O velório de Paulo César Santos, o Paulinho, vocalista e percussionista do grupo Roupa Nova, será nesta quarta-feira (16), no Rio. A cerimônia será restrita para os familiares, segundo assessoria da banda. O local, no entanto, não foi divulgado.
Em comunicado enviado à imprensa, a assessoria informou que ele será cremado às 16h conforme “um desejo do mesmo”.
O músico morreu na noite desta segunda-feira (15), aos 68 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, onde fazia tratamento para se recuperar de complicações da Covid-19.
Em nota divulgada, o Roupa Nova agradeceu o carinho recebido: “A banda agradece à todos os fãs, familiares, amigos e artistas pelo carinho que estão recebendo, certos de que a passagem do Paulinho foi/será de muita luz. Continuem mandando bons pensamentos para que ele tenha um descanso em paz”.
O presidente Jair Bolsonaro participou, na tarde de hoje (15), na capital paulista, de evento promovido pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), uma empresa pública federal. O evento celebrou a reinauguração da Torre do Relógio da Ceagesp. A torre centenária de 52 metros é um marco do Entreposto Terminal São Paulo. Bolsonaro é o primeiro presidente brasileiro a visitar a Ceagesp.
Ceagesp A companhia é responsável pela maior central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores, pescados, entre outros produtos, da América Latina. O volume comercializado, por ano, chega a 3,21 milhões de toneladas, com valor financeiro de R$ 8,84 bilhões.
Na central, o fluxo médio de pessoas é de 50 mil, por dia. A Ceagesp tem 590 empregados públicos e a operação do entreposto envolve 25 mil empregos diretos, além de mais de 2 mil permissionários atacadistas, 247 varejistas, 376 ambulantes.
Durante a pandemia, a Ceagesp entregou centenas de toneladas de alimentos a pessoas e comunidades carentes, além de promover diversas campanhas de apoio a vulneráveis.
Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos. – Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente. Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.
– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.
Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.
– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.
Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.
– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.
O cantor Paulo César Santos, o Paulinho, integrante do grupo Roupa Nova, morreu na noite desta segunda-feira (14), aos 68 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, lutando contra complicações da Covid-19.
A informação da morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da banda e pela unidade de saúde. O hospital disse ainda que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes.
No mês passado, Paulinho foi internado com Covid-19. Em setembro, ele passou por um transplante de medula óssea para tratar de um linfoma. No procedimento, foram utilizadas as próprias células do paciente. Ele respondeu bem ao tratamento, mas depois precisou ser novamente internado para tratar a Covid.
Mais da metade da população brasileira isenta o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de responsabilidade pelas mais de 181 mil mortes causadas por Covid-19 no Brasil.
Uma pesquisa Datafolha publicada nesse domingo (13) mostra que, para 52% dos entrevistados, o mandatário não tem culpa nenhuma pelas vítimas, enquanto 38% dizem que ele tem culpa, mas não é o principal responsável. Somente 8% apontam Bolsonaro como principal culpado. 2% não sabe.
Em agosto, 47% das pessoas diziam que ele não tinha culpa nenhuma, 41% afirmavam que ele era um dos culpados, mas não o principal, e 11% o identificavam como principal responsável.
A pesquisa também perguntou sobre o desempenho do presidente em relação ao novo coronavírus. Para 42% dos entrevistados, o desempenho de Bolsonaro é ruim ou péssimo. Cerca de 30% classificaram a atuação dele como ótima ou boa, enquanto 27% disseram que ela é regular.
Além disso, 53% afirmaram que o país não fez o que era necessário para evitar o atual número de mortes, enquanto 22% disseram que nada que o país fizesse evitaria o elevado número de vítimas. Já para 22% dos entrevistados, o país fez o que era necessário para tentar evitar a situação. 4% não sabe.
A pesquisa foi realizada por celular com 2.016 brasileiros entre os dias 8 e 10 de dezembro, em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Neste domingo (13), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 48 horas para que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresente as datas de início e término da campanha de vacinação contra a Covid-19. Ele ainda pediu que seja informado a previsão de duração de cada uma das fases do plano.
