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Salto da moeda começou com demonstração de força da economia americana. Agora, conflito no Oriente Médio e meta fiscal completaram pressão

Imagem colorida de notas de dólar e real - Metrópoles

dólar fechou em forte alta de 1,64% nesta terça-feira (16/4), cotado a R$ 5,26, o maior patamar em mais de um ano – o valor não era alcançado desde março de 2023.. No dia anterior, segunda-feira (15/4), a moeda americana já havia registrado uma elevação expressiva, com valorização de 1,24%, a R$ 5,18.

Há um conjunto de fatores que vem exercendo forte impacto na valorização do dólar frente ao real. Três deles, contudo, têm agido de forma especialmente intensa nos últimos dias.

Na segunda-feira (15/4), essas três alavancas atuaram conjuntamente para impulsionar a moeda americana. Uma delas foi o acirramento do conflito no Oriente Médio, com o ataque do Irã a Israel, no sábado (13/4). 

Nesse caso, o temor do mercado é óbvio. Se o confronto ganhar fôlego, o preço do petróleo vai subir, o que vai alterar o arranjo de preços globais e, por conseguinte, as perspectivas de inflação no mundo.

Força da economia nos EUA

Em paralelo, também na segunda, foram divulgados dados sobre o desempenho do varejo nos Estados Unidos. Em março, as vendas do setor subiram 0,7%, ante uma expectativa de crescimento de apenas 0,3%. O resultado mostrou que a economia americana segue aquecida, o que diminui a perspectiva de queda dos juros no curto prazo no país.

As taxas altas de juros nos EUA aumentam o interesse dos investidores por títulos do Tesouro americano. Em contrapartida, reduzem a atratividade de ativos de renda variável, com maior risco, como as ações negociadas nas bolsas de valores, principalmente em países emergentes. O dólar também sofre pressão de alta nesse processo.

Rearranjo fiscal no Brasil

Por fim, ainda na segunda, o governo federalconfirmou que vai a mudar a meta fiscal em 2025, alterando a previsão de um superávit primário (saldo positivo entre despesas e receitas, sem contar despesas com juros da dívida pública) de 0,5% para uma estimativa de indice zero – com eventual déficit de 0,25%. 

Com isso, para o economista Emerson Marçal, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), embora o movimento de apreciação do dólar seja comum a todas as moedas, o Brasil acaba “sofrendo um pouco mais”. “Isso porque nossa situação fiscal é complicada e o governo dá sinais que irá postergar o ajuste ao máximo que der”, afirmou Marçal.

Informações Metrópoles


Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

A empresa Shein expressou críticas nesta sexta-feira, 12 de abril de 2024, em relação ao aumento da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). As secretarias de Fazenda dos Estados estão debatendo a possibilidade de elevar a alíquota de 17% para 25%.

A varejista chinesa de moda argumenta que um aumento nos preços devido ao imposto afetaria especialmente as pessoas de classes mais baixas. Segundo a empresa, quase 90% das encomendas internacionais provêm das classes C/D/E, tornando-as mais sensíveis às variações de preço.

As discussões sobre o aumento do imposto são lideradas pelo Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal). Esse órgão reúne os secretários de Fazenda estaduais e do Distrito Federal no Brasil.

A Shein alega que a carga tributária dos produtos aumentaria em 50% com essa mudança, considerando-a uma cobrança desproporcional aos clientes.

Anna Beatriz Lima, líder de Relações Governamentais da Shein, destaca que a empresa apoia uma decisão do Comsefaz que esteja alinhada com a equidade e o equilíbrio nacional, visando fortalecer o mercado como um todo e proteger os consumidores, que são os responsáveis pelos impostos relacionados às encomendas internacionais.

A companhia também defende que a implementação do programa Remessa Conforme já foi suficiente para garantir uma cobrança de imposto neutra para o setor. Essa iniciativa governamental visa reduzir fraudes e regularizar as compras internacionais.

Vale ressaltar que os e-commerces estrangeiros que aderiram ao programa Remessa Conforme pagam 17% de ICMS, mas não contribuem para a arrecadação federal.

Compras realizadas em e-commerces estrangeiros acima de US$ 50 estão sujeitas a uma taxa de 60% de Imposto por Importação (II). No entanto, era frequente que empresas estrangeiras, especialmente as chinesas, utilizassem artifícios para enviar produtos com valores inferiores a esse limite, como se fossem destinados a pessoas físicas. Dessa forma, essas empresas ficavam isentas de qualquer tributação.

