ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Uma aglomeração com centenas de pessoas foi registrada na tarde de ontem (13) no terminal marítimo de Barra Grande, distrito de Maraú/Ba. O local é famoso por receber muitos turistas.

Com o tempo propício para um banho de mar em tempos normais, centenas de pessoas ignoraram as exigências da pandemia do coronavírus, como o distanciamento social e medidas de proteção para controlá-la, e ficaram quase todas juntas e sem máscara nas praias do município baiano.

A Secretaria de Turismo e Lazer da prefeitura de Maraú divulgou uma nota informando que o número de fiscais da prefeitura que se encontravam no local para vigiar as normas de saúde estabelecidas foi insuficiente para evitar as aglomerações. E diz acreditar que a situação ocorreu por conta da grande quantidade de embarcações que realizam passeios turísticos pelas ilhas da região.

A prefeitura afirmou que fará uma fiscalização mais rígida na cidade para evitar que o quadro se repita e impedir o avanço do número de infecções pela Covid-19.

Informações: Metro1
Foto: Barra Grande 24h / Marivaldo


O quadro de funcionários do Hospital de Campanha de Feira de Santana nunca foi reduzido, desde a sua implantação. O esclarecimento é da S3 Gestão em Saúde, instituição contratada pela Prefeitura de Feira de Santana para administrar a unidade hospitalar. A quantidade de funcionários é dimensionada de acordo com o número de leitos, atendendo, inclusive, às recomendações dos Conselhos Regionais de Enfermagem da Bahia (COREN).

Atualmente o Hospital de Campanha de Feira de Santana conta com um total de 275 colaboradores, entre eles celetistas, médicos e terceirizados, acima do contratualizado, garantindo a segurança de todos os processos assistenciais.

A S3 informa ainda que a unidade nunca parou suas atividades. No mês de outubro, por conta da baixa nos casos de infecção, houve apenas uma redução de 8 leitos de UTI ofertados na unidade. “Leitos esses que não estavam na proposta inicial do hospital e que foram abertos após inauguração, para reforçar o atendimento aos pacientes e evitar o colapso no município”, explica o diretor médico do Hospital da Campanha, Francisco Mota.

Ele acrescenta ainda que devido ao aumento de pacientes hospitalizados nas últimas semanas, a unidade vem reativando gradualmente esses leitos. “Na data de hoje [Domingo, 13 de dezembro de 2020] o hospital está com 22 pacientes internados na enfermaria e 16 pacientes internados na UTI”, completa.

Informações: Secom


Reuters/Michael Weber/Imago Imagens/Direitos reservados

Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, anunciou neste domingo (13) a aprovação da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech. A imunização deve começar nesta segunda-feira (14).

Em nota, o diretor do CDC, Robert R. Redfield, comemora a aprovação do imunizante em momento crítico, de nova alta de casos do novo coronavírus nos EUA. Neste sábado, o país registrou 3.309 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas.

“Ontem à noite, tive o orgulho de assinar a recomendação do Comitê Consultivo em Práticas de Imunização para usar a vacina Covid-19 da Pfizer em pessoas com 16 anos ou mais. Esta recomendação oficial do CDC segue a decisão da FDA de sexta-feira de autorizar o uso emergencial da vacina”, diz Redfield.

E prossegue: “Como os casos de Covid-19 continuam a aumentar em todos os EUA, a recomendação do CDC chega em um momento crítico. A vacinação inicial está programada para começar na segunda-feira, e esta é a próxima etapa em nossos esforços para proteger os americanos, reduzir o impacto da pandemia e ajudar a restaurar a normalidade em nossas vidas e em nosso país.”

Na avaliação do órgão, publicada neste domingo, a vacina da Pfizer tem alta eficácia em todas as faixas de idade, sexo, raça, etnia e entre pessoas com “condições médicas subjacentes”, bem como entre participantes com evidência de infecção anterior pelo Sars-CoV-2.

“Embora números de hospitalizações e mortes observadas foram baixas, os dados eram consistentes com risco reduzido para esses desfechos graves entre as pessoas vacinadas em comparação com o placebo”, diz nota do CDC.

