, por conta do contingente populacional que vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, vão receber cada um dois Centros Municipais de Educação Infantil.

Outras duas creches estão em processo de licitação para a escolha da empresa que deverá executar a obra – a primeira irá beneficiar o bairro Gabriela e a outra será a segunda unidade de ensino da Asa Branca por conta também da necessidade de atender às famílias que vivem na zona.

Em situação ainda mais privilegiada ficará o bairro da Conceição que passará a contar com mais uma escola de Ensino Fundamental, além das duas creches já em construção. Duas unidades vão atender à comunidade do Alto do Rosário (uma creche e uma escola); e a segunda creche do bairro Conceição vai atender à comunidade do Loteamento Conder.

Condição semelhante é a do bairro Asa Branca, pois também será contemplado com dois Centros Municipais de Educação Infantil e ainda uma escola de Ensino Fundamental a partir do 1º ano.

O prefeito Colbert Martins destaca que as localidades foram escolhidas exatamente por conta da demanda maior de famílias nesses bairros, com um expressivo número de crianças em idade escolar.

“São escolas que inclusive estarão localizadas próximas a conjuntos residenciais populosos, instalados recentemente nesses bairros”, informa.

Os Centros Municipais de Educação Infantil, chamados desta forma porque podem atender a crianças de dois a cinco anos, terão, cada um: dez salas de aula, pátio coberto, espaço para amamentação, fraldário, lactário, refeitório, área administrativa, sala multiuso, parque infantil, jardim/horta, almoxarifado, sanitários e sanitários para pessoas com deficiência.

Já as escolas de Ensino Fundamental, que atendem às crianças do 1º ao 5º ano, terão seis salas de aula, módulo administrativo com salas de diretoria, secretaria, sala de professor, cozinha, cantina, área de serviço e quadra coberta. 

“São projetos modernos com um aspecto bem completo do ponto de vista do atendimento à demanda da Educação Infantil e dos Anos Finais, em consonância com o objetivo central do Plano Municipal de Educação que é oferecer educação de qualidade a todos. Isso também perpassa pela estrutura física das escolas”, observa a secretária de Educação, professora Anaci Paim.

Os projetos das novas unidades de ensino são elaborados com base nos padrões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FNDE.

“Eles buscam atender a proposta pedagógica definida numa concepção moderna de educação de qualidade que contemple todos os aspectos legais”, atesta Anaci.

A capacidade física dos novos prédios também deve contemplar o desenvolvimento das ações pedagógicas compatíveis com cada ano escolar. “Atende, portanto, à demanda de acesso à Educação da população nessas comunidades que apresentam contingente populacional nas faixas etárias ofertadas”, completa. E cumpre outra demanda social importante: garantir o acesso dessas crianças no mesmo bairro em que a família reside, sem necessidade de deslocamento.

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