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“Após 10 meses do início da epidemia de coronavírus na nossa cidade, 5 meses após a primeira onda, estamos vivendo uma nova onda que é pior do que a primeira e com mais gravidade”. A declaração é da médica infectologista e coordenadora do Comitê Municipal de Controle ao Coronavírus, Melissa Falcão.

Nos últimos dias, os números da COVID-19 cresceram muito, em Feira de Santana. Hoje, o boletim epidemiológico trouxe 256 casos novos, totalizando 17.074 casos na cidade, 76 pessoas seguem internadas em hospitais e 1451 aguardam resultado de exame.

“Estamos com nosso sistema de saúde saturado, com 100% de ocupação dos leitos de UTIs privadas e, hoje, devemos alcançar 100%, também, nas unidades de UTIs públicas. Então, mais do que nunca precisamos que as pessoas cooperem e permaneçam em casa o maior tempo possível, saindo só para o que for necessário, evitando aglomerações e exposições desnecessárias. Contamos com vocês”, disse Melissa Falcão.

O cenário atual fez a prefeitura de Feira de Santana adotar novas medidas de enfrentamento e suspender a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas, feiras livres, bem como em centros comerciais. Essa decisão tem validade até o dia 31 de dezembro de 2020. “O que nós chamamos a atenção é que a doença está aumentando muito, o risco também. Os mais jovens estão sendo os mais acometidos e levam a doença pra casa e os mais idosos são aqueles mais suscetíveis a terem um quadro fatal”, ressaltou o prefeito, Colbert Martins.

Informações: De Olho na Cidade


“Após 10 meses do início da epidemia de coronavírus na nossa cidade, 5 meses após a primeira onda, estamos vivendo uma nova onda que é pior do que a primeira e com mais gravidade”. A declaração é da médica infectologista e coordenadora do Comitê Municipal de Controle ao Coronavírus, Melissa Falcão.

Nos últimos dias, os números da COVID-19 cresceram muito, em Feira de Santana. Hoje, o boletim epidemiológico trouxe 256 casos novos, totalizando 17.074 casos na cidade, 76 pessoas seguem internadas em hospitais e 1451 aguardam resultado de exame.

“Estamos com nosso sistema de saúde saturado, com 100% de ocupação dos leitos de UTIs privadas e, hoje, devemos alcançar 100%, também, nas unidades de UTIs públicas. Então, mais do que nunca precisamos que as pessoas cooperem e permaneçam em casa o maior tempo possível, saindo só para o que for necessário, evitando aglomerações e exposições desnecessárias. Contamos com vocês”, disse Melissa Falcão.

O cenário atual fez a prefeitura de Feira de Santana adotar novas medidas de enfrentamento e suspender a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas, feiras livres, bem como em centros comerciais. Essa decisão tem validade até o dia 31 de dezembro de 2020. “O que nós chamamos a atenção é que a doença está aumentando muito, o risco também. Os mais jovens estão sendo os mais acometidos e levam a doença pra casa e os mais idosos são aqueles mais suscetíveis a terem um quadro fatal”, ressaltou o prefeito, Colbert Martins.


Foto: MS/Erasmo Salomão

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pretende requisitar vacinas Foto: MS/Erasmo Salomão
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.

– O ministro Pazuello me informou que será editada uma Medida Provisória que vai tratar dessa centralização e distribuição igualitária das vacinas. Toda e qualquer vacina certificada que for produzida ou importada será requisitada pelo Ministério da Saúde – disse o governador.
Caiado também defendeu que, com esta MP, “nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”, em referência clara ao movimento do governador de São Paulo, João Doria, que já anunciou a fabricação do imunizante e até o início da aplicação da vacina na população do estado.

A MP que está prestes a ser editada irá atrapalhar os planos de Doria. Em conversa com a jornalista Natuza Nery, da GloboNews, Doria acusou Caiado de seguir a “insanidade de Bolsonaro”.