O governo chegou a considerar o fim dessa isenção como uma medida para aumentar a arrecadação. Contudo, a equipe econômica recuou após enfrentar pressão nas redes sociais e também devido à posição da primeira-dama, Janja.

Informações TBN


foto: Sérgio Lima 

A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) nesta segunda-feira, 15 de abril de 2024. O governo ajustou a meta fiscal para 2025, passando de um superávit primário de 0,5% do PIB para um déficit zero, alinhando-se com a meta de 2024.

Aqui estão as metas revisadas de resultado primário para os próximos anos, juntamente com as primeiras estimativas do governo:

O governo estabeleceu uma margem de tolerância de ±0,25 pontos percentuais para essas metas. O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia indicado desde o início de 2023 que o governo visava um superávit de 0,5% do PIB em 2025. No entanto, a meta foi adiada para permitir uma abordagem fiscal neutra.

A mudança ocorre após mais de sete meses da aprovação do marco fiscal, com o mercado financeiro mantendo um ceticismo sobre o cumprimento das metas fiscais desde então. Analistas apontam que o esforço tem se concentrado apenas no aumento da arrecadação, e algumas das medidas para elevar as receitas não serão repetidas em 2025, o que pode dificultar o alcance da meta.

O PLDO é crucial para definir as prioridades orçamentárias do governo para o ano seguinte, e uma das principais metas de Haddad como Ministro da Fazenda é o equilíbrio fiscal.

Resultados Nominais:

O governo prevê as seguintes receitas primárias líquidas:

As despesas projetadas são:

Essas projeções refletem o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e a gestão prudente das finanças públicas.

Informações TBN


O Pix registrou novo recorde com 201,6 milhões de transações em um único dia. A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (8).

O número de transferências foi registrado na última sexta-feira (5). O recorde anterior, no dia 6 de março deste ano, era de 178,7 milhões de transações. Desde outubro de 2023 o número de operações de pagamento e transferência via Pix são superiores a 4 bilhões por mês.

“Os números são mais uma demonstração da forte adesão de pessoas e empresas ao Pix, meio de pagamento lançado pelo Banco Central em novembro de 2020”, declarou o BC por meio de nota.

Uma das prioridades do Banco Central nesta área é o lançamento do chamado Pix Automático, que tem o objetivo de facilitar pagamentos recorrentes, de maneira programada e mediante autorização prévia do pagador.

No último balanço consolidado, de fevereiro deste ano, foram realizadas 4,39 bilhões de transações, movimentando cerca de R$ 1,71 trilhão.

*Metro1
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil


Proposta em análise na Câmara dos Deputados insere a regra no Código de Defesa do Consumidor

Juros do cartão de crédito (foto: Reprodução Torange.Pt)
Foto: Reprodução Torange.Pt

Um projeto de lei que torna abusiva a cláusula de contrato de cartão de crédito que preveja o débito automático do valor parcial ou total da fatura na conta corrente do titular está em análise na Câmara dos Deputados. O texto do PL 755/24 toma como base a regra no Código de Defesa do Consumidor.

Atualmente, os contratos de adesão a cartão de crédito possuem cláusulas que autorizam o débito automático, caso haja saldo. Não havendo saldo, o contrato prevê o parcelamento do débito.

Para o deputado Jonas Donizette (PSB-SP), autor do projeto, essa regra constitui uma apropriação indevida da renda do consumidor. “A possibilidade de desconto em conta corrente afasta todas as regras de cobrança de dívida usuais e promove uma verdadeira penhora do salário do devedor”, disse Donizette.

O PL 755/24 será analisado em caráter conclusivo nas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Informações Bahia.ba


Ranking anual mostra que há 69 bilionários no Brasil. Líder brasileiro é Eduardo Saverin, cofundador do Facebook. Mulher mais rica é Vicky Safra, herdeira do banco Safra.

Eduardo Saverin e Vicky Safra são os dois brasileiros mais ricos de 2024, segundo a Forbes. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo e Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo

Eduardo Saverin e Vicky Safra são os dois brasileiros mais ricos de 2024, segundo a Forbes. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo e Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo 

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)

A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais. 

Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020

Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.

