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Apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas em todo o país ou pela internet

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O sorteio do concurso 2.832 da Mega-Sena será realizado neste sábado (22), a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 120 milhões.

A transmissão ao vivo poderá ser acompanhada pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas em todo o país ou pela internet. O valor para a aposta simples, com seis números marcados, é de R$ 5.

Informações Bahia.ba


Dados foram divulgados nesta quarta-feira

Preço do café arábica atinge maior valor em 30 anos, segundo Cepea (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/Oscar Calstrom

Nesta quarta-feira (19), o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP apontou que, em fevereiro, o café arábica, variedade mais consumida no Brasil, atingiu o maior preço real dos últimos 30 anos.

Só em 2025, o o valor já subiu mais de R$ 500 por saca, refletindo a combinação de estoques baixos, demanda firme e preocupações com a safra atual, de acordo com os pesquisadores.

No último dia 12 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, atingiu R$ 2.769,45 por saca de 60 quilos, representando um recorde real.

Nos dias seguintes, os preços registraram pequenas oscilações, mas ficaram em torno dos R$ 2.70 por saca.

Ainda segundo pesquisadores do Cepea, os baixos estoques nacional e global da variedade vêm sustentando o movimento de alta. Além disso, a produção brasileira da safra 2025/26 deve ser novamente modesta.

A demanda, por sua vez, segue aquecida, mesmo diante dos preços elevados. No campo, as lavouras de arábica estão chegando na parte final do desenvolvimento da temporada.

O forte calor e alguns dias mais secos, sobretudo nesta semana, deixam produtores em alerta. As informações são do Cepea e da CNN.

Informações Pleno News


A probabilidade de ganhar aumenta conforme o valor da aposta

Novo concurso da Mega-Sena acontece nesta terça-feira, 11 | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Novo concurso da Mega-Sena será na próxima terça-feira, 18 | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil 

O concurso 2.829 da Mega-Sena ocorreu neste sábado, 15, sem que nenhuma aposta acertasse as seis dezenas sorteadas. Desse modo, o prêmio máximo acumulou e pode se aproximar de R$ 100 milhões.

A estimava oficial para o próximo sorteio é que o valor para a maior premiação chegue a R$ 90 milhões. O sorteio de número 2.830 está programado para a próxima terça-feira, 18.

As dezenas sorteadas no sábado foram: 1322384651 e 56. Apesar de não haver apostas com os seis acertos, alguns bilhetes conquistaram prêmios menores.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, organizadora da Mega-Sena, 90 apostas tiveram cinco acertos e devem levar R$ 52,3 mil cada uma. Além disso, mil bilhetes continham quatro dos seis números sorteados, o que dá direito a um prêmio de R$ 1 mil.

Como aumentar as chances de ganhar na Mega Sena

A probabilidade de ganhar cresce conforme aumenta o valor da aposta. Isso ocorre porque é possível fazer jogos que começam em seis dezenas — o mais barato — e vão até 20 dezenas — o mais caro. A menor aposta custa R$ 5 e a maior, R$ 193,8 mil.

Apostando em apenas seis dezenas, a probabilidade de ganhar é 1 em pouco mais de 50 milhões. Quando o jogo tem 20 dezenas, a chance aumenta 38 mil vezes e é de 1 para 1,3 mil.

Na prática, a probabilidade de ganhar cresce em uma proporção semelhante ao do aumento do custo. Contudo, mesmo gastando para aumentar as chances, a Mega-Sena continua um jogo de azar e a escolha das dezenas, tanto no valor mais alto quanto mais baixo, não é uma certeza — pois nunca passa de uma aposta.

Informações Revista Oeste


Valor atingiu o maior patamar diário em termos nominais da série histórica que começou em 2013

Preço do ovo tem preocupado consumidores Foto: Freepik

A alta no preço dos ovos, que está sendo uma opção para quem quer economizar devido o valor das carnes, tem preocupado tantos os consumidores quando os comerciantes. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, o valor do alimento tem ficado maior desde a segunda quinzena de janeiro.

De acordo com a associação, o fato do ovo ter virado substituto da carne para muitas famílias e o período de Quaresma, que começa em março e termina em abril, colaboram para a valorização do item.

– As empresas iniciaram o programa de abastecimento das lojas para atender à demanda sazonal da Quaresma, mas a restrição na oferta e os aumentos sucessivos de preços preocupam supermercados. Além disso, os consumidores também tem recorrido mais aos ovos de galinha devido à alta dos preços das demais proteínas – explicou o vice presidente do grupo ao jornal Folha de S. Paulo.

Ainda de acordo com o veículo, o preço dos ovos atingiu o maior patamar diário em termos nominais da série histórica que começou em 2013.

