Apostas podem ser feitas até as 19h, horário de Brasília
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta quinta-feira (10), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.851 da Mega-Sena. O prêmio acumulado está estimado em R$ 31 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.
As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Na véspera, a moeda americana registrou seu maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O dólar à vista opera com forte alta nas primeiras negociações desta quarta-feira (9), enquanto investidores reagem a mais uma escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, após Pequim anunciar uma nova retaliação contra as tarifas recíprocas do presidente americano, Donald Trump, que já entraram em vigor.
Segundo matéria do InfoMoney, na véspera, a moeda americana registrou seu maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano. No Brasil, o Banco Central (BC) realiza, nesta sessão, um leilão de até 20.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de maio de 2025.
Qual é a cotação do dólar hoje?
Às 9h11, a moeda norte-americana à vista operava em alta de 1,11%, aos R$ 6,064 na compra e R$ 6,065 na venda. Na B3, o dólar para maio — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,75%, aos 6.082 pontos.
Na terça-feira (8), o dólar à vista fechou em alta de 1,49%, a R$5,9985, maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano.
Imposto passa de 17% para 20% em dez Estados; tributação afeta grandes plataformas de comércio eletrônico, como Shein e Shopee
Dos dez Estados que vão elevar o ICMS, nove estão nas regiões Norte e Nordeste do Brasil: mais peso nas contas do pagador de impostos | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Dez Estados brasileiros vão aumentar a partir desta terça-feira, 1º, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A mudança se reflete sobretudo nas compras internacionais em plataformas on-line, como principalmente Shein e Shopee. A alíquota do tributo vai passar de 17% para 20%, para transações de US$ 3 mil, pelo Regime de Tributação Simplificada.
Além disso, já há a chamada “taxa da blusinha”, imposto federal que incide sobre compras internacionais com valor de até US$ 50. O objetivo fiscal, conforme o Comitê Nacional de Secretarias de Estado da Fazenda (Comsefaz), é, desse modo, “garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”.
Imposto busca equilibrar concorrência
O órgão diz ainda que o propósito é estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e, assim, “ampliar a geração de empregos”. Segundo os governos estaduais, a medida é importante primeiramente no contexto do equilíbrio da concorrência entre plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A mudança na ordem fiscal, contudo, não foi automática.
Em Estados em que o teto do ICMS geral é de menos de 20%, houve a necessidade, no entanto, de uma aprovação de decreto do governador ou de lei local. Desse modo, dez Estados terão alíquotas maiores.
Quem vai elevar o ICMS a 20%
Acre
Alagoas
Bahia
Ceará
Minas Gerais
Paraíba
Piauí
Rio Grande do Norte
Roraima
Sergipe
Onde a alíquota permanece em 17%
Amazonas
Amapá
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Pará
Pernambuco
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Roraima
Santa Catarina
São Paulo
Tocantins
As importações realizadas a partir do Regime de Tributação Simplificada (RTS) são, dessa forma, tributadas pelo ICMS, que atualmente tem alíquota uniforme de 17%, independentemente de a compra ser efetuada em sites certificados pela Receita Federal no Programa Remessa Conforme ou não.
É como se toda a população da maior cidade do Brasil ficasse sem o produto
O ovo de chocolate é símbolo da Páscoa | Foto: Imagem criada por inteligência artificial/Revista Oeste
Das doces tradições da Páscoa no Brasil, presentear com ovo de chocolate talvez seja a mais popular. É uma prática comum entre filhos e pais, apaixonados e até mesmo amigos especiais. Mas, mesmo com tanta gente querendo o mimo, o mercado nacional sofre o impacto dos altos preços do cacau em 2025, agravado pela desvalorização do real frente ao dólar. Como resultado, a produção deve diminuir neste ano.
A previsão é de uma queda de 13 milhões de unidades na produção. O número supera, por exemplo, a quantidade de moradores de São Paulo, a maior cidade do país.
