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Concurso 2875 da Mega-Sena tem prêmio superior a R$ 88 milhões | Foto: Reprodução/YouTube
Concurso 2875 da Mega-Sena tem prêmio superior a R$ 88 milhões | Foto: Reprodução/YouTube

O concurso 2.875 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira, 12, em São Paulo, com prêmio estimado em R$ 88.269.772,11 para quem acertasse as seis dezenas. Os números sorteados foram: 06 – 15 – 31 – 38 – 40 – 49.

Segundo a Caixa Econômica Federal, ninguém cravou os seis números. Com isso, o valor ficou acumulado e pode chegar a R$ 100 milhões na próxima rodada, prevista para o sábado, dia 14. Até o momento desta publicação, a Loterias Caixa não havia divulgado o rateio do prêmio, ou seja, a divisão dos valores para os acertadores da quina e da quadra.

Mega-Sena: apostas podem ser feitas até as 19h

Quem quiser participar dos próximos concursos pode fazer apostas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica do país ou pela internet, no site oficial da Caixa. Para isso, é necessário ser maior de 18 anos, realizar um cadastro na plataforma e informar os dados do cartão de crédito.

O valor da aposta mínima, com seis dezenas, é de R$ 5. A probabilidade de acertar todas as seis dezenas com essa modalidade é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Apostas maiores aumentam chances, mas custam caro

Já quem optar por apostar 15 dezenas — o número máximo permitido — terá uma chance em 10.003 de ganhar, mas o valor da aposta sobe para R$ 22.522,50. A Mega-Sena realiza sorteios três vezes por semana: às terças, quintas e sábados.

Os resultados e valores dos prêmios são divulgados no site da Caixa após a apuração completa das apostas vencedoras em cada faixa (sena, quina e quadra).

Informações Revista Oeste


Entregador da iFood em São Paulo | Foto: Alf Ribeiro/Shutterstock
Entregador da iFood em São Paulo | Foto: Alf Ribeiro/Shutterstock

Plataformas de vendas on line como Temu e Shopee despertaram o apetite asiático pelo e-commerce brasileiro. Trata-se da Meituan, uma espécie de ‘iFood da China’, de olho em uma gorda receita no Brasil.

No começo de junho, a Meituan firmou um contrato com o governo brasileiro para investir no país. O acordo foi assinado por Wang Xing, CEO da plataforma, e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Pequim, durante a visita do petista à China.

Pelo certame, o iFood da China pretende gastar R$ 5,6 bilhões nos próximos cinco anos para se estabelecer no mercado brasileiro. A empresa pretende estabelecer sua central de atendimento na Região Nordeste.

iFood da China fora do Brasil

O Brasil não será o primeiro mercado com operações da Meituan fora da China. A expansão internacional começou em 2022, com a criação da Keeta — uma subsidiária fundada para essa tarefa.

Desde então, a plataforma conquistou filões no Oriente Médio. Em Dubai, por exemplo, a empresa tornou-se famosa por fazer entregas com drones. Além disso, fez parcerias em mercados do Sul da Ásia, como a Índia.

Somando as operações dentro e fora do mercado chinês, foram quase US$ 50 bilhões em 2024. Ao mesmo tempo, a receita do iFood brasileiro mal passou de US$ 1 bilhão — é uma fatia modesta no banquete global, que mostra a necessidade de correr para não virar sobremesa.

Informações Revista Oeste


Equipe econômica estuda medidas compensatórias para manter arrecadação em 2025 e 2026

Haddad e Hugo Motta
A revisão da cobrança sobre o chamado ‘risco sacado’ também entrou na pauta | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Flickr 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cedeu à pressão do Congresso e aceitou rever o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão foi tomada depois da reunião com líderes partidários na noite deste domingo, 8.

Para reduzir o impacto do recuo, Haddad propôs um pacote de medidas que inclui o corte de isenções fiscais, a taxação de títulos até então isentos e o aumento de tributos sobre apostas esportivas. A equipe econômica quer preservar parte da arrecadação prevista com o decreto original.

O governo planeja reduzir em média 65% da alíquota do IOF. Com isso, a receita gerada cairá para cerca de um terço do valor inicialmente estimado. A Fazenda pretende compensar essa perda com uma nova medida provisória e projetos de lei.