A medida ocorre após o governo federal apresentar o plano nacional de imunização ao Supremo. O texto prevê a vacinação de 51,4 milhões de pessoas no primeiro semestre de 2021. No entanto, o documento não traz a data para o início dos trabalhos.
Em seu despacho, o ministro intimou “o senhor ministro de Estado da Saúde para que esclareça, em 48 (quarenta e oito) horas, qual a previsão de início e término do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, inclusive de suas distintas fases”. O documento também foi endereçado à Advocacia-Geral da União (AGU).
Neste sábado (12), Lewandowski também pediu ao presidente do STF, ministro Luiz Fux, a retirada de pauta de duas ações que tratam de vacinas da Covid-19. O pedido foi atendido.
Mesmo com a crise da Covid-19 no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) manteve sua melhor aprovação desde o início do mantado. É o que aponta o levantamento do Datafolha, divulgado neste domingo (13) pelo jornal Folha de S. Paulo.
O chefe de Estado manteve o patamar registrado na última pesquisa, realizada em agosto. Acham o presidente ótimo ou bom 37% dos brasileiros, mesmo nível da rodada de 29 e 30 de agosto. Aqueles que o veem como ruim ou péssimo oscilaram negativamente de 34% para 32%, os que avaliam como regular são 29% – eram 27%.
A pesquisa ouviu 2.016 pessoas, por telefone, entre 8 e 10 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Mesmo com a avaliação em alta, Bolsonaro segue como o segundo presidente com pior avaliação em primeiro mandato no período pós-redemocratização. Ele só fica atrás do ex-presidente Fernando Collor, que governou o país entre 1990 e 1992, e sofreu impeachment.
O índice de brasileiros que não pretendem se vacinar contra a Covid-19 aumentou nos últimos meses e já chega a 22%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste sábado (12). O porcentual é muito superior aos 9% que haviam declarado recusa ao imunizante em pesquisa realizada em agosto, também pelo Datafolha.
No mais recente levantamento, feito entre 8 e 10 de dezembro com 2.016 brasileiros adultos em todas as regiões e Estados do País, além dos 22% hesitantes, 73% dos entrevistados disseram que vão aderir à vacinação e outros 5% se mostraram indecisos.
A pesquisa revela ainda que embora haja pouca diferença nas respostas de acordo com gênero, idade ou escolaridade, a recusa pode variar bastante de acordo com a origem da vacina.
A maior resistência está relacionada a um imunizante desenvolvido na China, que não seria aceito por 47% dos entrevistados. A recusa a vacinas dos EUA, Inglaterra e Rússia ficaram em 23%, 26% e 36%, respectivamente.
A resistência à imunização é maior também entre os que dizem confiar no presidente Jair Bolsonaro. Ele já fez críticas à Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e se mostrou contrário à obrigatoriedade da vacinação.
De acordo com a pesquisa, o índice de brasileiros que não pretendem tomar a vacina variou de 16% entre os que nunca confiam em Bolsonaro a 33% entre os que disseram sempre confiar no presidente.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Ela foi feita por meio de entrevistas telefônicas.
O governo federal entregou neste sábado (12), ao Supremo Tribunal Federal (STF), o plano nacional de imunização contra a covid-19. O documento foi entregue pelo advogado-geral da União, José Levi, ao ministro Ricardo Lewandovski, relator das ações que tratam da obrigatoriedade da vacina e outras medidas de combate à pandemia.
Batizado de Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, o documento foi elaborado pelo Ministério da Saúde, possui 93 páginas e está dividido em dez eixos, que incluem descrições sobre a população-alvo para a vacinação, as vacinas já adquiridas pelo governo e as que estão em processo de pesquisa, a operacionalização da imunização, o esquema logístico de distribuição das vacinas pelo país e as estratégias de comunicação para uma campanha nacional. O documento não indica data para início da vacinação.
Vacinas
Segundo o plano, o governo federal já garantiu 300 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 por meio de três acordos:
– Fiocruz/AstraZeneca – 100,4 milhões de doses até julho/2020 + 30 milhões de doses/mês no segundo semestre;
– Covax Facility – 42,5 milhões de doses;
– Pfizer – 70 milhões de doses (em negociação);
Até agora, nenhum imunizante está registrado e licenciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), etapa prévia obrigatória para que a vacinação possa ser realizada.