Nos meses que antecederam a Páscoa de 2024, a cotação de US$ 1 estava em cerca de R$ 4,90. Nos registros do Banco Central para esse período, o pior valor foi de R$ 5,03 em 19 de março, quando faltavam poucos dias para a comemoração — e quase toda a produção do ano já havia saído das fábricas. Em 2025, a história é outra.
O dólar começou 2025 valendo R$ 6,20 — nessa época, os fabricantes já calculavam os custos da produção. Ao longo dos meses seguintes, o valor da moeda até recuou, mas ainda segue maior do que em 2024. Nesta segunda-feira, 25, a cotação oficial é de R$ 5,74 por dólar.
Além disso, o mercado de cacau terminou 2024 nas alturas. Em dezembro, o preço atingiu uma nova marca recorde, chegando a quase US$ 12 mil por tonelada — três vezes mais que um ano antes. É verdade, porém, que a alta perdeu força ao longo de 2025. Contudo, o cacau ainda segue mais caro do que no passado recente.
Quase todas as cotações diárias da tonelada de cacau em 2025 ficaram acima dos US$ 10 mil até 10 de fevereiro. A partir daí, os preços se mantiveram abaixo desse patamar — e, atualmente, estão em cerca de US$ 8 mil.
Categoria pede taxa mínima de R$ 10 por entrega e aumento do valor por quilômetro rodado
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Entregadores de aplicativo anunciaram, por meio das redes sociais, uma greve nacional que acontecerá nesta terça (31) e quarta-feiira (1º de abril) para reivindicar melhores condições de trabalho e reajuste de remuneração.
Entre as principais demandas da mobilização estão: o estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega, o aumento do valor pago por quilômetro rodado de R$ 1,50 para R$ 2,50, a limitação do raio de atuação das bicicletas para até três quilômetros e o pagamento integral por pedidos agrupados.
Os organizadores da greve também relatam práticas antissindicais, como incentivos financeiros para desencorajar a participação dos entregadores na mobilização. Ao jornal Folha de S. Paulo, Gil Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que a greve ocorrerá em todo o Brasil, que conta com cerca de 1,8 milhão de entregadores e mototaxistas. Só em São Paulo, segundo Santos, a categoria tem entre 700 e 800 mil trabalhadores.
No perfil “Breque Nacional do Apps”, trabalhadores da categoria têm se mobilizado ativamente sobre a paralisação e as demandas do movimento.
Limitação em valor máximo visa proteger consumidores
Foto: Agência Brasil
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) divulga, nesta segunda-feira (31), a lista com o novo teto de preços dos remédios vendidos em farmácias e drogarias. A Lei nº 10.742, de 2003, que trata da regulação do setor farmacêutico, prevê o reajuste anual dos medicamentos.
Isso não significa, entretanto, que haverá aumento automático dos preços praticados, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Cabe aos fornecedores – farmacêuticas, distribuidores e lojistas – fixarem o preço de cada produto colocado à venda, respeitados o teto legal estabelecido e suas estratégias diante da concorrência.
Para definição dos novos valores, o conselho de ministros da CMED leva em consideração fatores como a inflação dos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos e custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
Em 2024, por exemplo, o reajuste anual do preço de medicamentos foi de 4,5%, equivalente ao índice de inflação do período anterior. A lista com os preços máximos que podem ser cobrados pelos produtos fica disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com a Anvisa, a lei prevê um reajuste anual do teto de preços com o objetivo de proteger os consumidores de aumentos abusivos, garantir o acesso aos medicamentos e preservar o poder aquisitivo da população. Ao mesmo tempo, o cálculo estabelecido na lei busca compensar eventuais perdas do setor farmacêutico devido à inflação e aos impactos nos custos de produção, possibilitando a continuidade no fornecimento de medicamentos.
Caso o consumidor encontre irregularidades, é possível acionar os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons e a plataforma consumidor.gov.br. Também é possível encaminhar denúncia diretamente à CMED, por meio de formulário disponível na página da Anvisa.