Fonte: G1


PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Feira de Santana supera a marca de 15 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 15.024 pacientes livres da doença, índice que representa 87,5% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 139 exames negativos para o vírus e 26 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 78 pacientes internados no município e 1.827 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. Nenhum óbito por Covid-19 foi registrado nos últimos dois dias. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (13).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE DOMINGO
13 de dezembro de 2020

Casos confirmados no dia: 26
Pacientes recuperados no dia: 181
Resultados negativos no dia: 139
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.827
Total de casos confirmados no município: 17.160 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.749
Total de pacientes hospitalizados no município: 78
Total de recuperados no município: 15.024
Total de exames negativos: 21.517 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.010
Total de óbitos: 311

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 18.802 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.355 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 08
Resultado negativo: 15.447 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


O índice de brasileiros que não pretendem se vacinar contra a Covid-19 aumentou nos últimos meses e já chega a 22%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste sábado (12). O porcentual é muito superior aos 9% que haviam declarado recusa ao imunizante em pesquisa realizada em agosto, também pelo Datafolha.

No mais recente levantamento, feito entre 8 e 10 de dezembro com 2.016 brasileiros adultos em todas as regiões e Estados do País, além dos 22% hesitantes, 73% dos entrevistados disseram que vão aderir à vacinação e outros 5% se mostraram indecisos.

A pesquisa revela ainda que embora haja pouca diferença nas respostas de acordo com gênero, idade ou escolaridade, a recusa pode variar bastante de acordo com a origem da vacina.

A maior resistência está relacionada a um imunizante desenvolvido na China, que não seria aceito por 47% dos entrevistados. A recusa a vacinas dos EUA, Inglaterra e Rússia ficaram em 23%, 26% e 36%, respectivamente.

A resistência à imunização é maior também entre os que dizem confiar no presidente Jair Bolsonaro. Ele já fez críticas à Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e se mostrou contrário à obrigatoriedade da vacinação.

De acordo com a pesquisa, o índice de brasileiros que não pretendem tomar a vacina variou de 16% entre os que nunca confiam em Bolsonaro a 33% entre os que disseram sempre confiar no presidente.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Ela foi feita por meio de entrevistas telefônicas.

Informações: Estadão


Estados Unidos iniciarão vacinação contra a Covid-19 na segunda-feira |  Jovem Pan

O governo dos Estados Unidos anunciou, neste sábado (12.dez.2020), que iniciará o processo de vacinação da população na próxima 2ª feira (14.dez).

A medida vem depois de a FDA (Food and Drug Administration) –órgão equivalente a uma “Anvisa americana”– aprovar o uso emergencial da vacina das farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

O início da imunização foi anunciado pelo general do Exército Gustave Perna, chefe da operação de vacinação norte-americana.

“Hoje é realmente um dia histórico. Por 7 meses nós realizamos a maior parceria público-privada dos tempos modernos”, afirmou Perna. Ele ainda citou o esforço coletivo de pesquisadores, cientistas, médicos e “muito outros trabalhadores” pelo mesmo propósito, de salvar vidas e acabar com a pandemia.

O general afirmou que as vacinas já passaram a ser distribuídas nos Estados e serão entregues em 145 locais do país no início da próxima semana. Na 3ª e na 4ª feira, mais 491 receberão cargas do imunizante. O governo pretende ter em 3 semanas a distribuição completa no país, em todas as unidades de saúde.


Vacina, vacinação,seringa, covid 19

O governo federal entregou neste sábado (12), ao Supremo Tribunal Federal (STF), o plano nacional de imunização contra a covid-19. O documento foi entregue pelo advogado-geral da União, José Levi, ao ministro Ricardo Lewandovski, relator das ações que tratam da obrigatoriedade da vacina e outras medidas de combate à pandemia.

Batizado de Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, o documento foi elaborado pelo Ministério da Saúde, possui 93 páginas e está dividido em dez eixos, que incluem descrições sobre a população-alvo para a vacinação, as vacinas já adquiridas pelo governo e as que estão em processo de pesquisa, a operacionalização da imunização, o esquema logístico de distribuição das vacinas pelo país e as estratégias de comunicação para uma campanha nacional. O documento não indica data para início da vacinação.  

Vacinas

Segundo o plano, o governo federal já garantiu 300 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 por meio de três acordos:

– Fiocruz/AstraZeneca – 100,4 milhões de doses até julho/2020 + 30 milhões de doses/mês no segundo semestre;

– Covax Facility – 42,5 milhões de doses;

– Pfizer – 70 milhões de doses (em negociação);

Até agora, nenhum imunizante está registrado e licenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), etapa prévia obrigatória para que a vacinação possa ser realizada. 

