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O presidente classificou a decisão da Suprema Corte como “profundamente decepcionante”

Trump aumenta tarifa global para 15% após decisão da Suprema Corte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (21) a decisão de elevar as tarifas globais de 10% para 15%.

A declaração ocorreu após a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitar as tarifas adotadas nos últimos meses. Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump afirmou que a nova alíquota entra em vigor imediatamente e atinge países que, segundo ele, exploram os Estados Unidos há décadas.

Na publicação, o republicano também disse que, nos próximos meses, o governo vai definir e divulgar novas tarifas dentro dos limites legais, dando continuidade ao processo que, segundo ele, tem sido bem-sucedido. O anúncio reforça o discurso feito pelo presidente na sexta-feira (20).

Trump classificou a decisão da Suprema Corte como “profundamente decepcionante” e criticou os magistrados que votaram contra as medidas. Em coletiva realizada na sala de imprensa da Casa Branca, o presidente afirmou estar envergonhado dos juízes que, segundo ele, não tiveram coragem de agir em favor do país.

Informações Metro1


Segundo o líder, Trump seria abertamente antieuropeu

Macron diz que União Europeia deve desafiar o dólar americano com empréstimos conjuntos

O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu a criação de um mecanismo de empréstimo conjunto na União Europeia, como os eurobônus, para permitir investimentos em grande escala e reduzir a dependência do dólar americano. Segundo ele, a UE precisa proteger melhor suas próprias indústrias e considera o acordo entre o bloco e o Mercosul um “mau negócio”.

Macron afirmou que a União Europeia está menos endividada do que Estados Unidos e China e que deixar de usar essa capacidade em um cenário de disputa por investimentos tecnológicos representa um erro grave. Ele também defendeu a simplificação e o aprofundamento do mercado interno europeu, avaliando que os planos para tornar a Europa mais soberana avançam de forma lenta. 

Macron disse que, diante do que classificou como atos claros de agressão, a Europa não deve se curvar ou buscar acordos, estratégia que, segundo ele, não tem funcionado. O líder francês afirmou ainda que o governo Trump seria abertamente antieuropeu e teria como objetivo o desmembramento da União Europeia.

Ele também alertou para a possibilidade de retaliações dos Estados Unidos contra países da UE, como França e Espanha, que planejam proibir crianças de usar redes sociais. As declarações ocorrem antes da reunião dos chefes de Estado e de governo europeus, marcada para quinta-feira (12), em Bruxelas, para discutir a competitividade do bloco.

Informações Metro1


Criação de nova zona de livre comércio beneficia cerca de 720 milhões de pessoas e concentra um PIB estimado em US$ 22 trilhões

Acordo Mercosul União Europeia França
Acordo Mercosul-UE prevê o livre mercado entre os países | Foto: Reprodução/Agência Senado/Marcos Oliveira

Depois de mais de duas décadas de negociações, a União Europeia e o Mercosul assinam neste sábado, 17, no Paraguai, o acordo que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. O tratado reúne cerca de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto estimado em US$ 22 trilhões.

O presidente Lula não estará presente na cerimônia. Ele será o único chefe de Estado sul-americano ausente. Participam a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e os presidentes da Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai.

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Lula recebeu von der Leyen ontem, no Rio de Janeiro, e classificou o processo como “25 anos de sofrimento e tentativa de acordo”. Segundo ele, o tratado fortalece o multilateralismo e integra mercados estratégicos.

Próximas etapas no acordo entre Mercosul e União Europeia

Além do PLOA, a sessão conjunta do Congresso Nacional deve apreciar outros 23 projetos que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025 I Foto: Divulgação/Senado Federal
Acordo entre União Europeia e Mercosul também precisa de aprovação do Congresso brasileiro I Foto: Divulgação/Senado Federal

Apoios e oposições

Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio industrial e agrícola, investimentos e padrões regulatórios. 

Alemanha e Espanha apoiam o texto, enquanto a França lidera a oposição, com apoio de Polônia, Irlanda e Áustria, citando riscos ao setor agrícola e questões ambientais. Para o Mercosul, o Brasil tem papel central na comprovação de avanços ambientais para facilitar a ratificação.