Entre os pontos do plano, estão a tributação de juros sobre capital próprio e a criação de uma alíquota de 5% no Imposto de Renda sobre Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito Agrícola (LCA), atualmente isentas.

Congresso pressionou Haddad pela revisão do decreto

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), chegou a ameaçar colocar em votação um projeto para derrubar o decreto. O aviso foi feito em um evento com empresários, aumentando a tensão entre o Legislativo e o Planalto.

A revisão da cobrança sobre o chamado “risco sacado”, um dos pontos mais polêmicos do decreto, também entrou na pauta. Haddad concordou com a necessidade de ajustes e prometeu apresentar uma nova proposta dentro de dez dias.

O pacote discutido com os parlamentares inclui ainda mudanças nos pisos constitucionais de saúde e educação, cortes em deduções médicas no IR e maior taxação sobre fintechs. As propostas enfrentam resistência de lobbies e setores influentes do Congresso.

Na tentativa de fechar o novo desenho, o ministro se reuniu com a equipe econômica antes do encontro com os líderes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve discutir os detalhes com Haddad nesta terça-feira, 10.

Plano prevê PEC, MP e novo projeto de lei

A solução final deve envolver diferentes instrumentos legislativos: uma proposta de emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e, possivelmente, uma medida provisória. A Fazenda insiste na necessidade de manter a arrecadação prevista para os anos seguintes.

Durante os encontros com os presidentes da Câmara e do Senado, Haddad reforçou que a compensação precisa ser integral. O objetivo é evitar que o recuo no IOF comprometa o equilíbrio fiscal projetado para 2025 e 2026.

Informações Revista Oeste


Previsão é que novidade comece a funcionar a partir de 16 de junho

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Banco Central lançou nesta terça-feira (4), em São Paulo, o Pix Automático, nova modalidade que permitirá o agendamento de pagamentos recorrentes, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura. A ferramenta deve beneficiar cerca de 60 milhões de brasileiros que não possuem cartão de crédito, segundo o presidente da instituição, Gabriel Galípolo.

“A pessoa que não tem cartão vai poder acessar serviços que antes não conseguia contratar. E quem já tem, vai ganhar em praticidade”, afirmou Galípolo durante o evento Conexão Pix. Ele destacou ainda que o novo recurso deve reduzir transtornos com fraudes ou necessidade de atualização de dados, comuns no uso de cartões.

A previsão é que o Pix Automático comece a funcionar a partir de 16 de junho, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras. O usuário autoriza o pagamento uma única vez, define regras como valor máximo e recebe notificação com antecedência — podendo cancelar a cobrança até a véspera do débito.

O serviço será gratuito para o pagador.


Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta terça-feira (3), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.871 da Mega-Sena. O prêmio acumulado está estimado em R$ 40 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.

As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.


Expectativa do BC é que a novidade simplifique cobranças e substitua modelos tradicionais, como o débito automático bancário

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Banco Central lançou nesta quarta-feira (4), em São Paulo, o Pix Automático, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos que permitirá o débito automático de contas recorrentes.

O serviço entra em operação no dia 16 de junho e deve ampliar o uso do Pix para pagamentos como contas de luz, água, telefone, mensalidades escolares, academias, condomínios, planos de saúde, seguros e assinaturas.

A expectativa do BC é que a novidade simplifique cobranças e substitua modelos tradicionais, como o débito automático bancário, que exige convênios específicos entre empresas e instituições financeiras.

“O Pix Automático tem potencial para democratizar o acesso a pagamentos recorrentes, mantendo a segurança e praticidade já conhecidas pelo usuário”, afirmou o presidente do BC, Gabriel Galípolo, na abertura do evento “Conexão Pix”.

O lançamento reuniu empresas, instituições financeiras e desenvolvedores para discutir como a funcionalidade pode transformar a experiência de cobrança e ampliar o acesso ao sistema.

O Pix Automático permite que o consumidor autorize, uma única vez, o débito periódico de um pagamento, definindo condições como valor máximo e frequência. Após a autorização, as cobranças ocorrem automaticamente, sem a necessidade de novas confirmações.