A CMED é composta pelos ministérios da Saúde, Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exerce a função de secretaria executiva, fornecendo o suporte técnico às decisões.
Bahia e mais outros nove estados vão cobrar mais caro para remessas provenientes de sites como Shein e AliExpress
Foto: Shein
As compras feitas através de plataformas online, como Shein e AliExpress, vão ficar ainda mais caras a partir da próxima terça-feira (1º) em dez estados, inclusive na Bahia. Esta é a data em que as unidades da federação vão aumentar a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas compras realizadas através dos sites de marketplaces.
O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) decidiu subir a alíquota de ICMS nas remessas internacionais de 17% para 20%.
O aumento, no entanto, será adotado apenas para remessas postais e expressas importadas pelo Regime de Tributação Simplificada (RTS).
Estados que terão aumento
Ao todo, dez estados terão aumento no ICMS: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.
Os demais optaram por não subir a alíquota de ICMS.
Alta no preço dos alimentos teve o maior impacto no índice, informa IBGE
A inflação segue em alta no Brasil, o que prejudica o poder de compra dos cidadãos | Foto: Reprodução/Redes sociais
Considerado a prévia da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), apresentou alta de 0,64% em março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou 0,59 ponto porcentual abaixo da taxa registrada em fevereiro (1,23%).
O IPCA-E, que se constitui no IPCA-15 acumulado trimestralmente, ficou em 1,99%, acima da taxa de 1,46% registrada em igual período de 2024. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 5,26%, acima dos 4,96% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2024, o IPCA-15 foi de 0,36%.
IPCA-15 em março | Foto: Reprodução/IBGE
Todos os grupos tiveram alta de inflação em março
De acordo com o IBGE, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta de preços em março, com destaque para o grupo Alimentação e bebidas, com a maior variação, de 1,09%, e impacto de 0,24 ponto porcentual.
Em seguida, está o grupo Transportes, com variação de 0,92% e impacto de 0,19 ponto porcentual. Juntos os dois grupos respondem por cerca de dois terços do índice.
No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio acelerou de 0,63% em fevereiro para 1,25% em março. Contribuíram para esse resultado as altas do ovo de galinha (19,44%), do tomate (12,57%), do café moído (8,53%) e das frutas (1,96%).
No grupo Transportes, o destaque são os combustíveis (1,88%), com alta nos preços do óleo diesel (2,77%), do etanol (2,17%) e da gasolina (1,83%) e do gás veicular (0,08%). O subitem trem apresentou alta de 1,90% devido ao reajuste de 7,04% nas tarifas no Rio de Janeiro (4,25%), a partir de 2 de fevereiro.
As demais variações ficaram entre o 0,03% de Artigos de residência e o 0,81% de Despesas pessoais.
Impacto da inflação por grupo – IPCA-15 em março | Foto: Reprodução/IBGE
Especialistas alertam para riscos da nova modalidade de crédito anunciada por Lula
Brasileiro precisará ter cautela antes de usar o crédito, alertam especialistas | Joédson Alves/Agência Brasil
A nova modalidade de crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada pode aumentar o endividamento da população. Embora ofereça juros menores, o empréstimo com desconto em folha pode levar à contração de novas dívidas e comprometer a renda dos trabalhadores.
De sexta-feira 21 a domingo 23, mais de 40 milhões de pessoas fizeram simulações do programa, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Chamado Crédito do Trabalhador, o programa entrou em vigor na sexta-feira.
A promessa do governo é oferecer uma alternativa mais acessível àqueles que precisam de crédito, mas há riscos do uso excessivo desse tipo de financiamento.
O novo consignado permite que empregados contratem empréstimos com desconto direto na folha de pagamento. No entanto, segundo especialistas, a expansão de programas de transferência de renda e a maior oferta de crédito têm impulsionado o endividamento da população de baixa renda.