A maior produtora de ovos de galinha do Brasil é a cidade de Santa Maria de Jetibá, no Espírito Santo. Lá, uma caixa com 30 dúzias de ovos brancos chegou a R$ 233,55, um aumento de 37,9% se comparado a fevereiro de 2024, quando a caixa com a mesma quantidade saia a R$ 169,33.

Informações Pleno News


Pelo segundo ano consecutivo, inflação deve estourar o teto da meta estipulada. Houve desaceleração em janeiro, puxada pela energia elétrica

Imagem colorida, Mulher comprando em uma loja de conveniência e verificando seu recibo - Metrópoles

Apesar da desaceleração na inflação em janeiro, a expectativa é que os preços de bens e serviços continuem pressionando a economia brasileira em 2025 e, pelo segundo ano consecutivo, o índice ultrapasse o teto da meta estipulada. Em 2024, a inflação acumulou alta de 4,83%.

Segundo dados divulgados na última terça-feira (11/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os preços subiram 0,16% em janeiro, menor taxa para o mês desde 1994, ano da implementação do Plano Real. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou 0,36 ponto percentual em comparação a dezembro de 2024 (0,52%), mostrando desaceleração.

Desaceleração dos preços

O Brasil, no entanto, tem inflação acumulada de 4,56% em 12 meses (de fevereiro de 2024 a janeiro de 2025) — ligeiramente acima do teto da meta para este ano, que é de 4,50%.

A desaceleração do IPCA no primeiro mês de 2025 foi influenciada, principalmente, pela queda de 14,21% nos preços da energia elétrica residencial. O subitem exerceu o impacto negativo mais intenso (-0,55 ponto percentual) sobre o índice geral.

Entenda a situação da inflação no país

Projeções para a inflação

No mais recente relatório Focus, analistas financeiros subiram pela 17ª semana consecutiva a projeção do IPCA para este ano. A estimativa para a inflação de 2025 passou de 5,51% para 5,58%.

O Ministério da Fazenda também elevou a estimativa oficial para a inflação, de 3,6% para 4,8%. Ainda assim, a pasta projeta que a inflação dos alimentos deverá cair em 2025.

E o clima?

A partir de cenários apontados por órgãos como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Fazenda espera um cenário “mais benigno” neste ano. A avaliação considera que não são esperados incêndios, secas nem enchentes como os que afligiram o país nos últimos dois anos.

A pasta vislumbra que, sem a prevalência de fenômenos como El Niño e La Niña, que amplificam fenômenos climáticos extremos, a produção agropecuária neste ano vai ser maior.

O segmento alimentício pesou muito no bolso dos brasileiros no ano passado. Para se ter ideia, a inflação de alimentos passou de -0,5% em 2023 para 8,2% em 2024, com forte aceleração nos preços de carnes, café, leite e derivados.

No caso das carnes, os preços refletiram tanto o crescimento das exportações quanto a alta do consumo doméstico, além de restrições na oferta, a partir do último trimestre do ano, devido à reversão no ciclo do abate do gado.

O aumento nos preços do leite, por sua vez, deve-se à estiagem em regiões produtoras, o que afeta a qualidade das pastagens. Queimadas e secas prejudicaram a colheita do café.

Meta contínua

A partir deste ano, a meta de inflação do Brasil é contínua, e não mais por ano-calendário. Ou seja, o índice é apurado mês a mês. Se o IPCA acumulado em 12 meses ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, a meta é considerada descumprida.

A adoção desse período evita a caracterização de descumprimento em situações de variações temporárias na inflação. Por exemplo, um choque em preços de alimentos que faça o IPCA ficar fora do intervalo de tolerância por apenas alguns meses.

Em 2025, a meta de inflação é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual – ou seja, piso de 1,5% e teto de 4,5%. Ela será considerada cumprida se oscilar nesse intervalo de tolerância.

O objetivo é estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelo:

O próprio BC, que tem o papel de controlar o avanço da inflação por meio da taxa de juros (a Selic), informou que a meta tem 50% de chance de ser descumprida em 2025. Em relatório publicado em dezembro de 2024, a autoridade monetária avaliou que a probabilidade de a inflação estourar o teto da meta neste ano cresceu de 28% para 50%.

Se a meta for descumprida, o Banco Central precisa divulgar carta aberta ao ministro da Fazenda — neste caso, Fernando Haddad — explicando as razões para o estouro. Isso porque a autoridade monetária tem o papel de controlar o avanço dos preços.

O BC contém a inflação por meio da taxa básica de juros, definida pelo Copom a cada 45 dias.

Meta pode ser descumprida em junho, diz BC

Recentemente, o BC admitiu a possibilidade de a inflação acumulada em 12 meses ficar acima do teto do intervalo de tolerância da meta durante seis meses seguidos — o que caracterizaria o descumprimento da meta inflacionária em 2025. A primeira apuração por meio da nova sistemática será feita em junho.