O BC informa que o mecanismo mantém os mesmos padrões de segurança do Pix atual. Em casos de falhas ou problemas, o usuário poderá recorrer ao Mecanismo Especial de Devolução (MED) para reaver os valores.

Ao longo do evento, representantes do BC e do setor financeiro discutiram temas como as aplicações do Pix Automático para empresas, o impacto na gestão de cobranças e detalhes técnicos da operação.

A diretoria da autarquia aposta que a funcionalidade deve gerar impacto positivo no ambiente de negócios e reduzir custos operacionais, além de ampliar a inclusão financeira.

Informações Bahia.ba


Fala ocorre em meio à forte pressão do Congresso Nacional contra o decreto editado na semana passada pelo governo federal

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou nesta quinta-feira (29) que o Palácio do Planalto estuda manter o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em 2025, enquanto trabalha em uma alternativa para o ano de 2026. A declaração foi dada em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews.

“Essa é uma alternativa que está à mesa, exatamente pelas limitações constitucionais e de lei. Então, está debatido. Essa é uma das medidas que com certeza a equipe econômica irá debater com a Fazenda e irá debater com o presidente da República, que junto com o ministro da Fazenda tem a última palavra na decisão”, explicou Randolfe.

A fala ocorre em meio à forte pressão do Congresso Nacional contra o decreto editado na semana passada pelo governo federal, que elevou as alíquotas do IOF sobre operações de crédito e movimentações financeiras. De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida busca garantir equilíbrio fiscal e gerar cerca de R$ 20 bilhões em arrecadação no próximo ano.

A reação negativa à decisão uniu parlamentares da oposição e da base governista. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que há um clima favorável à derrubada do decreto nas duas Casas Legislativas.

“Existe um esgotamento no Congresso Nacional com medidas que aumentem impostos e visem à arrecadação sem uma discussão estrutural”, declarou Motta, em entrevista ao blog do jornalista Valdo Cruz.

Diante da pressão, o governo se comprometeu, em reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, a apresentar uma proposta alternativa ao aumento do IOF no prazo de até dez dias.

Informações Bahia.ba


O ministro da Fazenda alega que a máquina pública vai ficar ‘em um patamar bastante delicado’ se a medida for sustada

Haddad
Fernando Haddad se reuniu com Motta e Alcolumbre na residência oficial da Câmara | Foto: | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil 

Com a iminente possibilidade de derrubada do Decreto nº 12.466/2025, que trata do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com os presidentes do Legislativo: Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado). 

O encontro ocorreu na residência oficial da Câmara, localizada no Lago Sul, em Brasília, na noite de quarta-feira 28. Depois da reunião, Haddad afirmou que sem a arrecadação do aumento do IOF, prevista em R$ 20 bilhões, a máquina pública vai entrar em um “patamar bastante delicado”.

“Expliquei as consequências em caso de não aceitação da medida”, disse o ministro. “O que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos em um patamar bastante delicado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro.”

Haddad também declarou que os presidentes do Legislativo “manifestaram uma preocupação muito grande” com a manutenção da medida.

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Os presidentes Davi Alcolumbre, do Senado (à esq), e Hugo Motta, da Câmara (à dir), se manifestaram contrários ao aumento do imposto | Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

Haddad descarta revogação do decreto do IOF

Ainda em conversa com jornalistas depois do encontro, Haddad disse que a gestão petista não pensa em revogação da medida. 

“Em nenhum momento se discutiu revogação da medida”, argumentou. “O que está sendo discutido é como tratar o tema com responsabilidade, olhando para o equilíbrio fiscal e institucional do país.”

Apesar desse posicionamento, o ministro da Fazenda destacou que Motta e Alcolumbre solicitaram da equipe econômica “medidas de médio e longo prazo mais estruturantes, que mexessem com outros aspectos do orçamento, como gasto primário e gasto tributário”.

O integrante do alto escalão sinalizou que o Congresso se colocou à disposição para “colaborar para que, no lugar de uma medida como essa (do IOF), você tivesse um horizonte mais estruturante para frente”.

Informações Revista Oeste


Mais de 9 milhões de beneficiários foram notificados; reembolso poderá ser antecipado com recursos do Tesouro

Foto: Assessoria/GOVBR

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, garantiu que todos os aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos em seus benefícios terão os valores restituídos até 31 de dezembro de 2025. A declaração foi feita durante reunião do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), em Brasília.