Lula anuncia programa que facilita crédito consignado para trabalhadores do setor privado Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
O governo apresentou o programa como uma alternativa para reduzir o endividamento, permitindo a substituição de dívidas antigas por novas com juros menores. Porém, essa possibilidade só estará disponível a partir de 25 de abril. A portabilidade de empréstimos entre bancos, por sua vez, só começa em 6 de junho. Até lá, os trabalhadores que aderirem ao programa contrairão novas dívidas.
Crédito para consumo aumenta risco de endividamento
O coordenador do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGVcemif), Lauro Gonzalez, afirmou ao portal MT Econômico que o crédito tem papel essencial na economia, mas exige cuidado. “É preciso haver cautela, tendo em vista o já elevado grau de comprometimento de renda da população para o pagamento de dívidas”, afirmou.
Dados de 2023 mostram que o crédito para consumo tem crescido significativamente, e os juros para pessoas físicas no Brasil estão entre os mais altos do mundo. Isso contribui para o endividamento das famílias, com mais de 72 milhões de brasileiros negativados.
O núcleo de estudos do superendividamento do FGVcemif enumerou os principais riscos do novo consignado:
uso do crédito para quitar dívidas antigas;
maior assédio de instituições financeiras com ofertas agressivas;
aumento do superendividamento com a ampliação da margem consignável; e
necessidade de maior regulação na oferta de cartão de crédito para mitigar os impactos do endividamento excessivo
O crédito consignado representa 17% das operações de empréstimos no país, ficando atrás do cartão de crédito (53%) e do empréstimo pessoal (22%), segundo pesquisa da Creditas de dezembro de 2024.
O prazo máximo para pagamento do consignado privado varia de 48 a 60 meses, dependendo da instituição financeira. Para aposentados e pensionistas, o limite é de 96 meses. Como os juros anuais estão em torno de 21%, o alto custo financeiro pode levar os contratantes a repactuar os débitos repetidamente, entrando em um ciclo de endividamento.
Embora o consignado ofereça uma alternativa mais barata em relação a outras modalidades de crédito, seu uso descontrolado pode comprometer a renda dos trabalhadores e dificultar o pagamento de outras despesas essenciais.
Elevação da Selic era amplamente esperada pelo mercado financeiro e previamente sinalizada pela autarquia
Banco Central divulgou decisão sobre juros nesta quarta-feira, 19 | Foto: Raphael Ribeiro/BCB
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu subir novamente a taxa de básica de juros em um ponto porcentual (p.p.) nesta quarta-feira, 19. Com isso, a Selic passou a 14,25% ao ano — maior patamar desde outubro de 2016, durante a crise do governo de Dilma Rousseff.
A alta é uma medida para conter a disparada da inflação nos últimos meses, impulsionada principalmente pela falta de política fiscal consistente do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo aumento descontrolado de gastos.
No comunicado divulgado depois da reunião, a autarquia afirmou que ”o ambiente externo permanece desafiador, em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos”. O Banco Central avalia que esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e do ritmo de crescimento nos demais países.
Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.
Gabriel Galípolo foi indicado por Lula para comandar o Banco Central | Foto: Lula Marquês/Agência Brasil
Alta dos juros já era esperada
A elevação da taxa de juros era amplamente esperada pelo mercado financeiro e previamente sinalizada na ata do último encontro do Copom, quando a Selic foi definida em 13,25%.
A decisão desta quarta-feira também ocorre em meio cenários de alta pressão na inflação doméstica e incertezas com os rumos da economia dos Estados Unidos — e os seus impactos na decisão dos juros do Federal Reserve, o Banco Central norte-americano.
Em fevereiro, a inflação oficial do país ficou em 1,31%, e o acumulado em 12 meses alcançou 5,06%, acima do teto da meta, de 4,5%.
Segundo a pesquisa Focus, a projeção mediana dos analistas aponta a Selic em 15% ao fim deste ano. Desde a última reunião, aumentou a percepção de que o aperto monetário começa a surtir efeito, refletido em sinais de desaceleração econômica.