– A insanidade de Bolsonaro foi adotada por Caiado. Triste o país que tem homens públicos que pensem assim. Negando a pandemia, promovendo a discórdia e abandonando seu povo – afirmou.

Informações: Pleno News


Em uma carta aberta divulgada no início da madrugada desta sexta-feira (11), servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) defenderam a instituição e afirmaram que não vão se submeter a interesses políticos no processo de aprovação de imunizantes contra a Covid-19. Os colaboradores citaram que “o trabalho técnico está acima de qualquer pressão”.

– Ao longo dos seus 20 anos de existência, a agência consolidou-se como uma referência no setor de saúde justamente pelo trabalho desenvolvido por seus servidores, que resultou na reconhecida excelência da sua atuação regulatória e na credibilidade de suas ações e decisões, baseadas exclusivamente em critérios técnicos e científicos – diz o documento.

No texto, a equipe da Anvisa também destaca que o comitê criado para analisar as questões relacionadas à pandemia “tem trabalhado incansavelmente, por meio de avaliação técnica criteriosa” para que os processos sejam analisados no menor período de tempo possível.

– Somos sensíveis e solidários a este momento crítico que todos nós estamos atravessando e temos trabalhado de forma ativa no enfrentamento da pandemia desde o início e em diversas frentes, como no controle sanitário de portos, aeroportos e fronteiras, no registro de kits de diagnóstico da doença, na agilização do registro de respiradores – destaca o comunicado.

Os servidores também ressaltam no documento que o corpo técnico da agência tem “trabalhado incansavelmente, por meio de avaliação técnica criteriosa”, para que as vacinas liberadas sejam “seguras, eficazes e produzidas com qualidade”.

– Podem ter certeza de que nós, servidores da Anvisa, não faltaremos ao povo brasileiro e daremos nossas melhores energias e todo o nosso conhecimento técnico para aprovar, com segurança e com a urgência que a situação exige, as vacinas que o país aguarda com tanta ansiedade – completa a carta.

Informações: Pleno News


A médica Raissa Soares ficou conhecida após pedir que o presidente Jair Bolsonaro enviasse hidroxicloroquina para ela tratar pacientes com Covid-19, em Porto Seguro, na Bahia.

Ao participar da live do site Pleno.News, nesta quinta-feira (10), ela falou sobre o novo coronavírus, detalhando sintomas, profilaxia, armas de enfrentamento à pandemia, vacinação e muito mais.

Dra. Raissa falou sobre sua iniciativa de usar as redes sociais para levar esclarecimento para as pessoas.

– A intenção era: do que a gente já sabe, vamos fazer as pessoas compreenderem a doença para tirar o medo. Porque se eu consigo entender com quem eu estou tratando, vou impedir a doença, a contaminação, vou tratar precoce. Num primeiro momento, era uma tentativa de ajudar aquelas pessoas [de Porto Seguro] e, de repente, em poucos meses, eu estava com 20 mil seguidores. Hoje, eu tenho 80 mil seguidores. (…) Como é uma doença nova, a gente continua aprendendo com ela – disse.

Ela também respondeu a várias perguntas e esclareceu dúvidas a respeito do tratamento precoce para diferentes casos.

– Eu não posso esperar teste. Eu tenho que tratar sintomas. O vírus entra pela boca, nariz e olho. (…) Quanto mais rápido, eu corto os sintomas. (…) Gestantes devem tratar precoce para evitar a doença e evitar que o vírus atinja o feto. (…) Portadores de doença pulmonar devem ficar atentos: começou a gripar, começa a fazer o protocolo precoce.

A médica defendeu ainda o uso de remédios como hidroxicloroquina, ivermectina, vitaminas C, D e Zinco, entre outros, em um ‘combo’ receitado a pacientes infectados pela Covid-19.

– Temos vários protocolos. O vírus é complexo e precisa ser impedido em todas as suas fases.