Se a inflação continuar avançando, o valor acumulado em 12 meses permanecerá “acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos seis meses consecutivos”, ressaltou o órgão.

“Desse modo, com a inflação de junho deste ano, configurar-se-ia descumprimento da meta sob a nova sistemática do regime de metas”, acrescentou o Banco Central.

Informações Metrópoles


Boletim Focus também indica alta do IPCA e queda do crescimento da economia em 2026

Copom diz que preço alto dos alimentos deve se propagar | Foto: Reprodução/EBC
Mercado estima deterioração da economia | Foto: Reprodução/EBC

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Banco Central, indica uma deterioração da economia neste ano e no próximo, os dois últimos do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Os analistas de mercado que participam do boletim estimam, pela 17ª semana seguida, uma alta da inflação.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2025 em 5,58%, ante a projeção de 5,51% na semana passada. Para o ano que vem, a projeção é de inflação a 4,3%, ante 4,28% na semana anterior.

print do Boletim Focus
Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 10 de fevereiro | Foto: Reprodução/BCB

Já para o crescimento da economia, a projeção é de queda, o que corrobora as análises do mercado de que o Brasil, no governo Lula, pode passar por uma recessão técnica.

O Boletim Focus estima que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 2,03% em 2025, resultado inferior ao da semana passada, de 2,06%. Para 2026, a projeção agora é de 1,7%, ante 1,72% na semana anterior.

Câmbio e Selic permanecem estáveis, diz mercado

O Boletim Focus não traz alterações na projeção da taxa oficial de juros, a Selic, nem na cotação do dólar.

Para 2025 e 2026, a projeção é que o dólar termine os períodos cotado a R$ 6. Já a Selic deve terminar 2025 em 15% e 2026 em 12,5%.

Divulgado toda segunda-feira, o Boletim Focus resume as estatísticas calculadas ao considerar as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação.

O relatório traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As projeções são do mercado, não do BC.

Informações Revista Oeste


Cidades conjugam inovação tecnológica, ambiente de negócios, planejamento urbano e a influência das estatais e do serviço público

Maior e mais rica cidade do Brasil, São Paulo lidera pela diversidade de negócios e oportunidades de crescimento | Foto: Reprodução/Twitter/X
Maior e mais rica cidade do Brasil, São Paulo lidera pela diversidade de negócios e oportunidades de crescimento | Foto: Reprodução/Twitter/X

O cenário econômico do Brasil se destaca pela presença de algumas metrópoles cuja contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) é significativa. Estas cidades não só impulsionam a economia, mas também se destacam em inovação e infraestrutura. Suas funções e características refletem o grau de desenvolvimento nacional.

No contexto das cidades mais ricas do Brasil, há várias que desempenham papéis centrais em diversos setores, desde o comércio e a indústria até as áreas de serviços e tecnologia. Nesse sentido, cinco metrópoles apresentam grande relevância por sua prosperidade e importância econômica.

Metrópoles que respiram negócios

São Paulo é a cidade líder na economia brasileira, com um PIB de R$ 1,3 trilhão em 2022. O município é um centro diversificado que abrange finanças, tecnologia, comércio e serviços, além de ser sede principalmente de diversas multinacionais. Desse modo, sua infraestrutura avançada e mercado de trabalho dinâmico criam um ambiente ideal para o crescimento de negócios.

Rio de Janeiro, com um PIB de R$ 415 bilhões em 2022, desempenha um papel chave nos setores de petróleo e gás, além de ser, da mesma forma, um atraente destino turístico. A cidade combina beleza natural com uma riqueza cultural vibrante, consolidando sua posição como um importante polo econômico.

A principal fonte de Brasília localiza-se na administração pública, contribuindo com um PIB de R$ 272 bilhões em 2022. Como capital federal, Brasília concentra muitas instituições governamentais e serviços públicos, funcionando como um núcleo central das operações estatais. Seu mercado imobiliário crescente eleva o padrão de vida local, atraindo diversas empresas ligadas aos serviços públicos.

Com um PIB de R$ 104 bilhões em 2022, Belo Horizonte sobressai em mineração e em uma economia diversificada que inclui comércio e serviços. A cidade representa um ambiente de negócios que respalda a industrialização e o setor terciário.

Curitiba e o eixo da indústria automotiva

Curitiba, com seu PIB de R$ 83 bilhões em 2022, é conhecida por suas soluções urbanas inovadoras e compromisso com a sustentabilidade. A cidade é um eixo importante na indústria automotiva e em novas tecnologias, com um sistema de transporte público exemplar.