“De acordo com o panorama da OMS [Organização Mundial da Saúde], atualizado em 10 de dezembro de 2020, existem 52 vacinas covid-19 candidatas em fase de pesquisa clínica e 162 candidatas em fase pré-clínica de pesquisa. Das vacinas candidatas em estudos clínicos, há 13 em ensaios clínicos fase 3 para avaliação de eficácia e segurança, a última etapa antes da aprovação pelas agências reguladoras e posterior imunização da população. No Brasil, o registro e licenciamento de vacinas é atribuição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pautados na Lei nº 6.360/1976 e regulamentos técnicos como a RDC nº 55/2010”, diz um trecho do plano. 

Grupos prioritários

O Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19, apresentado pelo governo, prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção. 

O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil). A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), pessoas de 65 a 69 anos (7,08 milhões), pessoas de 60 a 64 anos (9,09 milhões). 

Na fase 3, a previsão é vacinar cerca de 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40). 

Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados. 

“Vale ressaltar que os grupos previstos são preliminares, passíveis de alteração a depender das indicações da vacina após aprovação da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Destaca-se ainda que há outros grupos populacionais considerados prioritários, a serem incluídos dentre as fases apresentadas, discutidos no âmbito da câmara técnica, a exemplo das populações ribeirinhas e quilombolas, cuja estimativa populacional está em atualização pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para avaliação de qual fase esses grupos estarão inseridos, de acordo com o cenário de disponibilidade de vacinas e estratégia de vacinação”, diz o plano.        

Também de acordo com o plano, o registro da dose da vacina aplicada será feito de forma nominal e individualizada, diretamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) em todos os pontos de vacinação da rede pública e privada de saúde. O ministério trabalha com a implantação de um sistema informatizado para monitorar e controlar os dados de vacinação.

“Uma solução tecnológica está em desenvolvimento, por meio do Datasus, com o objetivo de simplificar a entrada de dados e agilizar o tempo médio de realização do registro do vacinado no SI-PNI, além de considerar aspectos de interoperabilidade com outros Sistemas de Informação e integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Um recurso que será colocado à disposição é o QR-Code para identificar o cidadão a ser vacinado. Este deverá ser gerado pelo próprio cidadão no Aplicativo Conecte SUS”. 

Logística

Para operacionalizar a campanha nacional de vacinação, o plano do governo prevê capacitação dos profissionais de saúde do SUS e também um esquema de recebimento, armazenamento, expedição e distribuição dos insumos, que são o próprio imunizante, além das seringas e agulhas. 

O principal complexo logístico será a partir do aeroporto internacional de Guarulhos (SP), na sede da empresa VTC Logística, que tem contrato com o Ministério da Saúde. O galpão da empresa possui 36 mil metros quadrados nas imediações do aeroporto e conta com ambientes climatizados, como docas e câmaras frias. Há também estruturas menores em Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Também está prevista a entrega da carga embalada por modal rodoviário para estados como Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e outros que fiquem em até 1.400 quilômetros de raio dos centros de distribuição. 

O governo também informa já ter acordos firmados com companhias aéreas, como Latam e Azul, além de outras empresas de carga aérea, para o transporte até as capitais da região Norte do país.  Pelo plano, a frota será rastreada 100% por satélite e a segurança do transporte, em determinadas situações durante o deslocamento, ocorrerá por conta da União.

Orçamento

Ainda de acordo com o plano, o governo federal já disponibilizou R$ 1,9 bilhão de encomenda tecnológica associada à aquisição de 100,4 milhões de doses de vacina pela AstraZeneca/Fiocruz e R$ 2,5 bilhões para adesão ao Consórcio Covax Facitity, associado à aquisição de 42 milhões de doses de vacinas.

Além disso, outros R$ 177,6 milhões para custeio e investimento na Rede de Frio, na modernização dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), no fortalecimento e ampliação da vigilância de síndromes respiratórias. Também, segundo a pasta, outros R$ 62 milhões foram investidos para aquisição de mais 300 milhões de seringas e agulhas.


PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e atingiu a marca de 14.843 recuperados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 86,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 174 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 60 novos casos de Coronavírus foram positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 76 pacientes internados no município e 1.980 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste sábado (12).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE SÁBADO
12 de dezembro de 2020

Casos confirmados no dia: 60
Pacientes recuperados no dia: 200
Resultados negativos no dia: 174
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.980
Total de casos confirmados no município: 17.134 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.904
Total de pacientes hospitalizados no município: 76
Total de recuperados no município: 14.843
Total de exames negativos: 21.378 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.217
Total de óbitos: 311

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 18.802 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.355 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 08
Resultado negativo: 15.447 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


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O governo Jair Bolsonaro vai editar uma Medida Provisória para abrir crédito de R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra a Covid-19. Com a medida, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deve reforçar o discurso de que a sua pasta vai comprar e distribuir todas as vacinas disponíveis do país, inclusive a Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, órgão ligado ao governo paulista de João Doria (PSDB). A verba deve ser usada para compra de vacina e seus insumos, além da logística e a comunicação da campanha de imunização. A edição da MP foi revelada pela Coluna do Estadão.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que esteve com Pazuello nesta sexta-feira (11), afirmou que as vacinas devem ser “requisitadas” pelo ministério.

– Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid-19 – afirmou Caiado, no Twitter.

Integrantes do governo federal que acompanham a discussão afirmam que a MP deve se limitar a abrir crédito para a compra de vacinas. Dizem ainda que o texto está em construção e veem exagero na fala de Caiado. Procurado, o Palácio do Planalto não se posicionou sobre a MP.

Em seu discurso, Pazuello não tratou de requisição de vacinas, mas ele teve conversas reservadas de pelo menos 1 hora com Caiado durante o evento. O próprio diretor do Butantan, Dimas Covas, disse ao Estadão que se o ministério formalizar o interesse na Coronavac, as doses, então, serão todas ofertadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), ou seja, sem exigir uma medida mais agressiva, como a requisição.

Pazuello disse, na cerimônia, ter determinado a busca por recursos para vacinar “todo o nosso povo”. O general voltou a chamar para o ministério a responsabilidade de organizar a imunização nacional.

– Nenhum estado da federação será tratado de forma diferente. Nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros brasileiros – disse.

Nos últimos dias, Pazuello tem dito que a vacinação seria possível até em dezembro ou janeiro, caso alguma fabricante de vacinas consiga o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial do produto.

O governo Bolsonaro ainda busca reagir a Doria, que promete começar a imunizar a população paulista em 25 de janeiro, mesmo sem ter apresentado dados finais de desenvolvimento da Coronavac. Em Goiânia, Pazuello afirmou que a “ansiedade” para a vacinação “faz parte” e mandou recados.

– É criada pela própria situação da Covid-19, dos riscos, da gravidade da contaminação. É causada pelo açodamento de algumas autoridades do país, mas o governo federal saberá na hora certa se posicionar claramente – prometeu.

Pazuello afirmou que as “previsões” do ministério sobre a vacinação estão “diretamente” ligadas ao registro dos imunizantes na Anvisa. Para isso, é preciso ter todos os estudos finalizados e a agência tem prazo de 60 dias para liberar o produto ou não. Outro caminho, mais célere, é pedir o uso emergencial da vacina, o que pode ser feito com testes finais em andamento, mas a aplicação só poderia ocorrer em grupos restritos, como de profissionais de saúde ou idosos.

– Não é isso que nós consideramos como solução – disse Pazuello sobre o uso emergencial. O ministro disse ainda que irá cobrar “pessoalmente” rapidez na Anvisa para liberar o uso de vacinas.

Até o começo da última semana, o governo Bolsonaro apostava em dois caminhos para imunizar a população. A pasta investiu cerca de R$ 2 bilhões para incorporar a tecnologia de produção da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, além de comprar cerca de 100 milhões de doses. Pazuello afirma que o produto deve ser registrado pela Anvisa no fim de fevereiro de 2021, mas os pesquisadores ainda patinam para fechar o estudo finais de desenvolvimento.

O governo também liberou R$ 2,5 bilhões para ingressar no consórcio internacional Covax Facility, que deve entregar doses suficientes para 10% da população brasileira. No total, a expectativa é ter 300 milhões de doses no próximo ano com estas duas apostas, sendo que a imunização é feita em duas aplicações.

Pressionado, o ministério voltou a negociar na última semana a compra da vacina da Pfizer e fechou um memorando de entendimento para receber 70 milhões de doses no próximo ano. No primeiro semestre, porém, seriam 8,5 milhões.

Informações: Estadão

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