O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a divulgação do estudo clínico do vermífugo nitazoxanida, em pacientes na fase precoce da Covid-19, para reforçar que o governo não irá obrigar a população a tomar uma vacina contra a doença.
– Eu queria falar sobre uma notícia que está circulando, não é fake news, ela é verdadeira, levando-se em conta o autor. Mas na prática, ela é falsa. Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde, o programa nacional de imunização, ali incluindo as possíveis obrigatórias. A vacina contra a Covid, como cabe ao Ministério da Saúde definir essa questão e já foi definida, ela não será obrigatória. Então, quem está propagando isso aí é uma pessoa que pode estar pensando em tudo, menos na saúde ou na vida do próximo – disse Bolsonaro ao discursar.
O presidente reafirmou que qualquer vacina aqui no Brasil tem de ter comprovação científica e ser aprovada pela Anvisa. Para ele, muitas pessoas não vão querer tomar imunização.
– Nós sabemos que muita gente contraiu e nem sabe que contraiu e está imunizado. Nós vamos obrigar essa pessoa a tomar a vacina? – questionou.
Mais cedo, nesta segunda-feira, 19, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que a vacina contra a covid-19 deve ser aplicada a todos os brasileiros. Doria e Bolsonaro estão trocando declarações públicas, com pontos de vistas antagônicos, sobre essa questão.
– Por parte dessa fonte, essa vacina custa mais de 10 dólares, por outro lado, do nosso lado, custa menos 4 dólares. Não quero acusar ninguém de nada aqui, mas essa pessoa está se arvorando e levando o terror perante a opinião pública – disse ainda Bolsonaro no evento desta noite.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (19) que a economia brasileira está em recuperação e estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro terá retração de 4% em 2020, menor do que o esperado inicialmente.
“A previsão inicial do FMI [Fundo Monetário Internacional] e outras instituições financeiras era que o PIB brasileiro cairia quase 10%, ou mais. E revisamos para 5% a 5,5% [de recuo]. Mas pensamos que vai ser muito menos do que isso, 4% de queda”, declarou o ministro em videoconferência transmitida pela Câmara de Comércio Estados Unidos-Brasil.
Segundo o ministro da Economia, o desafio, neste momento de recuperação da economia brasileira, é transformar essa “onda de consumo” gerada pelo pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais, em um “boom de investimentos”.
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que representantes do Brasil e dos Estados Unidos concluíram, há poucos dias, as negociações de três acordos demandados por empresários dos dois países, de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. “Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracias e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral, com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, disse.
Bolsonaro participou da abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit nesta segunda-feira, de forma virtual, e convidou os investidores a examinarem a carteira de negócios do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de concessões e privatizações do governo federal. Ele destacou as novas oportunidades de negócios no país, com a abertura do mercado brasileiro de gás natural e o fortalecimento na área de biocombustíveis, “essenciais nesse processo de reforma de nossa matriz energética”.
Para o presidente, “há um enorme potencial” na agenda de cooperação entre os dois países, e, diversas áreas de interesse comum. “Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, afirmou.
Durante seu discurso, o presidente também falou sobre a assinatura de acordo na área de Defesa, com a abertura de novas oportunidades de cooperação entre as Forças Armadas e as indústrias de ambos os países. “Esse é o primeiro acordo da modalidade que os EUA firmam com um país da América do Sul, o que também demonstra a disposição do lado americano em aprofundar a relação bilateral”, ressaltou.
No mesmo sentido, Bolsonaro disse que a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é “um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político”, com o apoio do governo dos EUA. “O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais e será mais uma evidência da nossa disposição em assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional.”
De acordo com Bolsonaro, sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, inaugurou “uma nova etapa no relacionamento entre as duas maiores economias e democracias do hemisfério”.
“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o presidente Trump”, afirmou.
Setor privado Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os acordos são pedra fundamental para futuro livre comércio entre os dois países e para evitar a dupla tributação. Na avaliação da entidade, embora não tratem de acesso a mercados, os acordos abordam temas de última geração e possibilitam a economia de custos e a ampliação da competitividade na relação entre os dois países.
“A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países”, informou em nota. “Por outro lado, o estabelecimento de boas práticas regulatórias reconhecidas contribuirá para promover maior transparência, coerência e segurança jurídica para a atividade econômica, com a consequente redução de custos e o estímulo ao crescimento e criação de empregos”.