Veja abaixo todos os brasileiros que estão na lista da Forbes em 2024.

  1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões (60º lugar geral)
  2. Vicky Safra – US$ 20,6 bilhões (94º)
  3. Jorge Paulo Lemann – US$ 16,4 bilhões (113º)
  4. Marcel Herrmann Telles – US$ 10,9 bilhões (195º)
  5. Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões (278º)
  6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões (344º)
  7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões (385º)
  8. André Esteves – US$ 6,6 bilhões (417º)
  9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões (453º)
  10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões (522º)
  11. João Moreira Salles – US$ 5,3 bilhões (572º)
  12. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5,3 bilhões (572º)
  13. Jorge Moll Filho – US$ 4,5 bilhões (697º)
  14. Alceu Elias Feldmann – US$ 3,7 bilhões (871º)
  15. Maurizio Billi – US$ 3,6 bilhões (896º)
  16. Jose João Abdalla Filho – US$ 3,5 bilhões (920º)
  17. Joesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  18. Wesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  19. Lirio Parisotto – US$ 2,8 bilhões (1187º)
  20. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,6 bilhões (1286º)
  21. Luciano Hang – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  22. Ilson Mateus – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  23. Candido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  24. Guilherme Benchimol – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  25. Julio Bozano – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  26. Luiz Frias – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  27. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  28. João Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  29. José Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  30. Roberto Irineu Marinho – US$ 2 bilhões (1623º)
  31. Edir Macedo – US$ 2 bilhões (1623º)
  32. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  33. Jayme Garfinkel – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  34. Rubens Menin Teixeira de Souza – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  35. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  36. Sasson Dayan – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  37. Carlos Sanchez – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  38. David Feffer – US$ 1,6 bilhão (1945º)
  39. Jose Roberto Ermirio de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  40. Jose Ermirio de Moraes Neto – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  41. Daniel Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  42. Jorge Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  43. Ruben Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  44. Neide Helena de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  45. Artur Grynbaum – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  46. Cristina Junqueira – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  47. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  48. Ivan Müller Botelho – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  49. Jose Isaac Peres – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  50. Eduardo Voigt Schwartz – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  51. Mariana Voigt Schwartz Gomes – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  52. João Alves de Queiroz Filho – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  53. Maria Consuelo Dias Branco – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  54. Maria Frias – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  55. Lucia Maggi – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  56. Anne Werninghaus – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  57. Clóvis Ermírio de Moraes – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  58. Pedro Grendene Bartelle – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  59. Liu Ming Chung – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  60. Itamar Locks – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  61. Blairo Maggi – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  62. Carlos Pires Oliveira Dias – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  63. Vera Rechulski Santo Domingo – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  64. Carlos Eduardo M. Scripilliti – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  65. Regina Helena S. Velloso – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  66. Livia Voigt – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  67. Dora Voigt de Assis – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  68. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1 bilhão (2692º)
  69. Hugo Ribeiro – US$ 1 bilhão (2692º)
O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) e Darius Cheung cofundador da BillPin e CEO cofundador da tenCube adquirida pela McAfee participam do segundo aniversário da 99.co e do lançamento da 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) e Darius Cheung cofundador da BillPin e CEO cofundador da tenCube adquirida pela McAfee participam do segundo aniversário da 99.co e do lançamento da 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo 

Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar o Facebook em 2004. Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa, que viria a crescer anos mais tarde. 

Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme “A Rede Social” (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield. 

O brasileiro fez o investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro “Milionários Acidentais”, de Ben Mezrich, publicado em 2012. 

Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação. 

Bernard Arnault, o mais rico do mundo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo 

O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024. 

Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024. 

Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)

A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.

Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021. 

“Eles estão mais ricos do que nunca, valendo US$ 14,2 trilhões no total, um aumento de US$ 2 trilhões em relação a 2023 e US$ 1,1 trilhão acima o recorde anterior, também estabelecido em 2021”, diz a Forbes.

Além disso, a fortuna de dois terços dos bilionários do mundo subiu na lista de 2024. Apenas um quarto deles ficou mais “pobre” em relação ao ano passado. 