Para agilizar o reembolso, o governo federal estuda antecipar parte dos pagamentos utilizando recursos do Tesouro Nacional, que depois serão compensados com os valores bloqueados de entidades sob investigação.

Segundo Waller, mais de R$ 1 bilhão já foi congelado para garantir a devolução, enquanto outros R$ 2,5 bilhões estão com pedido de bloqueio judicial em análise, feito pela Advocacia-Geral da União (AGU).

“Com certeza, até 31 de dezembro todo mundo que foi lesado será ressarcido”, garantiu o presidente do INSS.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, reforçou o compromisso do governo e destacou que a devolução acontecerá independentemente da tramitação dos pedidos judiciais, já que o processo de liquidação de bens das entidades pode levar tempo.

Impacto e valores

Ainda não há um número fechado sobre o total de descontos considerados ilegais, mas o INSS afirma que ele será inferior aos R$ 5,9 bilhões registrados entre março de 2020 e abril de 2025 — montante que inclui também valores autorizados voluntariamente pelos beneficiários.

A média dos débitos indevidos gira em torno de R$ 48 por mês. Já os descontos de valor mais elevado, entre R$ 60 e R$ 70, apresentam menor índice de contestação. A maioria das irregularidades ocorreu nos últimos dois anos, o que deve reduzir o volume final a ser restituído.

Notificações e atendimento

Cerca de 9 milhões de aposentados e pensionistas já foram notificados via aplicativo Meu INSS e precisam informar se autorizaram ou não os descontos.

Quem não possui acesso digital poderá realizar a confirmação presencialmente em uma das 4,7 mil agências dos Correios espalhadas pelo país.

CNPS e próximos passos

A reunião do CNPS realizada nesta terça teve caráter apenas informativo. Como os representantes das entidades investigadas foram afastados por decisão do ministro da Previdência, não houve deliberações.

A recomposição do conselho deve ser definida na próxima reunião, prevista para junho.

Informações Bahia.ba


Energia elétrica e alimentação também pesaram no índice, informou o IBGE nesta terça-feira, 27

Aumento nos preços dos medicamentos está autorizado: empresas têm liberdade para aplicar reajuste, desde que não supere o teto de 5,06% | Foto: Reprodução/Redes sociais
Alta de preço de produtos farmacêuticos teve maior impacto no IPCA-15 de maio | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação, teve alta de 0,36% em maio, 0,07 ponto porcentual abaixo da taxa registrada em abril (0,43%), informou nesta terça-feira, 27, o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,80% e, em 12 meses, 5,4%, abaixo dos 5,49% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2024, o IPCA-15 foi de 0,44%.

Inflação em maio: 7 grupos tiveram alta de preços

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta em maio.

Os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais (0,12 ponto porcentual), Habitação (0,1) e Alimentação (0,09). Já a maior variação foi registrada em Vestuário (0,92%) e Saúde e cuidados pessoais (0,91%). Apenas Transportes (0,29%) e Artigos de residência (0,07%) apresentaram variação negativa em maio. 

Variação e impacto dos grupos no IPCA-15 em maio | Foto: Reprodução/IBGE

Medicamentos, energia e alimentos tiveram alta em maio

No grupo Vestuário, destacam-se as altas na roupa feminina (1,56%), na roupa masculina (0,92%) e na roupa infantil (0,36%).

Em Saúde e cuidados pessoais, o resultado foi influenciado pelos produtos farmacêuticos (1,93%), reflexo da autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.

No resultado do grupo Habitação, pesou a alta da energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual no índice. Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kwh consumidos. 

No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio desacelerou de 1,29% em abril para 0,30% em maio. Contribuíram para o resultado as quedas do tomate (7,28%), do arroz (4,31%) e das frutas (1,64%). Por outro lado, destacam-se as altas da batata-inglesa (21,75%), da cebola (6,14%) e do café moído (4,82%).

A alimentação fora do domicílio (0,63%) também desacelerou em relação ao mês de abril (0,77%). O lanche, que havia subido 1,23% em abril registrou, em maio, alta de 0,84%, e a refeição saiu de 0,5% para 0,49% em maio.

Informações Revista Oeste

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