O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (10) que confirma a existência do primeiro caso de reinfecção por Covid-19 no Brasil. O caso, de acordo com a assessoria da pasta, é de uma profissional da área da saúde, de 37 anos, que reside em Natal, no Rio Grande do Norte. Ela teve a doença em junho, se curou, e teve resultado positivo novamente em outubro.

– As análises realizadas permitem confirmar a reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2, após sequenciamento do genoma completo viral que identificou duas linhagens distintas – trouxe o comunicado.

O Ministério explicou que, na quarta-feira (9), a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério recebeu relatório do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz, no Rio de Janeiro, que é um Laboratório de Referência Nacional para a covid-19 no Brasil, – contendo os resultados laboratoriais de duas amostras clínicas de um caso suspeito de reinfecção da doença.

As duas amostras foram enviadas ao Laboratório, onde houve a confirmação dos resultados em tempo real. No intervalo entre as duas amostras, foi realizada uma coleta no dia 8 de setembro, que apresentou resultado não detectável pelo Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A amostra não detectável não foi encaminhada ao Laboratório de Referência Nacional, segundo o Ministério. A pasta enfatizou que esse resultado foi fruto de um trabalho integrado entre vigilância epidemiológica e laboratorial das três esferas do governo, universidades, Laboratórios Centrais de Saúde Pública e Laboratório de Referência Nacional.

O Ministério da Saúde aproveitou o comunicado para alertar que o caso reforça a necessidade da adoção do uso contínuo de máscaras, higienização constante das mãos e o uso de álcool em gel.

– O Governo Federal está buscando o mais rápido possível a vacina confiável, segura e aprovada pela Anvisa, para que todos os brasileiros que desejarem possam ser imunizados – trouxe o comunicado ao final.

*Estadão


Foto:  MS/Erasmo Salomão

Nesta quinta-feira (10), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo federal pretende imunizar todos os brasileiros contra a Covid-19 no ano que vem. A declaração foi dada durante uma entrevista à Rádio Jovem Pan.

Pazuello foi questionado sobre o prazo estipulado pelo governo para que toda a população do país seja vacinada. Ele disse então que a ideia é chegar ao segundo semestre do ano que vem com “bastante cobertura”.

– [O prazo é) 2021. Acreditamos que a gente chegue aí a metade de 2021, início do segundo semestre, já com bastante cobertura. E a gente tem que compreender que a vacina (…) Quando conseguirmos vacinar o suficiente para reduzir o contágio, a gente começa a entrar na normalidade – ressaltou.

O ministro, no entanto, ressaltou que não é necessário vacinar todos os brasileiros para se ter um efeito das estratégias de vacinação.

– Não tem que esperar vacinarmos 215 milhões de pessoas para ter os efeitos de uma estratégia de vacinação. Ela visa imunizar grupos de pessoas que vão trazer a contaminação para níveis bem razoáveis. Temos que compreender que vamos conviver com o coronavírus (…) Como convivemos com outras doenças (…) E vamos ter que vacinar periodicamente – destacou.

Ele ainda comentou a questão da Coronavac e disse que o governo planeja comprar a vacina caso ela seja aprovada e esteja “com o preço dentro da lógica correta”.

– Tem muita fumaça nessa discussão (…) Nunca deixamos de fazer conversas particulares e acompanhamentos com o Instituto Butatan. Temos um memorando de entendimento assinado com o Butatan desde outubro, onde demonstramos nosso interesse de adquirir as vacinas quando registradas, quando concluídas. Com a apresentação da planilha de custos, para avaliarmos o custo real (…) Vamos comprar as vacinas caso sejam registradas e comprovadas, com o preço dentro da lógica correta. A Anvisa é nossa agência reguladora (…) Compraremos não só do Butantan, como de qualquer produtora que esteja nesse nível – destacou.