Informações Revista Oeste


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou, nesta quinta-feira (20), a lista de isenções da tarifa de 40% para incluir mais produtos agrícolas do Brasil, em meio aos avanços nas negociações entre os dois países. Na prática, a decisão retira a sobretaxa de itens importantes para o setor exportador do país, como o café e a carne bovina.

Na ordem executiva divulgada pela Casa Branca, Trump cita a conversa telefônica que teve com o presidente Lula (PT) em 3 de outubro, na qual os dois líderes concordaram em abrir as discussões sobre o tarifaço. Desde então, os progressos nas negociações eliminaram a necessidade de tarifar algumas importações agrícolas, de acordo com ele.

A medida é retroativa, o que significa que estarão isentas todas as mercadorias retiradas de armazéns para consumo a partir de 12h01 (horário de Nova Iorque) de 13 de novembro.

– Na medida em que a implementação desta ordem exigir restituição de tarifas cobradas, os reembolsos serão processados de acordo com a legislação aplicável e os procedimentos padrão da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (U.S. Customs and Border Protection) para tais restituições – diz a ordem.

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Foto: PR/Ricardo Stuckert


País é o principal fornecedor do grão para o mercado americano

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na terça-feira (11) sua pretensão em reduzir parte das tarifas que impôs sobre a importação de café. A medida pode beneficiar o Brasil, já que o país é o principal fornecedor do grão ao mercado americano. As informações são do portal InfoMoney.

“Vamos baixar algumas tarifas sobre o café, e vamos ter algum café entrando [nos EUA]”, disse Trump em entrevista à emissora Fox News. O republicano não informou o tamanho da redução nem quais países seriam contemplados. Desde agosto, produtos brasileiros como café, carne e aço enfrentam sobretaxas de até 50%, impostas por razões políticas.

Trump, que vem enfrentando críticas até mesmo internamente sobre as taxações, afirmou que pretende realizar mudanças “cirúrgicas” no modelo de tarifas e indicou que a redução pode seguir o modelo de exceções a produtos que não são produzidos em escala suficiente nos EUA, categoria em que o café foi incluído em setembro.

O tarifaço de Trump vem pressionando os preços nos EUA. Só neste ano, o café subiu cerca de 19% no país. Nas cafeterias de Nova York, os aumentos ao consumidor chegam a 55%, e o país enfrenta queda de 53% nas importações de café brasileiro desde setembro, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Em 2024, o Brasil exportou US$ 1,96 bilhão em café para os EUA, que respondem por um terço do consumo global. No acumulado de 2025 até setembro, o país embarcou 4,36 milhões de sacas aos americanos, queda de 24,7% sobre o mesmo período do ano anterior.

O produto representa 5,3% das exportações brasileiras para os EUA neste ano, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

A fala de Trump surge em meio a melhora nas relações entre Brasil e Estados Unidos após o encontro do republicano com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em outubro, na Malásia, que deu início às negociações abertas entre Brasília e Washington.

Na ocasião, Lula pediu a suspensão total das tarifas, mas o governo brasileiro admite aceitar reduções por produto caso a isenção integral não seja possível. O vice-presidente Geraldo Alckmin já havia classificado o café como prioridade nas tratativas.

Informações Bahia.ba


Presidente afirma que empacotadoras estariam manipulando valores e prejudicando pecuaristas nos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump: responsáveis deverão 'pagar um preço alto' | Foto: Reprodução/Twitter/X
O presidente dos EUA, Donald Trump: responsáveis deverão ‘pagar um preço alto’ | Foto: Reprodução/Twitter/X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 6, que solicitou ao Departamento de Justiça uma investigação sobre empresas de empacotamento de carne bovina. Segundo ele, companhias do setor estariam elevando os preços de forma coordenada, por meio de conluio ilegal e manipulação de mercado.

Trump declarou que os pecuaristas norte-americanos têm sido injustamente responsabilizados pelo aumento dos valores ao consumidor. Da mesma forma, ele acrescentou que grande parte dos grupos que atuam no processamento e distribuição de carne bovina está sob o controle de empresas estrangeiras.

Trump: situação ameaça o abastecimento

De acordo com o republicano, a prática elevaria artificialmente os preços e colocaria em risco a segurança do abastecimento alimentar do país. Ele defendeu que o governo deve agir para proteger tanto os produtores quanto os consumidores.