Em 2019, o intercâmbio de bens e serviços entre Brasil e Estados Unidos foi superior a US$ 100 bilhões em 2019.
Mulher, com ensino médio e de 35 a 59 anos é o perfil majoritário do eleitor que votará nas eleições de 2020, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste ano, 147.918.483 pessoas estão aptas a votar, um crescimento de 2,66% em relação às eleições municipais de 2016.
O contingente elegerá novos prefeitos e vereadores em 5.569 municípios em 15 de novembro. Não participam da votação neste ano os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, que não têm prefeito, e os brasileiros registrados no exterior, que só podem votar em trânsito nas eleições gerais a cada quatro anos.
Biometria Por causa da pandemia de covid-19, a Justiça Eleitoral excluiu a biometria como meio de identificação nas eleições deste ano. Mesmo assim, a coleta dos dados biométricos continuou a aumentar em 2020. Em dezembro do ano passado, pouco mais de 113,5 milhões de pessoas tinham feito o procedimento, o equivalente a 76% do eleitorado. Em agosto deste ano, quando foi encerrado o registro para as eleições municipais, 117.594.975 pessoas estavam identificadas pela biometria, 79.5% do eleitorado.
Perfil Na divisão por gêneros, as mulheres somam 77.649.569 eleitores (52,49%) do total. Os homens totalizam 70.228.457 eleitores (47,48%). Outras 40.457 pessoas não declararam o gênero, representando 0,03% do eleitorado. Um total de 9.985 pessoas usarão o nome social no título de eleitor, prática autorizada pela Justiça Eleitoral desde 2018.
Em relação ao grau de instrução, a maior parte dos eleitores informou ter o ensino médio completo, com 37.681.635 (25,47%) pessoas nessa condição. A faixa de menor escolaridade, com ensino fundamental incompleto, vem em segundo lugar, com 35.771.791 eleitores (24,18%), seguida pelo contingente com ensino médio incompleto, com 22.900.434 (15,48%). Somente 10,68% do eleitorado, que somam 15.800.520 pessoas, têm nível superior completo.
Um total de 1.158.234 eleitores se declararam com alguma deficiência em 2020. O número representa aumento de 93,58% na comparação com as 598.314 pessoas que haviam afirmado ter alguma limitação física em 2016. Segundo o TSE, o aumento não significa necessariamente alta na participação de pessoas com deficiência, porque as estatísticas se baseiam em autodeclarações do cidadão no momento do registro eleitoral.
Estados e municípios Na comparação com 2016, o estado com maior incremento no eleitorado foi o Amazonas, cujo número de eleitores ativos subiu 7,88%, para 2.503.269. O único estado com redução no total de eleitores foi o Tocantins, com queda de 0,17% nos últimos quatro anos, de 1.037.063 para 1.035.289.
Maior colégio eleitoral do país, o estado de São Paulo tem 33.565.294 eleitores aptos a votar em 2020, alta de 2,69% em relação a 2016. Na comparação por municípios, a capital paulista concentra o maior número de eleitores, com 8.986.687 no total.
O menor colégio eleitoral do país é Araguainha (MT), com 1.001 eleitores. A cidade, que estava nas mesmas condições na votação de 2016, havia perdido o posto para Serra da Saudade (MG) nas eleições gerais de 2018. Em 2020, o município recuperou o título. Também em Mato Grosso, o município de Boa Esperança do Norte escolherá prefeitos e vereadores pela primeira vez.
Voto facultativo Nestas eleições, 14.538.651 pessoas têm a opção do voto facultativo, permitido a eleitores com 16 e 17 anos e a idosos a partir de 70 anos. Desse total, 1.030.563 são jovens, 8.784.004 têm entre 70 e 79 anos, e 4.658.495 têm entre 80 e 99 anos. Existem 65.589 idosos com mais de 100 anos aptos a votar em 2020.
Mais informações podem ser obtidas no censo do TSE com o perfil do eleitorado brasileiro em 2020. O tribunal compilou os principais dados neste documento. Também é possível acessar o Repositório de Dados Eleitorais (RDE), que permite baixar tabelas com todos os dados do eleitorado e fazer cruzamentos estatísticos.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou os governos europeus, na última sexta-feira (9), para a adoção de medidas mais rígidas para conter o avanço do novo coronavírus. Nos últimos dias, o número de casos de Covid-19 registrados por dia cresceu na Europa.