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 233 bilhões
  2. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 195 bilhões
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 194 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 177 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 141 bilhões
  6. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 133 bilhões
  7. Bill Gates, fundador da Microsoft, com US$ 128 bilhões
  8. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 121 bilhões
  9. Mukesh Ambani, fundador da Reliance Industries, com US$ 116 bilhões
  10. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 114 bilhões

Informações G1


30/05/2022 REUTERS/Dado Ruvic

O dólar americano registrou um aumento de 4% em relação ao real brasileiro este ano, atingindo o nível mais alto desde outubro do ano anterior.

No mercado à vista, o dólar estava a caminho de fechar em alta. Após atingir uma baixa diária de R$ 5,02, a moeda começou a se valorizar, apesar dos esforços do Banco Central do Brasil para conter sua ascensão.

Nesta terça-feira, o Banco Central realizou um leilão extraordinário de swap cambial, vendendo 4 mil contratos para janeiro de 2025 (o equivalente a US$ 200 milhões) e 16 mil contratos para abril do próximo ano.

As taxas de câmbio acordadas foram de 6,433% e 6,513% para os contratos de janeiro de 2025 e de 6,369% e 6,367% para abril do mesmo ano.

Segundo o Banco Central, o objetivo da operação era “garantir o funcionamento regular do mercado de câmbio diante da demanda por instrumentos cambiais devido aos efeitos do resgate da NTN-A3 (Nota do Tesouro Nacional, série A3) em 15 de abril de 2024”.

Esses títulos mencionados pelo banco são atualizados com base na variação do dólar. A proximidade do vencimento desses títulos pode causar uma demanda desproporcional por dólares no mercado, afetando a taxa de câmbio.

No entanto, a estratégia não parece ter sido suficiente para impedir a valorização do dólar em relação ao real, mesmo em um dia em que o dólar se enfraqueceu em comparação com as principais moedas globais. O índice DXY, que mede o dólar contra um conjunto de moedas de países desenvolvidos, estava em queda desde as 6h da manhã, horário de Brasília.

Em um resumo de 23 moedas emergentes, apenas oito se desvalorizaram em relação ao dólar na sessão de terça-feira, com o real incluído entre elas.

O Banco Central ainda não anunciou se realizará novos leilões extraordinários para “garantir o funcionamento regular do mercado de câmbio”.

Informações TBN


Após o encerramento do mercado na segunda-feira (01), o Banco Central divulgou que fará sua primeira intervenção no mercado de câmbio desde o final de 2022. Ontem, o dólar atingiu a marca de 5,05 reais, o valor mais alto desde outubro. Embora as razões para essa alta fossem inicialmente externas, agora fatores internos podem contribuir para o aumento. Nesta terça-feira, o dólar comercial começou o dia em queda, sendo negociado por 5,02 reais às 9h.

O Banco Central oferecerá 1 bilhão de dólares em contratos de swap. De acordo com o próprio Banco Central, há uma razão para essa ação. No dia 15 de abril, um lote de títulos públicos em dólar vencerá, e a liquidação da transação pode resultar em um aumento na demanda por dólares. Em condições normais, o mercado financeiro absorveria essa flutuação.

No entanto, o mercado não está em condições normais. Ontem, dados da indústria americana mostraram um crescimento em março, acima do esperado pelos analistas. Esses dados fortes assustam os investidores, que temem um novo adiamento no ciclo de redução de juros nos EUA.

Atualmente, as previsões do CME Watch indicam que 53% dos investidores esperam um primeiro corte em junho, uma queda em relação aos 63% da semana passada. Além disso, a porcentagem que aposta na manutenção da taxa aumentou de 29,8% para 41%. Para o final do ano, as previsões são incertas. A aposta “dominante” é que os juros americanos terminem 2024 em 4,75%, o que representa um corte de 0,75 p.p., ou três reduções de 0,25p.p. A segunda aposta mais popular é um corte de 0,50 p.p. neste ano.

Essa mudança de expectativas atrai dólares para os Estados Unidos e afeta moedas globais. Foi o que aconteceu ontem com o real.

Além da volatilidade do câmbio, há também o petróleo. O barril do tipo brent teve um aumento significativo e está sendo negociado no maior valor desde outubro, próximo dos 90 dólares. Isso é bom para a Petrobras, que está subindo mais de 1% no pré-mercado e fazendo o EWZ ir contra a tendência de Nova York, cujos futuros estão em queda.