“É necessário agir imediatamente para combater monopólios ilegais e impedir que corporações lucrem à custa do povo americano”, escreveu Trump na rede Truth Social. Ele pediu “ação rápida” do Departamento de Justiça.

Em outra publicação, Trump afirmou que “há algo suspeito” na variação recente do mercado, citando que os preços do gado teriam caído de forma significativa, enquanto os valores ao consumidor seguem altos. Ele disse que, se houver crime, os responsáveis deverão “pagar um preço alto”.

Informações Revista Oeste


Presidente afirmou que tarifas serão aplicadas de forma menos agressiva do que foi feito com outros produtos

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (15) que vai estabelecer tarifas sobre importações de aço já na próxima semana. O republicano ainda pontuou que os chips semicondutores também serão alvos das tarifas, com as novas medidas para o produto previstas para serem anunciadas na semana seguinte ao aço. As informações são do portal InfoMoney e da agência britânica Reuters.

“Estabelecerei tarifas na semana que vem e na semana seguinte sobre o aço e sobre, eu diria, chips”, disse Trump, que detalhou ainda que as taxas serão inicialmente menores para permitir que as empresas venham e desenvolvam fabricação doméstica, e aumentarão posteriormente. Ele não detalhou quais serão as taxas.

Na última semana, as tarifas de Trump sobre diversos países entraram em vigor, incluindo a taxa sobre produtos brasileiros, a maior imposta pelo presidente a um de seus parceiros comerciais, de 50%.

A declaração de Trump foi dada aos jornalistas que o acompanham a bordo do avião presidencial Air Force One, que leva o presidente americano para o Alaska, onde ele se reunirá com o presidente da Rússia, Vladimir Putin para debater o fim da guerra na Ucrânia.

O encontro entre os presidentes ocorre em meio a guerra comercial travada por Trump, que chegou a ameaçar uma ampliaçao às taxas impostas sobre produtos russos caso Putin não avance nas tratativas para encerrar o conflito com o país vizinho.

Informações Bahia.ba


O documento, elaborado pelo Escritório do Representante do Comércio dos Estados Unidos (USTR), avalia questões que envolvem comércio eletrônico, tecnologia, taxas de importação e desmatamento

Presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Reprodução/Flickr
Presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Reprodução/Flickr

Um relatório recente do governo dos Estados Unidos destacou preocupações relacionadas a práticas comerciais do Brasil, incluindo o uso do Pix e a pirataria, como possíveis ameaças à competitividade de empresas norte-americanas. O documento, elaborado pelo Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR), avalia questões que envolvem comércio eletrônico, tecnologia, taxas de importação e desmatamento no Brasil, conforme divulgado nesta terça-feira, 15.

Entre os pontos levantados, há críticas ao incentivo do governo brasileiro ao Pix, serviço de pagamento eletrônico desenvolvido pelo Banco Central. O relatório afirma que “o Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a promoção de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, segundo o USTR.

Pirataria e proteção à propriedade intelectual

O texto menciona ainda a Rua 25 de Março, localizada no centro de São Paulo, como símbolo das dificuldades do país para combater a pirataria e proteger efetivamente os direitos de propriedade intelectual. Para os responsáveis pelo relatório, a 25 de Março se mantém há décadas como um dos maiores centros de venda de produtos falsificados, mesmo com ações policiais específicas para a região.

Outro trecho do documento ressalta que “o Brasil não conseguiu abordar de forma eficaz a importação, a distribuição, a venda e o uso generalizado de produtos falsificados, consoles de jogos modificados, dispositivos de streamingilícitos e outros dispositivos de violação”, apontando que a falsificação continua prevalente por falta de punições consideradas suficientes e ações de longo prazo para erradicar essas práticas ilícitas.

Segundo o USTR, as deficiências no combate à pirataria dificultam a expansão de canais legais para a distribuição de conteúdo digital. O relatório destaca que “a falha do Brasil em abordar essas questões prejudica os trabalhadores norte-americanos cujos meios de subsistência estão ligados aos setores dos EUA impulsionados pela inovação e pela criatividade”.

Outros pontos de tensão comercial com os EUA

A investigação, anunciada por Jamieson Greer, representante dos EUA para o comércio, inclui ainda questões como tarifas consideradas injustas, ausência de políticas eficazes de combate à corrupção, barreiras ao acesso ao mercado de etanol e alegações de discriminação a empresas norte-americanas. A possível adoção de sanções comerciais pode trazer impactos negativos relevantes para a economia do Brasil, sendo o processo de difícil reversão.