A alta qualidade de vida, aliada a políticas ambientais responsáveis e um mercado tecnológico pujante, posiciona a capital paranaense como líder em práticas urbanas inovadoras, tanto nacional quanto internacionalmente.

Informações Revista Oeste


Apostas podem ser feitas até às 19h no horário de Brasília

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta terça-feira (4), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.824 da Mega-Sena. O prêmio está acumulado e é estimado em R$ 15 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.

As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O valor do jogo simples, com seis números marcados, é de R$ 5.

Informações Bahia.ba


O preço mais baixo registrado na semana foi de R$ 3,39 o litro, em São Paulo

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol no planeta | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O Brasil é o segundo maior produtor de etanol no planeta | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Os preços médios do etanol hidratado aumentaram em 20 Estados, diminuíram em quatro e no Distrito Federal (DF) e permaneceram estáveis em dois. Referentes à semana passada, os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o Brasil, o preço médio do etanol teve um acréscimo de 1,18% em relação à semana anterior, de R$ 4,04 para R$ 4,29 o litro.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, além de ser o que concentra o maior número de postos avaliados, o preço médio subiu 1,24% no período. Passou de R$ 4,04 para R$ 4,09 o litro.

A maior queda porcentual foi registrada na Bahia, com uma redução de 2,97% no litro, cujo preço caiu para R$ 4,58. Em contrapartida, o Rio Grande do Norte registrou o maior aumento semanal, de 15,96%, com alta de R$ 5,16 no preço do litro.

O preço mais baixo do etanol registrado na semana foi de R$ 3,39 o litro, em São Paulo, enquanto o mais alto foi de R$ 6,16, em Santa Catarina. O preço médio mais baixo entre os Estados foi de R$ 4,01, em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi registrado no Amapá, com R$ 5,36 o litro.

Etanol segue mais vantajoso em relação à gasolina em 4 Estados e no DF

Em relação à competitividade do etanol ante a gasolina, ele se mostrou mais vantajoso em quatro Estados e no Distrito Federal. Na média geral dos postos pesquisados, o etanol representou 69,19% do preço da gasolina, o que favorece o biocombustível, conforme o levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.

Especialistas explicam que a vantagem do etanol ocorre quando seu preço é até 70% do valor da gasolina, em razão do fato de o etanol ter um rendimento energético inferior | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Especialistas explicam que a vantagem do etanol ocorre quando seu preço é até 70% do valor da gasolina | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Executivos do setor observam que, mesmo com uma paridade superior a 70%, o etanol pode continuar competitivo, a depender do tipo de veículo em que é utilizado.

Os Estados em que o etanol foi mais competitivo em relação à gasolina foram: Acre (69,72%), Mato Grosso (66,51%), Mato Grosso do Sul (66,83%) e São Paulo (67,72%), além do Distrito Federal (68,75%).

Informações Revista Oeste


Indicadores da economia foram divulgados nesta segunda-feira, 27, pelo Banco Central

Banco Central eleva a taxa de juros
O Boletim Focus traz as projeções dos principais indicadores econômicos e é divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Analistas de mercado que participam do Boletim Focus projetaram nova alta da inflação para 2024: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar em 5,5%, conforme o relatório divulgado nesta segunda-feira, 27, pelo Banco Central.

O índice reflete uma alta em relação à semana anterior, de 5,08%. É 15ª semana consecutiva de alta. Os analistas também projetam alta da inflação para 2026. A taxa será de 4,22%, ante 4,1% da semana anterior. 

A projeção para a taxa de juros manteve-se nesta semana no mesmo patamar de sete dias atrás, em 15%. É a terceira semana seguida que o mercado projeta esse índice.

Para 2026, porém, os analistas estimam uma alta dos juros. A projeção desta semana é de 12,5%, ante 12,25% na semana anterior.

Além da inflação e juros: veja projeções do PIB e do câmbio

O Boletim Focus também apresenta a projeção para o crescimento da economia e cotação do dólar.

No primeiro caso, os analistas projetaram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,06%, ante 2,04% na semana passada. Já para 2026, a projeção é de queda. O PIB crescerá 1,72%, ante a projeção de 1,77% na semana passada.

Para o câmbio, os analistas estimam que o dólar vai fechar em R$ 6 neste ano e no próximo, mesmos números da semana passada.

Maços de dólar, a moeda dos Estados Unidos
Os analistas que participam do Focus estimam que o dólar vai fechar em R$ 6 neste ano e no próximo, mesmos números da semana passada. | Foto: Reprodução/Freepik

Divulgado toda segunda-feira, o Boletim Focus resume as estatísticas calculadas considerando as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação. 

O relatório traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As projeções são do mercado, não do BC.

Informações Revista Oeste

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