O Brasil, que já ultrapassou 150 mil mortes e registrou mais 5 milhões de casos da doença, ainda corre o risco de ver esses números aumentarem. A avaliação é do epidemiologista Wanderson Oliveira, ex-secretário nacional do Ministério da Saúde.
“A possibilidade ocorre a partir do momento em que um volume muito grande de pessoas ainda não pegou a doença. Essa é uma preocupação constante. Ainda temos muitas pessoas no mundo e no Brasil que não pegaram Covid, por isso é tão importante manter as medidas de distanciamento social”, disse em entrevista à CNN.
Oliveira afirmou que o país entra em um período de “janela de oportunidade” para manter estáveis os números da pandemia. A chegada do Verão pode dimiuir os casos de Covid-19 no Brasil, desde que as medidas preventivas sigam respeitadas pela população.
“Entre outubro e fevereiro do próximo ano, há a possibilidade de incidências mais baixas [da doença]. Não dá para afirmar que vai acontecer em todas as localidades, pois podemos ter surtos localizados. Mas não dá para abolir o uso de máscara, álcool em gel e fazer aglomerações”, reforçou.
Ele lembrou que foi a adoação dessas medidas e mudanças de hábitos que ajudaram na estabilidade da pandemia. Sem elas, Oliveira disse que o país corre o risco de voltar a debater o lockdown.
“É muito necessário manter as medidas de prevenção e controle para evitar ter que fazer o lockdown ou um bloqueio total. Para isso, toda a população tem que manter e até intensificar as medidas preventivas. (…) É um momento de aumentar a vigilância e de não flexbilizar o cuidado. No entanto, é possível sim implementar medidas de distanciamento social mesmo com a abertura de algumas atividades econômicas de forma mais segura do que no período que vivemos meses atrás.”
A cantora Mariana Fagundes foi atração da cidade de Tailândia, no Pará, na noite deste sábado (17), após oito meses afastada dos palcos devido a pandemia. Milhares de pessoas lotaram a praça da cidade, que fica a cerca de 200km da capital, Belém. O show foi contratado pela prefeitura de Tailândia-PA. Isso porque, lá, as cidades e os municípios podem adotar suas próprias medidas de segurança. De acordo com a Secretaria de Saúde Pública do Governo do Pará, 241.242 casos de Covid-19 foram registrados.
Na última sexta-feira (16), durante uma coletiva de imprensa, técnicos do governo do Estado afirmaram que, atualmente, a taxa de contágio do novo coronavírus (Covid-19), no Pará, é estável e está com tendência de queda desde o último mês de maio.
“Observamos uma queda no número de casos e óbitos desde o último mês de maio. Para acompanhar o desenvolvimento da pandemia no estado, estamos utilizando a metodologia da média móvel dos últimos 14 dias. Esse prazo é utilizado por ser um consenso entre as autoridades de saúde que é o período do ciclo de desenvolvimento da doença”, explicou o diretor Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa.
Segundo informações enviadas à coluna o show, que foi realizado em praça aberta, durou cerca de seis horas e foi até o dia amanhecer. Mariana e os músicos não esconderam a emoção ao iniciar a apresentação. “É muito bom poder estar de volta nessa cidade que eu amo! Que saudade que eu tava sentindo do palco! Obrigada, Tailândia!”, disse ela.
No repertório, sucessos da carreira, incluindo canções de seu mais recente trabalho, o DVD Ah, Mar, gravado em Salvador. Mariana Fagundes agradeceu a seus fãs em suas redes sociais o carinho dos fãs paraenses e a alegria de poder voltar aos palcos, ainda de forma gradativa. “Eu sou uma cantora muito feliz e realizada! Quanta energia boa eu senti naquele palco! Que alegria poder reviver tudo isso e sentir o calor das pessoas de perto!”, completou.
O Brasil confirmou mais 461 mortes decorrentes de complicações causadas pelo novo coronavírus. Com isso, o país atingiu a marca de 153.675 óbitos causados pela covid-19 desde que o primeiro caso da doença foi registrado no país, no fim de fevereiro deste ano.
Os números constam do balanço diário que o Ministério da Saúde divulgou no início da noite de hoje (17). Repassados pelas secretarias de saúde dos estados, o boletim leva em consideração as informações registradas em um período de 24 horas.