“De acordo com o panorama da OMS [Organização Mundial da Saúde], atualizado em 10 de dezembro de 2020, existem 52 vacinas covid-19 candidatas em fase de pesquisa clínica e 162 candidatas em fase pré-clínica de pesquisa. Das vacinas candidatas em estudos clínicos, há 13 em ensaios clínicos fase 3 para avaliação de eficácia e segurança, a última etapa antes da aprovação pelas agências reguladoras e posterior imunização da população. No Brasil, o registro e licenciamento de vacinas é atribuição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pautados na Lei nº 6.360/1976 e regulamentos técnicos como a RDC nº 55/2010”, diz um trecho do plano.
Grupos prioritários
O Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19, apresentado pelo governo, prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.
O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil). A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), pessoas de 65 a 69 anos (7,08 milhões), pessoas de 60 a 64 anos (9,09 milhões).
Na fase 3, a previsão é vacinar cerca de 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).
Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.
“Vale ressaltar que os grupos previstos são preliminares, passíveis de alteração a depender das indicações da vacina após aprovação da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Destaca-se ainda que há outros grupos populacionais considerados prioritários, a serem incluídos dentre as fases apresentadas, discutidos no âmbito da câmara técnica, a exemplo das populações ribeirinhas e quilombolas, cuja estimativa populacional está em atualização pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para avaliação de qual fase esses grupos estarão inseridos, de acordo com o cenário de disponibilidade de vacinas e estratégia de vacinação”, diz o plano.
Também de acordo com o plano, o registro da dose da vacina aplicada será feito de forma nominal e individualizada, diretamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) em todos os pontos de vacinação da rede pública e privada de saúde. O ministério trabalha com a implantação de um sistema informatizado para monitorar e controlar os dados de vacinação.
“Uma solução tecnológica está em desenvolvimento, por meio do Datasus, com o objetivo de simplificar a entrada de dados e agilizar o tempo médio de realização do registro do vacinado no SI-PNI, além de considerar aspectos de interoperabilidade com outros Sistemas de Informação e integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Um recurso que será colocado à disposição é o QR-Code para identificar o cidadão a ser vacinado. Este deverá ser gerado pelo próprio cidadão no Aplicativo Conecte SUS”.
Logística
Para operacionalizar a campanha nacional de vacinação, o plano do governo prevê capacitação dos profissionais de saúde do SUS e também um esquema de recebimento, armazenamento, expedição e distribuição dos insumos, que são o próprio imunizante, além das seringas e agulhas.
O principal complexo logístico será a partir do aeroporto internacional de Guarulhos (SP), na sede da empresa VTC Logística, que tem contrato com o Ministério da Saúde. O galpão da empresa possui 36 mil metros quadrados nas imediações do aeroporto e conta com ambientes climatizados, como docas e câmaras frias. Há também estruturas menores em Brasília, Rio de Janeiro e Recife.
Também está prevista a entrega da carga embalada por modal rodoviário para estados como Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e outros que fiquem em até 1.400 quilômetros de raio dos centros de distribuição.
O governo também informa já ter acordos firmados com companhias aéreas, como Latam e Azul, além de outras empresas de carga aérea, para o transporte até as capitais da região Norte do país. Pelo plano, a frota será rastreada 100% por satélite e a segurança do transporte, em determinadas situações durante o deslocamento, ocorrerá por conta da União.
Orçamento
Ainda de acordo com o plano, o governo federal já disponibilizou R$ 1,9 bilhão de encomenda tecnológica associada à aquisição de 100,4 milhões de doses de vacina pela AstraZeneca/Fiocruz e R$ 2,5 bilhões para adesão ao Consórcio Covax Facitity, associado à aquisição de 42 milhões de doses de vacinas.
Além disso, outros R$ 177,6 milhões para custeio e investimento na Rede de Frio, na modernização dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), no fortalecimento e ampliação da vigilância de síndromes respiratórias. Também, segundo a pasta, outros R$ 62 milhões foram investidos para aquisição de mais 300 milhões de seringas e agulhas.