Informações Revista Oeste


Cobrança, chamada de Visa Integrity Fee, foi aprovada pelo Congresso norte-americano na última semana

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O visto americano para brasileiros ficará até R$ 1,4 mil mais caro com a criação de uma nova taxa incluída no pacote fiscal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A cobrança, chamada de Visa Integrity Fee, foi aprovada pelo Congresso norte-americano na última semana e incidirá sobre estrangeiros que solicitarem vistos de não imigrante, como os de turismo, estudo e intercâmbio.

O valor da nova tarifa será de até US$ 250 (cerca de R$ 1.400, na cotação atual), além dos US$ 185 já cobrados pelo pedido padrão de visto. O pacote legislativo também estabelece o pagamento adicional de US$ 24 pelo formulário de registro, e prevê reajustes anuais conforme o índice oficial de inflação dos EUA.

Ainda não há data definida para o início da cobrança, mas a expectativa é que a nova taxa passe a valer a partir do ano fiscal de 2026, que começa em 1º de outubro de 2025. A lei também prevê que o Departamento de Segurança Interna dos EUA poderá ajustar o valor para cima por meio de nova regulamentação.

A cobrança se aplica exclusivamente aos vistos de não imigrante. O texto não altera as regras para vistos de imigrantes, destinados àqueles que pretendem residir permanentemente nos Estados Unidos.

O governo americano prevê a possibilidade de reembolso da taxa adicional, caso o visitante cumpra uma série de exigências durante sua estadia, como não trabalhar sem autorização e retornar ao país de origem no prazo determinado, com tolerância de até cinco dias.

Os valores não reembolsados serão destinados ao Tesouro dos Estados Unidos, como forma de reforço à política migratória da atual gestão republicana.

Informações Bahia.ba


Sem o adiamento, as ‘tarifas recíprocas’ voltariam a valer na próxima quarta-feira

A proposta de Trump surge em meio a um embate entre o governo norte-americano e a instituição de ensino | Foto: Divulgação/Casa Branca
No domingo 6, Donald Trump anunciou a imposição de uma sobretaxa de 10% a qualquer país que apoiar politicamente o Brics | Foto: Divulgação/Casa Branca 

Nesta segunda-feira, 7, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o decreto que adia para 1º de agosto a data de retomada das chamadas “tarifas recíprocas”, que atingem mais de 180 países. Sem o adiamento, as tarifas voltariam a valer na quarta-feira 9.

“Determinei, com base em informações adicionais e recomendações de vários funcionários seniores, incluindo informações sobre o status das discussões com parceiros comerciais, que é necessário e apropriado estender a suspensão efetivada pela Ordem Executiva 14.266 até as 12h01 do horário de verão do leste dos EUA em 1º de agosto de 2025”, diz o comunicado da Casa Branca.

Como o presidente Trump tem tratado o caso da China à parte, a decisão desta segunda-feira não altera as medidas referentes ao gigante asiático. 

O adiamento faz parte da estratégia dos EUA para firmar acordos com seus parceiros comerciais. Apesar das pressões, o governo Trump obteve sucesso em fechar acordos com apenas três países até o momento.

O comunicado publicado pela Casa Branca destaca que a equipe econômica de Trump está orientada e autorizada a tomar “todas as medidas necessárias para implementar e efetivar esta ordem”.

A equipe do presidente norte-americando está autorizada até a suspender temporariamente ou alterar regulamentos ou avisos no Registro Federal.

Trump também anunciou a aplicação de tarifas de importação contra 14 países para agosto, em nova rodada de medidas unilaterais. Os países atingidos são:

Trump anunciou sobretaxa de 10% contra países que apoiarem o Brics

No domingo 6, em publicação na plataforma Truth Social, Donald Trump anunciou a imposição de uma sobretaxa de 10% a qualquer país que apoiar politicamente o Brics.

O republicano assegurou que “não haverá exceções”. A medida atinge um grupo que já reúne 11 países e representa quase metade da população mundial.

Mesmo sem citar os EUA, o Brics divulgou nota em que expressa “séria preocupação” com o aumento das tarifas unilaterais. Trump, no entanto, ignorou o recado.

Informações Revista Oeste

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