Segundo a pasta, mais 24.062 diagnósticos positivos foram contabilizados no último período, elevando para 5.224.362 o total de casos confirmados da doença em todo o país. A população brasileira supera os 210,1 milhões de habitantes – o que significa dizer que a presença do vírus foi atestado em menos de 3% da população.
Entre os casos já confirmados, 4.635.315 pacientes se recuperaram da doença, o que equivale a 88,7% do total de pessoas cujos testes confirmaram a infecção pelo novo coronavírus. Outros 435.372 pacientes seguem em tratamento.
Covid-19 nos estados Em termos absolutos, as unidades da federação com mais mortes são São Paulo (37.992, para 1.062.634 casos); Rio de Janeiro (19.715, para 289.569 casos), Ceará (9.207 para 264.245 casos), Pernambuco (8.480 para 155.923 casos) e Minas Gerais (8.405, para 333.998 casos).
As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (679), Roraima (681), Amapá (731), Tocantins (1.042) e Rondônia (1.421).
O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), foi criticado nas redes sociais, na sexta-feira (16), por conta de uma publicação considerada racista. Ele acabou decidindo apagar o post sobre o comentarista de futebol Walter Casagrande.
O petista tinha publicado, no Twitter, a foto de Casagrande, que criticou a contratação de Robinho pelo Santos. Na legenda, Haddad fez um trocadilho com o nome do comentarista.
Tem Casa Grande que vale a pena – escreveu.
A referência ao lar dos senhores de escravos provocou mal-estar. Ativistas se manifestaram e Haddad se desculpou. Ele enviou mensagem ao colunista da Folha de S. Paulo, Thiago Amparo, para reparar o erro.
– Quando retuitei o vídeo do Casão, pensei em ironizar a casa grande. Errei e apaguei, porque mesmo tendo intenção antirracista, não cabe ironia como uma dor que eu não senti, privilegiado que sou – disse o petista.
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar a alíquota do imposto de importação para soja e milho, informou neste sábado (17) o Ministério da Economia.
Ambas as medidas visam conter a alta de preços no setor de alimentos, informou o governo. Em setembro, a inflação oficial do país foi de 0,64%, a maior para o mês desde 2003, resultado que foi impulsionado por alimentação e bebidas.
No começo de setembro, o governo já havia zerado, até o fim deste ano, a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado.
No caso da soja, informou o governo, a redução da alíquota de importação para zero será válida até 15 de janeiro de 2021 e abrangerá grãos, farelo e óleo de soja. Até então, a alíquota de importação era de:
8% para grãos. 6% para farelo. 10% para óleo de soja; Já o milho foi incluído na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum, com redução de 8% para zero, válida até 31 de março de 2021.
(Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado aos cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em cerimônia de entrega de espadins, que eles “têm tudo para amanhã” ser os comandantes do Brasil e desejou estar em 2023 junto aos alunos para a conclusão do curso na escola militar, sem deixar claro se falava de estar no evento ainda como presidente ou não.
“Faltam ainda três anos e pouco pela frente. Eu peço a Deus estar aqui com vocês em 2023 para participar de uma cerimônia bem maior, que é o final da nossa Aman, a nossa Espada de Caxias”, disse Bolsonaro durante a cerimônia.
O mandato de Bolsonaro vai até o final de 2022, e o presidente já indicou várias vezes que pretende buscar a reeleição para mais quatro anos.
Os cadetes recebem no primeiro ano de curso na Aman uma réplica reduzida da espada invicta do patrono do Exército Brasileiro, Duque de Caxias. Ao final do período na escola militar, que dura quatro anos, os alunos recebem a espada oficial do Exército.
“Vocês serão nós amanhã. A vocês confiamos o destino da nação… Vocês têm tudo para amanhã ser chefes dessa nação como hoje eu sou”, afirmou Bolsonaro no evento, em que estava acompanhado do vice-presidente Hamilton Mourão, do ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, e do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, todos generais da reserva do Exército.
No discurso, Bolsonaro voltou a fazer críticas a países que, segundo ele, estão “enveredando por outro caminho” em termos de liberdades, limitando-se a falar de nações “ao sul” e “ao norte”, sem citar nominalmente Argentina e Venezuela, seus alvos usuais.