*Terra Brasil Notícias
Foto: Vinicius Schmidt


Cris Faga/NurPhoto/Getty Images

As vendas no varejo brasileiro diminuíram 5% durante a Páscoa deste ano em comparação com o período equivalente do ano anterior, conforme indicado pelo Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA). A Cielo atribui essa queda ao calendário deste ano, onde a Páscoa ocorreu no final do mês, um momento em que as famílias geralmente têm menos recursos financeiros disponíveis.

Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, observou que no ano passado a Páscoa foi no começo do mês, uma época em que as vendas tendem a ser mais fortes devido aos pagamentos de salários.

O ICVA analisou as vendas do varejo de 25 a 31 de março deste ano, comparando-as com a semana da Páscoa de 2023, que ocorreu de 3 a 9 de abril.

Durante esse intervalo, o setor de Supermercados e Hipermercados viu uma redução de 3,9% nas vendas. Em contraste, as chocolaterias experimentaram um crescimento de 3,8%, com um aumento de 4% para aquelas situadas em shoppings e um aumento de 3,7% para as chocolaterias de rua.

Todas as regiões do país registraram uma queda nas vendas, sendo a mais significativa no Centro-Oeste, com uma diminuição de 8,5%. No Sudeste, a queda foi de 5,5%. O Paraná foi o estado com a maior queda, com uma redução de 8,8%, e em comparação com 2023, nenhum estado teve um aumento nas vendas durante a Páscoa.

O ICVA é calculado pela Cielo com base nas vendas de 18 setores que a empresa monitora, abrangendo comerciantes de todos os tamanhos. Os dados representam mais de 870 mil varejistas afiliados à Cielo, e a influência de cada setor no índice é determinada pelo seu desempenho mensal.

Informações TBN


Petrobras apresentou baixa de 33% nos lucros em relação a 2022

luiz inácio lula da silva
Sob governo petista, estatais têm piora em seu desempenho | Foto: Foto: Cláudio Kbene/PR

O rendimento das principais estatais federais registrou uma quebra de 24% no primeiro ano do governo Lula. Em 2023, a Petrobras, Banco do Brasil, Banco de Desenvolvimento do Brasil (BNDES), Caixa Econômica Federal e Correios tiveram um lucro líquido somado de R$ 182 bilhões.

O desempenho negativo do governo petista foi puxado principalmente pela queda dos resultados da Petrobras. A estaleira apresentou uma baixa de 33% nos lucros em relação a 2022. O último resultado representa um montante de R$ 124,6 bilhões.

Já o BNDES teve uma queda de 5% dos lucros em 2023. Por outro lado, o Banco do Brasil teve um crescimento de 11,3% em 2023 (foi para R$ 35,5 bilhões) e a Caixa teve uma expansão de 15,5% (R$ 10,6 bilhões).

O influenciou o desempenho da estatais? 

Sobre o seu baixo desempenho, a Petrobras alega a influência da desvalorização do petróleo no mercado internacional, que afetou petroleiras de todo o mundo. O barril do tipo Brent teve uma queda de 18% em 2023, em relação a 2022.

A empresa também culpa as margens menores na venda de derivados e o aumento dos custos operacionais. 

BNDES

BNDES
BNDES se desfez de ações em 2022 | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A administração do BNDES afirmou à Folha de São Paulo que a venda de ações em 2022 interferiu na base de comparação. Naquele ano, o banco se desfez de ações de diferentes companhias.

A gestão de Lula, porém, quer ampliar a presença do banco como sócio de empresas. Segundo o diretor financeiro do BNDES, Alexandre Abreu, a atual gestão decidiu não fazer venda de ações, e isso beneficiou a instituição.

Banco do Brasil 

Os diretores do Banco do Brasil atribuem o desempenho positivo da instituição ao crescimento das receitas de prestação de serviços, como consórcios, seguros e operações de crédito e garantia.

Caixa 

O vice-presidente de finanças da Caixa, Marcos Brasiliano Rosa, destaca a melhora da margem financeira em 2023, com mais receitas nas operações de crédito. Além disso, ele fala dos benefício de manter o controle da inadimplência. 

Para 2024, Rosa acredita que o desempenho deve melhorar, especialmente pela queda da taxa de juros.

Correios 

Nos Correios, o prejuízo foi 22% menor (R$ 596 milhões). O motivo foi uma “retração das despesas e de uma melhora no resultado financeiro”.  

Informações Revista Oeste

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