Informações: Pleno News


O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (10) que o Instituto Butantan já começou a produzir a vacina CoronaVac nesta quarta-feira (9) e afirmou que a produção chegará a 1 milhão de doses por dia, gradativamente. O imunizante contra o coronavírus está sendo desenvolvido na capital paulista.

Em coletiva de imprensa, o governador classificou o momento como “histórico” e disse que a fábrica irá funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana. Ao todo, segundo Doria, mais 120 técnicos serão contratados para compor a equipe.

“O Instituto Butantan iniciou ontem a produção da vacina do Butantan, a CoronaVac, aqui na sede do Butantan em São Paulo. Esta é a produção brasileira do Butantan, que está produzindo aqui com insumos que vieram da Sinovac, a vacina do Brasil, a vacina do Butantan. Um momento histórico que orgulha a todos nós brasileiros”, disse o governador. De acordo com o governo, o primeiro lote terá aproximadamente 300 mil doses.

 Até janeiro, 40 milhões de doses da vacina deverão ser envasadas na fábrica do Butantan. Doria também afirmou que 12 estados já manifestaram interesse em obter a CoronaVac, além de mais de 900 municípios. “Hoje 12 estados do país, incluindo São Paulo, já formalizaram a solicitação para a vacina do Butantan. E 912 municípios de todo o Brasil também já demonstraram interesse da mesma forma, formalmente, para obter a vacina do instituto Butantan para a imunização dos seus trabalhadores de saúde”, afirmou o governador. 

Informações: Metro1


PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Dos 57.154 testes da Covid-19 realizados em Feira de Santana, 35.708 foram negativos. Nas últimas 24h, o município atingiu a marca de 14.451 curados da doença, índice que representa 87,4% dos casos confirmados. Enquanto isso, 108 pessoas testaram negativo para o vírus e 120 casos foram positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 65 pacientes internados no município e 1.759 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes, ocorridas nos dias 02 e 07 de dezembro. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (09).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
09 de dezembro de 2020

Casos confirmados no dia: 120
Pacientes recuperados no dia: 27
Resultados negativos no dia: 108
Alta hospitalar no dia: 0
Óbitos comunicados no dia: 02
Datas dos óbitos: 02/12 e 07/12

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.759
Total de casos confirmados no município: 16.518 (Período de 06 de março a 09 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.694
Total de pacientes hospitalizados no município: 65
Total de recuperados no município: 14.451
Total de exames negativos: 20.357 (Período de 06 de março a 09 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.581
Total de óbitos: 308

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 18.698 (Período de 06 de março a 09 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.347 (Período de 06 de março a 09 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 05
Resultado negativo: 15.351 (Período de 06 de março a 09 de dezembro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Foto: Reprodução

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), afirmou que a campanha de vacinação anunciada para janeiro de 2021 pelo chefe do Executivo de São Paulo, João Doria (PSDB), não é verdadeira. Segundo Caiado, nenhum estado iniciará campanhas individuais contra a Covid-19. Em conversa com a CNN Brasil, o gestor goiano disse que as imunizações só começarão após decisão do Ministério da Saúde.

– Não terá nenhuma campanha de imunização praticada por qualquer governador do país. Toda imunização e todo plano nacional será [elaborado] pelo governo federal [e] pelo Ministério da Saúde. Então, esta informação que foi levada ao conhecimento da população de que São Paulo irá iniciar no dia 25 de janeiro já uma campanha de imunização, ela não procede – disse.

Caiado também fez questão de destacar que “não há vacina de São Paulo”, em uma referência aos posicionamentos frequentes de Doria em favor da CoronaVac, imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O governador goiano ainda aproveitou para criticar Doria pela postura de adotar como propriedade de SP a vacina.

– Não é admissível alguém aceitar que em um momento como esse, de uma pandemia, algum governador se vista na condição de ter a vacina. Butantan, Fiocruz, ou qualquer outra aquisição de vacinas, elas todas serão centralizadas pelo Ministério da Saúde – completou.

Informações: Pleno News

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